Por quantas vezes planejei mentalmente minha ida ao Japão e adiei pois me faltava tempo? Mil vezes. E então, quando eu tinha tempo, não era a época das cerejeiras e eu deixava, de novo, para o próximo ano. Mas eis que desta vez tudo se encaixou e eu finalmente estreei na terra do sol nascente.

 

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Falar que o Japão é o lugar onde o antigo e o moderno estão em sintonia finíssima parece clichê, mas juro que não é, gente. Trata-se da mais pura realidade e é justamente isso que nos impressiona por lá. Ali é fácil observarmos a combinação perfeita entre cidades cosmopolitas e comunidades regionais totalmente arraigadas à cultura local, ou santuários com mais de mil anos de história e edifícios de vanguarda, tudo em plena harmonia.

 

Ao mesmo tempo em que a nação avança em ritmo non stop rumo ao futuro, sua herança, que é muito ampla e viva, continua preservada, e é bem interessante, uma loucura mesmo, notar isso tudo lado a lado. É uma contradição equilibrada. O país das cerejeiras, da tecnologia, dos trens bala, das tradições e da deliciosa comida está sempre nos provando de que os opostos se atraem sim e agradam todos os tipos de viajantes.

 

cerejeiras

 

Muito importante desmistificar os alto preços. Tem pra todos os bolsos. Eu fui na altíssima temporada, na floração das cerejeiras, mas com planejamento tudo fica viável.

 

É possível chegar ao Japão desde o Brasil via USA, inclusive compondo com Hawaii, tipo incrível fazer isso; via Oriente Médio, por Dubai, Doha ou Istambul; ou pela Europa, que foi o que fiz. Fui para Paris, dormi uma noite lá e segui para Tokyo. Dá para entrar por Osaka também. Como são 24 horas de voo direto (se tiver conexão a coisa ainda se estende), super arreguei e decidi parar em Paris, mesmo porque, na volta voei Osaka-Paris, fui até Positano, na Itália, e então Paris-SP, mas essa é outra história que logo logo estará no ar, aguardem.

 

Meu roteiro foi composto por 5 noites em Tokyo, 1 noite em Hakone, 6 noites em em Kyoto e entornos, 2 noites em Naoshima e 2 noites em Osaka. Para circular pelo país, só digo uma coisa: TREM. Você compra o passe no Brasil e roda o Japão inteiro da forma mais maravilhosa e eficaz possível. Fiz um Japan Rail Pass de 14 dias e ainda contratei os serviços da Takkiu Bin Service, que despacha suas malas e permite desmembrar a bagagem para que você não fique carregando tudo de um lado para o outro. Por exemplo: Saí de Tokyo com toda minha bagagem, mas levei apenas uma bolsa para Hakone, onde passei só uma noite, enquanto minhas malas seguiam despachadas direto para Kyoto, onde fiquei por um período maior. Super eficiente.

 

Tokyo

Tokyo

 

O Japão tem MUITA coisa para ser vista. Como é um país pequeno, é super possível fazer tudo em apenas uma viagem, nada que 20 dias por lá não resolvam. Claro que este é um destino que merece vários repetecos mas, com planejamento, dá para dar uma boa geral de uma vez só, sem dúvida. Muito importante ter um guia para otimizar a viagem e porque a comunicação é sim um problema, já que a maioria das pessoas não fala inglês ou fala o inglês-tosco. Muitas atrações devem ser bookadas com bastante antecedência, então não pensem duas vezes e contratem um bom guia. Nem preciso dizer que descobri isso porque “casa de ferreiro espeto de pau” então não vamos entrar em pormenores, mas eu deveria sim ter contratado um cara full time. Enfim.

 

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Tokyo é um sonho composto por modernidade, educação, prestatividade e organização. Trata-se de um lugar incrível, cosmopolita, que superou todas as minhas expectativas. Mesmo com tanta gente à sua volta, os japas fazem com que você se sinta único. A mistura de tradição com contemporaneidade é de encher o coração e basta olhar em volta para vermos enormes arranha céus e templos centenários juntos. O Monte Fuji como pano de fundo emoldurando a metrópole dá o plus.

