Por quantas vezes planejei mentalmente minha ida ao Japão e adiei pois me faltava tempo? Mil vezes. E então, quando eu tinha tempo, não era a época das cerejeiras e eu deixava, de novo, para o próximo ano. Mas eis que desta vez tudo se encaixou e eu finalmente estreei na terra do sol nascente.

 

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Falar que o Japão é o lugar onde o antigo e o moderno estão em sintonia finíssima parece clichê, mas juro que não é, gente. Trata-se da mais pura realidade e é justamente isso que nos impressiona por lá. Ali é fácil observarmos a combinação perfeita entre cidades cosmopolitas e comunidades regionais totalmente arraigadas à cultura local, ou santuários com mais de mil anos de história e edifícios de vanguarda, tudo em plena harmonia.

 

Ao mesmo tempo em que a nação avança em ritmo non stop rumo ao futuro, sua herança, que é muito ampla e viva, continua preservada, e é bem interessante, uma loucura mesmo, notar isso tudo lado a lado. É uma contradição equilibrada. O país das cerejeiras, da tecnologia, dos trens bala, das tradições e da deliciosa comida está sempre nos provando de que os opostos se atraem sim e agradam todos os tipos de viajantes.

 

cerejeiras

 

Muito importante desmistificar os alto preços. Tem pra todos os bolsos. Eu fui na altíssima temporada, na floração das cerejeiras, mas com planejamento tudo fica viável.

 

É possível chegar ao Japão desde o Brasil via USA, inclusive compondo com Hawaii, tipo incrível fazer isso; via Oriente Médio, por Dubai, Doha ou Istambul; ou pela Europa, que foi o que fiz. Fui para Paris, dormi uma noite lá e segui para Tokyo. Dá para entrar por Osaka também. Como são 24 horas de voo direto (se tiver conexão a coisa ainda se estende), super arreguei e decidi parar em Paris, mesmo porque, na volta voei Osaka-Paris, fui até Positano, na Itália, e então Paris-SP, mas essa é outra história que logo logo estará no ar, aguardem.

 

Meu roteiro foi composto por 5 noites em Tokyo, 1 noite em Hakone, 6 noites em em Kyoto e entornos, 2 noites em Naoshima e 2 noites em Osaka. Para circular pelo país, só digo uma coisa: TREM. Você compra o passe no Brasil e roda o Japão inteiro da forma mais maravilhosa e eficaz possível. Fiz um Japan Rail Pass de 14 dias e ainda contratei os serviços da Takkiu Bin Service, que despacha suas malas e permite desmembrar a bagagem para que você não fique carregando tudo de um lado para o outro. Por exemplo: Saí de Tokyo com toda minha bagagem, mas levei apenas uma bolsa para Hakone, onde passei só uma noite, enquanto minhas malas seguiam despachadas direto para Kyoto, onde fiquei por um período maior. Super eficiente.

 

Tokyo

Tokyo

 

O Japão tem MUITA coisa para ser vista. Como é um país pequeno, é super possível fazer tudo em apenas uma viagem, nada que 20 dias por lá não resolvam. Claro que este é um destino que merece vários repetecos mas, com planejamento, dá para dar uma boa geral de uma vez só, sem dúvida. Muito importante ter um guia para otimizar a viagem e porque a comunicação é sim um problema, já que a maioria das pessoas não fala inglês ou fala o inglês-tosco. Muitas atrações devem ser bookadas com bastante antecedência, então não pensem duas vezes e contratem um bom guia. Nem preciso dizer que descobri isso porque “casa de ferreiro espeto de pau” então não vamos entrar em pormenores, mas eu deveria sim ter contratado um cara full time. Enfim.

 

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Tokyo é um sonho composto por modernidade, educação, prestatividade e organização. Trata-se de um lugar incrível, cosmopolita, que superou todas as minhas expectativas. Mesmo com tanta gente à sua volta, os japas fazem com que você se sinta único. A mistura de tradição com contemporaneidade é de encher o coração e basta olhar em volta para vermos enormes arranha céus e templos centenários juntos. O Monte Fuji como pano de fundo emoldurando a metrópole dá o plus.

 

Omotesando-dori

Omotesando-dori

 

Taí uma cidade boa para consumidores vorazes de eletrônicos e moda. As melhores lojas estão na estação Harajuku e no bairro Ginza, com destaque para a Avenida Omotesando-dori, que é uma espécie de Champs Elysées japonesa. Tokyo também é uma cidade de restaurantes únicos. Segue uma listinha daqueles que visitei e recomendo:

 

Ginza, Tokyo

Ginza, Tokyo

 

Sushi Taku – 2 estrelas Michelin, em Nishiazabu. O dono do lugar, Takuya Sato, é sushi chef e sommelier, então combina sushi com vinhos maravilhosos;

 

Benoit Tokyo – um bistrô Alain Ducasse que fica no 10º e 11º ndares do Aoyama Building em Shibuya-ku;

 

Inakaya East – Restaurante e Izakaya em Roppongi;

 

Narisawa – do chef Yoshihiro Narisawa, cuja influência francesa vem de Bocuse, Giradet e Robuchon. Sem mais. Ele funde a alta gastronomia francesa com uma profunda compreensão dos ingredientes japoneses. o resultado é incrível. Tem 2 estrelas Michelin e está na lista dos 50 melhores restaurantes do mundo como “Melhor na Ásia”. Precisa de reserva e antecedência, claro.

 

Seamom Guinza – fica em Guinza e tem um sushi de enguia maravilhoso;

 

Kanetanaka – em Omotesando. Imperdível;

 

Yakumo Saryo – restaurante de um bom gosto sem fim, super exclusivo. Pra reservar, diga que foi indicação de Masashi Shiobara. Pra mim, foi a melhor refeição (menu degustação – kaisek) da viagem.

 

Midore – em Ginza, é um restaurante bem simples, mais local e menos turístico, geralmente com fila na porta (e senha – tem que lembrar de perguntar como “soa” o seu número em japonês pois eles ficam gritando na calçada – e tem um aviso que não adianta dizer depois que não entendeu a chamada haha). O sushi é maravilhoso! Os pratos são maiores do que parecem nas fotos.

 

Takazawa – um dos melhores restaurantes de Tokyo. Japanese – fusion style. Super sofisticado. 3-5-2 Akasaka, Minato

 

L’Effervescence – francês super sofisticado. Ocorre que Tóquio tem algumas das melhores cozinhas francesas fora da França. Isso porque os chefs japoneses estudam com os melhores do mundo – Michel Bras e Heston Blumenthal, no caso de Shinobu Namae do L’Effervescence. Adicione ao produto da equação uma sensibilidade sazonal inata e um orgulho no bom serviço incorporado ao DNA e você vai começar a entender por que L’Effervescence é o que é. Para completar, o preço do menu de almoço é muito bom.

 

Two Rooms Grill Bar – contemporâneo internacional ótimo para o almoço, fica em Kita-Aoyama;

 

Kobe Beef Kaiseki 511 – pra quem gosta de carne, o must. Dear Plaza Akasaka, B1, Akasaka 4-3-28.

 

GORIO – para steaks incríveis. Fica em Ginza.

 

Comi muito kobe beef em Tokyo. Delícia.

 

Em Ebisu tem uns lugares onde os japas vão jantar depois do trabalho. São vários Food Markets, com diferentes tipos de cozinhas. Você escolhe um balcãozinho, mas se quiser o sushi de um e a cerveja o outro não tem problema, é só pedir que eles te servem assim. É tudo bem barato, gostoso e sem turistas, o que complica um pouco pois demora para achar alguém que fale inglês. Se nenhum bilingue surgir, peça “Osusume”  que significa “what ever u recomend”. Sério.

 

Há muitos restaurantes e lojinhas no Tsukiji Fish Market. Muito bacana conhecer.

 

TURISTANDO:

 

O Asakusa Kannon é um dos mais antigos e belos templos de Tokyo: em 628, dois pescadores tiraram do rio Sumida uma pequena estátua de ouro de Kannon, a deusa da misericórdia. Essa estátua pode ser observada até hoje no local. Imperdível o passeio pelos jardim do santuário, ir até o joukoro – queimador de incensos – e caminhar pela Nakamise-dori, rua repleta de artigos típicos, como quimonos, leques e chinelos.

 

Templo de Asakusa Kannon

Templo de Asakusa Kannon

 

Nakamise-dori

Nakamise-dori

 

Palácio Imperial – O imperador japonês e sua família ainda vivem no Palácio Imperial de Tokyo, que foi sede do shogun Tokugawa de 1603 a 1867 e se transformou em Residência Imperial apenas em 1868. Durante a Segunda Guerra Mundial, o local foi destruído, mas reerguido novamente com o seu esplendor original. É incrível observar, mesmo que de longe, o contraste formado por sua arquitetura antiga em pleno coração financeiro de Tokyo. A propriedade imperial tem, aproximadamente, o mesmo tamanho do Central Park em NYC, e o acesso ao público só é permitido em duas datas: no ano-novo e no aniversário do imperador. Porém, nos demais dias, os visitantes podem conhecer os fantásticos jardins e parques que fazem parte do terreno do palácio. Um dos lugares mais procurados é a bela ponte Nijubashi e seu arco duplo em pedra. Vale a vista e a foto! 

 

A famosa ponte e o Palácio Imperial

A famosa ponte e o Palácio Imperial

 

Roppongi Hills é um complexo de prédios e áreas de lazer localizado na área central de Tokyo construído pelo famoso Minoru Mori. Tem excelentes vistas, lojas e restaurantes. Visite o MORI Art Museum. 

 

Tokyo Midtown fica no centro de Roppongi, e também inclui apartamentos, escritórios, lojas, restaurantes, museus, parque e o super luxuoso Ritz Carlton Tokyo. O edifício Galleria é um elegante complexo de compras e restaurantes de 4 andares que também abriga o Museu de Arte Suntory, um dos museus do “Art Triangle Roppongi”. O espaço verde é encontrado atrás dos prédios de Tokyo Midtown, incluindo um agradável jardim de estilo japonês chamado Hinokicho Park.

