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Estava eu, no Rio de Janeiro, a conversar com minha amiga Karla Sena e, claro, o assunto tomou o rumo “viagem”. Ela me contou com detalhes tudo sobre sua ida ao arquipélago de Los Roques, um dos lugares mais extraordinários da Venezuela, que fica a 170 km da costa e conta com cerca de 50 ilhas localizadas em pleno mar do Caribe! Fiquei encantada com este bate papo pois vejam: não era de hoje que eu queria falar sobre este destino MARA mas, como ainda não fui até lá, estava mesmo atrás de uma boa fonte de informações. Bingo. Karlinha chegou com riqueza de detalhes e fotos lindas para a gente, vejam só:

 

Bom, só a definição que ela deu a Los Roques já me deixou super animada com a coisa toda: “A Caraíva do Caribe”. Impossível não ser maravilhoso, né? [saibam tudo sobre Caraíva aqui]. Ela completou dizendo que lá é onde encontramos o Caribe mais “selvagem”, apesar de ter fácil acesso, já que o arquipélago de Los Roques é uma reserva ecológica distante apenas 30 minutos de voo de Caracas. É um lugar perfeito para quem quer conhecer belas praias – a Karla me disse que foram as mais lindas que já viu no mundo – , fugir dos grandes resorts e ter dias incríveis de sossego sem frescura, sempre lembrando que “sem frescura” não significa “sem conforto”, certo? É assim que a gente gosta 🙂

 

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A ilha principal, Gran Roque, é na verdade super micra, tem uma população de apenas 1800 habitantes e, em apenas 15 minutos, é possível cruzá-la de um extremo a outro. Lá, as ruas são de areia, não existem carros, as construções têm altura máxima de 2 andares e o comércio é super simples, porém muito bem cuidado. A ilha começou a ser explorada por italianos, que hoje são os proprietários das principais pousadas, e essa presença massiva dos europeus por lá garante sempre um toquezinho especial e a excelência dos serviços. 

 

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Perguntei para a Karla sobre o dia a dia em Los Roques e ela me contou que por lá, o esquema é é acordar, tomar café, pegar um barco e escolher a ilha que você vai passar o dia. Daí você vai para a tal ilha, fica lá o dia todo e volta só para jantar e dormir, no melhor estilo “a vida que eu pedi a Deus”. Ocorre que a praia pequena da cidade só serve para ancorar os barcos, então, meu amigos, não tem jeito: somos obrigados mesmo a ir para o mar todos os dias e explorar todas aquelas ilhas maravilhosas, fazer o quê, né? Em relação às distâncias, há ilhas tanto a 5 minutos de barco da cidade, quanto a duas horas de viagem. Dá para escolher que tipo de passeio fazer. 

 

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Existe uma boa variedade de pousadinhas em Los Roques, sendo que as maiores têm uns 10 quartos, no máximo. O bom neste quesito “acomodação” é que Los Roques oferece opções para todos os bolsos. A Karla recomenda sempre fazer a reserva com pensão completa, que inclui até os coolers que vão com os hóspedes para as praias. Como os dias são passados nas ilhas, eles são super necessários e vêm bem completos, muito bem servidos, com sucos, água, refrigerantes, saladas, sanduíches, frutas e biscoitos. Se você quiser levar cerveja, vinho ou qualquer outro item, basta comprar na vendinha e entregar no hotel, que eles mesmos incluem o que for no seu cooler. 

 

As cadeiras de praia e ‘sombreros’ estão inclusos no serviço de barco e a Karla incluiu o barco na diária do hotel, mas ela avisa: “na nossa pousada estava incluso o barco para as duas praias mais próximas : Francisquí e Madrisquí.  Usamos só dois dias e nos outros alugamos um barco particular, que custou 90 dólares por dia. Chegamos à conclusão de que incluir o barco no preço da diária do hotel não é tão vantajoso assim, já que para conhecer as outras praias você tem que contratar um passeio particular”. Anotado. 

 

Para quem quer praticar kite surf, a melhor época é de Maio a Setembro. As águas ficam ainda mais transparentes para mergulho de Setembro a Janeiro, e a temporada de lagosta varia todo ano, em geral vai de Outubro a Janeiro. Tem sol o ano inteiro, então qualquer época é boa para visitar.

 

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AS ILHAS

 

Francisquí de Arriba e Francisquí Medio – estão a 10 minutos de Gran Roque e se interligam por uma barreira de recifes. Aqui é possível praticar snokel, SUP e kite surf. 

 

Madrisquí – fica a apenas 5 minutos de Gran Roque, é deliciosa, além de super próxima. Karlinha foi mais de uma vez justamente por este motivo. 

 

Cayo de Agua – lugar da famosa foto com a passagem entre mares que liga duas ilhas. Fica a mais ou menos 1h30m de navegação e para ir até lá é preciso que não haja ventos muito fortes.

 

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Carenero – deserta e uma das mais lindas. A Karla passou nela na volta de Cayo de Agua e super recomenda para um mergulho e fotos incríveis.

 

Crasquí – é bem famosa e lugar de encontro dos iates que vêm de Caracas. Mais badalação do que sossego.

 

Rabusquí – onde você consegue ver muitas estrelas do mar. Ela não conseguiu parar nesta praia por conta da maré, que estava muito alta, então seguiu para Esparquí, onde não há praia mas as águas são simplesmente maravilhosas para mergulhar e ver estrelas enormes.

 

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Bajo Fabian – banco de areia que some na maré alta. Uma opção a este é o Cayo Muerto, outro banco de areia.

 

Noronquises – bem bonita, boa para snokel mas há muitos lagartos na praia. Ui. 

 

Sebastopol – muito bacana para snorkel. Não tem praia.

 

ACOMODAÇÕES

 

A Karla deu umas dicas bem bacanas sobre onde ficar. Vejam só:

 

Villa Caracol – esta foi a pousada onde ela ficou. “É uma das melhores da vila, novinha, quartos limpinhos e tudo bem cuidado e de bom gosto. O serviço é mega completo e eu ficaria ali de novo, super indico. A comida é ótima mas, como sou muito chata, achei que poderia ter tido uma variedade mais sofisticada no jantar. Rs.”

 

Malibu – a melhor da ilha, na opinião dela. “Tem ambiente claro, novo e aconchegante. O dono é um italiano super simpático, fiquei tão curiosa para provar a comida que jantamos lá uma noite. Foi sensacional, serviço impecável! Ele foi eleito pelo New York Times como o melhor lugar do Caribe para se comer massa italiana e panacota. Quero voltar a Los Roques para ficar hospedada lá.” [nota da editora: quero ir junto :-)]

 

Acuarela – também uma ótima opção. Ela visitou, soube que a comida por lá é bárbara, marcou um jantar, mas acabou não indo por falta de tempo. Pronto: já temos motivos para ir à Los Roques!

 

Tsunami – uma das mais recentes da ilha, tudo muito novinho e reluzente.

 

La Corsaria – Ela visitou e achou tudo muito bom, com um preço bastante justo. Ouviu muitos comentários positivos sobre a qualidade da comida e disse que é uma boa opção para quem está procurando algo mais em conta.  Dizem que a comida é bem boa. Para quem busca uma opção mais barata, pode ser uma boa escolha.

 

ONDE COMER 

 

Restaurantes: Bora la Mar e El Canto de la Ballena

Bares: Aquarena, Arecife e Tabu

 

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Dicas úteis da Karla:

 

“Protetor solar, bikini, chinelo, snorkel e repelente são itens que não podem faltar na sua bagagem. 

Todos os preços são baseados no dólar do câmbio negro, no paralelo você troca US$1 por 160 bolívares. Nós trocamos na escola de mergulho. Resumindo, não pague nada em dólar!

Peça para seu hotel reservar o barco particular pelo menos para os dois primeiros dias. Depois deste período já dá para avaliar se vale a pena ficar com o barco deles ou se há uma alternativa melhor. Isso para não arriscar ficar sem barco. Como fomos no carnaval e estava cheio, o pessoal que não reservou teve dificuldade de encontrar de última hora”.

 

Agora é só fazer as malas, gente! Bora?

 

Obrigada pelas dicas valiosas Karla! 

 

Postado por às 17:37

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Ni Hao!

 

Novidade das boas: conheci a Lívia Zonzini, que mora na China há 5 anos e, a partir de hoje, vai contar para a gente tudo sobre a incrível e excitante Xangai. Sempre tive muita vontade de falar sobre a China mas, como AINDA não conheço o país, estava realmente buscando uma boa fonte de informações. E olha: mesmo que eu já tivesse ido diversas vezes para lá, nada se compara ao relato de quem vive no lugar para nos passar dicas e impressões incomparáveis, né? Eu já estou amando essa nova parceria e aposto que vocês também vão adorar!

 

Mas, antes de tudo, vamos a uma breve apresentação: a Lívia é advogada e se mudou para Xangai em 2010, acompanhando seu marido que, por conta do trabalho, foi transferido. Antes de ir para lá, ela morou 2 anos em Bruxelas, aonde fez seu mestrado em direito econômico e financeiro. Já em Xangai, trabalhou como advogada durante 1 ano até que engravidou da sua primeira filha. Logo depois, veio o segundo filho e ela precisou dar um tempo para cuidar da família, pois imaginem só ter 2 crianças, em outro país, sem nenhuma ajuda da família. Bem, eu tenho 3 filhos já adultos, que foram criados no meu país, com mãe, avó, tia, babá, e sei que, mesmo assim NÃO é fácil, definitivamente! Agora a Lívia está conseguindo voltar à ativa e eu fiquei muito feliz por ela ter topado colaborar com suas insider tips para o blog 😀 !

 

Vamos com a Lívia à Xangai, gente. Vejam que bacana a apresentação da cidade que ela fez para a gente:

 

“Xangai significa “sobre o mar” pois sua parte leste é banhada pelo mar oriental chinês (embora não tenha praia na cidade). Sua população é de aproximadamente 24 milhões de habitantes – o que representa a população inteira da Austrália; ou 1 vez e meia a população da Holanda; ou ainda 2 vezes a população de Portugal, sendo que aproximadamente 173 mil pessoas são estrangeiras.

