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Oi galera, estou de volta para contar sobre um destino um tanto quanto ‘fora da curva’, mas que vai agradar e muito os amantes de cerveja e motos. A cidade de Milwaukee, no estado de Wisconsin, nos Estados Unidos, que fica bem perto do Canadá. É lá que nasceu a cervejaria Miller e a famosa marca de motos Harley-Davidson. Por isso digo que vai agradar quem se interessa por esses dois universos. Também não posso deixar de falar do incriiiiiiivél museu da cidade (fotos), projetado pelo premiado arquiteto espanhol Santiago Calatrava, o mesmo que concebeu o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. O museu é realmente surpreendente, não só por sua arquitetura, mas o acervo não deixa nada a desejar, vai de Andy Warhol a Picasso.  

 

Fachada do Milwaukee Art Museum, projetado por Santiago Calatrava

Fachada do Milwaukee Art Museum, projetado por Santiago Calatrava

 

Dentro do Milwaukee Art Museum

Dentro do Milwaukee Art Museum

 

O acervo do museu é bem variado. Vai de Andy Warhol a Picasso

O acervo do museu é bem variado. Vai de Andy Warhol a Picasso

 

Um baquete de vidro, acervo do Milwaukee Art Museum

Um baquete de vidro, acervo do Milwaukee Art Museum

 

Um passeio que vale muito a pena é visitar a fábrica da Miller, onde são fabricadas 1400 Long Necks por minuto e viver um pouco a atmosfera dos anos 1903, data que o alemão Frederick Miller criou a famosa cervejaria e sua primeira fábrica no mundo. Hoje já existem muitas outras, inclusive em Petrópolis, onde é fabricada a Miller no Brasil. Existe uma cave na cidade, que data do mesmo ano de nascimento da cerveja, onde grupos convidados podem usar o local para jantares, uma experiência super interessante. Lá era onde eles mantinham as cervejas geladas naquela época. Um charme de lugar. 

 

Fachada da primeira fábrica da Miller, que foi criada em 1903

Fachada da primeira fábrica da Miller, que foi criada em 1903

 

 

 

Porta de entrada da primeira fábrica da cervejaria Miller

Porta de entrada da primeira fábrica da cervejaria Miller

 

Barril de cobre dentro da fábrica da Miller

Barril de cobre dentro da fábrica da Miller

 

Mural explicativo das fases que a cerveja passa até chegar ao consumidor final

Mural explicativo das fases que a cerveja passa até chegar ao consumidor final

 

Jantar harmonizado com cervejas na cave da Miller, que data do ano de 1903

Jantar harmonizado com cervejas na cave da Miller, que data do ano de 1903

 

Entrada da cave, com Gambrinus, o 'rei da cerveja', recepcionando os convidados.

Entrada da cave, com Gambrinus, o ‘rei da cerveja’, recepcionando os convidados

 

 

Mas como falei antes, não é só de cerveja que vive essa charmosa cidade. As motos também fazem a cabeça de quem mora por lá. Outro lugar super interessante para se conhecer é o Museu da Harley-Davidson. Lá existem todos os modelos que a marca produziu desde 1903, inclusive a primeira Harley da história (foto), que mais parecia com uma bicicleta motorizada. Parecia não, era isso (risos).

 

A primeira Harley-Davidson da história, fabricada em 1903 por William S. Harley e Arthur Davidson

A primeira Harley-Davidson da história, fabricada em 1903 por William S. Harley e Arthur Davidson

 

A Harley-Davidson que pertenceu a Elvis Presley também está exposta no museu

A Harley-Davidson que pertenceu a Elvis Presley também está exposta no museu

 

Essa Harley-Davidson foi fabricada para o exército americano durante a Segunda Guerra Mundial

Essa Harley-Davidson foi fabricada para o exército americano durante a Segunda Guerra Mundial

 

Mais um modelo exposto no museu da Harley-Davidson

Mais um modelo exposto no museu da Harley-Davidson

 

Espero que tenham curtido este post sobre um lugar fora do circuito, mas que tem muito a oferecer. Para quem for a Chicago, vale dar uma passada em Milwaukee, que fica há mais ou menos uma hora de distância de carro. Amanhã volto com mais dicas, agora sobre Chicago. Beijos Silvana.

 

Obs: Esqueci de contar um detalhe muito ‘fofo’, existem coelhos espalhados pelas ruas da cidade, coisa mais charmosa.

 

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Postado por às 18:55

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Vista de Cascais, em Portugal

Vista de Cascais, em Portugal

 

Oie, estou de volta!! Agora vou falar sobre Cascais, um balneário português perto de Lisboa, com uma paisagem maraaavilhosa! Fui para lá organizar um casamento para um casal de canadenses, que vai acontecer em maio, no hotel Areias do Seixo. A cerimonia será pequena, para 60 pessoas, mas, com certeza, muito cool. Os Destination Weddings estão super em alta, mas na hora de escolher o destino quase ninguém lembra de Portugal, sempre vem Itália ou alguma praia do Caribe na cabeça, vale ficar de olho em Cascais, um local ultra charmoso, beira mar e com um custo benefício maravilhoso. 

 

Orla de Cascais

Orla de Cascais

 

Praia de Cascais

Praia de Cascais

 

Além do hotel mega charmoso Areias do Seixo, que falarei mais na #Hotéis, também visitei alguns outros que valem a pena. São esses: O Hotel The Oitavos, que achei muito grande e frio, sem requinte algum, mas para quem curte jogar golf é maravilhoso. O Hotel Villa Italia, o melhor de Cascais, o Farol Design também é muito bom e por último, o Hotel Miragem. 

 

Hotel The Oitavos, em Cascais

Hotel The Oitavos, em Cascais

 

Academia do hotel The Oitavos

Academia do hotel The Oitavos

 

Spa hotel The Oitavos

Spa hotel The Oitavos

 

Bar hotel The Oitavos

Bar hotel The Oitavos

 

Hotel Villa Italia, Cascais

Hotel Villa Italia, Cascais

 

Hotel Farol Design, Cascais

Hotel Farol Design, Cascais

 

Piscina hotel Farol Design, Cascais

Piscina hotel Farol Design, Cascais

 

Vista do quarto do hotel Farol Design, Cascais

Vista do quarto do hotel Farol Design, Cascais

 

E agora vamos falar de comida! Os restaurantes que mais gostei em Cascais foram: o Confraria Sushi, Montemar, Visconde da Luz, Mar do Inferno – considerado o mais ‘in’ de Cascais, Porto de Santa Maria – o mais chique da cidade e o  Mercado de Cascais, que é bem legal também. 

 

Ambiente restaurante Mar do Inferno, o mais in de Cascias

Ambiente restaurante Mar do Inferno, o mais in de Cascais

 

As incríveis lagostas do restaurante Mar do Inferno, em Cascais

As incríveis lagostas do restaurante Mar do Inferno, em Cascais

 

Os frutos do mar do restaurante Porto de Santa Maria, o mais chique de Cascais

Os frutos do mar do restaurante Porto de Santa Maria, o mais chique de Cascais

 

Ambiente do restaurante Porto de Santa Maria, em Cascais

Ambiente do restaurante Porto de Santa Maria, em Cascais

 

Até a próxima, beijos Silvana. 

Postado por às 17:00

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Torre de Belém

Torre de Belém

 

Castelo de São Jorge

Castelo de São Jorge

 

Olá pessoal, não passo por aqui desde ano passado, muita correria. Mas vamos inaugurar 2016 com o pé direito, falando sobre Portugal, que visitei em minha última viagem, durante o carnaval. O País está super em alta para os brasileiros, por duas razões óbvias. É um dos destinos mais baratos da Europa e a língua, claro, facilita a estadia. Lá fui para Lisboa, que além de ser a capital é, com certeza, a cidade portuguesa mais conhecida dos brasileiros. Não fiquei muito tempo, mas deu para ir em alguns programas turísticos, como a famosa Torre de Belém e o Castelo de São Jorge.

 

Uma dica inusitada é o Zoológico da cidade. Não tive oportunidade de ir, mas minha filha, Giulia Bertolucci e meu genro, Guilherme Drumond, levaram meu neto Stefano, ainda na barriga, para conhecer. O diferencial desse Zoo é que pode-se fazer um tuor por cima de todo o espaço em um teleférico.  Além de abrigar diversas espécies de animais, como pinguins, cangurus, koalas, tigres brancos, urso pardo, entre outros. Ele também oferece espetáculos diários com golfinhos e leões marinhos. Programa certo para quem viaja com crianças. (fotos)

 

Giulia e Guilherme

Giulia e Guilherme

Giulia

Giulia

 

Não posso deixar de falar da famosa gastronomia portuguesa. Entre os melhores restaurantes de Lisboa, estão: Cantinho do Avillez, que tem uma ótima carne de cordeiro; Peixaria Moderna; Densolito; Sem Manheiras; Duplex; Solar dos Presuntos; Mercado da Ribeira, que passou por uma reforma e recebe vários chefs renomados para cozinharem por lá; a LX Factory, uma antiga fábrica que abriga vários restaurantes; o Petit Palais, bom para tomar um ótimo drink. 