 

Akihabara fica em Chiyoda e é onde estão localizadas milhões de lojas de eletrônicos, onde encontramos produtos com preços bem bons. 

 

Shinjuku Gyoen é um lindo parque no meio de Tokyo. Foi originalmente a residência particular de um senhor feudal e hoje é considerado um dos jardins mais importantes da era Meiji. É cheio de gramados, árvores, lagoas e combina paisagismo japonês com os estilos inglês e francês.

 

O Parque Ueno abriga templos, museus, entre eles o Museu Nacional de Tokyo, e tem como atração máxima as cerejeiras. São mais de 1000 árvores, então imagina isso tudo florido. Deslumbrante.

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Gente, os museus, todos o museus são fantásticos. Não percam, vasculhem as programações, explorem. A arte japonesa, as coleções, é tudo muito bárbaro. São muitas opções imperdíveis, como o Museu de Arte Contemporânea e o Nezu Museum, entre outros.

 

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Em Tokyo me hospedei no The Capitol. Excelente.

 

Seguindo viagem:

 

Hakone é um balneário muito popular, bastante procurado por suas nascentes hidrominerais. A área da cidade fica sobre um antigo vulcão inativo, e daí que vêm suas fontes termais. Vale fazer um cruzeiro pelo lago Ashi e andar de teleférico desde o Monte Komagatake até o vale de Owakudani, de onde dá para ver os vapores que saem das fendas vulcânicas. O Hakone Open Air Museum é um museu a céu aberto muito bacana, como se fosse um Inhotim japonês, com várias esculturas modernas de artistas diversos, espalhadas pelos lindos jardins, incluindo até um pavilhão inteiro dedicado a Picasso.

 

Cruzeiro pelo Lago Ashi

Cruzeiro pelo Lago Ashi

Hakone Open Air Museum

Hakone Open Air Museum

 

Em Hakone me hospedei no Gora Kadan que, na verdade, não é um hotel, mas sim um Ryokan japonês tradicional, com camas de tatame, shiatsu, ofurôs privativo ao ar livre…O Gora Kadan fica na propriedade da antiga villa de verão da família Imperial, e chama a atenção pelo seu design, totalmente harmonioso com as montanhas próximas, misturando a tradição japonesa e elementos modernos. É membro do Relais & Chateaux desde 1981 e isso diz MUITO sobre seu padrão de hospedagem e serviços.

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Kyoto é um lugar onde as tradições japonesas podem ser vistas de maneira autêntica. Cidade das gueixas e dos samurais, tem cerca de 2 mil templos, budistas e xintoístas. A cidade está a apenas 2h30 de Tokyo e é um banho de cultura, nos colocando em contato direto com a essência de tudo. Pensem em um lugar onde é possível observar de perto rituais como a meditação zen, a cerimônia do chá, as gueixas vestidas em seus quimonos de seda e a arquitetura histórica nos templos budistas e santuários xintoístas. Kyoto foi capital do Japão por séculos e abriga um de seus palácios imperiais (o outro está em Tokyo), além de tesouros como o Palácio Katsura Rikyu, também propriedade imperial, e o castelo Nijo, que era uma espécie de quartel general do xoguns. Para quem gosta de cultura popular, é importante saber que lá acontecem 3 edições de Matsuris, um festival super animado, coloridíssimo, talvez uma versão japonesa do carnaval.

 

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Não deixe de visitar os templos Kinkaku-ji, um dos símbolos de Kyoto, onde eu aposto que você vai tirar uma foto com o Pavilhão Dourado, Kiyomizudera e Ginkaku-ji, patrimônios mundiais pela UNESCO.

templo de ouro

 

Rodeada por montanhas, Takayama fica na região conhecida como Centro de Honshu, que engloba as áreas entre Tokyo e Kyoto. Seus altos picos fizeram com que se mantivesse isolada, então suas ruas são super conservadas, com pequenas lojas, museus e restaurantes. A cidade é conhecida pelo super famoso Festival Takayama Matsuri, que acontece duas vezes por ano, na primavera (Sanno Matsuri/pedidos para um bom ano de plantações) e no outono (Hachiman Matsuri/agradecimento pelas colheitas), com procissões e desfiles de carros alegóricos. É considerado um dos 3 mais bonitos do Japão e acontece desde o século 16. Super típico.

 

As alegorias do Takayama Matsuri

As alegorias do Takayama Matsuri

 

Nara está a 1 hora de trem partindo de Tokyo. Foi a capital do Japão durante 74 anos a partir de 710. Daí a cidade cresceu e se tornou um centro Budista no país, por isso que guarda templos importantíssimos e antiquíssimos. O destaque principal é o gigantesco templo budista Todaiji, o maior edifício de madeira do mundo, que abriga o elegante Daibutsu, o Grande Buda de bronze. Em volta do Parque Nara você encontrará outros grandes tesouros, como o pagode de Yakushiji e outro belo templo, o Horyuji. Preparem-se para o excesso de fofurice dos cervos andando pelas ruas e jardins da cidade. O bichinho é sagrado e convive com as pessoas numa boa.

 

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Kamakura, a 50 km de Tokyo, é sagrada para os japoneses e preserva muitas marcas da história. Seus templos, santuários e monumentos à beira do mar, cercados de florestas, fazem da pequena cidade um lugar ímpar. O ponto mais visitado é o magnífico Grande Buda, uma estátua de bronze de 13,5 metros, erguida em 1252. Tufões, terremotos e tsunamis destruíram os templos que guardaram o buda, mas a estátua resistiu. 

 

O grande Buda de Kamakura

O grande Buda de Kamakura

 

A cidade tem 3 templos que valem a pena ser visitados: o templo de Hasedera fica no alto de um morro, de onde se tem uma vista linda para a cidade, e é famoso por seus jardins; o templo Hokokuji fica no meio de uma floresta de bambus e tem uma casa de chá aberta ao público que serve o matcha, bebida utilizada na tradicional cerimônia do chá; o Zeniarai Benten fica em meio às trilhas que ligam alguns dos principais pontos turísticos de Kamakura e é super procurado por causa da lenda que diz que quem lava o dinheiro na fonte da sua gruta, recebe a mesma quantia em dobro. Ui. 

 

Templo de Hasedera

Templo de Hasedera

 

Japão

Os bambus do templo de Hokokuji

A lenda do dinheiro lavado em Zeniarai Benten

A lenda do dinheiro lavado em Zeniarai Benten

 

 

Naoshima, onde se chega de ferry boat, é um pequena ilha japonesa localizada localizada no mar de Seto, sul do país, que tem apenas três mil habitantes e hoje abriga uma das mais criativas galerias de arte contemporânea a céu aberto do mundo, além de museus com acervos da mais alta qualidade projetados pelo ultrapremiado Tadao Ando, o mais famoso arquiteto japonês. Lá a gente vê Hiroshi Sugimoto, Yukinori Yanagi, Yayoi Kusama, Andy Warhol e até Monet. Até 25 anos atrás, Naoshima era uma área semiabandonada, poluída, basicamente um ponto ignorado no Japão, mas esse quadro começou a mudar a partir de 1992, quando um dos homens mais ricos do país e colecionador de arte Soichiro Fukutake, propôs que Ando construísse museus na ilha para expor seu grande acervo. Hoje, é um e exemplo mundial do poder transformador da arte, recebendo cerca de 400 mil visitantes anualmente em busca de suas mostras e exposições em meio ao cenário rural japonês.

 

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O museu Benesse House é o principal de Naoshima e tem quatro edifícios projetados por Ando Tadao, todos eles com galerias de arte e quartos de hóspedes. O Benesse House Oval, também projetado por Ando, é o mais luxuoso hotel da ilha, com apenas seis quartos, repletos de obras de arte. Suas curvas de concreto e jardins suspensos dialogam com a paisagem natural da ilha.

 

Oval

Oval

Museum

Museum

Suite do Park

Suite do Park

 

Hóspedes dos edifícios “Museum” e “Oval” têm acesso 24h às obras de arte dos museus onde dormem. Aqui, nada a ver com o Inhotim. Apesar da arte a céu aberto, é tudo muito mais distante, maior, diferente mesmo. Me hospedei no edifício Park da Benesse House. Incrível. 

 

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A escultura Yellow Pumpkin, de Yayoi Kusama, é o cartão postal da ilha e foi projetada especificamente para o local onde está.

 

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As ilhas vizinhas de Naoshima, Teshima e Inujima, também foram revitalizadas com projetos artísticos. Hoje, o circuito das 3 ilhas abriga 13 museus, sete casas tradicionais que foram ocupadas por artistas e cerca de 20 instalações e esculturas a céu aberto.

 

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Teshima é encantadora, tem apenas 20 km de diâmetro e uma montanha bem no centro. Tem uma natureza linda, super rica, e muita arte também. O Museu de Arte de Teshima tem forma de gota d’água e se mistura perfeitamente ao ambiente que o circunda.

 

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Osaka é agitadíssima, com excelentes restaurantes e uma vida noturna que não para. Ainda mantém seu lado antigo, evidente no belo Castelo de Osaka, mas o edifícios futuristas ganham cada vez mais espaço. Aqui, me hospedei no fantástico St. Regis. Que hotel maravilhoso.
O Castelo de Osaka

O Castelo de Osaka

 

Mais do Japão:

 

Com 3776 metros, o Monte Fuji é o pico mais alto do Japão. Inativo desde 1707, o vulcão tem mais de 8 mil anos e até um século atrás, era considerado um lugar sagrado, onde só monges e peregrinos podiam subir. Hoje não tem mais nada disso e os alpinistas são os que mais frequentam o local. No sopé do Fuji há 5 lagos que oferecem infraestrutura para lazer e prática de esportes.