 

O clima em Xangai tem estações muito bem definidas: o inverno é bem frio (embora neve pouco), o verão é muuuuito quente e úmido (já presenciei sensação térmica de 46 graus!!!) e o outono e a primavera são uma delicia, com temperaturas em torno de 25 graus. Portanto, quando você planejar sua vinda, programe-se para estar aqui entre abril e maio ou setembro e outubro. Notem que tanto o outono quanto a primavera duram somente 2 meses cada um. São poucos os dias que podemos aproveitar Xangai ao ar livre, ou porque está quente demais, ou porque está frio demais, ou porque a poluição esta acima dos índices. Sabiam que a maioria das pessoas tem um aplicativo no celular que indica o índice da poluição na cidade? Dependendo da “gravidade” da situacao, somos orientados a fechar as janelas e usar mascaras. Aqui em casa tenho 5 purificadores de ar – trata-se de um item obrigatório. Esse para mim é um dos pontos negativos mais chatos de se morar em Xangai.

 

A cidade é dividida em leste (Pudong) e oeste (Puxi) pelo Rio Huanpu. Pudong é o centro financeiro de Xangai, local aonde a maioria dos bancos e instituições financeiras estão localizadas, além de shoppings, hotéis e condomínios residenciais chiquérrimos. Sabe o cartão postal de Xangai? Aquilo é Pudong. Acredite se quiser, mas há 20 anos, Pudong sequer existia e isso reflete bem a realidade da cidade: ela não para de crescer.

 

Pudong em 1990

Pudong em 1990

 

Pudong atualmente

Pudong atualmente

 

Puxi é o local onde nasceu Xangai. Lá você encontrará resquícios da Xangai antiga, o charmoso bairro francês (French Concession), o famoso Bund, que também ilustra os cartões postais de Xangai e da onde você tem uma das vistas mais incríveis da cidade, além de edifícios residenciais tops para aqueles que preferem viver mais perto do agito.

 

contrastes em Puxi: as antigas casas, dentre elas a antiga sede do partido comunista - e os predios e hoteis luxuosos

contrastes em Puxi: as antigas casas, dentre elas a antiga sede do partido comunista – e os predios e hoteis luxuosos

 

tradicional rua de comercio em Puxi

tradicional rua de comercio em Puxi

 

 

Não canso de dizer que Xangai é, sem dúvida alguma, umas das cidades mais incríveis do mundo: extremamente limpa e segura, repleta de contrastes, milhares de opções de bares e restaurantes (desde os mais simples, ate restaurantes top), vida noturna super ativa, incansáveis opções de lazer para as crianças, excelentes lugares para compras (das coisas mais simples “made in china” até produtos super luxuosos) e entretenimento. Porém, é claro que nem tudo corre sempre às mil maravilhas: apesar de já estar aqui há 5 anos, além da poluição, existem alguns aspectos culturais aos quais jamais me acostumarei. Digamos que os chineses não tem muito pudor em arrotar, cuspir ou soltar pum em público. Mas é o que eu sempre digo: costumes são costumes, cada povo tem o seu, a intrusa aqui sou eu e, colocando na balança, a China me dá muito mais em troca. Não reclamo mesmo, adoro minha Xangai.”

 

Sinalização no taxi informando aos senhores passageiros que é proibido "soltar pum"

Sinalização no taxi informando aos senhores passageiros que é proibido “soltar pum”

 

 

Saudades do Santana? 90% da frota de taxi aqui em Xangai é formada por esses carros.

Saudades do Santana? 90% da frota de taxi aqui em Xangai é formada por esses carros.

 

Servidos? A culinaria chinesa apresenta algumas extravagancias....mas isso eh assunto para um novo post.

Servidos? A culinaria chinesa apresenta algumas extravagancias….mas isso eh assunto para um novo post.

 

Bom, gente, esse primeiro post foi apenas uma introdução que a Lívia fez à sua querida Xangai. Nos próximos, ela vai falar sobre questões culturais, seu dia-a-dia, suas dificuldades e facilidades, além de nos mostrar também outros lugares maravilhosos pelos quais ela já passou na Ásia! Oba, já estou ansiosa. E para quem quiser acompanhar suas dicas em tempo real, siga o Instagram @fun_in_asia !

 

Até a próxima! Zaijian!

 

 

 

 

 

Postado por às 16:56

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Hoje vou falar sobre como minha super amiga Maria Fernanda Kuntgen transformou sua última viagem de trabalho em uma experiência bacanérrima pela Europa e Ásia. A Mafê viaja muito – ela é uma daquelas pessoas irritantes que sempre postam fotos em lugares ensolarados e paradisíacos enquanto estamos presos no trânsito da Marginal Pinheiros, kkkk – e isso faz dela uma ótima fonte de dicas. Então vou reproduzir aqui o roteiro que ela fez, com as indicações de hotéis e #traveltips bacanas de cada lugar.

 

Como o destino da Mafê era a Ásia, ela optou por fazer a conexão em Amsterdam. Bela escolha, acho esta umas das cidades mais agradáveis de toda a Europa, e a Mafê soube aproveitar muito bem a rápida estadia. Foram apenas 2 dias, mas ela caprichou na escolha do hotel e optou pelo lendário Hotel De L’Europe, que fica nas margens do Rio Amstel, bem no coração histórico de Amsterdam, ou seja: independente de quanto tempo você passe lá, ficar no De L’Europe faz com que seja praticamente impossível não participar da cidade e viver suas riquezas culturais. É um verdadeiro tesouro icônico do século 19, com design atemporal, ambiente intimista e serviço irretocável. Muito elegante e, principalmente, muito bem localizado. Ela recomenda de olhos fechados e, como as recomendações da Mafê são sempre deusas, eu assino embaixo!

 

Hotel De L'Europe

Hotel De L’Europe

 

Mafê de bike por Amsterdam

Mafê de bike por Amsterdam

 

E Mafê pelos canais de Amsterdam

E Mafê pelos canais de Amsterdam

 

Bem, depois da passagem relâmpago por Amsterdam, Mafê embarcou para Kuala Lumpur, capital e maior cidade da Malásia. Aqui ela ficou no Mandarin Oriental e me contou que, apesar de o hotel não ter passado por nenhuma reforma recente, ostenta todas as características típicas da rede Mandarin, uma das melhores do mundo e da qual sou fã absoluta. Essas tais características comuns aos Mandarins são uma espécie de assinatura de estilo da rede e se traduzem através de localizações privilegiadas, vistas incríveis, e os mega janelões do chão ao teto em todos os ambientes porque, afinal de contas, se a vista é incrível, temos que desfrutar dela, certo?

 

Mafê e a Torres Petronas

Mafê e a Torres Petronas

 

O Mandarin é o edifício à esquerda das torres. Bem localizado é apelido.

O Mandarin é o edifício à esquerda das torres. Bem localizado é apelido.

 

Estes detalhes são como que uma impressão digital da marca e estão presentes em todos os hotéis Mandarin (deem uma olhadinha no Mandarin de NYC, sobre o qual já falei aqui!). Portanto, não foi surpresa nenhuma ouvir da Mafê que o Mandarin de Kuala Lumpur é extremamente bem localizado tanto para quem está na cidade a passeio quanto a trabalho. Segundo ela, o hotel, que fica no City Centre,  está “a 3 minutos de caminhada” do Convention Centre, onde acontecem as feiras e convenções (importante lembrar que Mafê estava lá a trabalho, então pôde constatar isso pessoalmente).

 

Piscina do Mandarin

Piscina do Mandarin – notaram o reflexo das Petronas ali no prédio em frente?

 

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Ao mesmo tempo, o Mandarin está plantado, literalmente, entre os lindos jardins do City Centre Park e as Torres Petronas, cartão postal super célebre de Kuala Lumpur. O visual é incrível. Para completar, o Shopping Suria, bárbaro, que tem todas as melhores marcas do mundo, também fica ali, coladinho ao Mandarin. O hotel tem vistas muitos bacanas para a cidade e a Mafê achou especial o visual que a academia – super completa, equipadíssima – tem por sobre o parque. 

 

Corridinha no "quintal" do hotel, o City Centre Park

Corridinha no “quintal” do hotel, o City Centre Park

 

Sua próxima parada foi Hong Kong, na China, cidade conhecida pelo seu skyline repleto de arranha céus e por ser uma das áreas mais densamente povoadas do mundo! A Mafê ficou impressionada desde o momento em que pisou no imenso aeroporto. Dica super importante: tenha sempre os endereços de seu interesse, principalmente o do hotel, anotados em um papel. A maioria dos taxistas não fala inglês e tentar se fazer entender pode ser um problemão. Imagine você tentando explicar seu destino e o motorista te olhando com cara de paisagem? Se perder em Hong Kong não deve ser o programa mais agradável do  mundo, hein? 

 

HK Bondinho Victoria peak

Hong Kong by night vista do Peak Tram, bondinho que leva até o topo de Victoria Peak. De lá, o panorama da cidade é de encher os olhos. Mafê indica iniciar a subida bem no final da tarde. Assim é possível observar o sunset e o skyline iluminado.

 

Essa foto foi tirada no Restaurante Acqua, considerado o restaurante com a mais bela vista do mundo! Fica localizado na cobertura à cobertura do One Peking Building, em Tsim Sha Tsui, distrito moderno, comercial e agitadíssimo de Kowloon, parte continental de Hong Kong.

Essa foto foi tirada no Restaurante Acqua, considerado o restaurante com a mais bela vista do mundo! Fica localizado na cobertura do One Peking Building, em Tsim Sha Tsui, distrito moderno, comercial e agitadíssimo de Kowloon, parte continental de Hong Kong.

 

Mais uma da vista do Acqua

Mais uma da vista do Acqua

 

Bom, como em time que está ganhando não se mexe, Mafê repetiu a fórmula do sucesso e se hospedou novamente em um Mandarin Oriental. Ela achou a unidade de Hong Kong excelente e super bem localizada, o que é padrão dos Mandarins, como eu já comentei. Este hotel tem uma piscina coberta MARA, que ela adorou, bem como a academia, equipada com os melhores aparelhos e todos os apetrechos imagináveis. No Mandarin de Hong Kong a Mafê destacou os restaurantes e o nível do atendimento, impecável. Enfatizou que o café da manhã servido por eles foi um dos melhores que já viu e saboreou. Adoooro café da manhã caprichado a ponto de chamar a atenção. Me empolga e diz muito sobre o hotel. 

 

A academia TOP do Mandarin de Hong Kong...

A academia TOP do Mandarin de Hong Kong…

 

...e sua piscina coberta, bárbara.

…e sua piscina coberta, bárbara.