 

Fachada da LX Factory, que abriga de lojinhas a restaurantes

Fachada da LX Factory, que abriga de lojinhas a restaurantes

 

Biblioteca dentro da LX Factory, em Lisboa

Biblioteca dentro da LX Factory, em Lisboa

 

Mercado da Ribeira, Portugal

Mercado da Ribeira, Portugal

 

Petit Palais by Olivier, restaurante da moda em Lisboa, construído em um antigo palacete que pertenceu ao mecenas português Antônio Medeiros de Almeida

Petit Palais by Olivier, restaurante da moda em Lisboa, construído em um antigo palacete que pertenceu ao mecenas português Antônio Medeiros de Almeida

 

 Para os notívagos, as baladas que estão pegando em Lisboa são: a Lux, considerada a 8º da Europa, toca música eletrônica; a Pensão Amor, minha preferida, lota todos os dias e tem música ao vivo; Jamaica, para quem curte um reggae, a Place Eh, a discoteca do momento dos portugueses e a Cohiba, um bar no Bairro Alto para dançar. 

 

Ambiente da Lux, considerada a 8º melhor balada de música eletrônica da Europa

Ambiente da Lux, considerada a 8º melhor balada de música eletrônica da Europa

 

Mais da Lux

Mais da Lux

 

Ambiente da Pensão do Amor, lugar gostoso para ouvir uma boa música ao vivo em Lisboa

Ambiente da Pensão do Amor, lugar gostoso para ouvir uma boa música ao vivo em Lisboa

 

E para encerrar o post, não posso deixar de falar da loja A vida Portuguesa, quem for para Lisboa não pode deixar de conhecer, tem todos os produtos autênticos de Portugal, uma loucura!

Ambiente da loja A Vida Portuguesa, imperdível

Ambiente da loja A Vida Portuguesa, imperdível

 

Daqui a pouco volto com um post sobre Cascais, espero que gostem. Beijos Silvana

 

 

Postado por às 14:05

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Já faz alguns anos que Mykonos, a mais badalada dentre as ilhas gregas, voltou a ser um dos points super requisitados da alta temporada européia desde que teve seu auge de glamour na época em que Jackie O. era frequentadora assídua da ilha. Claro que ser badalado ou não, absolutamente muda o fato de que Mykonos é um lugar completamente encantador com suas vielas estreitas, seu emaranhado de casinhas brancas, seus moinhos de vento, sua flores coloridíssimas e o por do sol mais absurdo que já vi na vida, perfeito para quem curte o verão à beira mar. Mas como segue atraindo muita gente todo ano, nada melhor do que falar sobre tudo o que é bacana por lá, certo? Pois bem.

 

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O verão é alta temporada, com muita badalação; a primavera, de março a junho, tem temperaturas mais amenas e ainda dá para aproveitar bem as praias. Nos meses mais quentes, quando os turistas chegam lá atrás de sal, sol e baladas, agito é o que não falta (importante dizer que chegar lá é fácil: são apenas 40 minutos voando desde Atenas). Seu público é bem eclético, há sempre muitos brasileiros, jet setters internacionais, celebridades, tem de um tudo. A ilha é super gay friendly, herança dos anos 80, e a animação já começa de dia, nas praias. Apesar deste bafafá todo, sua essência de vila de pescadores é ultra bem preservada. Vira e mexe, é possível encontrar o pelicano Petros, símbolo de Mykonos, pelas ruazinhas. Não é o máximo um lugar cuja celebridade máxima é uma ave? 

 

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Chora é o coração da ilha, sua principal cidade, e andar por seus labirintos formados por ruas de pedra é MARA. Casinhas igrejinhas, varandas floridas, um sonho. A vida noturna por ali é bem agitada, mesmo nas praias, cujos bares ficam abertos até altas horas. Para quem gosta de explorar cidades, vale a pena dar uma volta pelo bairro de Little Venice, com suas casas do século 16 penduradas sobre o mar e aproveitar para ver o por do sol ali, com o mar em frente e os moinhos ao redor. Demais. 

 

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Mykonos

 

O que não falta em Mykonos são bons hotéis com vistas lindas e serviço simpático. Claro que é importante prestar atenção a detalhes como localização, preços e estado geral do estabelecimento, ou seja, tem que pesquisar. Eu recomendo de olhos fechados 4 hotéis: 

 

Hotel Semeli – é um 4 estrelas bem sofisticado que fica no centrinho. Super típico, uma graça!

 

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Hotel Cavo Tagoo – já me hospedei nele. É um 5 estrelas bárbaro, o melhor hotel de Mykonos. Fica fora do centrinho, porém bem próximo e tem vistas espetaculares. 

 

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Hotel Belvedere – fica no centrinho e é um hotel boutique bárbaro. Também já me hospedei lá e amei.

 

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Hotel Mikonos Blu – fica em Psarou, a melhor praia da ilha, e tem um visual deslumbrante. 

 

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Sobre as praias:

 

PSAROU – fica 5KM ao sul de Chora e tem o Beach Club mais elegante e animado de Mykonos , com sunbeds e toalhas . Fique logo amigo do gerente da areia, Iannis, se quiser garantir seu lugar ao sol! He is the boss!! É aqui que fica o Restaurante Nammos. Reserve sua mesa assim que chegar na praia.

 

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PARANGA – fica 6km ao sul de Chora. Não estranhem se virem placas onde esteja escrito Paraga, sem o “n”. É a mesma coisa, tá? Aqui temos o Beach Club Kalua com serviço de praia e sunbeds. Ao lado, na “Agia Anna – Paraga Beach “, tem um restaurante grego super tradicional chamado Taverna Nikolas. Ele está lá desde 1967. Seu estilo é bem rústico, com mesas pé na areia onde come-se bem!

 

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SUPER PARADISE – fica 7 km ao sul de Chora e é a mais famosa praia all day party e gay friendly, perfeita para quem gosta de balada bem animada. 

 

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PARADISE – 6km ao sul de Chora. Atrai muitos jovens para suas festas durante o dia e a noite.

 

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AGRARI – está 10 km ao sudeste de Chora e é uma praia com infra-estrutura, mas bem mais tranquila. 

 

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KALO LIVADI – 10km a oeste de Chora – muito frequentada pelos gregos, tem o Restaurante e Beach Club Sol y Mar Praia.

 

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PANORMOS – está 6 km ao leste de Chora e é frequentada pelo pessoal mais jovem. Conta com o Panormos Restaurant Beach Bar. Façam reserva antes com o Nassos!

 

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LIA – é talvez uma das praias mais distantes – 14 km ao sudeste de Chora – e de difícil acesso. Mas se você procura uma praia sem nenhum agito, vai se sentir no paraíso. Tem duas tavernas para almoçar e um Beach Club.

 

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ELIA – é uma das praias mais populares e também fica longe do cento. São 11 km ao sudeste de Chora. Não deixe de ir no Elia Restaurant. A praia tem um beach club com sunbeds.

 

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KALAFATI – fica 12 km ao oeste de Chora e é perfeita para os amantes de esportes aquáticos.

 

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FOKOS – está 13km ao norte de Chora e não tem facilidades como cadeiras, guarda-sol e serviço de bar. Mas é muito bonita e tem uma taverna bem gostosa.

 

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AGIOS SOSTIS – a 8km de Chora, é uma das praias mais calmas de Mykonos.Não tem guarda-sol e cadeiras. É lá que fica a Kiki’s Tavern.

 

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Restaurantes:

 

INTERNI – Cozinha Contemporânea, jardim lindo, gente bacana. Se não quiser jantar, não deixar de ir, nem que seja para tomar um drink no bar e conhecer o lugar

 

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CAPRICE – Um programa imperdível é assistir ao pôr do sol no Caprice.

 

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NOBU MATSUHISA – Sim, é O Nobu, o famosos Nobu. Fica no hotel Belvedere. Vale ir mais cedo e ficar um pouco no bar do hotel em volta da piscina, que também é muito bem frequentado.