 

Omotesando-dori

Omotesando-dori

 

Taí uma cidade boa para consumidores vorazes de eletrônicos e moda. As melhores lojas estão na estação Harajuku e no bairro Ginza, com destaque para a Avenida Omotesando-dori, que é uma espécie de Champs Elysées japonesa. Tokyo também é uma cidade de restaurantes únicos. Segue uma listinha daqueles que visitei e recomendo:

 

Ginza, Tokyo

Ginza, Tokyo

 

Sushi Taku – 2 estrelas Michelin, em Nishiazabu. O dono do lugar, Takuya Sato, é sushi chef e sommelier, então combina sushi com vinhos maravilhosos;

 

Benoit Tokyo – um bistrô Alain Ducasse que fica no 10º e 11º ndares do Aoyama Building em Shibuya-ku;

 

Inakaya East – Restaurante e Izakaya em Roppongi;

 

Narisawa – do chef Yoshihiro Narisawa, cuja influência francesa vem de Bocuse, Giradet e Robuchon. Sem mais. Ele funde a alta gastronomia francesa com uma profunda compreensão dos ingredientes japoneses. o resultado é incrível. Tem 2 estrelas Michelin e está na lista dos 50 melhores restaurantes do mundo como “Melhor na Ásia”. Precisa de reserva e antecedência, claro.

 

Seamom Guinza – fica em Guinza e tem um sushi de enguia maravilhoso;

 

Kanetanaka – em Omotesando. Imperdível;

 

Yakumo Saryo – restaurante de um bom gosto sem fim, super exclusivo. Pra reservar, diga que foi indicação de Masashi Shiobara. Pra mim, foi a melhor refeição (menu degustação – kaisek) da viagem.

 

Midore – em Ginza, é um restaurante bem simples, mais local e menos turístico, geralmente com fila na porta (e senha – tem que lembrar de perguntar como “soa” o seu número em japonês pois eles ficam gritando na calçada – e tem um aviso que não adianta dizer depois que não entendeu a chamada haha). O sushi é maravilhoso! Os pratos são maiores do que parecem nas fotos.

 

Takazawa – um dos melhores restaurantes de Tokyo. Japanese – fusion style. Super sofisticado. 3-5-2 Akasaka, Minato

 

L’Effervescence – francês super sofisticado. Ocorre que Tóquio tem algumas das melhores cozinhas francesas fora da França. Isso porque os chefs japoneses estudam com os melhores do mundo – Michel Bras e Heston Blumenthal, no caso de Shinobu Namae do L’Effervescence. Adicione ao produto da equação uma sensibilidade sazonal inata e um orgulho no bom serviço incorporado ao DNA e você vai começar a entender por que L’Effervescence é o que é. Para completar, o preço do menu de almoço é muito bom.

 

Two Rooms Grill Bar – contemporâneo internacional ótimo para o almoço, fica em Kita-Aoyama;

 

Kobe Beef Kaiseki 511 – pra quem gosta de carne, o must. Dear Plaza Akasaka, B1, Akasaka 4-3-28.

 

GORIO – para steaks incríveis. Fica em Ginza.

 

Comi muito kobe beef em Tokyo. Delícia.

 

Em Ebisu tem uns lugares onde os japas vão jantar depois do trabalho. São vários Food Markets, com diferentes tipos de cozinhas. Você escolhe um balcãozinho, mas se quiser o sushi de um e a cerveja o outro não tem problema, é só pedir que eles te servem assim. É tudo bem barato, gostoso e sem turistas, o que complica um pouco pois demora para achar alguém que fale inglês. Se nenhum bilingue surgir, peça “Osusume”  que significa “what ever u recomend”. Sério.

 

Há muitos restaurantes e lojinhas no Tsukiji Fish Market. Muito bacana conhecer.

 

TURISTANDO:

 

O Asakusa Kannon é um dos mais antigos e belos templos de Tokyo: em 628, dois pescadores tiraram do rio Sumida uma pequena estátua de ouro de Kannon, a deusa da misericórdia. Essa estátua pode ser observada até hoje no local. Imperdível o passeio pelos jardim do santuário, ir até o joukoro – queimador de incensos – e caminhar pela Nakamise-dori, rua repleta de artigos típicos, como quimonos, leques e chinelos.

 

Templo de Asakusa Kannon

Templo de Asakusa Kannon

 

Nakamise-dori

Nakamise-dori

 

Palácio Imperial – O imperador japonês e sua família ainda vivem no Palácio Imperial de Tokyo, que foi sede do shogun Tokugawa de 1603 a 1867 e se transformou em Residência Imperial apenas em 1868. Durante a Segunda Guerra Mundial, o local foi destruído, mas reerguido novamente com o seu esplendor original. É incrível observar, mesmo que de longe, o contraste formado por sua arquitetura antiga em pleno coração financeiro de Tokyo. A propriedade imperial tem, aproximadamente, o mesmo tamanho do Central Park em NYC, e o acesso ao público só é permitido em duas datas: no ano-novo e no aniversário do imperador. Porém, nos demais dias, os visitantes podem conhecer os fantásticos jardins e parques que fazem parte do terreno do palácio. Um dos lugares mais procurados é a bela ponte Nijubashi e seu arco duplo em pedra. Vale a vista e a foto! 