 

Foi em Hong Kong que surgiu a tão esperada brechinha na agenda da Mafê e ela não pensou duas vezes: foi visitar o grande Buda e ficou maravilhada. O Tia Tan Buddha é a maior estátua de Buda sentado ao ar livre da Ásia. Fica na ilha de Lantau e é uma das mais importantes atrações de Hong Kong. A outra é o templo budista Po Lin Monastery, que fica ali do ladinho do Buda, ou seja: você faz um passeio e conhece dois pontos chave da cidade. Show. Isso sem falar no trajeto, que é um espetáculo à parte. 

 

O magnífico templo budista Po Lin Monastery

O magnífico templo budista Po Lin Monastery

 

Mafê lááá em cima, aguardando o teleférico

Mafê láááá em cima, DENTRO da Crystal Cabin. Dá ara acreditar que ela já está no teleférico?

 

 

Olha lá o Grande Buda

Olha lá o Grande Buda

 

É o seguinte: dá para chegar até lá de metrô, de ônibus ou de táxi, ok. Mas esqueça essas opções e pegue o teleférico Ngong Ping 360. É TUDO na vida.  Segundo a Mafê, esta é a parte mais impactante do passeio. Deus me livre de dizer que o grande Buda sentado não faz nossos corações baterem mais forte, mas gente: a vista lá de cima é bárbara, o piso panorâmico (existe piso panorâmico? kkk, não inventa Silvana, o nome correto é Crystal Cabin!) é demais e a experiência é íncrível, vamos combinar. A Mafê viajou numa Crystal Cabin, mas há outras opções, como a Standard Cabin, mais em conta, mas também com a vista deusa de 360°, e as Private Cabins, para um passeio super exclusivo. Este é o teleférico mais longo de toda a Ásia, percorrendo quase 6km num passeio de 25 minutos.

 

A Crystal Cabin da Mafê. Demais, né?

A Crystal Cabin da Mafê. Demais, né?

 

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Mafê diz que, mesmo que haja filas imensas para embarcar no teleférico, você deve insistir, jamais desistir! Vai valer a pena, pode acreditar. A dica master dela é: “vá de manhã cedinho/final da tarde ou compre online o ticket que dá direito a prioridade no embarque”. Anotadíssimo.

 

Desembarcando do teleférico, você chegará ao Grande Buda em poucos minutos de caminhada. A estátua tem 34 metros de altura e simboliza a harmonia do homem com a natureza. A mão direita elevada representa a sua benção a todos os visitantes. Subir os 200 degraus que nos deixam pertinho do Grande Buda é para quem tem fôlego, mas, como todo esforço tem sua compensação, lá do alto é possível avistar o Mar da China e até a cidade de Macau em dias claros! Claro que vale a pena, né? 

 

Mafê e o Grande Buda. Claro que ela subiu a escadaria!

Mafê e o Grande Buda

 

Obrigada, linda Mafê! Sua dicas vieram, como sempre, tinindo!

 

Postado por às 15:00

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Desde que comecei o blog no ano passado, eu já tinha esta vontade louca de fazer um post sobre o Hawaii, mas a verdade é que eu estava um pouco…hã…desatualizada em relação ao destino, já que estive lá pela última vez aos 16 anos. Tipo 24 anos atrás, rs, abafa. Lembro que o que mais me marcou nesta minha passagem pelo Hawaii foi um luau super típico do qual participei, uma festa linda mesmo. Fiquei maravilhada também com a paisagem, que é uma mistura bacanérrima de mar com montanha, bem ao estilo do Rio de Janeiro. E que, mesmo em meio a esta natureza intensa, vi cenários muito urbanos. Fiquei apaixonada por lá, mas não tinha muita base para dar dicas legais, pois na verdade nem me lembro muito bem de detalhes. Os anos passam e a memória vai ficando escassa.

 

Hula Dancers

Hula Dancers

 

Enfim. Daí, estava eu a procurar alguma pauta interessante para um Check In, quando encontrei o Ricardo Thug (@_ricardothug_), que é um grande amigo, surfista, e veio justamente me contar que tinha passado 40 dias, adivinhem aonde?  

 

Hawaii. 

 

Olha só o tamanho da onda que o Ricardo está surfando :-O

Olha só o tamanho da onda que o Ricardo está surfando :-O

 

Perfeito, era tudo o que eu queria. Viajante/surfista que esteve recentemente por 40 dias no Hawaii? Super! Comecei a inquisição ali mesmo, pois nada melhor do que o relato de alguém que passou tanto tempo por lá e fala com a propriedade de quem viveu a essência do lugar. 

 

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Bem, o Hawaii fica em um arquipélago no meio do Pacífico e é um dos 50 estados americanos, o último a entrar para a União, em 1959. Sabiam que o Obama é havaiano? Aloha, Mr. President. É, definitivamente, um dos lugares mais lindos do mundo, com praias de cair o queixo, e sua organização notável e o povo queridíssimo fazem de lá um destino mais que perfeito para férias beeem longas. O Ricardo que o diga, né? Foi exatamente o que ele fez e agora a gente vai ficar sabendo de tudo sobre ‘turistar’ pelo Hawaii pela ótica de um surfista.

 

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Só para a gente se localizar, é importante dizer que o arquipélago do Hawaii tem 132 ilhas, mas apenas 8 são habitadas. A maior delas é a Ilha do Hawaii, mas hoje estamos falando aqui de Oahu, ilha onde fica a capital Honolulu e todos os lugares que o Ricardo visitou. 

 

 

 

[peguei a imagem do mapa lá do site Destinos Incríveis]

[peguei a imagem do mapa lá do site Destinos Incríveis]

 

A ilha tem dois lados bem famosos: O North Shore, que fica na porção norte, é claro, e Waikiki, no extremo oposto.

 

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NORTH SHORE

 

É onde estão as ondas mais famosas do mundo, como em Pipeline, Sunset e Waimea. Segundo o Ricardo, este lado tem absolutamente tudo o que um ser humano possa vir a querer da vida. São praias maravilhosas de areias branquíssimas, mar azul perfeito para mergulho, passeios de lancha deliciosos, pores do sol inesquecíveis, além CLARO, das altas ondas, perfeitas tanto para serem surfadas por quem tem talento, como para serem admiradas. Nada como ficar ali babando diante do espetáculo que é ver o surf dos melhores do mundo!

 

Pipeline Foto de Ricardo Thug

Pipeline
Foto de Ricardo Thug

 

Waimea Bay

Waimea Bay

 

Pipeline

Pipeline

 

Oi?

Oi?

 

Para se hospedar ele indica o ótimo hostel Backpackers, do lendário surfista de ondas grandes, Mark Foo, já falecido, que tem uma bela infraestrutura e custa mais ou menos US$70 por dia para 2 pessoas. Excelente custo benefício. Esse é o tipo de dica preciosa para que está planejando um orçamento mais enxuto sem perda de qualidade. Outra opção muito bacana de hospedagem é alugar casas de veraneio dos próprios havaianos. Elas vem completinhas, mobiliadas, acomodam 4 pessoas e custam cerca de US$200 por dia. Vale muito a pena hein? Para quem prefere ficar em hotéis, saibam que o Turtle Bay é o melhor do North Shore. Dentro dele funciona um bar muito bacana chamado Surfer, que o Ricardo super indica, já que oferece aquela mistura de boa música e gente bonita que todo mundo a-do-ra. 

 

O Turtle Bay

O Turtle Bay

 

DICA para a galera do surf: não alugue um carrão. Prefira um modelo mais simples e discreto. Em muitos lugares onde o pessoal chega para surfar é bem complicado ser de fora. Os surfistas locais meio que não gostam dos ‘haoles’, como chamam aqueles que não são nativos da praia. Por isso é bom ser discreto desde a chegada e curtir o mar em paz, sem preocupações. Boa, Ricardo, dica top.

 

WAIKIKI

 

Fica na costa sul e é onde estão os grandes hotéis de luxo, a vida noturna agitada, boites, restaurantes, lojas mil, shopping centers e cassinos. Tudo a poucos passos das famosas praias que, dependendo da época do ano, têm altas ondas também. Não sabe surfar? Aproveite para aprender a arte in loco. Melhor impossível, hein? Afinal de contas o lendário waterman havaiano Duke Kahanamoku cresceu surfando justamente as ondas de Waikiki. Ele ficou conhecido como “o pai do surf moderno”, pois, na virada do século 19 para o 20, ensinava aos visitantes pegar ondas por lá. E hoje os Waikiki Beach Boys perpetuam seu legado fazendo exatamente a mesma coisa. Demais.

 

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É o lugar perfeito para quem vai com a família, pois há entretenimento para todos e uma super estrutura turística. Ali temos o Jardim Zoológico de Honolulu, o Waikiki Aquarium, o U.S. Army Museum (lembrem-se que Pearl Harbour é ali pertinho) e a Waikiki Historic Trail, uma trilha que destaca 23 locais importantes, dos quais 19 são marcados por pranchas de bronze com uma riqueza de informações históricas sobre a região.

 

Waikiki Beach

Waikiki Beach

 

Uma das prachas marcadoras da trilha histórica

Uma das prachas marcadoras da trilha histórica

 

Seu hotel mais antigo é o Moana Surfrider, que foi construído ali em 1901, e atualmente todas as grandes redes estão presentes na beira mar. Diversão é o que não falta. Como os havaianos dizem, “Waikiki é mais do que um lugar. Waikiki é uma experiência”. 

 

O Moana Surfrider

O Moana Surfrider

 

O Ricardo concorda com isso e não se cansa de dizer: “É um dos melhores lugares para onde já fui na vida. O Hawaii pode ser resumido em lugar paradisíaco, gente bonita, boas ondas para surf e diversão noturna garantida. Para mim, como surfista e também como turista, será sempre uma viagem inesquecível!”

 

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Eu só digo que não vejo a hora de voltar para lá. E daí que são quase 24 horas em trânsito? Taí um “perrengue” que vale a pena!

 

Postado por às 19:17

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E já que o assunto é Maldivas, nada melhor do que contar para vocês sobre o casamento do jogador de futebol Elkeson e Luisa Pedrosa, organizado pela Hiptour, minha agência, no Taj Exotica Resort & Spa.

 

O Elkeson é ex-Botafogo e atualmente defende o  Guanghzou Evergrande, na China. Ano passado ele foi eleito como artilheiro do campeonato nacional com 12 gols em 14 rodadas, além de figurar também como artilheiro da equipe na Champions League da Ásia, com 6 gols. 