 

Em Toba a grande atração fica por conta da Ilha de Pérola Mikimoto onde dá para ver de perto o trabalho das mulheres mergulhadoras no cultivo das pérolas. Incrível. Não deixem de visitar também o Santuário Ise Jingu, na cidade de Ise, dedicado à deusa do sol, Amaterasu. É um dos santuários mais importantes do Japão, com mais de 100 templos.

 

 

O trabalho das mulheres mergulhadoras no cultivo das pérolas de Mikimoto

O trabalho das mulheres mergulhadoras no cultivo das pérolas de Mikimoto

 

Shirakawa-go é uma aldeia e Patrimônio da Humanidade que fica na fronteira dos Alpes do Japão, a uma hora de Takayama. É famosa pelas suas habitações tradicionais, chamadas gasshoku, que são de madeira e com o telhado coberto por plantas de arroz, trocadas a cada cinco anos. Aqui acontece o famoso festival Doburoku Matsuri, quando as pessoas rezam para o deus da montanha pedindo segurança e uma boa colheita e oferecem o Doburoku (saquê não refinado) ao santuário para expressar sua gratidão. A produção particular de bebida alcoólica é proibida no Japão, mas o povo de Shirakawa recebem uma permissão especial para produzir Doburoku em quantidade limitada para este festival. O Doburoku parece um mingau de arroz. É grosso e ligeiramente doce. Daí o povo dança, executa Niwaka (palhaçadas improvisadas), cantam e assim por diante, a-ni-ma-dís-si-mo. Trata-se da maior entre as festividades para os moradores.

 

Vejam que coisa linda é Shirakawago

Vejam que coisa linda é Shirakawago

 

Hiroshima é a memória viva de um dos capítulos mais tristes da história da humanidade. Visitá-la gera sentimentos diferentes nos turistas, que se emocionam ao ver a cúpula da Bomba-A, única construção que se manteve em pé após a bomba atômica arrasar a cidade. A lembrança da tragédia está contada no Parque da Paz, onde uma série de monumentos relembra as milhares de vítimas. O ponto central do parque é o Museu Memorial da Paz, que tem um acervo enorme de fotos e vídeos que mostram a devastação. Chocante e muito interessante, mesmo porque, determinados fatos não devem ser esquecidos nunca.

 

Parque da Paz. Ao fundo vemos a Cúpula da Bomba A

Parque da Paz. Ao fundo vemos a Cúpula da Bomba A

 

Kanazawa é considerada pela UNESCO como a cidade do artesanato e da arte folclórica, um lugar de importantes realizações culturais. Tem muitos museus e atrativos históricos e o destaque fica com o Kenrokuen, o jardim mais bonito do Japão por muitos.

 

Jardim Kenrokuen, um dos três mais belos do Japão

Jardim Kenrokuen, um dos três mais belos do Japão

 

A pequena cidade de Nikko, nas montanhas da província de Tochigi, fica a apenas 2 horas de Tokyo e conta com muitas atrações. O lago Chuzenji, por exemplo, formado a partir da cratera inundada de um vulcão, dá origem a uma das maiores quedas d’água do Japão, a cachoeira Kegon. A vista da cachoeira a partir da sua base é espetacular. 

 

Lago Chuzenji e a cachoeira Kegon

Lago Chuzenji e a cachoeira Kegon

 

Porém, a grande estrela aqui é o santuário Toshogu, erguido em homenagem ao shogun Tokugawa Ieyasu, que unificou o Japão no século 17. O lugar é lindo e fica em meio a uma floresta de ciprestes, esculturas, edifícios decorados, portões e templos. Agora, o que fez deste um lugar famoso mundialmente, foi o pequeno entalhe conhecido como Os Três Macacos Sábios – nada ouço de ruim, nada falo de ruim, nada vejo de ruim – que faz parte da decoração da porta do Estábulo Sagrado, templo localizado no complexo do Santuário Toshogu. É bem pequeno e seria difícil de achar se não fosse a multidão de fotógrafos na frente indicando o lugar preciso. Tipo a Mona Lisa no Louvre.

 

Os 3 macacos do ensinamento budista

Os 3 macacos do ensinamento budista

 

Nagoya fica entre Tokyo e Kyoto e ali vale visitar o Castelo de Nagoya, datado de 1612, que acabou totalmente destruído após a Segunda Guerra, sobrando apenas a sua base de pedra. A partir disso, foi reconstruído em 1959 seguindo o projeto original. Os “Kin no Shachi-hoko“, as duas estátuas de ouro que ficam no telhado do castelo, são considerados o orgulho do povo de Nagoya. Na primavera muitas pessoas visitam os jardins do local para contemplar as flores de cerejeira. O Santuário xintoísta de Atsuta também fica por lá e é o segundo santuário mais venerado do Japão. Possui muitos tesouros e o mais importante é, sem dúvida, uma espada sagrada chamada kusanagi no mitsurugi (“a espada sagrada de Kusanagi”), uma das três insígnias imperiais do Japão. Muitas festas acontecem durante o ano, sempre.

 

Castelo de Nagoya e suas estátuas de ouro

Castelo de Nagoya e suas estátuas de ouro

 

Vão para o Japão, gente. É de se apaixonar. 

 

Perguntaram a uma criança de 5 anos que voltava sozinha da escola em Tokyo: Não tem ninguém cuidando de você? Ela respondeu: Todo mundo!

Postado por às 20:03

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milwaukee boa

 

Oi galera, estou de volta para contar sobre um destino um tanto quanto ‘fora da curva’, mas que vai agradar e muito os amantes de cerveja e motos. A cidade de Milwaukee, no estado de Wisconsin, nos Estados Unidos, que fica bem perto do Canadá. É lá que nasceu a cervejaria Miller e a famosa marca de motos Harley-Davidson. Por isso digo que vai agradar quem se interessa por esses dois universos. Também não posso deixar de falar do incriiiiiiivél museu da cidade (fotos), projetado pelo premiado arquiteto espanhol Santiago Calatrava, o mesmo que concebeu o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. O museu é realmente surpreendente, não só por sua arquitetura, mas o acervo não deixa nada a desejar, vai de Andy Warhol a Picasso.  

 

Fachada do Milwaukee Art Museum, projetado por Santiago Calatrava

Fachada do Milwaukee Art Museum, projetado por Santiago Calatrava

 

Dentro do Milwaukee Art Museum

Dentro do Milwaukee Art Museum

 

O acervo do museu é bem variado. Vai de Andy Warhol a Picasso

O acervo do museu é bem variado. Vai de Andy Warhol a Picasso

 

Um baquete de vidro, acervo do Milwaukee Art Museum

Um baquete de vidro, acervo do Milwaukee Art Museum

 

Um passeio que vale muito a pena é visitar a fábrica da Miller, onde são fabricadas 1400 Long Necks por minuto e viver um pouco a atmosfera dos anos 1903, data que o alemão Frederick Miller criou a famosa cervejaria e sua primeira fábrica no mundo. Hoje já existem muitas outras, inclusive em Petrópolis, onde é fabricada a Miller no Brasil. Existe uma cave na cidade, que data do mesmo ano de nascimento da cerveja, onde grupos convidados podem usar o local para jantares, uma experiência super interessante. Lá era onde eles mantinham as cervejas geladas naquela época. Um charme de lugar. 

 

Fachada da primeira fábrica da Miller, que foi criada em 1903

Fachada da primeira fábrica da Miller, que foi criada em 1903

 

 

 

Porta de entrada da primeira fábrica da cervejaria Miller

Porta de entrada da primeira fábrica da cervejaria Miller

 

Barril de cobre dentro da fábrica da Miller

Barril de cobre dentro da fábrica da Miller

 

Mural explicativo das fases que a cerveja passa até chegar ao consumidor final

Mural explicativo das fases que a cerveja passa até chegar ao consumidor final

 

Jantar harmonizado com cervejas na cave da Miller, que data do ano de 1903

Jantar harmonizado com cervejas na cave da Miller, que data do ano de 1903

 

Entrada da cave, com Gambrinus, o 'rei da cerveja', recepcionando os convidados.

Entrada da cave, com Gambrinus, o ‘rei da cerveja’, recepcionando os convidados

 

 

Mas como falei antes, não é só de cerveja que vive essa charmosa cidade. As motos também fazem a cabeça de quem mora por lá. Outro lugar super interessante para se conhecer é o Museu da Harley-Davidson. Lá existem todos os modelos que a marca produziu desde 1903, inclusive a primeira Harley da história (foto), que mais parecia com uma bicicleta motorizada. Parecia não, era isso (risos).

 

A primeira Harley-Davidson da história, fabricada em 1903 por William S. Harley e Arthur Davidson

A primeira Harley-Davidson da história, fabricada em 1903 por William S. Harley e Arthur Davidson

 

A Harley-Davidson que pertenceu a Elvis Presley também está exposta no museu

A Harley-Davidson que pertenceu a Elvis Presley também está exposta no museu

 

Essa Harley-Davidson foi fabricada para o exército americano durante a Segunda Guerra Mundial

Essa Harley-Davidson foi fabricada para o exército americano durante a Segunda Guerra Mundial

 

Mais um modelo exposto no museu da Harley-Davidson

Mais um modelo exposto no museu da Harley-Davidson

 

Espero que tenham curtido este post sobre um lugar fora do circuito, mas que tem muito a oferecer. Para quem for a Chicago, vale dar uma passada em Milwaukee, que fica há mais ou menos uma hora de distância de carro. Amanhã volto com mais dicas, agora sobre Chicago. Beijos Silvana.

 

Obs: Esqueci de contar um detalhe muito ‘fofo’, existem coelhos espalhados pelas ruas da cidade, coisa mais charmosa.