 

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UNO CON CARNE – O único restaurante Mykonos, talvez na Grécia, a combinar as maravilhas do mar com carne.

 

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PIZZARIA MARECHIARO – Pizzaria napolitana autêntica. Do grupo Belvedere, e como tudo que eles fazem, é excelente.

 

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SEA SATIN MARKET – Restaurante grego imperdível, localizado na Little Venice. Depois da meia-noite, todos dançam em cima das cadeiras e mesas.

 

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KATRIN – Restaurante comandado pela mesma familia desde 1971. Cozinha grega e francesa. Fica bem escondido nas ruazinhas do centro, mas os locais saberão informar.

 

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CAVO TAGOO RESTAURANT – Vista maravilhosa. Restaurante com inspiração na cozinha grega e influência de outras culturas.

 

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AVRA ( ANTIGO CHEZ MARIA) – O restaurante continua muito bacana. Clima romântico. A cozinha está mais moderna.

 

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ACQUA TAVERNA – Restaurante italiano também na Little Venice, ao lado do Caprice. Vista do pôr do sol maravilhosa

 

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SALE PEPE – Um autêntico restaurante italiano.

 

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NAMMA BARBEQUE – Próximo ao Bar Astra, é o novo restaurante de carnes da ilha. Faz parte do Grupo Nammos

 

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A lista de bares e clubs também é bem extensa pois Mykonos, meus amigos, é uma festa sem fim. Lugares como o Astra Bar, o já citado Caprice (amo), Galleraki, Semeli Bar, Scarpa Mykonos, Veranda, Joy Bar, Aroma, Queen Of Mykonos Bar, Cavo Paradiso Club e Rock’nRoll Mykonos devem fazer parte de suas agendas, digamos assim. Vão a tudo, gente. vale a pena. 

 

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Bem, não sei se vocês notaram que circula-se bastante em Mykonos e, apesar de a ilha ser pequena, ter um carrinho alugado é fundamental, vão por mim. Como lugar para estacionar não é algo fácil durante a temporada badaladérrima numa ilha lotada, aconselho escolher modelos pequenos, tá? Nada de alugar Pajero, pelo amor de Deus, que vocês não vão ter onde enfiar esse trambolho. Fiquem com um Smart, um Jimmy, um Mini, de preferência cabriolet! Já que a gente não pode nem pensar em ter carro conversível aqui no Brasil, vamos aproveitar nossos dias de calor na Grécia para viver esta vida de cabelos ao vento!

 

Estive em Mykonos pela última vez quando fui a este casamento maravilhoso. Vejam que máximo:

 

 

 

 

 

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Mykonos é ou não é tudo na vida? Não vejo a hora de voltar para lá!

Postado por às 16:37

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Oi gente! Estou sumidíssima pois desde que saí do Brasil já se foram quase 40 dias e esta segunda etapa da minha viagem, pela Indochina, está sendo tão ou mais intensa do que a passagem pela Islândia. Tudo aqui é muito bonito, muito antigo, muito complexo ou tem uma importância histórica muito grande. Na maioria dos casos é tudo isso junto, kkkk. E a viagem foi intensa tanto em se falando da experiência, absolutamente bárbara, como de compromissos, já que tive a oportunidade de conhecer diversos hotéis e fazer quase todos os passeios disponíveis em cada cidade por onde passei. Mas gente, vocês não têm ideia de como é importante para mim conhecer cada passo de um roteiro e como me considero privilegiada por participar de eventos profissionais deste nível. Como me faz feliz conseguir transferir cada conhecimento adquirido nessas minhas viagens de trabalho para alguém que coloca em minhas mãos um sonho. Fazer viagens é realizar sonhos e eu simplesmente amo participar de cada detalhe da elaboração de um roteiro. Volto para casa e para o trabalho em São Paulo carregada de novidades!

 

Bom, já estou no final dessa minha aventura. Hoje embarco para a Tailândia novamente e semana que vem devo estar no Brasil, mas hoje tive um tempo livre e resolvi fazer um resuminho do meu roteiro para vocês ficarem por dentro de tudo. Depois vou fazer um post sobre cada cidade, cada hotel, cada atração, mas só vou ter tempo para isso na volta mesmo, então vamos aos highlights:

 

Chegando em Bangkok. Juro que nem sei mais quantos voos foram. 15? 16?

Chegando em Bangkok. Juro que nem sei mais quantos voos foram. 15? 16? Enfim, amo essa vida.

 

Tudo começou quando saí de Londres e fui para Bangkok, onde me hospedei no maravilhoso Mandarin Oriental, sempre irretocável. A cidade é grande, é cosmopolita, tem vida noturna agitada, ótimos restaurantes e um skyline de respeito. A coisa mais fofa do mundo é o mercado flutuante, que começou a funcionar em 1960, quando as mulheres saíam de casa com mantimentos para serem trocados entre elas mesmas. A atividade despertou a curiosidade dos turistas e a partir dos anos 80 se instaurou a venda de artesanato no local. É super típico de lá, vale muito a pena conhecer. 

 

Mandarin Oriental Bangkok

Mandarin Oriental Bangkok

 

Mercado flutuante em Bangkok

Mercado flutuante em Bangkok

 

De Bangkok fui para Luang Prabang, no Laos. Me hospedei no incrível Amantaka, hotel que, como todo bom Aman, preza pela tranquilidade, extremo bom gosto e muito conforto. Seu edifício foi construído em 1920 para ser um hospital, mas depois virou hotel. Porém, como em Luang Prabang NADA pode ser modificado, já que a cidade é patrimônio mundial pela UNESCO, ele ficou com fama de mal assombrado e é considerado um dos top 5 nessa categoria, kkkk. Tem nada de assombrado, gente! É um luxo só, como todos os hotéis da rede Aman, kkkk. Amo. Poderia morar neles. Daí, vocês não sabem, mas eu tive a honra de receber uma bênção especial da família real do Laos! Sério, estou emocionada até agora. Foi durante a cerimônia Baci, que aconteceu no Amantaka, quando o Principe Nithakhong Somsanith ensina exclusivamente aos hóspedes do Aman a milenar historia e tradição de sua rica cultura. Foi demais. 

 

Com o Príncipe e a princesa do Laos. Sem palavras, gente.

Com o Príncipe e a princesa do Laos. Sem palavras, gente.

 

 

Laos

Laos

 

Amantaka

Amantaka

 

Hotel mal Assombrado, buuuuuuu! Muito amor pelo Amantaka e pelo Laos.

Hotel mal Assombrado, buuuuuuu! Muito amor pelo Amantaka e pelo Laos.

 

Ainda em Luang Prabang, visitei a cachoeira Kuang Si, apenas um espetáculo. 

 

Cachoeira Kuang Si em Luang Prabang

Cachoeira Kuang Si em Luang Prabang

 

A próxima parada foi Hanoi, a capital do Vietnam, onde me hospedei no Hotel Metrópole, super tradicional, uma espécie de Copacabana Palace de Hanoi. Adorei. A cidade é bem bacana também, agitadíssima e vocês nem imaginam a quantidade de motoquinhas pilotadas por loucos que há pelas ruas, kkkk. Achei uma ZONA, e olha que eu já fui para Delhi, hein! Saibam que nessa época do ano o calor por lá é muito forte, mas nada que roupas frescas não resolvam. A questão é que a cidade é bem interessante e vale ser vista. De Hanoi fui para Halong Bay, Patrimônio natural da Humanidade e da UNESCO, com suas águas cor de esmeralda, grutas, e suas quase 2 mil ilhotas que OLHA: encantam qualquer turista. Passeei de barquinho por lá e fiquei maravilhada, viu?

 

Hotel Metropole em Hanoi

Hotel Metropole em Hanoi

 

Halong Bay

Halong Bay

 

Então, partimos para Ho Chi Minh, a antiga Saigon. A história da cidade é marcada pelas tantas mudanças que sofreu desde sua fundação (já pertenceu a Vietnam, já foi colônia francesa, etc) e hoje é um destino moderno cheinho de entretenimento para a gente. Mas é impossível esquecer o passado de guerra e a gente vê muitas lembranças dessa fase em pontos turísticos, nos hotéis e até pelas ruas. É muito recente, é “a guerra da minha geração”, não dá para não ficar tocado. Visitei os túneis de CuChi, que têm mais de 250 km e ficam a 1 horinha de Ho Chi Minh. Neste lugar a gente vê exatamente como os vietnamitas se escondiam para sobreviver. Incrível. 