 

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Ele e Luisa decidiram se casar após 2 anos de namoro, e olha: vou dizer aqui que a minha equipe deusa arrasou na elaboração da viagem e do evento, mas quem mandou muito bem MESMO foram os noivos, viu. Não poderiam ter escolhido um cenário melhor. 

 

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A ideia do casal era aproveitar as férias do Elkeson para fazer uma viagem que englobasse uma discreta, porém memorável cerimônia. Então, eles precisavam de um destino romântico, com sol e calor, que fosse novidade para ambos e onde eles conseguissem relaxar.

 

Bingo, Maldivas.

 

Faltava então escolher o hotel, parte importantíssima tanto para as férias quanto para o casamento. Não podemos nos esquecer de que, além das férias e do casamento, a lua de mel também faria parte da programação! Levando em consideração seu irretocável padrão 5 estrelas e a notável excelência na prestação de serviços, minha equipe não pensou duas vezes e sugeriu o fantástico Taj Exotica Resort & Spa. A partir daí, bastava apenas atender ao pedido da Luisa, que sabe TUDO e escolheu um bangalô overwater para esta estadia tão especial, e desfrutar de toda a completa e perfeita estrutura para a realização no mesmo ambiente da cerimônia, festa e lua de mel.

 

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O casal passou oito dias nas Maldivas e a cerimônia de casamento aconteceu em 31 de maio, com tudo o que os noivos tiveram direito. Que visual, que produção, que bom gosto. Eu simplesmente AMO luxo oriundo da simplicidade, gente. Eles ficaram muito felizes e nós, aqui, mais ainda. Agora, o mais bacana de tudo, é o fato de que a celebração não foi apenas a 2, mas sim a 3, uma vez que o pequeno Pietro já estava encomendado e participou de tudo! Esse já vai nascer dizendo que conhece as Maldivas, adoro. Meu mais jovem cliente, kkk.

 

Viva o casal e viva o baby!

 

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Postado por às 14:18

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No finalzinho de fevereiro publiquei aqui o post #1 sobre a volta ao mundo que a publicitária e louca por fotos de surf, Ligia Costa, iniciou 5 meses atrás. Na ocasião, falamos da passagem dela pelo maravilhoso arquipélago de Whitsunday Islands , na Austrália, de onde ela partiu diretamente para a Nova Zelândia.

 

Daí teve o carnaval, 8547 viagens emendadas, reforma na minha agência, muito trabalho, novos clientes, a Travel Week, e só hoje, diretamente da Jamaica, consegui finalizar o relato da Li sobre este país incrível, localizado a 2000 km da Austrália, super isolado, geograficamente falando, mas com muita coisa boa para se ver e se viver. 

 

Queenstown Foto de Ligia Costa

Queenstown
Foto de Ligia Costa

 

Dividida entre a Ilha do Norte e a Ilha do Sul, a Nova Zelândia, um dos últimos lugares descobertos e colonizados no mundo, é uma lindona do Pacífico Sul, com formações naturais impressionantes. São montanhas com picos nevados, fiordes, rios de águas cristalinas, gêiseres, lagos infinitos, praias desertas, flora e fauna abundantes…uma loucura. Impossível não se inteirar com a natureza. Sua atmosfera jovem combina o espírito de liberdade e aventura, com muitas atividades ao ar livre e os mais modernos esportes radicais. Para completar, a Nova Zelândia surpreende pela organização de suas cidades, pelo alto padrão de vida e receptividade. A Ligia, que já está profissional nesse negócio de viagens, simplesmente AMOU a experiência, se jogou com tudo na NZ e ainda por cima passou dicas preciosas para a gente. Foram 16 dias de pura aventura no paraíso e coisas que nunca imaginou fazer na vida.

 

mapa NZ

Nova Zelândia em mapa

 

Tudo começou com 2 noites em AUCKLAND, na Ilha do Norte, a principal cidade do país. Como o tempo era curto e chovia muito, a programação foi pá-pum, mas muito bacana:

 

Art Gallery –  é a maior instituição de arte na Nova Zelândia, com uma coleção de mais de 15 mil obras que inclui importantes peças de arte histórica, moderna e contemporânea neozelandesas. Ela ficou impressionada com a beleza dos retratos Maori, que é o povo/cultura nativos da NZ. A Art Gallery fica no centro de Auckland, adjacente ao Albert Park. 

 

Auckland Art Gallery

Auckland Art Gallery

 

Sky Tower – com 328 metros de altura, é a estrutura mais alta da Nova Zelândia e oferece vistas deslumbrantes com alcance de até 80 km em todas as direções! Uma das atrações turísticas mais cativantes que há por lá. Claro que a Li foi dar aquela conferidinha no horizonte, né?

 

Auckland Sky Tower

Auckland Sky Tower

 

 

Vista da cidade de Auckland Foto de Ligia Costa

Vista da cidade de Auckland
Foto de Ligia Costa

 

Viaduct Harbour – onde Auckland encontra o oceano. É um lugar muito especial localizado no coração da cidade, cheio de vida dia e noite. Tem muitas lojinhas bacanas, bares, restaurantes, excelente para bater perna a qualquer hora.  

 

 

Viaduct Harbour

Viaduct Harbour

 

O destino seguinte foi CHRISTCHURCH, maior cidade da Ilha do Sul e considerada a cidade mais inglesa fora da Inglaterra, onde também ficou por 2 noites. Aqui também chovia horrores. Vejam a programação dela: 

 

Cantebury Musem – este museu tem uma história rica e fascinante, e um futuro excitante, já que cresce a olhos vistos ano a ano. Exposições inovadoras e eventos atraem um público diverso e artefatos significativos são constantemente adicionados à coleção. Para a Ligia, foi o highlight desta parada, sem dúvida. Ela viu uma exposição incrível de arte de rua featuring Banksy Collection. Seus trabalhos fazem comentários sociais e políticos utilizando imagens de forma extremamente inteligente e sarcástica, muito atual. O Canterbury Museum fica na Rolleston Avenue, no Cultural Precinct, colado no Christchurch Botanic Gardens. 

 

Bansky Foto de Ligia Costa

Bansky
Foto de Ligia Costa

 

 

Obras expostas no Cantebury Museum

Obras expostas no Cantebury Museum
Foto de Ligia Costa

 

cantebury

Mais do Cantebury Museum. Amei esse Tin Tin tatuado!
Foto de Ligia Costa

 

Recentemente a cidade foi atingida por dois terríveis terremotos e foi tudo destruído 😥 . Eles estão em fase de reestruturação e muita coisa está funcionando em containers. Ela visitou várias lojinhas assim. 

 

Containers Mall Foto de Ligia Costa

Containers Mall
Foto de Ligia Costa

 

Então ela foi para QUEENSTOWN, onde ficou a maior parte do tempo. A cidade, conhecida como a capital dos esportes de aventura, estupidamente maravilhosa e dona de paisagem indescritível, convida os visitantes a viverem experiências extremamente radicais.
 
 
Notem a beleza infinita de Queenstown Foto de Ligia Costa

Notem a beleza infinita de Queenstown
Foto de Ligia Costa

 
 
queenstown1
 
 
Queenstown

Queenstown

 
 
 
Tem de tudo: speed boat, raft, paraquedas, escalada, e o tradicional salto de bungy jump. Boa viajante que é, a Ligia “cumpriu o protocolo” e já saiu pulando de uma ponte de 43 metros com uma corda amarrada no tornozelo logo no primeiro dia  😆
 
 
Gente, olha a Ligia saltando da ponte!

Gente, olha a Ligia saltando da ponte!

 
 
E por outro ângulo....

E por outro ângulo….

 
 
Afe Maria, menina, desce daí!

Afe Maria, menina, desce daí!

 
 
De Queenstown, saem vários passeios para explorar a região e ela escolheu fazer o cruzeiro pelo famoso fiorde de Milford Sound, lugar impressionante que foi cenário de um dos filmes da saga do Senhor dos Anéis. Ela me disse que teve mesmo a sensação de estar vivendo um filme durante vários momentos do passeio. A cada curva do barco, uma nova sequência de cachoeiras enormes e as montanhas gigantescas fizeram com que ela se sentisse realmente um pinguinho no universo. Imperdível. 
 
 
Milford Sound

Milford Sound
Foto de Ligia Costa

 
 
Mais de Milford Sound Foto de Ligia Costa

Mais de Milford Sound
Foto de Ligia Costa

 
 
Dica de hospedagem: Hostel Black Sheep, bem bacana. 
 
 
Depois do salto de bungy jump, a Ligia se empolgou e resolveu alugar um carro para continuar a viagem. Ela estava querendo fazer isso desde a Austrália, mas tinha receio em relação à mão inglesa, o que passa a não mais configurar problema depois que você se  joga do alto de uma ponte, certo? kkk. Ela traçou uma rota considerando os dias restantes, os programas de interesse e seu voo de partida em Auckland, na Ilha do Norte, e começou a subir a Ilha do Sul, partindo de Queenstown e chegando à Nelson. Foram uns 900 km dirigindo, vejam o percurso aqui neste mapinha: 
 
 
Fox glacier mapa
 
 
Este carro mudou a viagem da Ligia. Ela contou que, além da estrada ser uma coisa de outro mundo de tão linda, o fato de fazer o percurso dirigindo a fez entender realmente o roteiro. Muito diferente de entrar num ônibus, colocar o fone de ouvido, cochilar e acordar em outro lugar onde você nem sabe como foi parar. 
 
 
Franz Josef Glacier Foto de Ligia Costa

Franz Josef Glacier
Foto de Ligia Costa

 
 
No total, a roadtrip durou 4 noites. Ela dormiu uma noite no glaciar FRANZ JOSEF e fez a caminhada na geleira em FOX GLACIER no dia seguinte. Esta caminhada foi uma das experiências mais maravilhosas da sua vida, muito diferente de tudo o que já viu e sentiu. Incrível!
 
