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Hoje vou falar sobre como minha super amiga Maria Fernanda Kuntgen transformou sua última viagem de trabalho em uma experiência bacanérrima pela Europa e Ásia. A Mafê viaja muito – ela é uma daquelas pessoas irritantes que sempre postam fotos em lugares ensolarados e paradisíacos enquanto estamos presos no trânsito da Marginal Pinheiros, kkkk – e isso faz dela uma ótima fonte de dicas. Então vou reproduzir aqui o roteiro que ela fez, com as indicações de hotéis e #traveltips bacanas de cada lugar.

 

Como o destino da Mafê era a Ásia, ela optou por fazer a conexão em Amsterdam. Bela escolha, acho esta umas das cidades mais agradáveis de toda a Europa, e a Mafê soube aproveitar muito bem a rápida estadia. Foram apenas 2 dias, mas ela caprichou na escolha do hotel e optou pelo lendário Hotel De L’Europe, que fica nas margens do Rio Amstel, bem no coração histórico de Amsterdam, ou seja: independente de quanto tempo você passe lá, ficar no De L’Europe faz com que seja praticamente impossível não participar da cidade e viver suas riquezas culturais. É um verdadeiro tesouro icônico do século 19, com design atemporal, ambiente intimista e serviço irretocável. Muito elegante e, principalmente, muito bem localizado. Ela recomenda de olhos fechados e, como as recomendações da Mafê são sempre deusas, eu assino embaixo!

 

Hotel De L'Europe

Hotel De L’Europe

 

Mafê de bike por Amsterdam

Mafê de bike por Amsterdam

 

E Mafê pelos canais de Amsterdam

E Mafê pelos canais de Amsterdam

 

Bem, depois da passagem relâmpago por Amsterdam, Mafê embarcou para Kuala Lumpur, capital e maior cidade da Malásia. Aqui ela ficou no Mandarin Oriental e me contou que, apesar de o hotel não ter passado por nenhuma reforma recente, ostenta todas as características típicas da rede Mandarin, uma das melhores do mundo e da qual sou fã absoluta. Essas tais características comuns aos Mandarins são uma espécie de assinatura de estilo da rede e se traduzem através de localizações privilegiadas, vistas incríveis, e os mega janelões do chão ao teto em todos os ambientes porque, afinal de contas, se a vista é incrível, temos que desfrutar dela, certo?

 

Mafê e a Torres Petronas

Mafê e a Torres Petronas

 

O Mandarin é o edifício à esquerda das torres. Bem localizado é apelido.

O Mandarin é o edifício à esquerda das torres. Bem localizado é apelido.

 

Estes detalhes são como que uma impressão digital da marca e estão presentes em todos os hotéis Mandarin (deem uma olhadinha no Mandarin de NYC, sobre o qual já falei aqui!). Portanto, não foi surpresa nenhuma ouvir da Mafê que o Mandarin de Kuala Lumpur é extremamente bem localizado tanto para quem está na cidade a passeio quanto a trabalho. Segundo ela, o hotel, que fica no City Centre,  está “a 3 minutos de caminhada” do Convention Centre, onde acontecem as feiras e convenções (importante lembrar que Mafê estava lá a trabalho, então pôde constatar isso pessoalmente).

 

Piscina do Mandarin

Piscina do Mandarin – notaram o reflexo das Petronas ali no prédio em frente?

 

Kuala Lumpur2

 

 

Ao mesmo tempo, o Mandarin está plantado, literalmente, entre os lindos jardins do City Centre Park e as Torres Petronas, cartão postal super célebre de Kuala Lumpur. O visual é incrível. Para completar, o Shopping Suria, bárbaro, que tem todas as melhores marcas do mundo, também fica ali, coladinho ao Mandarin. O hotel tem vistas muitos bacanas para a cidade e a Mafê achou especial o visual que a academia – super completa, equipadíssima – tem por sobre o parque. 

 

Corridinha no "quintal" do hotel, o City Centre Park

Corridinha no “quintal” do hotel, o City Centre Park

 

Sua próxima parada foi Hong Kong, na China, cidade conhecida pelo seu skyline repleto de arranha céus e por ser uma das áreas mais densamente povoadas do mundo! A Mafê ficou impressionada desde o momento em que pisou no imenso aeroporto. Dica super importante: tenha sempre os endereços de seu interesse, principalmente o do hotel, anotados em um papel. A maioria dos taxistas não fala inglês e tentar se fazer entender pode ser um problemão. Imagine você tentando explicar seu destino e o motorista te olhando com cara de paisagem? Se perder em Hong Kong não deve ser o programa mais agradável do  mundo, hein? 