 

Os túneis Cu Chi

Os túneis Cu Chi

 

Daí, meus queridos, fomos para o DESLUMBRANTE hotel Six Senses, em Con Dao, e o que dizer sobre o lugar? Perfeito? Sim. Um sonho? Super sim. Tudo na vida? Exato. É um bom gosto generalizado nessa construção rústica à beira mar que fica até difícil descrever. A praia é deserta, a água é de uma temperatura maravilhosa e vocês nem imaginam como tudo isso é tão perfeito para uma Lua de Mel. Além dos quartos, o Six Senses também disponibiliza villas de 4 quartos para aluguel. Sabe quem já ficou numa delas? Angelina & Brad! Tá boa? 

 

Six Senses, que maravilha

Six Senses, que maravilha

 

Segui para o Camboja e, mais uma vez, fui brindada com uma hospedagem num Aman, o Amansara, em Siem Reap. Lindo, MARA, tudo. Aman é Aman, não me canso de repetir. A questão é que caí de amores imediatamente pelo Camboja e isso porque ainda não tinha nem visitado Angkor, imaginem. Caí dura, é escandalosamente maravilhoso. Um dos templos que merece destaque, além de Angkor Wat, é o Ta Prohm, famosérrimo por sua “participação” no filme Tomb Raider (olha a Angelina me perseguindo, gente). Depois venho com mais detalhes sobre Angkor. Uma loucura. 

 

Amansara, Siem Reap, Camboja. Nada mal, hein?

Amansara, Siem Reap, Camboja. Nada mal, hein?

 

Quarto deuso do Amansara

Quarto deuso do Amansara

 

Ta Prohm, Angkor, Camboja. Alá a árvore da Lara Croft!

Ta Prohm, Angkor, Camboja. Alá a árvore da Lara Croft!

 

Angkor Wat Temple

Angkor Wat Temple

 

Agora tenho que sair correndo pois ainda tenho uma série de compromissos antes de embarcar para Koh Kood Island, onde está um dos hotéis mais absurdos do mundo, o Soneva Kiri. Depois conto tudinho! Beijos!

Postado por às 18:00

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Minha passagem pela Islândia foi, em uma palavra, mas em todos os sentidos, intensa. Foram 5 dias desbravando a terra do gelo na companhia de um grupo maravilhoso. Trabalhei muito e me diverti horrores! Os profissionais que viabilizaram esta experiência e nos receberam por lá, trabalharam de forma tão gentil e impecável, que me encheram de orgulho, viu, gente? É muito bom ver de perto tanta competência vinda dos nossos parceiros de profissão. Dá gosto saber que vou oferecer uma viagem deste nível para os meus clientes! Aplausos para o pessoal da Nordic Luxury e da TL Portfólio. Vocês arrasaram.

 

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Sério. Não é exagero nenhum dizer que esta foi uma das melhores viagens da minha vida. Como eu já disse, foi tudo muito intenso e eu acabei mal e mal me conectando. Consegui fazer bastante Snaps – segue lá, povo: silbertolucci – mas não paramos nenhum segundo, ou seja: tenho muito material e muitas fotos para posts, mas vamos ter que esperar um pouquinho mais, pois emendei a viagem à Islândia com minha vinda para a Indochina e hoje estou em Bangkok escrevendo este post pois recebi um vídeo MARA que a Nordic Luxury postou no Youtube e mostra super bem como foram nossos dias lá na Islândia. Vejam só: 

 

 

 

Cada minuto de tudo isso valeu muito a pena. Pensem num país extremamente rico de beleza natural (fique chocada, juro), onde cada paisagem é uma contemplação que vem sempre acompanhada daquele sentimento incrédulo sobre a existência de lugares como este no mundo. Só tenho a agradecer por ter participado desta experiência única. Que privilégio! Logo mais – assim que tiver tempo – volto com updates da saga Iceland-Indochina.

 

Beijos! 

Postado por às 16:16

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Quando uma viagem à China está sendo planejada, é normal que Shanghai e Beijing apareçam como os destinos mais procurados. Isso acontece justamente por serem os lugares mais conhecidos, com os quais os brasileiros estão mais familiarizados, e também pela sua estrutura turística, já que é meio normal marinheiros de primeira viagem à Ásia terem certos receios em relação ao que vão encontrar por lá, e por isso preferem não arriscar muito em se tratando de lugares desconhecidos. 

 

Parem com isso, gente. Sério. Não deixem de aproveitar as coisas lindas que há por lá simplesmente porque este país ainda nos soa distante demais. Hoje a Lívia veio para falar sobre a China que oferece lugares incríveis, com cenários magníficos e estrutura para agradar até os viajantes mais exigentes. Oba. 

 

Bem pertinho de Shanghai, existem 2 cidades muito charmosas: Hangzhou e Suzhou, a primeira a 45 minutos, e a segunda a apenas meia horinha de lá. O acesso a ambas é possível via trem bala, que viaja a 350km/h, e isso torna viáveis estadias curtinhas, de 1 ou 2 dias, tempo suficiente para conhecê-las. Bárbaro.

 

Hangzhou tem mais de 6,4 milhões de habitantes – o equivalente a população da Cidade do Rio de Janeiro – e é super famosa pela sua beleza natural, principalmente ao redor do Lago Oeste – que em 2011 passou a ser Patrimônio Mundial da Unesco – além de suas pagodas e templos. A Lívia acha esta uma das cidades mais bonitas e interessantes da China, então anotem aí “conhecer Hangzhou”, pois se tem alguém aqui que sabe tudo de China, esta pessoa é a Lívia gente.  

 

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Lago Oeste - Se voce for pernoitar  em Hangzhou, vale a pena assistir ao espetáculo que é feito sobre o lago (atenção: apenas no verão). A impressão é que que os atores estão flutuando sobre a agua.Lindíssimo, com musicas típicas e diversos efeitos visuais

Lago Oeste – Se voce for pernoitar em Hangzhou, vale a pena assistir ao espetáculo que é feito sobre o lago (atenção: apenas no verão). A impressão é que que os atores estão flutuando sobre a agua.Lindíssimo, com musicas típicas e diversos efeitos visuais

Templo de Lingyin

 

 

Templo de Lingyin - Estas estatuas de pedras budistas estão esculpidas nas falésias do “Lingyin Temple”, o qual é um templo budista em atividade e um dos 3 templos mais famosos e antigos da China.

Templo de Lingyin – Estas estatuas de pedras budistas estão esculpidas nas falésias do “Lingyin Temple”, o qual é um templo budista em atividade e um dos 3 templos mais famosos e antigos da China.

 

Leifeng Pagoda

 

Leifeng Pagoda - Originalmente construída no ano 977, tudo o que resta da pagoda original é o alicerce em ruínas. Não há muito para ver dentro da própria pagoda, que foi recentemente reconstruída em 2000. No entanto, a vista da cidade é uma dos melhores a partir daqui. Não se desanime com a altura da pagoda: dentro ha escadas rolantes e elevadores .

Leifeng Pagoda – Originalmente construída no ano 977, tudo o que resta da pagoda original é o alicerce em ruínas. Não há muito para ver dentro da própria pagoda, que foi recentemente reconstruída em 2000. No entanto, a vista da cidade é uma dos melhores a partir daqui. Não se desanime com a altura da pagoda: dentro ha escadas rolantes e elevadores .

 

Hanzghou é também super conhecida por ser a “terra do original chá verde”. Há milhares de plantações pela cidade e um passeio super gostoso e diferente é ir ate um desses lugares e tomar um chá fresquinho – seguindo as tradições chinesas – nas casas de chá que há em cada uma. Top demais.

 

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Há bastante coisa para se ver e se admirar em Hangzhou e a Lívia acha que 2 dias são suficientes para dar uma boa geral na cidade. Importante saber que o metrô ainda esta em construção e o transito é terrível, então, a melhor maneira de se locomover por la é contratar um motorista que fique a sua disposição. Isso é fácil e o concierge do hotel sempre resolve estas questões. Falando em hotel, as opções por lá são ótimas!

 

 

Four Seasons Hotel - Voce voltara no tempo ao entrar pelo hotel em um tradicional barco chines de madeira.

Four Seasons Hotel – Voce voltara no tempo ao entrar pelo hotel em um tradicional barco chines de madeira.

 

Amanfayun Spa - totalmente arquitetado no estilo das antigas vilas chinesas. E é Aman né. Isso já diz muita coisa

Amanfayun Spa – totalmente arquitetado no estilo das antigas vilas chinesas. E é Aman né. Isso já diz muita coisa

 

Suzhou é charmosíssima e cheia de contrastes. Por um lado, é super movimentada, já que é uma das economias mais aquecidas que existem por ser a maior produtora do mundo de computadores portáteis; por outro, é possível ainda encontrar vestígios de uma cidade muito antiga em torno dos canais. Justamente por conta desses canais, Suzhou é chamada de “Veneza do Oriente”. Vale muito a pena fazer um passeio pelos canais, ponto de vista ideal para apreciar a paisagem pitoresca. Fora que as fotos tiradas de dentro do barco ficam incríveis!