 
Fox Glacier Foto de Ligia Costa

Fox Glacier
Foto de Ligia Costa

 
 
Caminhada no Fox Glacier Foto de Ligia Costa

Caminhada no Fox Glacier
Foto de Ligia Costa

 
 
De Fox Glacier, ela foi até a cidade de Greymouth, onde ficou por mais duas noites e de lá foi para o ARTHUR’S PASS NATIONAL PARK, que fica em Mt Cook e é a maior e mais espetacular passagem através de Southern Alps. Lindo de morrer. De Greymouth ela foi para Nelson e pegou um voo para Auckland, de onde partiu diretamente para Bali! Aí sim, hein…
 
 
Cachoeira em Arthur's Pass

Cachoeira em Arthur’s Pass

 
 
Para a Ligia, esta parte da viagem marcou pelas novas conquistas:
 
“Muito mais do que uma inesquecível aventura, na Nova Zelândia superei medos, venci barreiras internas, aumentei a minha autoconfiança e isso são marcas que ficarão para sempre. Mais um destino concluído e eu só tenho a agradecer.”
 
 
christchurch
 
 
E aí? que já está animadíssimo para seguir os passos da Ligia e ver de perto as maravilhas da Nova Zelândia?
 
 
queenstown
 
 
 

Postado por às 12:01

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Eu sempre digo para vocês que minha equipe é super viajandona e que eu incentivo muito esses pulos pelo mundo, seja para explorar e conhecer um novo destino, seja para a gente voltar a uma cidade e se atualizar em relação às coisas por lá. Isso é muito importante pois, trabalhar com viagens, dar dicas aqui no blog e no Instagram, montar roteiros, sugerir destinos e prestar toda a consultoria necessária para os clientes da agência, requer mesmo um know-how acima da média, que a gente só adquire in loco, vivendo as cidades, conhecendo pessoalmente cada cantinho. É aquela velha história: como é que eu vou falar daquilo que não conheço? Impossível. E foi por isso que, diante da possibilidade de explorar a linda e maravilhosa Cape Town, não tive dúvidas e mandei logo o Vinicius, top consultor da Hiptour que já deu dicas bárbaras sobre o leste europeu aqui no blog, para lá. 

 

Vista da Table Mountain

Vista da Table Mountain
Vinicius Basso

 

Bem, a belíssima Cape Town é a segunda maior cidade da África do Sul e fica exatamente aos pés da famosa Table Mountain, platô de 1086 metros de altura que tem formato semelhante ao de uma mesa e a gente conhece muito bem por fotos, já que é o principal símbolo da cidade. As lindas praias e os amplos parques, além da riqueza histórica facilmente identificável durante qualquer passeio pelos bairros de lá, fascinam os visitantes. Observando as casas de cada reduto, nota-se facilmente influências da colonização inglesa, descendência holandesa e influência muçulmana. A infraestrutura para o turismo é moderna, há muitos complexos comerciais à beira mar, hotéis design e restaurantes maravilhosos, super reconhecidos pela gastronomia que oferecem. 

 

Cuidado com os Baboons! Placa de advertência no restaurante The Black Marlin Bayside Gril.

Cuidado com os Baboons! Placa de advertência no restaurante The Black Marlin Bayside Gril.
Vinicius Basso

 

O Vinicius ficou absolutamente louco pela cidade e fez uma listinha de dicas e pontos imperdíveis. Vamos lá?

 

TABLE MOUNTAIN – Visita absolutamente obrigatória. Lá de cima se tem uma visão de 360° dessa cidade que já foi eleita uma das mais belas do mundo. Só a subida no bondinho até o topo da montanha já é emocionante. Dentro da cabine de formato de circular temos a sensação do quão alto estamos. O piso do “disco voador” possui um disco giratório que permite às pessoas rodá-lo lentamente, de forma quase imperceptível, dando à todos os passageiros a vista completa de diferentes ângulos. É quase uma brincadeira de criança. Dica: Fique de olho na previsão do tempo e acorde cedinho para se certificar de que o dia terá céu limpo. Subir a montanha com o tempo nublado é perda de tempo. E o tempo em Cape Town é bem doido, varia bastante de um dia para o outro. É sempre bom deixar aquele “casaquinho da vovó” na mochila.

 

A Table Mountain

A Table Mountain

 

 

Foto tirada lá no topo da table Mountain Vinicius Basso

Foto tirada lá no topo da Table Mountain. Imaginem a escalada hein!

Vinicius Basso

 

 

SIGNAL HILL – Vale muito ir ao mirante do “monte dos sinais” para ver o por do sol. Não bastasse a vista estonteante, o lugar ainda dispõe de mesinhas pra você levar seu vinho, seus queijos e fazer desta uma experiência ainda mais prazerosa. É impagável a junção da maravilhosa vista com o sol se pondo ao fundo, a descontração (muitos jovens locais fazem isso) e uma boa bebidinha pra dar o clima de novas amizades.

 

signal hill

Signal Hill
Vinicius Basso

 

 

Este é o ponto em Signal Hill de onde o povo salta com os parapentes. Vinicius Basso

Este é o ponto em Signal Hill de onde o povo salta com os parapentes.
Vinicius Basso

 

 

Signal Hill - ai que vista hein. Vinicius Basso

Signal Hill – ai que vista hein.
Vinicius Basso

 

 

CAMPS BAY – Essa é a praia mais badalada da cidade. Ali estão os melhores hotéis e restaurantes pra quem quer ficar mais próximo do clima praiano. “Gente fina, elegante e sincera” – foi essa a impressão do Vinicius diante da maravilhosa praia, que divide seu espaço com montanhas altas e um verde deslumbrante. Para onde quer que se mire, colírio para os olhos. 

 

Camps Bay Vinicius Basso

Camps Bay
Vinicius Basso

 

CHAPMAN’S PEAK DRIVE – A partir de Camps Bay, passar pela estrada beira mar em Cape Town é um super mega programa! A estrada estreita que passa por toda a costa oeste da cidade possui uma vista matadora. É a visão do paraíso, gente. Chapman’s Peak Drive é citada em diversas listas daquela série “coisas que devemos fazer antes de morrer”. Dica: nunca vá sozinho. Motivo: enquanto um dirige, o outro precisa estar com a atenção completamente voltada para as fotos cinematográficas que saem de lá. O segredo é fazer um revezamento ao volante. Dirigir pela Champman’s Peak Drive é uma oportunidade única e foi uma das experiências mais marcantes na viagem do Vinicius. Muito importante: na África do Sul, a mão é inglesa. Para quem está acostumado a dirigir do lado oposto, ok. Para quem nunca tentou, é melhor não arriscar e contratar um motorista para este passeio. 

 

Chapman's Peak Drive Vinicius Basso

Chapman’s Peak Drive
Vinicius Basso

 

 

Chapman's Peak Drive - afff Vinicius Basso

Chapman’s Peak Drive – afff
Vinicius Basso

 

HOUT BAY –  Do porto localizado nessa praia saem os passeios de barco que vão até o meio do oceano “visitar” as focas. Não deixem de fazer isso, gente. O Vinicius disse que a vista a partir do mar para as montanhas é maravilhosa e que as foquinhas são super simpáticas! 

 

As focas Vinicius Basso

As focas
Vinicius Basso

 

 

Hout Bay

Hout Bay
Vinicius Basso

 

 

O Vinicius em Hout Bay

O Vinicius em Hout Bay

 

CABO DA BOA ESPERANÇA – Fica um pouco longe da cidade, mas é uma visita histórica, super importante. Nada paga estarmos cara a cara com um lugar tão emblemático, sobre o qual tanto aprendemos na escola, certo? Sobe-se a montanha Cape Point até o farol, considerado o mais brilhante do mundo e, lá de cima, a visão do extremo sul da península é fantástica. Este ponto é tido como o encontro dos oceanos Atlântico e Índico, apesar de não ser beeem ali que isso acontece – o lugar exato é ali pertinho, na Cape Agulhas, mas o que vale é o conjunto da obra, certo? Segundo o Vinícius, “o que é uma localização exata diante daquela vista deslumbrante?”. Concordo com ele, kkk. 

 

Cabo da Boa Esperança

Cabo da Boa Esperança

 

 

Cape Point

Cape Point

 

No caminho de volta, escolher algum dos restaurantes que ficam escondidinhos na costa e almoçar com uma bela visão do mar é sempre uma boa pedida. O Vinicius foi ao restaurante The Black Marlin Bayside Grill e comeu o famoso “King Klup”, um peixe saborosíssimo típico da região. Dali, dá para continuar a jornada até a praia dos pinguins. Ele não foi, por causa de um acidente na estrada, mas recomenda muito a todos fazerem isso. 

 

The Black Marlin Bayside Grill

The Black Marlin Bayside Grill

 

BAIRRO DE WOODSTOCK: Antigo distrito industrial de Cape Town o bairro concentra a cena “cool” da cidade, com inúmeras lojas de móveis de design, bugigangas e roupas “hippie-chic” em uma mesma rua. Neste mesmo bairro está o complexo Old Biscuit Mill.

 

Bar e loja de móveis design em Woodstock. Vinicius Basso

Bar e loja de móveis design em Woodstock.
Vinicius Basso

 

Sábado de manhã é a melhor hora para visitar o local: DJ tocando ao vivo, restaurantes badaladíssimos com mesas ao ar livre e uma feira de moda com roupas assinadas por novos estilistas, tudo a preços ultra convidativos! Não deixem de visitar. Para quem estiver programando a viagem com antecedência, a dica máxima é tentar conseguir uma reserva no Restaurante The Test Kitchen, que fica no Old Biscuit Mill. É maravilhoso – já falei dele aqui no blog, cliquem no link – BARATO e, consequentemente, disputadíssimo. Para vocês terem uma ideia, eles estão reservando mesas apenas para daqui 2 meses!

 

The Old Biscuit Mill

The Old Biscuit Mill
Vinicius Basso

 

The Old Biscuit Mill Vinicius Basso

The Old Biscuit Mill
Vinicius Basso

 

 

Almoço no Old Biscuit Mill Vinicius Basso

Almoço no Old Biscuit Mill
Vinicius Basso

 

LONG STREET: É a rua da badalação em cape Town. Imagine uma rua INTEIRA de bares, boates e restaurantes descoladíssimos, pra você curtir sua noite sem se preocupar em pegar táxi ou carro para se deslocar. Tem pra todos os gostos, um do ladinho do outro. O melhor é que os bares possuem sua pista de dança e você não precisa pagar pra entrar. Dá, inclusive, para entrar e sair quantas vezes quiser, de acordo com sua vontade. Bacana, hein? Vinicius resume: “chegue, coma, beba, escolha sua música e dance all night long”.