 

coelho

 

 

 

 

 

 

 

 

Postado por às 18:55

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Vista de Cascais, em Portugal

Vista de Cascais, em Portugal

 

Oie, estou de volta!! Agora vou falar sobre Cascais, um balneário português perto de Lisboa, com uma paisagem maraaavilhosa! Fui para lá organizar um casamento para um casal de canadenses, que vai acontecer em maio, no hotel Areias do Seixo. A cerimonia será pequena, para 60 pessoas, mas, com certeza, muito cool. Os Destination Weddings estão super em alta, mas na hora de escolher o destino quase ninguém lembra de Portugal, sempre vem Itália ou alguma praia do Caribe na cabeça, vale ficar de olho em Cascais, um local ultra charmoso, beira mar e com um custo benefício maravilhoso. 

 

Orla de Cascais

Orla de Cascais

 

Praia de Cascais

Praia de Cascais

 

Além do hotel mega charmoso Areias do Seixo, que falarei mais na #Hotéis, também visitei alguns outros que valem a pena. São esses: O Hotel The Oitavos, que achei muito grande e frio, sem requinte algum, mas para quem curte jogar golf é maravilhoso. O Hotel Villa Italia, o melhor de Cascais, o Farol Design também é muito bom e por último, o Hotel Miragem. 

 

Hotel The Oitavos, em Cascais

Hotel The Oitavos, em Cascais

 

Academia do hotel The Oitavos

Academia do hotel The Oitavos

 

Spa hotel The Oitavos

Spa hotel The Oitavos

 

Bar hotel The Oitavos

Bar hotel The Oitavos

 

Hotel Villa Italia, Cascais

Hotel Villa Italia, Cascais

 

Hotel Farol Design, Cascais

Hotel Farol Design, Cascais

 

Piscina hotel Farol Design, Cascais

Piscina hotel Farol Design, Cascais

 

Vista do quarto do hotel Farol Design, Cascais

Vista do quarto do hotel Farol Design, Cascais

 

E agora vamos falar de comida! Os restaurantes que mais gostei em Cascais foram: o Confraria Sushi, Montemar, Visconde da Luz, Mar do Inferno – considerado o mais ‘in’ de Cascais, Porto de Santa Maria – o mais chique da cidade e o  Mercado de Cascais, que é bem legal também. 

 

Ambiente restaurante Mar do Inferno, o mais in de Cascias

Ambiente restaurante Mar do Inferno, o mais in de Cascais

 

As incríveis lagostas do restaurante Mar do Inferno, em Cascais

As incríveis lagostas do restaurante Mar do Inferno, em Cascais

 

Os frutos do mar do restaurante Porto de Santa Maria, o mais chique de Cascais

Os frutos do mar do restaurante Porto de Santa Maria, o mais chique de Cascais

 

Ambiente do restaurante Porto de Santa Maria, em Cascais

Ambiente do restaurante Porto de Santa Maria, em Cascais

 

Até a próxima, beijos Silvana. 

Postado por às 17:00

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Torre de Belém

Torre de Belém

 

Castelo de São Jorge

Castelo de São Jorge

 

Olá pessoal, não passo por aqui desde ano passado, muita correria. Mas vamos inaugurar 2016 com o pé direito, falando sobre Portugal, que visitei em minha última viagem, durante o carnaval. O País está super em alta para os brasileiros, por duas razões óbvias. É um dos destinos mais baratos da Europa e a língua, claro, facilita a estadia. Lá fui para Lisboa, que além de ser a capital é, com certeza, a cidade portuguesa mais conhecida dos brasileiros. Não fiquei muito tempo, mas deu para ir em alguns programas turísticos, como a famosa Torre de Belém e o Castelo de São Jorge.

 

Uma dica inusitada é o Zoológico da cidade. Não tive oportunidade de ir, mas minha filha, Giulia Bertolucci e meu genro, Guilherme Drumond, levaram meu neto Stefano, ainda na barriga, para conhecer. O diferencial desse Zoo é que pode-se fazer um tuor por cima de todo o espaço em um teleférico.  Além de abrigar diversas espécies de animais, como pinguins, cangurus, koalas, tigres brancos, urso pardo, entre outros. Ele também oferece espetáculos diários com golfinhos e leões marinhos. Programa certo para quem viaja com crianças. (fotos)

 

Giulia e Guilherme

Giulia e Guilherme

Giulia

Giulia

 

Não posso deixar de falar da famosa gastronomia portuguesa. Entre os melhores restaurantes de Lisboa, estão: Cantinho do Avillez, que tem uma ótima carne de cordeiro; Peixaria Moderna; Densolito; Sem Manheiras; Duplex; Solar dos Presuntos; Mercado da Ribeira, que passou por uma reforma e recebe vários chefs renomados para cozinharem por lá; a LX Factory, uma antiga fábrica que abriga vários restaurantes; o Petit Palais, bom para tomar um ótimo drink. 

 

Fachada da LX Factory, que abriga de lojinhas a restaurantes

Fachada da LX Factory, que abriga de lojinhas a restaurantes

 

Biblioteca dentro da LX Factory, em Lisboa

Biblioteca dentro da LX Factory, em Lisboa

 

Mercado da Ribeira, Portugal

Mercado da Ribeira, Portugal

 

Petit Palais by Olivier, restaurante da moda em Lisboa, construído em um antigo palacete que pertenceu ao mecenas português Antônio Medeiros de Almeida

Petit Palais by Olivier, restaurante da moda em Lisboa, construído em um antigo palacete que pertenceu ao mecenas português Antônio Medeiros de Almeida

 

 Para os notívagos, as baladas que estão pegando em Lisboa são: a Lux, considerada a 8º da Europa, toca música eletrônica; a Pensão Amor, minha preferida, lota todos os dias e tem música ao vivo; Jamaica, para quem curte um reggae, a Place Eh, a discoteca do momento dos portugueses e a Cohiba, um bar no Bairro Alto para dançar. 

 

Ambiente da Lux, considerada a 8º melhor balada de música eletrônica da Europa

Ambiente da Lux, considerada a 8º melhor balada de música eletrônica da Europa

 

Mais da Lux

Mais da Lux

 

Ambiente da Pensão do Amor, lugar gostoso para ouvir uma boa música ao vivo em Lisboa

Ambiente da Pensão do Amor, lugar gostoso para ouvir uma boa música ao vivo em Lisboa

 

E para encerrar o post, não posso deixar de falar da loja A vida Portuguesa, quem for para Lisboa não pode deixar de conhecer, tem todos os produtos autênticos de Portugal, uma loucura!

Ambiente da loja A Vida Portuguesa, imperdível

Ambiente da loja A Vida Portuguesa, imperdível

 

Daqui a pouco volto com um post sobre Cascais, espero que gostem. Beijos Silvana

 

 

Postado por às 14:05

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Já faz alguns anos que Mykonos, a mais badalada dentre as ilhas gregas, voltou a ser um dos points super requisitados da alta temporada européia desde que teve seu auge de glamour na época em que Jackie O. era frequentadora assídua da ilha. Claro que ser badalado ou não, absolutamente muda o fato de que Mykonos é um lugar completamente encantador com suas vielas estreitas, seu emaranhado de casinhas brancas, seus moinhos de vento, sua flores coloridíssimas e o por do sol mais absurdo que já vi na vida, perfeito para quem curte o verão à beira mar. Mas como segue atraindo muita gente todo ano, nada melhor do que falar sobre tudo o que é bacana por lá, certo? Pois bem.

 

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O verão é alta temporada, com muita badalação; a primavera, de março a junho, tem temperaturas mais amenas e ainda dá para aproveitar bem as praias. Nos meses mais quentes, quando os turistas chegam lá atrás de sal, sol e baladas, agito é o que não falta (importante dizer que chegar lá é fácil: são apenas 40 minutos voando desde Atenas). Seu público é bem eclético, há sempre muitos brasileiros, jet setters internacionais, celebridades, tem de um tudo. A ilha é super gay friendly, herança dos anos 80, e a animação já começa de dia, nas praias. Apesar deste bafafá todo, sua essência de vila de pescadores é ultra bem preservada. Vira e mexe, é possível encontrar o pelicano Petros, símbolo de Mykonos, pelas ruazinhas. Não é o máximo um lugar cuja celebridade máxima é uma ave? 

 

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Chora é o coração da ilha, sua principal cidade, e andar por seus labirintos formados por ruas de pedra é MARA. Casinhas igrejinhas, varandas floridas, um sonho. A vida noturna por ali é bem agitada, mesmo nas praias, cujos bares ficam abertos até altas horas. Para quem gosta de explorar cidades, vale a pena dar uma volta pelo bairro de Little Venice, com suas casas do século 16 penduradas sobre o mar e aproveitar para ver o por do sol ali, com o mar em frente e os moinhos ao redor. Demais. 

 

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Mykonos

 

O que não falta em Mykonos são bons hotéis com vistas lindas e serviço simpático. Claro que é importante prestar atenção a detalhes como localização, preços e estado geral do estabelecimento, ou seja, tem que pesquisar. Eu recomendo de olhos fechados 4 hotéis: 

 

Hotel Semeli – é um 4 estrelas bem sofisticado que fica no centrinho. Super típico, uma graça!

 

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Hotel Cavo Tagoo – já me hospedei nele. É um 5 estrelas bárbaro, o melhor hotel de Mykonos. Fica fora do centrinho, porém bem próximo e tem vistas espetaculares. 

 

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Hotel Belvedere – fica no centrinho e é um hotel boutique bárbaro. Também já me hospedei lá e amei.

 

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Hotel Mikonos Blu – fica em Psarou, a melhor praia da ilha, e tem um visual deslumbrante. 

 

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Sobre as praias:

 

PSAROU – fica 5KM ao sul de Chora e tem o Beach Club mais elegante e animado de Mykonos , com sunbeds e toalhas . Fique logo amigo do gerente da areia, Iannis, se quiser garantir seu lugar ao sol! He is the boss!! É aqui que fica o Restaurante Nammos. Reserve sua mesa assim que chegar na praia.