 

Suzhou

 

Suzhou canal

 

Mas Suzhou não é apenas conhecida por seus canais. Seus jardins são impressionantes e realmente maravilhosos, tanto que o “Lingering Garden” foi declarado patrimônio da humanidade pela UNESCO em 1997. Dica da Lívia: ” há mais de dez jardins clássicos chineses para visitação em Suzhou, mas na minha humilde opinião, apesar de maravilhosos, são todos muito parecidos, ou seja, visite 2 jardins e já está super visto! “

 

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lingering garden

 

Assim como em Hangzhou, há uma infinidade de pagodas e templos para serem visitas em Suzhou. Os mais famosos são o North Temple Pagoda e a Tiger Hill Pagoda também conhecida como a Torre de Pisa da China, devido à sua inclinação. No local onde esta localizada a Tiger Hill Pagoda existe um jardim belissimo, cheio de flores, arvores, esculturas em pedras e um rio. Prepare-se para caminhar um pouquinho e subir alguns (muitos) degraus.

 

North Temple Pagoda

North Temple Pagoda

 

Tiger Hill Pagoda

Tiger Hill Pagoda

 

Um dia em Suzhou é o suficiente para um bom passeio. Mas se você preferir ir com mais calma, ha vários hotéis de redes internacionais com preços super razoáveis, como o Intercontinetal, Crowne Plaza, Shangri-la e Hyatt.

 

Um conselho bem valioso da Lívia: além do motorista, se possível, é bem bacana contratar um guia que te acompanhe nas duas cidades. A questão é que, exceto em Shanghai e Beijing, quase ninguém fala nem inglês nem “chinglish” (nota da editora: HAHAHAHA chinglish é muito bom), então calculem a probabilidade de passar aperto. Então, para não arriscar, é bom ter uma assessoria bilingue, certo? 

 

E aí? Todos empolgados como eu por conhecer um pouco mais da China? Estou amando.

 

Logo mais a Livia estará de volta com mais destinos e histórias interessantes. E sigam o Instagram dela @fun_in_asia. É bárbaro, cheinho de dicas sobre os lugares mais incríveis da Ásia.

 

Zaijian!

 

Postado por às 16:13

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Atualmente fala-se muito sobre Mahamudra e para onde quer que a gente mire, nos deparamos com fotos, matérias, posts, um sem fim de informações envolvendo o grupo e seus praticantes. Eu, inclusive, sou adepta e tenho um coach que orienta meus treinos 3 vezes por semana. Mas todo mundo sabe do que se trata a filosofia do grupo? Pois bem. O Mahamudra é uma filosofia de vida, um método de desenvolvimento humano focado na constante evolução do ser em seus três pilares – corpo, mente e espírito. Com o equilíbrio estre os três, busca-se atingir o nível de hiprconsciência desejado pelos praticantes. Nós, os adeptos, buscamos a excelência de seu condicionamento físico, claro, mas não é a apenas isso que o Mahamudra se atém: trata-se de algo muito maior, de uma filosofia de vida que busca a liberdade, conexão com o universo, respeito pela natureza, qualidade de vida e evolução máxima do ser humano. O Mahamudra conta com integrantes mega experientes em diversos esportes e práticas como artes marciais, exercícios funcionais, yoga, relaxamento, ginástica olímpica e técnicas militares, e essa troca de conhecimentos é bárbara e fundamental, tanto para o pleno funcionamento das atividades, como para a integração de saber dos próprios indivíduos em seus exercícios. Resumindo, o método busca extrair o melhor de cada pessoa nivelando e evoluindo o corpo, a mente e o espírito, que são os três pilares fundamentais da filosofia Mahamudra. 

 

Em outras palavras, gente, é BÁRBARO e quem ainda não conhece terá uma chance e tanto para isso. No feriado de Corpus Christi, de 4 a 7 de junho, vai acontecer um Mahamudra Retreat no maravilhoso SPAventura Ecolodge, localizado em uma área verde incrível a apenas 75 km de São Paulo, na charmosa fazenda Morros Verdes, em Ibiúna. O hotel fica dentro de uma área de proteção ambiental, é 100% sustentável, incentiva a conservação e promove o bem estar da população local sempre buscando a formação de uma consciência ambiental nos visitantes. Mega adequado para um evento como este retiro Mahamudra, que será totalmente baseado em exercícios físicos, bem estar e meditação, através de atividades diversas. 

 

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Sobre as acomodações – os chalés, construídos com madeira de reflorestamento da própria fazenda e materiais de demolição, são super confortáveis e têm a vantagem de não causar grandes impactos ao meio-ambiente, já que há tratamento de água, coleta e utilização das águas da chuva e aquecimento por energia solar.  

 

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Sobre o menu – todas as refeições são frescas, naturais e saudáveis, provenientes da agricultura orgânica, de pomares agroflorestais e do jardim de plantas medicinais. Os animaisda fazenda são criados sob o preceito do manejo orgânico, livres da contaminação por antibióticos, hormônios de crescimento, agrotóxicos nas pastagens, rações industrializadas e aditivos. Todas as manhãs, leite fresco ordenhado na hora é servido à mesa, e tudo ganha um toque especial com o mel produzido na própria fazenda.Mega saudável. O charmoso espaço gourmet do hotel é equipado com forno à lenha, churrasqueira e tem uma incrível vista da mata.

 

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Sobre as atividades oferecidas – O SPAventura Ecolodge tem muitas trilhas para caminhadas, cachoeiras e atividades integradas à natureza, tudo perfeito para rejuvenescer corpo e mente. Algumas trilhas podem ser feitas de bike, que são disponibilizadas pelo hotel, mas você pode tranquilamente levar a sua, se preferir. Há também uma piscina e um grande lago de 4 mil metros quadrados com kayaks, SUPs e raia de natação (natação do lago é muito show, gente!), além de  campo de futebol, quadra de vôlei de praia, badminton e salão de jogos. Como se não bastasse tudo isso, eles ainda oferecem 1600 metros de tirolesa, passeio pelas cachoeiras, arco e flecha, slackline, circuito de obstáculos, cama elástica e cavalos Manga-Larga Marchador, super dóceis e seguros. 

 

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Outros detalhes bem bacanas que também me chamaram a atenção:

 

– o SPAventura Ecolodge colabora com a comunidade local, empregando pessoas, produtos e serviços da região, além de promover ações educacionais e sociais voltadas para os moradores;

 

– eles também adotaram o compromisso voluntário de plantar uma muda de árvore nativa da Mata Atlântica por visitante a fim de diminuir sua pegada de carbono. O bacana é que cada hóspede pode participar do plantio da “sua” árvore. Amei;

 

– e a sustentabilidade do hotel também passa pela oficina de marcenaria, que utiliza apenas madeira de reflorestamento, plantada na própria fazenda, e onde são construídos os belos móveis que decoram o hotel. O interessante é que nada é desperdiçado: os resíduos de serragem são reciclados para forrar as baias dos cavalos, cascas de pinus são reutilizadas no paisagismo e os restos de cavaco para a compostagem da horta.

 

Já sou fã. Imagina só um retiro Mahamudra nesse lugar delicioso? Não vejo a hora!