 

Long Street

Long Street

 

Ainda na Long Street, não deixe de ir ao restaurante FORK TAPAS  (84 Long Street, Cape Town 8001 – Tel +27 (0)21 424 6334). É uma verdadeira experiência gastronômica. Os pratos são servidos com arte e o sabor é algo incomparável. Sem sombra de dúvidas um dos melhores restaurantes da cidade. O lugar é pequeno e bem aconchegante, com uma luz baixa e paredes de tijolos. Dica: chegue cedo para não ficar na fila.

 

Tapas @ Fork

Tapas @ Fork

 

HOTEL: quando há um hotel da rede TAJ na cidade, é impossível que passe despercebido. Cape Town não foge á regra e tem um exemplar charmosíssimo, impecável em se tratando de serviço e decoração no mais clássico estilo inglês. Lá é servido o tradicional Five O’Clock Tea e a recepção fica tomada pelo cheiro maravilhoso do chá Earl Grey. Fora as guloseimas que dispensam comentários, ui!

 

Five O'Clock Tea @ Taj Cape Town

Five O’Clock Tea @ Taj Cape Town

 

Vinicius diz que o que mais o impressionou em Cape Town foram os preços, pois nunca esteve em uma cidade tão badalada e tão barata ao mesmo tempo. Ele contou que gasta-se no máximo US$30,00 por pessoa nos restaurantes mais sofisticados. No dia a dia as coisas ficam ainda mais em conta. Uma pizza com cerveja, por exemplo, sai em média US$ 10,00 ou US$15,00. Tudo em Cape Town tem um preço extremamente acessível. Para ele, isso faz com que a cidade fique ainda mais charmosa, sem nenhuma ostentação.

 

Estou louca para conferir. Partiu Cape Town?

Postado por às 15:36

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A linda Adriana Bittencourt é estilista, designer de jóias e vive na ponte aérea Brasil/Londres/Marrakech. No ano passado eu fui para Marrakech e um post sobre a cidade já estava programado mas, como a Dri é local por lá, decidi fazer este Check In.

 

Ela me passou uma lista de dicas super descoladas da “cidade vermelha”, que é uma das mais importantes e bonitas do Marrocos. Vamos lá?

 

LUGARES QUE DEVEM SER VISITADOS:

 

– Jardim Majorelle (YSL) – Um dos lugares mais charmosos da cidade, mistura paisagismo e arte moderna. Criado em 1920 pelo pintor francês Jacques Majorelle, o local foi nomeado diversas vezes como um dos 50 jardins mais bonitos do mundo. Delícia passear entre os diferentes jardins e fontes, com seus detalhes em azul-cobalto. Dentro do jardim há um museu de artesanato islâmico. Lá estão depositadas as cinzas do estilista Yves Saint Laurent, dono do local, morto em junho de 2009.

 

No Jardim Majorelle

No Jardim Majorelle

 

– Palais de la Bahia – O palácio dos anos 1860 foi instituído por Si Moussa, grão-vizir do sultão. Fica na Medina de Marrakech, ao longo da borda norte do Mellah, o bairro judeu. Seu pátio de mármore cheio de caminhos multicoloridos com fontes e esculturas é uma belezura. Seu nome significa “brilho”. Decoração do chão ao teto, uma coisa linda.

 

Palais de la Bahia

Palais de la Bahia

 

– Jardim Menara – próximo ao sopé do Alto Atlas, este é um complexo de vários jardins e pomares. Seu lago central é cercado por milhares e milhares de oliveiras. Foi construído no século 12 pelos reis Almohads. Há um pavilhão típico, com telhado verde piramidal existente nos jardins, construído pelos reis saadi, de onde deriva o nome do lugar. 

 

Jardim Menara

Jardim Menara

 

– Marrakech La Palmeraie Club Med – quem se hospedar no Club Med, deve fazer os circuitos oferecidos pelo hotel. A Dri frisa o passeio com camelos!

 

– Golf – O Marrocos é famoso por seus campos de golf e Marrakech tem orgulho de seus clubes, apresentando uma oferta interessante de campos desenhados por arquitetos de renome e muito bem equipados. Ela recomenda  o The Amelkis Royal Golf Club, que é bacana para almoçar também e tem uma vista maravilhosa, além do Royal Golf  Club.

 

Golf no Amelkis

Golf no Amelkis

 

PARA ALMOÇAR:

 

Nos hotéis – Ela indica os restaurantes dos hotéis La Mamounia, Amanjena, Taj Palace e Selman, os dois últimos recém inaugurados e com décor cinematográfico. Aos sábados e Domingos, o almoço na piscina do La Mamounia fica repleto de habituées, vale a pena conferir. O brunch de Domingo pode ser no novo Hotel Palais Namaskar, ou no Pacha, restaurante do Hotel Crystal, que acontece na piscina e com música ao vivo. Show.

 

A piscina do la Mamounia

A piscina do la Mamounia

 

Na cidade – Ela adora o Café de la Poste, um dos melhores restôs de Marrakech, e a Table du Marché, outra referência gastronômica da cidade.

 

La Table du Marché

La Table du Marché

 

PARA JANTAR:

 

L’Italien do La Mamounia (2 estrelas Michelin) e o Le Marocain, no mesmo hotel. Imperdíveis. O restaurante Dar Yacout é ma-ra-vi-lho-so. Seu design é do arquiteto e decorador Bill Willis, que projetou as casas de Yves Saint Laurent, Hermés e a da Dri também. Na hora de reservar, peçam mesa no salão do 1º andar, Visitem o terraço, a vista é linda!

 

No restaurante Dar Yacout

No restaurante Dar Yacout

 

O restaurante Dar Moha fica na medina, é excelente e já foi a casa de Pierre Balmain. O Le Comptoir Darna tem culinária marroquina contemporânea e dança do ventre. É super animado, assim como o BO-ZIN, que é especialmente simpático aos sábados. O Le Azar é uma brasserie libanesa deliciosa com dançarinas e música ao vivo. O Djellabar é um mix de restaurante e club do lendário DJ Claude Challe. Excelente. E por fim, a Dri ainda recomenda o Pacha, do Hotel Crystal, também para o jantar.

 

Olha que sonho o Dar Moha

Olha que sonho o Dar Moha

 

 

Le Comptoir Darna

Le Comptoir Darna

 

 

BO-ZIN

BO-ZIN

 

 

Djellabar

Djellabar

 

NIGHT CLUBS:

 

Vá ao SO Night Lounge, que fica no Sofitel. O Theatro Marrakech é considerado o melhor nightclub do país desde 2003. O theatro em questão foi inaugurado em 1952 como parte do primeiro Casino do Marrocos. É referência na noite.  Competindo com ele pelo título de melhor club marroquino, está o Pacha.  

 

SO Night Lounge

SO Night Lounge

 

RIADS:

Riad é o nome dado às casas ou palacetes típicos marroquinos. Entre suas características mais marcantes estão o fato de serem completamente fechadas para o exterior e se estruturarem em volta de um pátio interno central, normalmente ajardinado. O termo, aliás, significa “jardim”. As salas e quartos são abertos para este pátio e um aspecto importante do desenho dos riads é a noção islâmica de privacidade para as mulheres dentro dos jardins residenciais.

 

Riad em Marrakech

Riad em Marrakech

 

 

Muitos dos antigos riads se transformaram em casas para hospedagem, como se fossem pequenos hotéis, algo como uma guest house. Ou seja: dá para se hospedar num autêntico riad. Demais, né? 

 

A Dri super indica o luxuoso El Fenn, do empresário britânico fundador do Grupo Virgin, Sir Richard Branson (gente, esse riad é BÁRBARO, tem 20 quartos, 3 piscinas, um riad private com 4 quartos, spa e tudo mais, com uma arquitetura histórica deusa. Vou fazer um post só sobre ele).

 

El Fenn

El Fenn

 

O La Sultana é um misto de hotel e riad, super luxuoso também e muito bem localizado, no bairro histórico de Kasbah.

 

La Sultana

La Sultana

 

Há a opção de se alugar um riad inteiro só para você e isso é ainda mais bacana e exclusivo do que ficar nos riads-hotel. É perfeito para quem quer uma experiência de alto luxo vivendo por dias em um palácio de mil e uma noites do século 18 tendo à disposição um staff treinadíssimo e concierge exclusivo. Agora você quer saber da melhor? A Dri tem um riad, o Riad Nour, e ela aluga! Quem quiser saber mais detalhes é só perguntar, tá? 

 

SPA:

 

Para mais uma experiência “mil e uma noites”, a Dri recomenda o Les Bains de Marrakech. Para spa detox, fique com o do Hotel Selman e no spa do La Mamounia, não deixe de fazer hamman gommage.

 

No Spa do La Mamounia

No Spa do La Mamounia

 

COMPRAS:

 

O souk é muito interessante para se visitar e comprar souvenires, mas se você busca artigos de qualidade, ela tem os endereços certos. E mesmo porque, desse assunto ela entende e muito! Um dos lugares que ela indica é a “Daslu” de Marrakech (Boussaib 7 Derb Baissi Kasbah), que tem absolutamente tudo do souk com qualidade e preços fixos. O atendimento é espetacular, tudo sai dali embalado e o serviço de transporte deles é excelente. 

 

Olha a Dri no souk

Olha a Dri no souk

 

Para comprar roupas (kaftans e batas): a Akbar Delights é a única boutique bacanuda no souk. Fica pertinho da Place Jemaa el Fna. A Moor também é ótima e fica na 7, Rue des Anciens. A Concept Store tem peças lindas e está bem em frente ao Jardim Majorelle. Dica da Dri: na dúvida, compre nas lojas dos hotéis. 

 

Loja de décor: Mustapha Blaoui – aqui você encontra peças lindas para a casa, como tapetes, móveis, lanternas…eles mandam tudo para o Brasil, sempre atendem a Dri e ela ama. A seleção de pashminas e tecidos é bárbara.

 

Eu adorei as dicas e já estou até com vontade de voltar para Marrakech! Obrigada, Dri!

 

brincar com as serpentes na praça

 

 

 

 

Postado por às 18:21

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A Ligia Costa é bem das minhas: ela também faz parte da turma que acha viajar o grande investimento de nossas vidas. E ela acredita tanto nisso que está fazendo, aos 27 anos de idade, sua volta ao mundo. Vocês nem imaginam como eu me empolgo toda ver que um leitor chega até mim com uma história fantástica dessa.Porque dar a volta ao mundo é algo que exige planejamento, coragem e uma dose enorme de desprendimento, mas os resultados são sempre absurdamente enriquecedores.  