 

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PARANGA – fica 6km ao sul de Chora. Não estranhem se virem placas onde esteja escrito Paraga, sem o “n”. É a mesma coisa, tá? Aqui temos o Beach Club Kalua com serviço de praia e sunbeds. Ao lado, na “Agia Anna – Paraga Beach “, tem um restaurante grego super tradicional chamado Taverna Nikolas. Ele está lá desde 1967. Seu estilo é bem rústico, com mesas pé na areia onde come-se bem!

 

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SUPER PARADISE – fica 7 km ao sul de Chora e é a mais famosa praia all day party e gay friendly, perfeita para quem gosta de balada bem animada. 

 

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PARADISE – 6km ao sul de Chora. Atrai muitos jovens para suas festas durante o dia e a noite.

 

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AGRARI – está 10 km ao sudeste de Chora e é uma praia com infra-estrutura, mas bem mais tranquila. 

 

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KALO LIVADI – 10km a oeste de Chora – muito frequentada pelos gregos, tem o Restaurante e Beach Club Sol y Mar Praia.

 

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PANORMOS – está 6 km ao leste de Chora e é frequentada pelo pessoal mais jovem. Conta com o Panormos Restaurant Beach Bar. Façam reserva antes com o Nassos!

 

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LIA – é talvez uma das praias mais distantes – 14 km ao sudeste de Chora – e de difícil acesso. Mas se você procura uma praia sem nenhum agito, vai se sentir no paraíso. Tem duas tavernas para almoçar e um Beach Club.

 

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ELIA – é uma das praias mais populares e também fica longe do cento. São 11 km ao sudeste de Chora. Não deixe de ir no Elia Restaurant. A praia tem um beach club com sunbeds.

 

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KALAFATI – fica 12 km ao oeste de Chora e é perfeita para os amantes de esportes aquáticos.

 

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FOKOS – está 13km ao norte de Chora e não tem facilidades como cadeiras, guarda-sol e serviço de bar. Mas é muito bonita e tem uma taverna bem gostosa.

 

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AGIOS SOSTIS – a 8km de Chora, é uma das praias mais calmas de Mykonos.Não tem guarda-sol e cadeiras. É lá que fica a Kiki’s Tavern.

 

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Restaurantes:

 

INTERNI – Cozinha Contemporânea, jardim lindo, gente bacana. Se não quiser jantar, não deixar de ir, nem que seja para tomar um drink no bar e conhecer o lugar

 

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CAPRICE – Um programa imperdível é assistir ao pôr do sol no Caprice.

 

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NOBU MATSUHISA – Sim, é O Nobu, o famosos Nobu. Fica no hotel Belvedere. Vale ir mais cedo e ficar um pouco no bar do hotel em volta da piscina, que também é muito bem frequentado.

 

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UNO CON CARNE – O único restaurante Mykonos, talvez na Grécia, a combinar as maravilhas do mar com carne.

 

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PIZZARIA MARECHIARO – Pizzaria napolitana autêntica. Do grupo Belvedere, e como tudo que eles fazem, é excelente.

 

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SEA SATIN MARKET – Restaurante grego imperdível, localizado na Little Venice. Depois da meia-noite, todos dançam em cima das cadeiras e mesas.

 

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KATRIN – Restaurante comandado pela mesma familia desde 1971. Cozinha grega e francesa. Fica bem escondido nas ruazinhas do centro, mas os locais saberão informar.

 

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CAVO TAGOO RESTAURANT – Vista maravilhosa. Restaurante com inspiração na cozinha grega e influência de outras culturas.

 

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AVRA ( ANTIGO CHEZ MARIA) – O restaurante continua muito bacana. Clima romântico. A cozinha está mais moderna.

 

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ACQUA TAVERNA – Restaurante italiano também na Little Venice, ao lado do Caprice. Vista do pôr do sol maravilhosa

 

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SALE PEPE – Um autêntico restaurante italiano.

 

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NAMMA BARBEQUE – Próximo ao Bar Astra, é o novo restaurante de carnes da ilha. Faz parte do Grupo Nammos

 

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A lista de bares e clubs também é bem extensa pois Mykonos, meus amigos, é uma festa sem fim. Lugares como o Astra Bar, o já citado Caprice (amo), Galleraki, Semeli Bar, Scarpa Mykonos, Veranda, Joy Bar, Aroma, Queen Of Mykonos Bar, Cavo Paradiso Club e Rock’nRoll Mykonos devem fazer parte de suas agendas, digamos assim. Vão a tudo, gente. vale a pena. 

 

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Bem, não sei se vocês notaram que circula-se bastante em Mykonos e, apesar de a ilha ser pequena, ter um carrinho alugado é fundamental, vão por mim. Como lugar para estacionar não é algo fácil durante a temporada badaladérrima numa ilha lotada, aconselho escolher modelos pequenos, tá? Nada de alugar Pajero, pelo amor de Deus, que vocês não vão ter onde enfiar esse trambolho. Fiquem com um Smart, um Jimmy, um Mini, de preferência cabriolet! Já que a gente não pode nem pensar em ter carro conversível aqui no Brasil, vamos aproveitar nossos dias de calor na Grécia para viver esta vida de cabelos ao vento!

 

Estive em Mykonos pela última vez quando fui a este casamento maravilhoso. Vejam que máximo:

 

 

 

 

 

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Mykonos é ou não é tudo na vida? Não vejo a hora de voltar para lá!

Postado por às 16:37

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Oi gente! Estou sumidíssima pois desde que saí do Brasil já se foram quase 40 dias e esta segunda etapa da minha viagem, pela Indochina, está sendo tão ou mais intensa do que a passagem pela Islândia. Tudo aqui é muito bonito, muito antigo, muito complexo ou tem uma importância histórica muito grande. Na maioria dos casos é tudo isso junto, kkkk. E a viagem foi intensa tanto em se falando da experiência, absolutamente bárbara, como de compromissos, já que tive a oportunidade de conhecer diversos hotéis e fazer quase todos os passeios disponíveis em cada cidade por onde passei. Mas gente, vocês não têm ideia de como é importante para mim conhecer cada passo de um roteiro e como me considero privilegiada por participar de eventos profissionais deste nível. Como me faz feliz conseguir transferir cada conhecimento adquirido nessas minhas viagens de trabalho para alguém que coloca em minhas mãos um sonho. Fazer viagens é realizar sonhos e eu simplesmente amo participar de cada detalhe da elaboração de um roteiro. Volto para casa e para o trabalho em São Paulo carregada de novidades!

 

Bom, já estou no final dessa minha aventura. Hoje embarco para a Tailândia novamente e semana que vem devo estar no Brasil, mas hoje tive um tempo livre e resolvi fazer um resuminho do meu roteiro para vocês ficarem por dentro de tudo. Depois vou fazer um post sobre cada cidade, cada hotel, cada atração, mas só vou ter tempo para isso na volta mesmo, então vamos aos highlights:

 

Chegando em Bangkok. Juro que nem sei mais quantos voos foram. 15? 16?

Chegando em Bangkok. Juro que nem sei mais quantos voos foram. 15? 16? Enfim, amo essa vida.

 

Tudo começou quando saí de Londres e fui para Bangkok, onde me hospedei no maravilhoso Mandarin Oriental, sempre irretocável. A cidade é grande, é cosmopolita, tem vida noturna agitada, ótimos restaurantes e um skyline de respeito. A coisa mais fofa do mundo é o mercado flutuante, que começou a funcionar em 1960, quando as mulheres saíam de casa com mantimentos para serem trocados entre elas mesmas. A atividade despertou a curiosidade dos turistas e a partir dos anos 80 se instaurou a venda de artesanato no local. É super típico de lá, vale muito a pena conhecer. 

 

Mandarin Oriental Bangkok

Mandarin Oriental Bangkok

 

Mercado flutuante em Bangkok

Mercado flutuante em Bangkok

 

De Bangkok fui para Luang Prabang, no Laos. Me hospedei no incrível Amantaka, hotel que, como todo bom Aman, preza pela tranquilidade, extremo bom gosto e muito conforto. Seu edifício foi construído em 1920 para ser um hospital, mas depois virou hotel. Porém, como em Luang Prabang NADA pode ser modificado, já que a cidade é patrimônio mundial pela UNESCO, ele ficou com fama de mal assombrado e é considerado um dos top 5 nessa categoria, kkkk. Tem nada de assombrado, gente! É um luxo só, como todos os hotéis da rede Aman, kkkk. Amo. Poderia morar neles. Daí, vocês não sabem, mas eu tive a honra de receber uma bênção especial da família real do Laos! Sério, estou emocionada até agora. Foi durante a cerimônia Baci, que aconteceu no Amantaka, quando o Principe Nithakhong Somsanith ensina exclusivamente aos hóspedes do Aman a milenar historia e tradição de sua rica cultura. Foi demais. 

 

Com o Príncipe e a princesa do Laos. Sem palavras, gente.

Com o Príncipe e a princesa do Laos. Sem palavras, gente.

 

 

Laos

Laos

 

Amantaka

Amantaka

 

Hotel mal Assombrado, buuuuuuu! Muito amor pelo Amantaka e pelo Laos.

Hotel mal Assombrado, buuuuuuu! Muito amor pelo Amantaka e pelo Laos.

 

Ainda em Luang Prabang, visitei a cachoeira Kuang Si, apenas um espetáculo. 

 

Cachoeira Kuang Si em Luang Prabang

Cachoeira Kuang Si em Luang Prabang

 

A próxima parada foi Hanoi, a capital do Vietnam, onde me hospedei no Hotel Metrópole, super tradicional, uma espécie de Copacabana Palace de Hanoi. Adorei. A cidade é bem bacana também, agitadíssima e vocês nem imaginam a quantidade de motoquinhas pilotadas por loucos que há pelas ruas, kkkk. Achei uma ZONA, e olha que eu já fui para Delhi, hein! Saibam que nessa época do ano o calor por lá é muito forte, mas nada que roupas frescas não resolvam. A questão é que a cidade é bem interessante e vale ser vista. De Hanoi fui para Halong Bay, Patrimônio natural da Humanidade e da UNESCO, com suas águas cor de esmeralda, grutas, e suas quase 2 mil ilhotas que OLHA: encantam qualquer turista. Passeei de barquinho por lá e fiquei maravilhada, viu?