Postado por às 10:00

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Na noite do último domingo, a 87ª cerimônia de entrega do Oscar premiou os melhores filmes de 2014. Bom,a  gente adora cinema, é super fã da arte, mas como aqui o assunto é VIAGEM…vamos falar sobre os lugares interessantíssimos onde foram filmadas algumas das produções indicadas e premiadas? Quem sabe a gente não se inspira em alguma dessas fantásticas locações para uma de nossas próximas trips, hein? Vamos lá: 

 

Salzburg – Austria

 

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Bom, antes de falar sobre os filmes em si, impossível não comentar a maravilhosa apresentação da Lady Gaga prestando tributo à “A Noviça Rebelde”, um dos musicais mais famosos da história. O filme se passa em Salzburg, na Áustria, que é um dos países mais encantadores da Europa, cheio de montanhas verdinhas e picos nevados. Há inclusive em Salzburg um tour especial por todos os lugares que serviram de cenário para “A Noviça Rebelde”. Demais. Ver isso de perto é reviver a infância (pelo menos para mim, oops). Muito importante dizer que Salzburg é, além de linda e terra da Von Trapp Family, a cidade onde Mozart nasceu, então não pensem que seus encantos se restringem às lembranças de Fraulein Maria cantando com as crianças por entre os Jardins do Palácio Mirabell, um dos pontos por onde passa o tour. Muita coisa bacana pode ser vista por lá: a casa onde Mozart morou, a Fortaleza de Hohensalzburg, o centro histórico com muitas lojas, cafés e feirinhas, a Getreidegasse, rua que sempre foi o centro comercial da cidade…fora isso, ainda há lugares interessantíssimos sob os pontos de vista histórico e arquitetônico, além de serem cenários do filme. Vale muito a pena ver de perto a Praça da Residência, que abriga a maior fonte barroca do mundo, toda de mármore, uma loucura; o Glockenspiel, um carrilhão com 35 sinos que tocam 3 vezes ao dia – às 7h00, às 11h00 e às 16h00 – e isso DEVE ser visto, já que a trilha sonora é uma seleção de famosos compositores, Mozart incluso, claro; o Palácio Hellbrunn, cheio de fontes, grutas, estátuas, cuja fachada é a residência da Família Von Trapp; e o bairro de São Pedro, o mais antigo da cidade, cujo órgão da Abadia era tocado por Mozart. Um luxo. Salzburg é um charme sem fim.

  

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Palácio Hellbrunn / Reprodução Internet

 

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Catedral e Fortaleza de Hohensalzburg / Reprodução Internet

 

Continuemos então com os filmes e seus ‘lugares’:

 

Nova York – Estados Unidos

 

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Reprodução Internet

 

Birdman, que levou os prêmios de melhor filme, diretor, roteiro original e fotografia, mostra muito da Broadway, importante avenida de Nova York, famosa pelos seus teatros que exibem superproduções de musicais. Nas cenas de rua, podemos ver facilmente o tradicional Majestic Theatre, que exibe desde 1988 o Fantasma da Ópera, além do St. James Theatre que, no filme, é o teatro onde acontece a peça que tenta salvar a carreira do personagem de Michael Keaton. A Times Square, centro do Theater District, aparece quando Michael Keaton sai na rua de cueca, e o voo do Birdman dá uma geral muito boa da região. Minha vontade é entrar em um avião e ir pra lá, mas enfim.

 

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Times Square / Reprodução Internet

 

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Broadway / Reprodução Internet

 

Ainda sobre Nova York, o indicado a melhor canção original Mesmo Se Nada Der Certo, tem muitas cenas também em Times Square e no maravilhoso Central Park, mas o bacana deste filme é que ele mostra bastante o Grenwich Village, bairro boêmio delícia da cidade, e o super badalado e notívago Meatpacking District, que tem restaurantes mega disputados e lojas incríveis. É um lado ‘menos conhecido’ de Nova York, turisticamente falando, que vale muito a pena ser explorado. Eu amo.

 

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Greenwich Village / Reprodução Internet

 

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Central Park
Reprodução Internet

 

Görlitz – Alemanha

 

O Grande Hotel Budapeste levou as estatuetas de figurino, maquiagem, design de produção e trilha sonora e, apesar do nome e de estar “localizado” na fictícia República de Zubrowka, foi filmado em Görlitz, cidadezinha alemã super tranquila que conta com cerca de 4 mil construções góticas, renascentistas, barrocas e casarões abandonados, e faz fronteira com a Polônia e República Tcheca. O lugar é um retrato muito bem preservado da Europa pré-guerra, já que trata-se de uma das poucas cidades alemãs que escapou quase intacta dos bombardeios durante o conflito, e essas características já atraíram muitos diretores de filmes. Apenas para exemplificar, em Bastardos Inglórios e Caçadores de Obras-Primas, as cenas que ilustraram a Segunda Guerra foram filmadas em sua praça principal. E atenção: não é nada difícil encontrar por lá estrelas do nível de Brad Pitt e Tarantino. Se você estiver planejando um tour pela Europa, vale a pena arriscar uma visita a esta “cidade cenográfica” (os moradores já chamam de Görliwood, kkk), não é mesmo? Vai saber se a gente não esbarra com o George Clooney por lá…

 

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Görlitz / Reprodução Internet

 

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Não é um sonho? / Reprodução Internet

 

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Reprodução Internet

 

Cambridge – Inglaterra

 

A Teoria de Tudo conta a vida Stephen Hawking, levou o Oscar de melhor ator e mostra lindamente Cambridge, cidadezinha inglesa que fica a uns 80 km de Londres e, graças à renomada Universidade de Cambridge, é um destino turístico bárbaro na Inglaterra. Fui para lá durante o período em que meu filho mais velho, o Lucca, estudou na cidade e fiquei apaixonada. Logo de cara sua plenitude histórica, bela arquitetura (fortíssimo foco de cultura, junto com os fantásticos museus), e os imensos ‘tapetes verdes’, como são chamados seus gramados extensos e muito bem cuidados, impressionam. Uma das coisas mais interessantes a se fazer por lá é o tour pelas universidades (todas elas parecem verdadeiros castelos!) e ver de perto os lugares por onde já passaram grandes figuras, como ganhadores do prêmio Nobel, famosos escritores e gente do peso de Isaac Newton, Erasmo de Roterdam, Lord Byron, Francis Bacon e Charles Darwin, além do nosso protagonista em questão Stephen Hawking, é claro. Vocês sabiam que o futebol nasceu em Cambridge? E todo mundo se lembra que William e Kate são o duque e a duquesa de Cambridge, certo?

 

Reprodução Internet

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 Reprodução Internet


Reprodução Internet

 

Marrocos

 

Em Sniper Americano (melhor edição de som), as cenas que se passam no Iraque foram, na verdade, rodadas no Marrocos, que é um lugar muito maior do que tudo o que a ficção já mostrou. Este país de maioria muçulmana, que é um reino desde 1957, é cheio de contrastes, beleza, cultura e exotismo. Olha que bacana: o Marrocos fica no noroeste da África e é banhado pelo Oceano Atlântico e pelo Mar Mediterrâneo. Se você pegar um ferry boat, em apenas uma hora é possível cruzar o Estreito de Gibraltar e desembarcar diretamente no sul da Espanha! É bárbaro perambular pelas medinas, mas saibam que os comerciantes vão fazer de um tudo para te empurrar todos os badulaques possíveis, kkk. Sua capital é Rabat, mas a cidade mais famosa e badalada do Marrocos é Marrakech, a cidade vermelha, com seus Spas, Riads e hotéis ultra luxuosos. Mas tanto faz o lugar: você vai ficar maravilhado com as mesquitas, as paisagens e a cultura. A gastronomia vem com um mix super interessante de pratos e ingredientes que foram herdados dos povos nômades do deserto, de mediterrâneos, árabes e franceses. Enfim. Estive lá há uns 2 anos e fiquei absolutamente encantada.

 

Medina de Fez / Reprodução Internet

Medina de Fez
/ Reprodução Internet

 

 Reprodução Internet

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Tour pelo Deserto do Saara / Reprodução Internet

Tour pelo Deserto do Saara
/ Reprodução Internet

 

Marrakech / Reprodução Internet

Marrakech
/ Reprodução Internet

 

Islândia

 

Interestelar levou a estatueta de melhores efeitos visuais e teve muitas cenas filmadas em paisagens absurdas da Islândia, como a geleira Svinafellsjokull e o Parque Nacional de Skaftafell. A Islândia, segunda maior ilha da Europa, está super em alta e foi apontada como um dos principais destinos de 2015. Pudera. Motivos para visitar a Terra do Gelo não faltam. Apesar de ter 15% de sua extensão coberta de neve, o clima por lá é bem agradável e as temperaturas, durante o inverno, são bem amenas. Nos meses mais quentes, entre maio e agosto, os dias são super longos, e em pleno verão, entre meados de junho a julho, o sol nunca se põe! No mais, é um lugar MARA para quem quer praticar esportes ao ar livre, ver de perto baleias, gêiseres, icebergs, vulcões, lagos geotérmicos, incríveis cachoeiras e fiordes, enfim: paisagens de tirar o fôlego. Isso tudo sem falar na Aurora Boreal, que pode ser vista nas noites de inverno, de setembro a março.