 

 

Bem, a Ligia é publicitária, apaixonada pela fotografia de surfe e todo o lifestyle envolvido e o roteiro dela foi elaborado tendo como base esta atividade bárbara. Ela está fazendo registros fotográficos incríveis dos lugares que tem visitado (confiram no site www.taporonde.com e também através de seu Instagram @licosta11), mas é claro que além da fotografia e do esporte, muitas experiências fantásticas estão sendo vividas nesta viagem.

 

O roteiro dela é de cair o queixo e por enquanto já conta com lugares “muito desagradáveis”, como Hawaii, Fiji, Polinésia Francesa, Maldivas, Tailândia e Indonésia. Chato né? Mas é aquilo que eu digo: só aproveita essas oportunidades quem nelas se joga. Admiro muito quem toma esta decisão de sair pelo mundo para viver uma aventura tão marcante assim.

 

Estou babando nas paradas que ela já fez e pretendo falar sobre cada lugar visitado pela Lígia em sua volta ao mundo, mas precisava escolher algum deles para dar início e as Ilhas Whitsunday foram as eleitas.

 

As Whitsunday Islands formam um arquipélago localizado no estado de Queensland, região nordeste da Austrália. São 74 ilhas idílicas, a maioria inabitada, bem ali no meio da Grande Barreira de Corais e do Mar de Corais. É sem dúvida uma das paradas obrigatórias para quem aprecia a vida submarina, admira águas claríssimas e curte atividades como mergulho e a navegação em grandes veleiros, como antigamente.

 

Black Island

Black Island
Foto de Ligia Costa

 

A Ligia montou base em Airlie Beach, no continente, charmosa cidadezinha portuária, de onde saem todos os passeios para as ilhas. Airlie Beach é o paraíso dos mochileiros. Ela se hospedou no Waterfront Backpackers, hostel extremamente bem localizado, seguro e confortável. Ideal para quem encara numa boa este tipo de hospedagem mais alternativa. Para quem estiver disposto a gastar mais, ela indica o Airlie Beach Hotel, com quartos excelentes e opção de vista para o mar. 

 

Airllie Beach

Airllie Beach

 

Os aeroportos mais próximos de Airlie Beach são Prosperpine, no continente, e Hamilton Island, na própria ilha. Ficar hospedado em Hamilton Island também é uma boa pedida. os passeios saem tanto de lá como de Airlie Beach. Vejam o mapa abaixo para entenderem melhor as localizações. Eu fiquei um pouco confusa, mas com a imagem me achei rapidinho:

 

Vejam no mapa a localização de Airlie Beach, do aeroporto de Prosperpine e da Hamilton Island

Vejam no mapa a localização de Airlie Beach, do aeroporto de Prosperpine e da Hamilton Island

 

Existem inúmeras opções de cruzeiros e passeios para o Arquipélago de Whitsundays, desde em veleiros antiquérrimos até em barcos e yachts super equipados, com todo luxo e conforto. Dá para escolher entre cruzeiros de 2 ou 3 noites ou viagens que duram até uma semana. A Ligia diz que é bacana se informar, pois há alguns específicos para casais e é bom adaptar o roteiro de acordo com sua viagem. 

 

Whitehaven Beach

Whitehaven Beach
Foto de Ligia Costa

 

A maioria dos cruzeiros tem como atração principal a praia de Whitehaven, a terceira mais bonita do mundo segundo o TripAdvisor. Famosa pela areia de sílica, muito fina e clara, e pela água azul turquesa, com visibilidade perfeita, a praia é realmente imperdível!

 

Whitehaven Beach + Ligia Costa

Whitehaven Beach + Ligia Costa

 

A Ligia escolheu um cruzeiro mais rústico e viajou a bordo do Solway Lass, um veleiro de 112 anos! Ela disse que foi o máximo passar a noite ouvindo as histórias do capitão, velejar sob a lua cheia, apreciar o por do sol do deck refletindo na vela e pular na água segurando a corda que ficava amarrada em um dos mastros, no melhor estilo Tarzan do Oceano, kkk.

 

No veleiro

No veleiro

 

 

Por do sol a bordo Foto de Ligia Costa

Por do sol a bordo
Foto de Ligia Costa

 

Ela também me contou que a comida no cruzeiro é excelente e que foi extremamente bem recebida. A tripulação super animada impede qualquer momento de tédio. O único detalhe que ela achou um pouco “chato” foram os banhos, que devem durar no máximo 2 minutos e fizeram ela sentir falta de uma bela ducha. Mas no final das contas, este é um senão que nem dá para ser levado em consideração.

 

O veleiro

O veleiro
Foto de Ligia Costa

 

Pedi para a Ligia nos passar um apanhado de dicas sobre o que fazer durante esta viagem pelas Whitsunday Islands e ela me mandou várias informações bacanas, separadas por “tema”. Vejam:

 

No MAR, veleje, alugue um jet-ski para explorar as ilhas e os pontos onde ficam as tartarugas. Mergulhe: a Barreira de Corais é um dos lugares mais procurados do mundo para esta atividade, devido à diversidade e beleza da vida submarina. Se você curtir, faça um dos tours específicos de pesca esportiva. Pratique SUP, passeie em um caiaque.

 

Whitehaven Beach

Whitehaven Beach
Foto de Ligia Costa

 

Em TERRA, a lagoa de Airlie Beach é perfeita para um banho de sol seguida por um mergulho refrescante. Dê uma volta pela rua principal, cheia de lojinhas e restaurantes de frutos do mar. Dentre os passeios, a Whitsunday Great Walk é uma caminhada de aproximadamente uma hora em meio à natureza que possibilita apreciar as ilhas vistas do continente. É excelente para fotografar paisagens. 

 

Água transparente em Black Island Foto de Ligia Costa

Água transparente em Black Island
Foto de Ligia Costa

 

No AR, o voo sobre a Grande Barreira de Corais é espetacular. A mistura de cores da água, os diferentes tons de azul e os bancos de areia formam uma pintura, uma verdadeira obra de arte da natureza. Há voos de 30 minutos e de 1 hora. A Ligia diz que sempre devemos optar pelo mais longo, pois o avião sobrevoa o coração da barreira de corais, uma ilha com o formato perfeito de um coração. 

 

O coração da barreira de corais. Absolutamente fantástico.

O coração da barreira de corais. Absolutamente fantástico.

 

Olha, eu até ia finalizar o texto com alguma frase de efeito, mas aqui nesse caso, a imagem realmente vale mais que mil palavras.

 

Adorei, Ligia. Muito obrigada! E claro que nós vamos querer saber tudinho sobre os outros destinos da sua volta ao mundo!

 

Postado por às 8:00

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O artista plástico Gabriel Güyrá é referência mundial em se tratando de mosaico artístico e passou um mês no Chile por conta de um evento muito bacana que aconteceu em Santiago. Ele foi o primeiro brasileiro selecionado para integrar o time que estrelou a 1ª Intervenção Urbana Internacional de Mosaicos, um super encontro de artistas que reuniu 80 participantes de 23 nacionalidades diferentes, trabalhando juntos em uma só obra. Coisa grande, gente.

 

A obra do Gabriel na fachada do edifício em Puente Alto

A obra do Gabriel na fachada do edifício em Puente Alto
Foto de Gabriel Güyrá

 

 

Eles fizeram um mosaico coletivo de 200 metros quadrados na fachada da prefeitura de Puente Alto, comuna de Santiago oficialmente declarada “comuna capital do mosaico urbano” pois, antes mesmo deste evento do qual o Gabriel participou, o lugar já contava com o maior e mais bem sucedido projeto de mosaico urbano da América do Sul: uma obra de 4 mil metros quadrados!! Esses chilenos sabem tudo mesmo sobre obras gigantes, fala sério. O Gabriel achou incrível a troca de experiências, técnicas e estilos entre os artistas vindos de quase todo o mundo e também amou passar esses 30 dias no Chile, entre Santiago, Viña del Mar e Valparaíso, de onde voltou cheinho de dicas para a gente. Ele, que viveu por 11 anos em Barcelona e por conta disso conhece muito bem a Europa com suas cidades pra lá de inspiradoras, ficou impressionado com a beleza e a cultura dos lugares por onde passou nesta temporada chilena. 

 

Puente Alto e seu mosaico urbano

Puente Alto e seu mosaico urbano

 

Em Santiago, o que chamou sua atenção e encantou, logo de cara, foi a vista da cordilheira, que te acompanha por onde você estiver. A presença da montanha é imponente e, para completar, tanto o sol como a lua, nascem por detrás dela. Espetáculo diário. Além das belezas naturais, observadas em diversos pontos, Santiago é uma cidade limpa, bem organizada, com transporte público eficaz e tem museus muito interessantes para se visitar. O bom de pegar as dicas de um super artista como ele é o fato de que ficamos por dentro de tudo o que é imperdível em se tratando de museus e exposições, sejam elas oficiais ou aquela arte que faz parte do cenário urbano. Show.

 

A magnitude da cordilheira, sempre presente em Santiago

A magnitude da cordilheira, sempre presente em Santiago

 

O Museu de Belas Artes tem um acervo de mais de 5000 obras de artistas do mundo todo, alem das exposições temporárias. Reserve um tempinho para ele, pois tudo ali vale a pena. O edifício, por si só, já é um espetáculo e ele está recheadíssimo de obras muito interessantes.

 

O Museu de Belas Artes

O Museu de Belas Artes
Foto de Gabriel Güyrá

 

 

Museu de Belas Artes Foto de Gabriel Güyrá

Museu de Belas Artes
Foto de Gabriel Güyrá

 

Detalhes Museu de Belas Artes Foto de Gabriel Güyrá

Detalhes Museu de Belas Artes
Foto de Gabriel Güyrá

 

 

Outro museu que o Gabriel adorou foi o Pré Colombiano, com peças super importantes desta época e também do Chile e toda a América do Sul e Central. É bem completo e a visita é super educativa.