 

Hotel Metropole em Hanoi

Hotel Metropole em Hanoi

 

Halong Bay

Halong Bay

 

Então, partimos para Ho Chi Minh, a antiga Saigon. A história da cidade é marcada pelas tantas mudanças que sofreu desde sua fundação (já pertenceu a Vietnam, já foi colônia francesa, etc) e hoje é um destino moderno cheinho de entretenimento para a gente. Mas é impossível esquecer o passado de guerra e a gente vê muitas lembranças dessa fase em pontos turísticos, nos hotéis e até pelas ruas. É muito recente, é “a guerra da minha geração”, não dá para não ficar tocado. Visitei os túneis de CuChi, que têm mais de 250 km e ficam a 1 horinha de Ho Chi Minh. Neste lugar a gente vê exatamente como os vietnamitas se escondiam para sobreviver. Incrível. 

 

Os túneis Cu Chi

Os túneis Cu Chi

 

Daí, meus queridos, fomos para o DESLUMBRANTE hotel Six Senses, em Con Dao, e o que dizer sobre o lugar? Perfeito? Sim. Um sonho? Super sim. Tudo na vida? Exato. É um bom gosto generalizado nessa construção rústica à beira mar que fica até difícil descrever. A praia é deserta, a água é de uma temperatura maravilhosa e vocês nem imaginam como tudo isso é tão perfeito para uma Lua de Mel. Além dos quartos, o Six Senses também disponibiliza villas de 4 quartos para aluguel. Sabe quem já ficou numa delas? Angelina & Brad! Tá boa? 

 

Six Senses, que maravilha

Six Senses, que maravilha

 

Segui para o Camboja e, mais uma vez, fui brindada com uma hospedagem num Aman, o Amansara, em Siem Reap. Lindo, MARA, tudo. Aman é Aman, não me canso de repetir. A questão é que caí de amores imediatamente pelo Camboja e isso porque ainda não tinha nem visitado Angkor, imaginem. Caí dura, é escandalosamente maravilhoso. Um dos templos que merece destaque, além de Angkor Wat, é o Ta Prohm, famosérrimo por sua “participação” no filme Tomb Raider (olha a Angelina me perseguindo, gente). Depois venho com mais detalhes sobre Angkor. Uma loucura. 

 

Amansara, Siem Reap, Camboja. Nada mal, hein?

Amansara, Siem Reap, Camboja. Nada mal, hein?

 

Quarto deuso do Amansara

Quarto deuso do Amansara

 

Ta Prohm, Angkor, Camboja. Alá a árvore da Lara Croft!

Ta Prohm, Angkor, Camboja. Alá a árvore da Lara Croft!

 

Angkor Wat Temple

Angkor Wat Temple

 

Agora tenho que sair correndo pois ainda tenho uma série de compromissos antes de embarcar para Koh Kood Island, onde está um dos hotéis mais absurdos do mundo, o Soneva Kiri. Depois conto tudinho! Beijos!

Postado por às 18:00

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Minha passagem pela Islândia foi, em uma palavra, mas em todos os sentidos, intensa. Foram 5 dias desbravando a terra do gelo na companhia de um grupo maravilhoso. Trabalhei muito e me diverti horrores! Os profissionais que viabilizaram esta experiência e nos receberam por lá, trabalharam de forma tão gentil e impecável, que me encheram de orgulho, viu, gente? É muito bom ver de perto tanta competência vinda dos nossos parceiros de profissão. Dá gosto saber que vou oferecer uma viagem deste nível para os meus clientes! Aplausos para o pessoal da Nordic Luxury e da TL Portfólio. Vocês arrasaram.

 

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Sério. Não é exagero nenhum dizer que esta foi uma das melhores viagens da minha vida. Como eu já disse, foi tudo muito intenso e eu acabei mal e mal me conectando. Consegui fazer bastante Snaps – segue lá, povo: silbertolucci – mas não paramos nenhum segundo, ou seja: tenho muito material e muitas fotos para posts, mas vamos ter que esperar um pouquinho mais, pois emendei a viagem à Islândia com minha vinda para a Indochina e hoje estou em Bangkok escrevendo este post pois recebi um vídeo MARA que a Nordic Luxury postou no Youtube e mostra super bem como foram nossos dias lá na Islândia. Vejam só: 

 

 

 

Cada minuto de tudo isso valeu muito a pena. Pensem num país extremamente rico de beleza natural (fique chocada, juro), onde cada paisagem é uma contemplação que vem sempre acompanhada daquele sentimento incrédulo sobre a existência de lugares como este no mundo. Só tenho a agradecer por ter participado desta experiência única. Que privilégio! Logo mais – assim que tiver tempo – volto com updates da saga Iceland-Indochina.

 

Beijos! 

Postado por às 16:16

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Quando uma viagem à China está sendo planejada, é normal que Shanghai e Beijing apareçam como os destinos mais procurados. Isso acontece justamente por serem os lugares mais conhecidos, com os quais os brasileiros estão mais familiarizados, e também pela sua estrutura turística, já que é meio normal marinheiros de primeira viagem à Ásia terem certos receios em relação ao que vão encontrar por lá, e por isso preferem não arriscar muito em se tratando de lugares desconhecidos. 

 

Parem com isso, gente. Sério. Não deixem de aproveitar as coisas lindas que há por lá simplesmente porque este país ainda nos soa distante demais. Hoje a Lívia veio para falar sobre a China que oferece lugares incríveis, com cenários magníficos e estrutura para agradar até os viajantes mais exigentes. Oba. 

 

Bem pertinho de Shanghai, existem 2 cidades muito charmosas: Hangzhou e Suzhou, a primeira a 45 minutos, e a segunda a apenas meia horinha de lá. O acesso a ambas é possível via trem bala, que viaja a 350km/h, e isso torna viáveis estadias curtinhas, de 1 ou 2 dias, tempo suficiente para conhecê-las. Bárbaro.

 

Hangzhou tem mais de 6,4 milhões de habitantes – o equivalente a população da Cidade do Rio de Janeiro – e é super famosa pela sua beleza natural, principalmente ao redor do Lago Oeste – que em 2011 passou a ser Patrimônio Mundial da Unesco – além de suas pagodas e templos. A Lívia acha esta uma das cidades mais bonitas e interessantes da China, então anotem aí “conhecer Hangzhou”, pois se tem alguém aqui que sabe tudo de China, esta pessoa é a Lívia gente.  

 

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Lago Oeste - Se voce for pernoitar  em Hangzhou, vale a pena assistir ao espetáculo que é feito sobre o lago (atenção: apenas no verão). A impressão é que que os atores estão flutuando sobre a agua.Lindíssimo, com musicas típicas e diversos efeitos visuais

Lago Oeste – Se voce for pernoitar em Hangzhou, vale a pena assistir ao espetáculo que é feito sobre o lago (atenção: apenas no verão). A impressão é que que os atores estão flutuando sobre a agua.Lindíssimo, com musicas típicas e diversos efeitos visuais

Templo de Lingyin

 

 

Templo de Lingyin - Estas estatuas de pedras budistas estão esculpidas nas falésias do “Lingyin Temple”, o qual é um templo budista em atividade e um dos 3 templos mais famosos e antigos da China.

Templo de Lingyin – Estas estatuas de pedras budistas estão esculpidas nas falésias do “Lingyin Temple”, o qual é um templo budista em atividade e um dos 3 templos mais famosos e antigos da China.

 

Leifeng Pagoda

 

Leifeng Pagoda - Originalmente construída no ano 977, tudo o que resta da pagoda original é o alicerce em ruínas. Não há muito para ver dentro da própria pagoda, que foi recentemente reconstruída em 2000. No entanto, a vista da cidade é uma dos melhores a partir daqui. Não se desanime com a altura da pagoda: dentro ha escadas rolantes e elevadores .

Leifeng Pagoda – Originalmente construída no ano 977, tudo o que resta da pagoda original é o alicerce em ruínas. Não há muito para ver dentro da própria pagoda, que foi recentemente reconstruída em 2000. No entanto, a vista da cidade é uma dos melhores a partir daqui. Não se desanime com a altura da pagoda: dentro ha escadas rolantes e elevadores .

 

Hanzghou é também super conhecida por ser a “terra do original chá verde”. Há milhares de plantações pela cidade e um passeio super gostoso e diferente é ir ate um desses lugares e tomar um chá fresquinho – seguindo as tradições chinesas – nas casas de chá que há em cada uma. Top demais.

 

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Há bastante coisa para se ver e se admirar em Hangzhou e a Lívia acha que 2 dias são suficientes para dar uma boa geral na cidade. Importante saber que o metrô ainda esta em construção e o transito é terrível, então, a melhor maneira de se locomover por la é contratar um motorista que fique a sua disposição. Isso é fácil e o concierge do hotel sempre resolve estas questões. Falando em hotel, as opções por lá são ótimas!

 

 

Four Seasons Hotel - Voce voltara no tempo ao entrar pelo hotel em um tradicional barco chines de madeira.

Four Seasons Hotel – Voce voltara no tempo ao entrar pelo hotel em um tradicional barco chines de madeira.