 

 

A geleira Svinafellsjokull / Reprodução Internet

A geleira Svinafellsjokull / Reprodução Internet

 

O que dizer sobre esta caverna de gelo em Skaftafell?  / Reprodução Internet

O que dizer sobre esta caverna de gelo em Skaftafell? / Reprodução Internet

 

Aurora Boreal / Reprodução Internet

Aurora Boreal / Reprodução Internet

 

Lódź – Polônia

 

Ida, o vencedor de melhor filme em língua estrangeira, foi rodado em Lodz, terceira maior cidade da Polônia, que fica a 2 horas de carro de Varsóvia, ou seja: se for à Varsóvia, não custa nada dar um pulo em Lodz, que é uma cidade jovem, bacana, e com uma importância histórica global imensa por causa do gueto que foi estabelecido ali durante a Segunda Guerra. Lodz também abriga um dos maiores cemitérios judaicos da Europa. História sempre vale a visita, gente. Ainda mais quando se trata de uma história tão recente, né?

 

Lodz / Reprodução Internet

Lodz / Reprodução Internet

 

Reprodução Internet

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Texas – Estados Unidos

 

Pedernales / Reprodução Internet

Pedernales / Reprodução Internet

 

Boyhood conta a história de uma família americana do Texas e demorou, propositalmente, 12 anos para ficar pronto. O filme é bárbaro, levou o premio de melhor atriz coadjuvante e teve Houston, Austin e o Parque Estadual Pedernales Falls como algumas de suas locações. O Texas é um estado de muitos contrastes no que diz respeito ao clima e geografia. Enquanto de um lado há abundância de água e florestas, exatamente o que há no Pedernales Fall State Park, do outro o clima é bem árido. E foi justamente nessas áreas desérticas e pouco povoadas que surgiram os cowboys, um dos símbolos máximos do estado.

 

Pedernales / Reprodução Internet

Pedernales / Reprodução Internet

 

Houston é a quarta maior cidade americana e é cheinha de instituições culturais divididas entre seu Museum District e o Theater District. É uma das poucas cidades dos Estados Unidos que oferecem companhias residentes o ano inteiro em todas as maiores artes performáticas. Austin, a capital do Texas, é conhecida como a “Capital mundial da música ao vivo”. Tem coisa mais deliciosa, gente? Aproximadamente 200 apresentações de música ao vivo por ano aguardam os visitantes que, certamente, vão provar de uma vida noturna bem animada. Mas o dia por lá também rende: vale conhecer o Capitólio do Texas, o Bob Bullock Texas State History Museum ou as lojas da South Congress Avenue. Para quem gosta de atividades outdoor, nada melhor do que o Barton Springs, uma piscina de água mineral natural na extensa rede de cinturões verdes, parques e reservas naturais da cidade.

 

Houston / Reprodução Internet

Houston / Reprodução Internet

 

Austin / Reprodução Internet

Austin / Reprodução Internet

 

Bom, depois de tudo isso, resta-me sonhar com cada um desses destinos tão incríveis e começar a planejar o próximo voo! 😉

Postado por às 13:48

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Foto de Paula Scarcelli

 

Viajar de navio é um negócio muito bacana. Acho incrível fazer um roteiro completo a bordo, desfrutando de todo o conforto sem se preocupar com absolutamente NADA. A partir do momento em que você embarca, o relaxamento é total. Sou louca pelo fato de poder desfazer minhas malas, guardar minhas roupas e saber que não terei que empacotar tudo de novo a cada fase da viagem. Não há check ins e check outs, não há transporte de bagagens, não há logística de aeroportos. Claro que isso tudo faz parte da rotina de um viajante, que a gente adora sair pelo mundo e por isso estamos acostumados, mas não podemos negar que é desgastante, que dá trabalho. Por isso que sempre digo: nunca fez um cruzeiro? Experimente. Você realmente desliga o modo “pensante” e passa dias onde sua maior preocupação é decidir em qual espreguiçadeira irá se acomodar na piscina, qual o melhor horário para uma massagem, a que hora deverá marcar a reserva do jantar, e se é melhor malhar pela manhã ou antes da sauna. Isso sem falar que, a cada parada, podemos conhecer cidades interessantíssimas, sempre. Explorar o mundo nesse esquema é bárbaro. Sabe aquela história de “um amor a cada porto”? Pois é. Podemos aplicá-la aos destinos.

 

Foto de Paula Scarcelli

Foto de Paula Scarcelli

 

Está claro que eu adoro cruzeiros, certo? Até hoje eu tinha falado muito superficialmente sobre o assunto aqui no blog pois confesso que faz muito tempo que não entro em um navio, logo, minha referência estava meio [muito] desatualizada, digamos assim. Foi pensando nisso que recrutei a Paula, que trabalha há eras comigo e também é uma grande fã da vida a bordo, para embarcar no luxuoso navio Marina, da Oceania Cruises a fim de dar um check em todos os detalhes da embarcação sob o ponto de vista de um viajante.

 

Olha lá a Paula analisando a piscina. Foto de Renata Braghetta

Olha lá a Paula analisando a piscina. Foto de Renata Braghetta

 

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Foto de Paula Scarcelli

 

Antes de mais nada é importante contar para vocês que o Marina é um navio super novo – foi construído em 2011 – e de “alma” moderna, já que não tem a maioria das características padrão dos grandes cruzeiros que conhecemos. Um exemplo: a decoração. Tudo nele é clean, leve, chic, atual e muito sofisticado. A escadaria principal, por exemplo, é todinha ornamentada com cristais Lalique. A coleção de obras de arte a bordo é impressionante, vocês não imaginam. Além de objetos e esculturas incríveis, suas paredes são muito bem vestidas e, dentre as obras de peso, temos inclusive Mirós e Picassos, quer dizer: o navio é de luxo porque vive-se tal conceito a bordo, não apenas porque está dentro de padrões estabelecidos para a categoria pela indústria do turismo.  

 

A happy hour com um por do sol desses é bem mais happy que as nossas, hein?

A happy hour com um por do sol desses é bem mais happy que as nossas, hein? Foto de Paula Scarcelli

 

E esse nascer do sol?

E esse nascer do sol? Foto de Paula Scarcelli

 

Todo dia um espetáculo

Todo dia um espetáculo Foto de Paula Scarcelli

 

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Foto de Paula Scarcelli

 

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Foto de Paula Scarcelli

 

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Foto de Paula Scarcelli

 

O Marina é um navio de médio porte, que leva apenas 1250 passageiros. Para efeito de comparação, navios de tamanho muito aproximado a este, costumam embarcar quase 2100 passageiros. Devo confessar que essa foi uma das partes que mais gostei, pois pensem que com essa diferença no número de viajantes, detalhes como espaço físico nas cabines e áreas comuns, serviços e atendimento, só tendem a melhorar! Isso sem falar que embarcações menores aportam em lugares onde os grandalhões nem podem pensar em chegar. Fora a atmosfera, super acolhedora e intimista. 

 

Navegação com sol é MARA

Navegação com sol é MARA Foto de Renata Braghetta

 

Esportes ao ar livre

Esportes ao ar livre Foto de Paula Scarcelli

 

E o azul sem fim

E o azul sem fim Foto de Paula Scarcelli

 

Enfim. Além do ambiente, super elegante, outro detalhe que chamou muito a atenção da Paula foi a tranquilidade, a eficiência da equipe e o silêncio. Lambaeróbica na piscina? Não tem, obrigada. Durante a rota que ela fez, de Santos à Buenos Aires, passando por Porto Belo, Rio Grande, Punta Del Este e Montevidéu, o Marina estava com cerca de 90% de ocupação, ou seja: podemos dizer que ela dividiu espaço com mais 1124 pessoas e não presenciou uma falha de serviço, não passou por nenhuma espera mais longa para se sentar nos bares e restaurantes e, principalmente, não teve sua paz interrompida por um segundo sequer. Porém ela frisou que o dia a dia “calmo e silencioso” não significa pacato, absolutamente.

 

E essa piscina?

E essa piscina? Foto de Paula Scarcelli

 

Visão dos decks em torno da deliciosa piscina

Visão dos decks em torno da deliciosa piscina Foto de Paula Scarcelli

 

E aqui, uma geral da piscina vista de cima

E aqui, uma geral da piscina vista de cima Foto de Paula Scarcelli

 

Drinks tailor made no bar do Cassino. O serviço super atencioso chamou a atenção.

Drinks tailor made no bar do Cassino. O serviço super atencioso chamou a atenção. Foto de Paula Scarcelli

 

O bar do Cassino é muito estiloso e essa iluminação contrasta super bem com a sobriedade do Marina. Luxo moderno é assim.