 

Fachada Museu Pré Colombiano

Fachada Museu Pré Colombiano

 

Gabriel fazendo graça no Museu Pré Colombiano

Gabriel fazendo graça no Museu Pré Colombiano

 

Detalhes exposições Museu Pré Colombiano Foto de Gabriel Güyrá

Detalhes exposições Museu Pré Colombiano
Foto de Gabriel Güyrá

 

O Museu de Arte Contemporânea já impressiona antes mesmo de você entrar no prédio: bem em frente a ele, temos um cavalo enorme de Fernando Botero antecipando as surpresas quem vêm na sequência.

 

O cavalo de Botero diante do MAC Foto de Gabriel Güyrá

O cavalo de Botero diante do MAC
Foto de Gabriel Güyrá

 

 

Visão geral da frente do MAC com a obra de Fernando Botero Foto de Gabriel Güyrá

Visão geral da frente do MAC com a obra de Fernando Botero
Foto de Gabriel Güyrá

 

Este museu conta com diversas instalações temporárias e uma delas é composta por um caminho de sal do Atacama, seguido por uma sala climatizada, cheia de camas com almofadas, aguinha gelada para beber, musica chill out, luz colorida bem baixa em vários tons e videos com imagens relaxantes projetadas na parede. O Gabriel foi até lá depois de almoçar um prato gigantesco de mariscos embaixo do calor de quase 40° que fazia em Santiago. Pergunta se ele deitou em uma das camas e dormiu profundamente por 2 horas no meio do museu? Sim. Ele ficou mais surpreso ainda ao descobrir que, além dele, muitos visitantes também fizeram a mesma coisa! Perguntei sobre qual o significado desta obra para ele e a resposta foi “vamos sonhar juntos”, kkk. Imagina entrar num museu e encontrar um monte de gente dormindo? Adorei.

 

A instalação onde Gabriel fez a siesta Foto de Gabriel Güyrá

A instalação onde Gabriel fez a siesta
Foto de Gabriel Güyrá

 

 

O Museu de Arte Contemporânea

O Museu de Arte Contemporânea

 

O bairro-delícia de Santiago é Bellavista e não pode deixar de ser visitado. É aqui que está a zona boêmia da cidade e sua área é repleta de bares, restaurantes e artistas de rua.

 

Cenas de Bellavista

Cenas de Bellavista

 

O Gabriel fez um mural exclusivo e instalou bem no meio de Bellavista. Para isso ele contou com a ajuda – e com o atelier – da artista chilena Paulita Mosaiquista, que organizou o processo e cedeu seu espaço para a confecção da obra. Bacanésimo. Acho demais o artista deixar sua marca, principalmente em uma cidade que tanto a valoriza. Olha que lindo ficou:

 

Mural de Gabriel Güyrá em Bellavista

Mural de Gabriel Güyrá em Bellavista

 

 

Coloridíssimo

Coloridíssimo

 

O Patio Bellavista é passagem obrigatória. Aqui, além de bares e restaurantes muito gostosos que servem pizzas, sushis e tapas, encontramos lojas, esculturas e mosaicos por todos os lados.

 

Entrada do patio Bellavista Foto de Gabriel Güyrá

Entrada do patio Bellavista
Foto de Gabriel Güyrá

 

Caminhando por Bellavista ainda vamos conhecer vários restaurantes de comida típica como os tradicionais Galindo, Venezia e Ciudad Vieja.

 

O Restaurante Galindo

O Restaurante Galindo

 

Bem pertinho do bairro temos também o Cerro San Cristobal, onde se sobe usando um bondinho como meio de transporte. A vista lá de cima é bárbara, dá para ver toda Santiago! É no Cerro San Cristobal que fica o zoo da cidade. Super legal de visitar, principalmente para quem está com crianças.

 

Vista do Cerro San Cristobal Foto de Gabriel Güyrá

Vista do Cerro San Cristobal
Foto de Gabriel Güyrá

 

 

Muita beleza no Cerro San Cristobal Foto de Gabriel Güyrá

Muita beleza no Cerro San Cristobal
Foto de Gabriel Güyrá

 

 

O bondinho

O bondinho

 

 

Cerro San Cristobal

Cerro San Cristobal
Foto de Gabriel Güyrá

 

 

O Zoo

O Zoo

 

Outro lugar bem interessante para se conhecer é o Mercado Central. Aqui, come-se frutos do mar da mais alta qualidade em restaurantes típicos que funcionam dentro do mercado mesmo. Segundo o Gabriel, os produtos não poderiam ser mais frescos!

 

Mercado Central

Mercado Central

 

Detalhe fofo de Santiago: a população de cachorros de rua é enorme. Durante o evento em Puente Alto, muitos cãezinhos acompanharam a obra, sempre junto dos artistas. Olha que graça a plaquinha que grande parte deles carrega no pescoço:

 

Foto de Gabriel Güyrá

“Guau!”
Foto de Gabriel Güyrá

 

O Gabriel me contou que, apesar de serem animais de rua, são todos grandes e bem tratados, então, ele concluiu que este artifício dá resultado! Legal, né?

 

Uma das confraternizações do grupo de artistas aconteceu em Pirque, que fica bem no pé da cordilheira, super próximo à Concha y Toro. O lugar é uma beleza, vejam que vista:

 

 

Foto de Gabriel Güyrá

Foto de Gabriel Güyrá

 

Mas vamos falar um pouco da costa chilena. O Gabriel visitou Viña del Mar e Valparaiso, que ficam distantes cerca de 2 horas de Santiago e achou as duas cidades incríveis, apesar de bem diferentes entre si. Ele as classificou como cidades “um passo, uma foto, outro passo, outra foto”, kkk, excelente. Esta definição é um ótimo sinal, certo? 

 

No caminho entre Viña e Valparaiso, o Gabriel já encontrou uma instalação artística Foto de Gabriel Güyrá

No caminho entre Viña e Valparaiso, o Gabriel já encontrou uma instalação artística
Foto de Gabriel Güyrá

 

Um dos marcos importantes de Viña del Mar é o famoso relógio gigante feito de flores, que fica no Paseo Alessandri. Bem, para um lugar conhecido como “cidade jardim”, nenhum cartão postal seria mais adequado, certo? O fato é que Viña é linda, cheia de plantas, um jardinzão mesmo, super tranquila e muito bonita. Bem na costa, a Avenida San Martin tem muito bares, restaurantes e o Casino de Viña. O Gabriel fez o tour completo e ainda terminou a noite em um karaokê, o que nos leva a concluir que a noite por lá é no mínimo animada.

 

Relógio de Flores Foto de Juliana Afonso

Relógio de Flores
Foto de Juliana Afonso

 

A praia de Reñaca é uma das mais belas da região. Vale a pena conhecer e mergulhar os pés no Pacífico. Você notará imediatamente quão fria é a água em comparação ao nosso Atlântico!

 

Reñaca

Reñaca
Foto de Gabriel Güyrá

 

 

Mais uma da bela Praia de Reñaca

Mais uma da bela Praia de Reñaca

 

Em Valparaiso, a paisagem da cidade impressionou o Gabriel por causa das casinhas construídas nos morros, todas coloridas. Aqui, é necessário pegar elevadores para chegar à parte alta da cidade, onde é bacana se perder pelas ruazinhas caminhando pelo Cerro Alegre, Cerro Concepción e Paseo Atkinson.

 

O elevador Foto de Gabriel Güyrá

O elevador
Foto de Gabriel Güyrá

 

 

Gabriel em Valpo

Gabriel em Valpo

 

Um detalhe que chama a tenção é a quantidade e qualidade da arte nas ruas, estampadas nas paredes de muitas e muitas casas, estabelecimentos, praças e até nos postes. Vocês não têm ideia da quantidade de fotos ilustrando a arte na rua que o Gabriel me mandou. Tive que condensá-las em mini montagens porque era coisa que não acabava mais.

 

 

Valparaiso Foto de Gabriel Güyrá

Valparaiso
Foto de Gabriel Güyrá

 

 

Valparaiso Foto de Gabriel Güyrá

Valparaiso
Foto de Gabriel Güyrá

 

 

Valparaiso Foto de Gabriel Güyrá

Valparaiso
Foto de Gabriel Güyrá

 

Na parte baixa da cidade está a Zona Portuária e muitos bons restaurantes de frutos do mar. O Caleta Portales, na via de mesmo nome, serve mariscos fantásticos a preços bem bons.

 

Foto de Gabriel Güyrá

Foto de Gabriel Güyrá

 

 

Valparaiso Foto de Gabriel Güyrá

Valparaiso
Foto de Gabriel Güyrá

 

Vale a pena visitar o Muelle Pratt, um dos lugares mais típicos de Valparaiso e centro turístico da cidade portuária, cheio de lojinhas de artesanato com produtos vindos de diversas partes do país. Fica na parte central da orla de Valparaiso, ao lado da Zona Portuária, e é de onde saem os barcos que levam os turistas para passear pela baía da cidade; e a Plaza Sotomayor, principal praça turística de Valparaíso e local das primeiras construções da cidade, como a Iglesya Paroquial e o convento de San Augustin. O esqueleto do primeiro dique da cidade, que foi construído com os restos da fragata espanhola Esmeralda, vencida em 1820 pelo marinheiro inglês Lord Thomas Cochrane, foi encontrado nessa praça. O belo prédio azul que ali está é a sede da Armada Chilena. 

 

Gabriel pelas ruas de Valparaiso

Gabriel pelas ruas de Valparaiso

 

Um lugar imperdível para os bons de garfo em Valparaiso é o restaurante típico J. Cruz, onde só são servidas chorillanas, um prato super tradicional com batatas fritas, carne, cebola e ovo frito. Nada leve, porém muito gostoso!

 

As ruazinhas da cidade Foto de Gabriel Güyrá

As ruazinhas da cidade
Foto de Gabriel Güyrá

 

Bem, em resumo, o Gabriel, que não conhecia o Chile, gostou tanto que já está fazendo planos de voltar para lá ainda neste ano. Eu amei as dicas e, principalmente, adorei saber sobre este encontro grandioso de artistas que revitalizou um prédio inteiro de uma só vez na capital. Bárbara a iniciativa, parabéns aos chilenos e a todos os envolvidos. Arte e cultura nunca é demais, né?

 

Bellavista, em Santiago Foto de Gabriel Güyrá

Bellavista, em Santiago
Foto de Gabriel Güyrá

 

Obrigada, Gabriel!

 

Imagina dar de cara com essa amiguinha no meio da rua? Foto de Gabriel Güyrá

Imagina dar de cara com essa amiguinha no meio da rua?
Foto de Gabriel Güyrá

 

Postado por às 18:59

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