 

Amanfayun Spa - totalmente arquitetado no estilo das antigas vilas chinesas. E é Aman né. Isso já diz muita coisa

Amanfayun Spa – totalmente arquitetado no estilo das antigas vilas chinesas. E é Aman né. Isso já diz muita coisa

 

Suzhou é charmosíssima e cheia de contrastes. Por um lado, é super movimentada, já que é uma das economias mais aquecidas que existem por ser a maior produtora do mundo de computadores portáteis; por outro, é possível ainda encontrar vestígios de uma cidade muito antiga em torno dos canais. Justamente por conta desses canais, Suzhou é chamada de “Veneza do Oriente”. Vale muito a pena fazer um passeio pelos canais, ponto de vista ideal para apreciar a paisagem pitoresca. Fora que as fotos tiradas de dentro do barco ficam incríveis!

 

Suzhou

 

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Mas Suzhou não é apenas conhecida por seus canais. Seus jardins são impressionantes e realmente maravilhosos, tanto que o “Lingering Garden” foi declarado patrimônio da humanidade pela UNESCO em 1997. Dica da Lívia: ” há mais de dez jardins clássicos chineses para visitação em Suzhou, mas na minha humilde opinião, apesar de maravilhosos, são todos muito parecidos, ou seja, visite 2 jardins e já está super visto! “

 

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Assim como em Hangzhou, há uma infinidade de pagodas e templos para serem visitas em Suzhou. Os mais famosos são o North Temple Pagoda e a Tiger Hill Pagoda também conhecida como a Torre de Pisa da China, devido à sua inclinação. No local onde esta localizada a Tiger Hill Pagoda existe um jardim belissimo, cheio de flores, arvores, esculturas em pedras e um rio. Prepare-se para caminhar um pouquinho e subir alguns (muitos) degraus.

 

North Temple Pagoda

North Temple Pagoda

 

Tiger Hill Pagoda

Tiger Hill Pagoda

 

Um dia em Suzhou é o suficiente para um bom passeio. Mas se você preferir ir com mais calma, ha vários hotéis de redes internacionais com preços super razoáveis, como o Intercontinetal, Crowne Plaza, Shangri-la e Hyatt.

 

Um conselho bem valioso da Lívia: além do motorista, se possível, é bem bacana contratar um guia que te acompanhe nas duas cidades. A questão é que, exceto em Shanghai e Beijing, quase ninguém fala nem inglês nem “chinglish” (nota da editora: HAHAHAHA chinglish é muito bom), então calculem a probabilidade de passar aperto. Então, para não arriscar, é bom ter uma assessoria bilingue, certo? 

 

E aí? Todos empolgados como eu por conhecer um pouco mais da China? Estou amando.

 

Logo mais a Livia estará de volta com mais destinos e histórias interessantes. E sigam o Instagram dela @fun_in_asia. É bárbaro, cheinho de dicas sobre os lugares mais incríveis da Ásia.

 

Zaijian!

 

Postado por às 16:13

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Atualmente fala-se muito sobre Mahamudra e para onde quer que a gente mire, nos deparamos com fotos, matérias, posts, um sem fim de informações envolvendo o grupo e seus praticantes. Eu, inclusive, sou adepta e tenho um coach que orienta meus treinos 3 vezes por semana. Mas todo mundo sabe do que se trata a filosofia do grupo? Pois bem. O Mahamudra é uma filosofia de vida, um método de desenvolvimento humano focado na constante evolução do ser em seus três pilares – corpo, mente e espírito. Com o equilíbrio estre os três, busca-se atingir o nível de hiprconsciência desejado pelos praticantes. Nós, os adeptos, buscamos a excelência de seu condicionamento físico, claro, mas não é a apenas isso que o Mahamudra se atém: trata-se de algo muito maior, de uma filosofia de vida que busca a liberdade, conexão com o universo, respeito pela natureza, qualidade de vida e evolução máxima do ser humano. O Mahamudra conta com integrantes mega experientes em diversos esportes e práticas como artes marciais, exercícios funcionais, yoga, relaxamento, ginástica olímpica e técnicas militares, e essa troca de conhecimentos é bárbara e fundamental, tanto para o pleno funcionamento das atividades, como para a integração de saber dos próprios indivíduos em seus exercícios. Resumindo, o método busca extrair o melhor de cada pessoa nivelando e evoluindo o corpo, a mente e o espírito, que são os três pilares fundamentais da filosofia Mahamudra. 

 

Em outras palavras, gente, é BÁRBARO e quem ainda não conhece terá uma chance e tanto para isso. No feriado de Corpus Christi, de 4 a 7 de junho, vai acontecer um Mahamudra Retreat no maravilhoso SPAventura Ecolodge, localizado em uma área verde incrível a apenas 75 km de São Paulo, na charmosa fazenda Morros Verdes, em Ibiúna. O hotel fica dentro de uma área de proteção ambiental, é 100% sustentável, incentiva a conservação e promove o bem estar da população local sempre buscando a formação de uma consciência ambiental nos visitantes. Mega adequado para um evento como este retiro Mahamudra, que será totalmente baseado em exercícios físicos, bem estar e meditação, através de atividades diversas. 

 

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Sobre as acomodações – os chalés, construídos com madeira de reflorestamento da própria fazenda e materiais de demolição, são super confortáveis e têm a vantagem de não causar grandes impactos ao meio-ambiente, já que há tratamento de água, coleta e utilização das águas da chuva e aquecimento por energia solar.  

 

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Sobre o menu – todas as refeições são frescas, naturais e saudáveis, provenientes da agricultura orgânica, de pomares agroflorestais e do jardim de plantas medicinais. Os animaisda fazenda são criados sob o preceito do manejo orgânico, livres da contaminação por antibióticos, hormônios de crescimento, agrotóxicos nas pastagens, rações industrializadas e aditivos. Todas as manhãs, leite fresco ordenhado na hora é servido à mesa, e tudo ganha um toque especial com o mel produzido na própria fazenda.Mega saudável. O charmoso espaço gourmet do hotel é equipado com forno à lenha, churrasqueira e tem uma incrível vista da mata.

 

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Sobre as atividades oferecidas – O SPAventura Ecolodge tem muitas trilhas para caminhadas, cachoeiras e atividades integradas à natureza, tudo perfeito para rejuvenescer corpo e mente. Algumas trilhas podem ser feitas de bike, que são disponibilizadas pelo hotel, mas você pode tranquilamente levar a sua, se preferir. Há também uma piscina e um grande lago de 4 mil metros quadrados com kayaks, SUPs e raia de natação (natação do lago é muito show, gente!), além de  campo de futebol, quadra de vôlei de praia, badminton e salão de jogos. Como se não bastasse tudo isso, eles ainda oferecem 1600 metros de tirolesa, passeio pelas cachoeiras, arco e flecha, slackline, circuito de obstáculos, cama elástica e cavalos Manga-Larga Marchador, super dóceis e seguros. 

 

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Outros detalhes bem bacanas que também me chamaram a atenção:

 

– o SPAventura Ecolodge colabora com a comunidade local, empregando pessoas, produtos e serviços da região, além de promover ações educacionais e sociais voltadas para os moradores;

 

– eles também adotaram o compromisso voluntário de plantar uma muda de árvore nativa da Mata Atlântica por visitante a fim de diminuir sua pegada de carbono. O bacana é que cada hóspede pode participar do plantio da “sua” árvore. Amei;

 

– e a sustentabilidade do hotel também passa pela oficina de marcenaria, que utiliza apenas madeira de reflorestamento, plantada na própria fazenda, e onde são construídos os belos móveis que decoram o hotel. O interessante é que nada é desperdiçado: os resíduos de serragem são reciclados para forrar as baias dos cavalos, cascas de pinus são reutilizadas no paisagismo e os restos de cavaco para a compostagem da horta.

 

Já sou fã. Imagina só um retiro Mahamudra nesse lugar delicioso? Não vejo a hora!

Postado por às 10:00

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Na noite do último domingo, a 87ª cerimônia de entrega do Oscar premiou os melhores filmes de 2014. Bom,a  gente adora cinema, é super fã da arte, mas como aqui o assunto é VIAGEM…vamos falar sobre os lugares interessantíssimos onde foram filmadas algumas das produções indicadas e premiadas? Quem sabe a gente não se inspira em alguma dessas fantásticas locações para uma de nossas próximas trips, hein? Vamos lá: 

 

Salzburg – Austria

 

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Bom, antes de falar sobre os filmes em si, impossível não comentar a maravilhosa apresentação da Lady Gaga prestando tributo à “A Noviça Rebelde”, um dos musicais mais famosos da história. O filme se passa em Salzburg, na Áustria, que é um dos países mais encantadores da Europa, cheio de montanhas verdinhas e picos nevados. Há inclusive em Salzburg um tour especial por todos os lugares que serviram de cenário para “A Noviça Rebelde”. Demais. Ver isso de perto é reviver a infância (pelo menos para mim, oops). Muito importante dizer que Salzburg é, além de linda e terra da Von Trapp Family, a cidade onde Mozart nasceu, então não pensem que seus encantos se restringem às lembranças de Fraulein Maria cantando com as crianças por entre os Jardins do Palácio Mirabell, um dos pontos por onde passa o tour. Muita coisa bacana pode ser vista por lá: a casa onde Mozart morou, a Fortaleza de Hohensalzburg, o centro histórico com muitas lojas, cafés e feirinhas, a Getreidegasse, rua que sempre foi o centro comercial da cidade…fora isso, ainda há lugares interessantíssimos sob os pontos de vista histórico e arquitetônico, além de serem cenários do filme. Vale muito a pena ver de perto a Praça da Residência, que abriga a maior fonte barroca do mundo, toda de mármore, uma loucura; o Glockenspiel, um carrilhão com 35 sinos que tocam 3 vezes ao dia – às 7h00, às 11h00 e às 16h00 – e isso DEVE ser visto, já que a trilha sonora é uma seleção de famosos compositores, Mozart incluso, claro; o Palácio Hellbrunn, cheio de fontes, grutas, estátuas, cuja fachada é a residência da Família Von Trapp; e o bairro de São Pedro, o mais antigo da cidade, cujo órgão da Abadia era tocado por Mozart. Um luxo. Salzburg é um charme sem fim.