O bar do Cassino é muito estiloso e essa iluminação contrasta super bem com a sobriedade do Marina. Luxo moderno é assim. Nas paredes do corredor, 6 Mirós. Foto de Paula Scarcelli

 

 

Há sim música ao vivo na piscina, mas pensem em uma banda de metais tocando bossa nova e hits do delicioso American Song Book. Há shows noturnos, karaokê, pista de dança com banda e DJ, um cassino bem grande, bares que servem drinks de primeira ao som do quarteto de cordas, restaurantes deslumbrantes, academia e SPA completíssimos, um centro de artes plásticas com aulas, chamado Artists Loft, espaço para esportes ao ar livre com campo de mini golf, quadra de tênis, mesa de ping-pong (onde os casais norte americanos organizavam competições animadíssimas) e pista de cooper. Entretenimento compatível a um navio deste tamanho e padrão. E eu estou listando tudo isso pois acho vital ter tais informações em mãos na hora de escolher de fato um roteiro. Mas voltemos às atrações do Marina.

 

Música ao vivo na piscina

Música ao vivo na piscina Foto de Paula Scarcelli

 

 

GASTRONOMIA

 

Sabiam que o Marina foi especialmente concebido para os amantes da boa mesa? Pois é. A Oceania é conhecida como “a cozinha mais refinada em alto mar” e, no Marina, são diversas as opções de restaurantes a bordo, incluindo os salões “comuns”, os gourmets, o Baristas Coffee Bar, que serve cafés e petiscos pra lá de especiais, e ainda o Bon Appétit Culinary Center, única escola de cozinha prática em alto-mar. Demais. 

 

Dentre os restaurantes “comuns” – que de comuns não têm nada, basta dar uma rápida olhada nos menus e provar do excelente atendimento para se constatar isso em 2 segundos – temos:

 

O Grand Dining Room, que serve café da manhã, almoço e jantar em prataria impecável, porcelana europeia e cristais Riedel e oferece uma cozinha internacional num menu muito interessante que, diariamente, conta com duas opções especiais além das listadas: uma degustação típica inspirada em algum país e a refeição criada pelo SPA Canyon Ranch, equilibrada, light e super saudável. Eu, CERTAMENTE, seria adepta. A Paula me disse que no room service também é possível pedir o menu do SPA. Perfeito.

 

O delicioso salão do Grand Dining

O delicioso salão do Grand Dining

 

e os detalhes de seu incrível menu

e os detalhes de seu incrível menu Foto de Paula Scarcelli

 

O Terrace Café e seus incríveis buffets que proporcionam refeições inesquecíveis tanto no salão interno como ao ar livre – excelente opção para café da manhã e almoço;

 

Terrace Café

Terrace Café

 

 

E o super casual Waves Grill, que fica na piscina, serve saladas, hambúrgueres e sorvetes MARA, e é perfeito para quem está curtindo o sol. Gente, a Paula me disse que eles preparam milk shakes batidos à mão a qualquer hora do dia. Yummy. Entenderam porque eu ia focar no menu do SPA? Valha-me Deus. 

 

Só com estas opções já seria possível ter refeições memoráveis a bordo do Marina. Mas a questão é que o desfile gourmet não para por aqui e  os restaurantes de especialidades são de babar. Mesmo. 

 

No francês Jacques, do Master Chef Jacques Pépin, diretor executivo de culinária da companhia, a Paula provou o melhor escargot da sua vida, disparado. Ela amou a ambientação e disse que o jantar aconteceu com todas as cores do por do sol nas enormes janelas. Isso, mais o atendimento super carinhoso do Maître e da sommelier da casa, uma croata bem humoradíssima, certamente deram ao evento um tom especial. 

 

Couvert com pãezinhos personalizados, escargots, pato com laranja e crêpe suzette.

Couvert com pãezinhos personalizados, escargots, pato com laranja e crêpe suzette. Foto de Paula Scarcelli

 

O Red Ginger é um asiático contemporâneo de temperos marcantes, decoração envolvente e entradinhas fantásticas. Ela jantou neste restaurante duas vezes durante o cruzeiro, provou quase 10 itens do menu e  ficou maravilhada com todos. Destaque para o carré de cordeiro com especiarias asiáticas e Kohl Robi, creme de espinafre e azeite de trufas, e para o crème brûlée de chocolate com limão. Ui. Tudo delicioso e lindo de se ver.

 

Um dos jantares da Paula no Red Ginger

Um dos jantares da Paula no Red Ginger Foto de Paula Scarcelli

 

No Polo Grill, cuja decoração toda em madeira, couro e tecidos nobres é ultra acolhedora, a grande estrela é sua especialidade Surf &Turf que traz uma cauda de lagosta da Flórida e filé mignon grelhados. Bem como a lagosta do Maine, inteira e gratinada. E o bisque de lagosta recoberto com pedaços de lagosta corada. E a costela Bone-in King’s Cut Primeé, a seleção de mini hamburgueres, o magnífico coquetel de camarão e a sopa de cebola….

 

Mini burgers gourmet no Polo Grill

Mini burgers gourmet no Polo Grill Foto de Paula Scarcelli

 

O super típico Toscana é requintadíssimo e ao mesmo tempo, italianíssimo! Seu menu de azeites é bem bacana e a louça personalizada, toda Versace. Chic. O menu foi super elogiado pela Paula, que morreu de amores pelos azeites e pelo pot-pourri de sobremesas italianas “de largar a família”. 

 

Louça Versace

Louça Versace Foto de Paula Scarcelli

 

Agora, para uma experiência absolutamente bárbara, ela recomenda um jantar no Privée, espaço que pode ser reservado para até 10 pessoas, em caráter privativo, como o próprio nome diz. Seu ambiente é primoroso, com detalhes que enchem os olhos, como os entalhes barrocos, as paredes revestidas de ônix e o incrível  lustre de cristal branco Venini. Fazer uma degustação de vinhos no La Reserve by Wine Spectator também deve entrar na lista de compromissos a bordo. 

 

Olha que bárbaro o Privée

Olha que bárbaro o Privée

 

E aqui, o La Reserve.

E aqui, o La Reserve.

 

AS ACOMODAÇÕES

 

Além das cabines padrão, que em sua esmagadora maioria são externas e dispõe de agradáveis varandas (a Paula ficou em uma dessas e simplesmente amou. A varanda é perfeita para contemplar o nascer do sol e tomar café da manhã tendo o oceano como pano de fundo), o Marina ainda tem mais 4 tipos de suítes especias, que vão desde as Penthouses, com 39m², e as Suites Oceania, com 93m², localizadas na proa, popa e cento do navio, até as impressionantes Suites Vista, com 111m², que ficam na proa e têm interiores assinados pelo super Dakota Jackson, e as ultra master Suites Owner. Estas estão na popa, tem incríveis 185m² de área e são todinhas decoradas pela Ralph Lauren Home Collection. Dá para passar a vida viajando no Marina dentro de uma suite dessas, hein? Para completar, todas estas opções oferecem serviço de mordomo 24 horas, além de uma série infinita de vantagens e mimos. 

 

Aqui a cabine que recebeu a Paula.

Aqui a cabine que recebeu a Paula. Foto de Paula Scarcelli

 

Seu primeiro nascer do sol a bordo foi assim.

Seu primeiro nascer do sol a bordo foi assim. Foto de Paula Scarcelli

 

Café da manhã na cabine no porto de Rio Grande

Café da manhã na cabine no porto de Rio Grande Foto de Paula Scarcelli

 

Suíte Penthouse

Suíte Penthouse

 

A Suíte Oceania

A Suíte Oceania

 

Plantinha da Suite Vista

Plantinha da Suite Vista

 

A Suíte Owner. Notaram o tamanho da varanda e a jacuzzi particular ali à direita?

A Suíte Owner. Notaram o tamanho da varanda e a jacuzzi particular ali à direita?

 

Um show. A experiência foi super positiva e, para quem quiser provar deste navio delícia é bom saber que, além de passar pelo Brasil, com embarques no Rio de Janeiro e em Santos, o Marina ainda dá uma geralzinha na América do Sul, com Uruguay, Argentina e Chile, e segue por uma rota bárbara, que engloba Mediterrâneo, Ilhas Gregas, norte da Europa e Escandinávia, Pacífico Sul, Austrália e Nova Zelândia, Canadá, Nova Inglaterra (ponta nordeste dos USA), África, Caribe e Canal do Panamá.

 

Partindo de Punta Del Este

Partindo de Punta Del Este Foto de Paula Scarcelli

 

 

Demais. Roteiro top em um 5 estrelas flutuante onde todos os ambientes são”frente mar”? Tô dentro!

 

Cenas de Punta Del Este

Cenas de Punta Del Este Foto de Paula Scarcelli

 

Sobre Montevidéu

Sobre Montevidéu Foto de Paula Scarcelli

Postado por às 15:15

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