 

HK Bondinho Victoria peak

Hong Kong by night vista do Peak Tram, bondinho que leva até o topo de Victoria Peak. De lá, o panorama da cidade é de encher os olhos. Mafê indica iniciar a subida bem no final da tarde. Assim é possível observar o sunset e o skyline iluminado.

 

Essa foto foi tirada no Restaurante Acqua, considerado o restaurante com a mais bela vista do mundo! Fica localizado na cobertura à cobertura do One Peking Building, em Tsim Sha Tsui, distrito moderno, comercial e agitadíssimo de Kowloon, parte continental de Hong Kong.

Essa foto foi tirada no Restaurante Acqua, considerado o restaurante com a mais bela vista do mundo! Fica localizado na cobertura do One Peking Building, em Tsim Sha Tsui, distrito moderno, comercial e agitadíssimo de Kowloon, parte continental de Hong Kong.

 

Mais uma da vista do Acqua

Mais uma da vista do Acqua

 

Bom, como em time que está ganhando não se mexe, Mafê repetiu a fórmula do sucesso e se hospedou novamente em um Mandarin Oriental. Ela achou a unidade de Hong Kong excelente e super bem localizada, o que é padrão dos Mandarins, como eu já comentei. Este hotel tem uma piscina coberta MARA, que ela adorou, bem como a academia, equipada com os melhores aparelhos e todos os apetrechos imagináveis. No Mandarin de Hong Kong a Mafê destacou os restaurantes e o nível do atendimento, impecável. Enfatizou que o café da manhã servido por eles foi um dos melhores que já viu e saboreou. Adoooro café da manhã caprichado a ponto de chamar a atenção. Me empolga e diz muito sobre o hotel. 

 

A academia TOP do Mandarin de Hong Kong...

A academia TOP do Mandarin de Hong Kong…

 

...e sua piscina coberta, bárbara.

…e sua piscina coberta, bárbara.

 

Foi em Hong Kong que surgiu a tão esperada brechinha na agenda da Mafê e ela não pensou duas vezes: foi visitar o grande Buda e ficou maravilhada. O Tia Tan Buddha é a maior estátua de Buda sentado ao ar livre da Ásia. Fica na ilha de Lantau e é uma das mais importantes atrações de Hong Kong. A outra é o templo budista Po Lin Monastery, que fica ali do ladinho do Buda, ou seja: você faz um passeio e conhece dois pontos chave da cidade. Show. Isso sem falar no trajeto, que é um espetáculo à parte. 

 

O magnífico templo budista Po Lin Monastery

O magnífico templo budista Po Lin Monastery

 

Mafê lááá em cima, aguardando o teleférico

Mafê láááá em cima, DENTRO da Crystal Cabin. Dá ara acreditar que ela já está no teleférico?

 

 

Olha lá o Grande Buda

Olha lá o Grande Buda

 

É o seguinte: dá para chegar até lá de metrô, de ônibus ou de táxi, ok. Mas esqueça essas opções e pegue o teleférico Ngong Ping 360. É TUDO na vida.  Segundo a Mafê, esta é a parte mais impactante do passeio. Deus me livre de dizer que o grande Buda sentado não faz nossos corações baterem mais forte, mas gente: a vista lá de cima é bárbara, o piso panorâmico (existe piso panorâmico? kkk, não inventa Silvana, o nome correto é Crystal Cabin!) é demais e a experiência é íncrível, vamos combinar. A Mafê viajou numa Crystal Cabin, mas há outras opções, como a Standard Cabin, mais em conta, mas também com a vista deusa de 360°, e as Private Cabins, para um passeio super exclusivo. Este é o teleférico mais longo de toda a Ásia, percorrendo quase 6km num passeio de 25 minutos.

 

A Crystal Cabin da Mafê. Demais, né?

A Crystal Cabin da Mafê. Demais, né?

 

HK Grande Buda3

 

Mafê diz que, mesmo que haja filas imensas para embarcar no teleférico, você deve insistir, jamais desistir! Vai valer a pena, pode acreditar. A dica master dela é: “vá de manhã cedinho/final da tarde ou compre online o ticket que dá direito a prioridade no embarque”. Anotadíssimo.

 

Desembarcando do teleférico, você chegará ao Grande Buda em poucos minutos de caminhada. A estátua tem 34 metros de altura e simboliza a harmonia do homem com a natureza. A mão direita elevada representa a sua benção a todos os visitantes. Subir os 200 degraus que nos deixam pertinho do Grande Buda é para quem tem fôlego, mas, como todo esforço tem sua compensação, lá do alto é possível avistar o Mar da China e até a cidade de Macau em dias claros! Claro que vale a pena, né? 

 

Mafê e o Grande Buda. Claro que ela subiu a escadaria!

Mafê e o Grande Buda

 

Obrigada, linda Mafê! Sua dicas vieram, como sempre, tinindo!

 

Postado por às 15:00

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