  

Palácio Hellbrunn

Palácio Hellbrunn / Reprodução Internet

 

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Catedral e Fortaleza de Hohensalzburg / Reprodução Internet

 

Continuemos então com os filmes e seus ‘lugares’:

 

Nova York – Estados Unidos

 

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Reprodução Internet

 

Birdman, que levou os prêmios de melhor filme, diretor, roteiro original e fotografia, mostra muito da Broadway, importante avenida de Nova York, famosa pelos seus teatros que exibem superproduções de musicais. Nas cenas de rua, podemos ver facilmente o tradicional Majestic Theatre, que exibe desde 1988 o Fantasma da Ópera, além do St. James Theatre que, no filme, é o teatro onde acontece a peça que tenta salvar a carreira do personagem de Michael Keaton. A Times Square, centro do Theater District, aparece quando Michael Keaton sai na rua de cueca, e o voo do Birdman dá uma geral muito boa da região. Minha vontade é entrar em um avião e ir pra lá, mas enfim.

 

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Times Square / Reprodução Internet

 

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Broadway / Reprodução Internet

 

Ainda sobre Nova York, o indicado a melhor canção original Mesmo Se Nada Der Certo, tem muitas cenas também em Times Square e no maravilhoso Central Park, mas o bacana deste filme é que ele mostra bastante o Grenwich Village, bairro boêmio delícia da cidade, e o super badalado e notívago Meatpacking District, que tem restaurantes mega disputados e lojas incríveis. É um lado ‘menos conhecido’ de Nova York, turisticamente falando, que vale muito a pena ser explorado. Eu amo.

 

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Greenwich Village / Reprodução Internet

 

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Central Park
Reprodução Internet

 

Görlitz – Alemanha

 

O Grande Hotel Budapeste levou as estatuetas de figurino, maquiagem, design de produção e trilha sonora e, apesar do nome e de estar “localizado” na fictícia República de Zubrowka, foi filmado em Görlitz, cidadezinha alemã super tranquila que conta com cerca de 4 mil construções góticas, renascentistas, barrocas e casarões abandonados, e faz fronteira com a Polônia e República Tcheca. O lugar é um retrato muito bem preservado da Europa pré-guerra, já que trata-se de uma das poucas cidades alemãs que escapou quase intacta dos bombardeios durante o conflito, e essas características já atraíram muitos diretores de filmes. Apenas para exemplificar, em Bastardos Inglórios e Caçadores de Obras-Primas, as cenas que ilustraram a Segunda Guerra foram filmadas em sua praça principal. E atenção: não é nada difícil encontrar por lá estrelas do nível de Brad Pitt e Tarantino. Se você estiver planejando um tour pela Europa, vale a pena arriscar uma visita a esta “cidade cenográfica” (os moradores já chamam de Görliwood, kkk), não é mesmo? Vai saber se a gente não esbarra com o George Clooney por lá…

 

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Görlitz / Reprodução Internet

 

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Não é um sonho? / Reprodução Internet

 

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Reprodução Internet

 

Cambridge – Inglaterra

 

A Teoria de Tudo conta a vida Stephen Hawking, levou o Oscar de melhor ator e mostra lindamente Cambridge, cidadezinha inglesa que fica a uns 80 km de Londres e, graças à renomada Universidade de Cambridge, é um destino turístico bárbaro na Inglaterra. Fui para lá durante o período em que meu filho mais velho, o Lucca, estudou na cidade e fiquei apaixonada. Logo de cara sua plenitude histórica, bela arquitetura (fortíssimo foco de cultura, junto com os fantásticos museus), e os imensos ‘tapetes verdes’, como são chamados seus gramados extensos e muito bem cuidados, impressionam. Uma das coisas mais interessantes a se fazer por lá é o tour pelas universidades (todas elas parecem verdadeiros castelos!) e ver de perto os lugares por onde já passaram grandes figuras, como ganhadores do prêmio Nobel, famosos escritores e gente do peso de Isaac Newton, Erasmo de Roterdam, Lord Byron, Francis Bacon e Charles Darwin, além do nosso protagonista em questão Stephen Hawking, é claro. Vocês sabiam que o futebol nasceu em Cambridge? E todo mundo se lembra que William e Kate são o duque e a duquesa de Cambridge, certo?

 

Reprodução Internet

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Marrocos

 

Em Sniper Americano (melhor edição de som), as cenas que se passam no Iraque foram, na verdade, rodadas no Marrocos, que é um lugar muito maior do que tudo o que a ficção já mostrou. Este país de maioria muçulmana, que é um reino desde 1957, é cheio de contrastes, beleza, cultura e exotismo. Olha que bacana: o Marrocos fica no noroeste da África e é banhado pelo Oceano Atlântico e pelo Mar Mediterrâneo. Se você pegar um ferry boat, em apenas uma hora é possível cruzar o Estreito de Gibraltar e desembarcar diretamente no sul da Espanha! É bárbaro perambular pelas medinas, mas saibam que os comerciantes vão fazer de um tudo para te empurrar todos os badulaques possíveis, kkk. Sua capital é Rabat, mas a cidade mais famosa e badalada do Marrocos é Marrakech, a cidade vermelha, com seus Spas, Riads e hotéis ultra luxuosos. Mas tanto faz o lugar: você vai ficar maravilhado com as mesquitas, as paisagens e a cultura. A gastronomia vem com um mix super interessante de pratos e ingredientes que foram herdados dos povos nômades do deserto, de mediterrâneos, árabes e franceses. Enfim. Estive lá há uns 2 anos e fiquei absolutamente encantada.

 

Medina de Fez / Reprodução Internet

Medina de Fez
/ Reprodução Internet

 

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Tour pelo Deserto do Saara / Reprodução Internet

Tour pelo Deserto do Saara
/ Reprodução Internet

 

Marrakech / Reprodução Internet

Marrakech
/ Reprodução Internet

 

Islândia

 

Interestelar levou a estatueta de melhores efeitos visuais e teve muitas cenas filmadas em paisagens absurdas da Islândia, como a geleira Svinafellsjokull e o Parque Nacional de Skaftafell. A Islândia, segunda maior ilha da Europa, está super em alta e foi apontada como um dos principais destinos de 2015. Pudera. Motivos para visitar a Terra do Gelo não faltam. Apesar de ter 15% de sua extensão coberta de neve, o clima por lá é bem agradável e as temperaturas, durante o inverno, são bem amenas. Nos meses mais quentes, entre maio e agosto, os dias são super longos, e em pleno verão, entre meados de junho a julho, o sol nunca se põe! No mais, é um lugar MARA para quem quer praticar esportes ao ar livre, ver de perto baleias, gêiseres, icebergs, vulcões, lagos geotérmicos, incríveis cachoeiras e fiordes, enfim: paisagens de tirar o fôlego. Isso tudo sem falar na Aurora Boreal, que pode ser vista nas noites de inverno, de setembro a março.

 

 

A geleira Svinafellsjokull / Reprodução Internet

A geleira Svinafellsjokull / Reprodução Internet

 

O que dizer sobre esta caverna de gelo em Skaftafell?  / Reprodução Internet

O que dizer sobre esta caverna de gelo em Skaftafell? / Reprodução Internet

 

Aurora Boreal / Reprodução Internet

Aurora Boreal / Reprodução Internet

 

Lódź – Polônia

 

Ida, o vencedor de melhor filme em língua estrangeira, foi rodado em Lodz, terceira maior cidade da Polônia, que fica a 2 horas de carro de Varsóvia, ou seja: se for à Varsóvia, não custa nada dar um pulo em Lodz, que é uma cidade jovem, bacana, e com uma importância histórica global imensa por causa do gueto que foi estabelecido ali durante a Segunda Guerra. Lodz também abriga um dos maiores cemitérios judaicos da Europa. História sempre vale a visita, gente. Ainda mais quando se trata de uma história tão recente, né?

 

Lodz / Reprodução Internet

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Texas – Estados Unidos

 

Pedernales / Reprodução Internet

Pedernales / Reprodução Internet

 

Boyhood conta a história de uma família americana do Texas e demorou, propositalmente, 12 anos para ficar pronto. O filme é bárbaro, levou o premio de melhor atriz coadjuvante e teve Houston, Austin e o Parque Estadual Pedernales Falls como algumas de suas locações. O Texas é um estado de muitos contrastes no que diz respeito ao clima e geografia. Enquanto de um lado há abundância de água e florestas, exatamente o que há no Pedernales Fall State Park, do outro o clima é bem árido. E foi justamente nessas áreas desérticas e pouco povoadas que surgiram os cowboys, um dos símbolos máximos do estado.

 

Pedernales / Reprodução Internet

Pedernales / Reprodução Internet

 

Houston é a quarta maior cidade americana e é cheinha de instituições culturais divididas entre seu Museum District e o Theater District. É uma das poucas cidades dos Estados Unidos que oferecem companhias residentes o ano inteiro em todas as maiores artes performáticas. Austin, a capital do Texas, é conhecida como a “Capital mundial da música ao vivo”. Tem coisa mais deliciosa, gente? Aproximadamente 200 apresentações de música ao vivo por ano aguardam os visitantes que, certamente, vão provar de uma vida noturna bem animada. Mas o dia por lá também rende: vale conhecer o Capitólio do Texas, o Bob Bullock Texas State History Museum ou as lojas da South Congress Avenue. Para quem gosta de atividades outdoor, nada melhor do que o Barton Springs, uma piscina de água mineral natural na extensa rede de cinturões verdes, parques e reservas naturais da cidade.

 

Houston / Reprodução Internet

Houston / Reprodução Internet

 

Austin / Reprodução Internet

Austin / Reprodução Internet

 

Bom, depois de tudo isso, resta-me sonhar com cada um desses destinos tão incríveis e começar a planejar o próximo voo! 😉

Postado por às 13:48

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