 

A famosa ponte e o Palácio Imperial

A famosa ponte e o Palácio Imperial

 

Roppongi Hills é um complexo de prédios e áreas de lazer localizado na área central de Tokyo construído pelo famoso Minoru Mori. Tem excelentes vistas, lojas e restaurantes. Visite o MORI Art Museum. 

 

Tokyo Midtown fica no centro de Roppongi, e também inclui apartamentos, escritórios, lojas, restaurantes, museus, parque e o super luxuoso Ritz Carlton Tokyo. O edifício Galleria é um elegante complexo de compras e restaurantes de 4 andares que também abriga o Museu de Arte Suntory, um dos museus do “Art Triangle Roppongi”. O espaço verde é encontrado atrás dos prédios de Tokyo Midtown, incluindo um agradável jardim de estilo japonês chamado Hinokicho Park.

 

Akihabara fica em Chiyoda e é onde estão localizadas milhões de lojas de eletrônicos, onde encontramos produtos com preços bem bons. 

 

Shinjuku Gyoen é um lindo parque no meio de Tokyo. Foi originalmente a residência particular de um senhor feudal e hoje é considerado um dos jardins mais importantes da era Meiji. É cheio de gramados, árvores, lagoas e combina paisagismo japonês com os estilos inglês e francês.

 

O Parque Ueno abriga templos, museus, entre eles o Museu Nacional de Tokyo, e tem como atração máxima as cerejeiras. São mais de 1000 árvores, então imagina isso tudo florido. Deslumbrante.

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Gente, os museus, todos o museus são fantásticos. Não percam, vasculhem as programações, explorem. A arte japonesa, as coleções, é tudo muito bárbaro. São muitas opções imperdíveis, como o Museu de Arte Contemporânea e o Nezu Museum, entre outros.

 

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Em Tokyo me hospedei no The Capitol. Excelente.

 

Seguindo viagem:

 

Hakone é um balneário muito popular, bastante procurado por suas nascentes hidrominerais. A área da cidade fica sobre um antigo vulcão inativo, e daí que vêm suas fontes termais. Vale fazer um cruzeiro pelo lago Ashi e andar de teleférico desde o Monte Komagatake até o vale de Owakudani, de onde dá para ver os vapores que saem das fendas vulcânicas. O Hakone Open Air Museum é um museu a céu aberto muito bacana, como se fosse um Inhotim japonês, com várias esculturas modernas de artistas diversos, espalhadas pelos lindos jardins, incluindo até um pavilhão inteiro dedicado a Picasso.

 

Cruzeiro pelo Lago Ashi

Cruzeiro pelo Lago Ashi

Hakone Open Air Museum

Hakone Open Air Museum

 

Em Hakone me hospedei no Gora Kadan que, na verdade, não é um hotel, mas sim um Ryokan japonês tradicional, com camas de tatame, shiatsu, ofurôs privativo ao ar livre…O Gora Kadan fica na propriedade da antiga villa de verão da família Imperial, e chama a atenção pelo seu design, totalmente harmonioso com as montanhas próximas, misturando a tradição japonesa e elementos modernos. É membro do Relais & Chateaux desde 1981 e isso diz MUITO sobre seu padrão de hospedagem e serviços.

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Kyoto é um lugar onde as tradições japonesas podem ser vistas de maneira autêntica. Cidade das gueixas e dos samurais, tem cerca de 2 mil templos, budistas e xintoístas. A cidade está a apenas 2h30 de Tokyo e é um banho de cultura, nos colocando em contato direto com a essência de tudo. Pensem em um lugar onde é possível observar de perto rituais como a meditação zen, a cerimônia do chá, as gueixas vestidas em seus quimonos de seda e a arquitetura histórica nos templos budistas e santuários xintoístas. Kyoto foi capital do Japão por séculos e abriga um de seus palácios imperiais (o outro está em Tokyo), além de tesouros como o Palácio Katsura Rikyu, também propriedade imperial, e o castelo Nijo, que era uma espécie de quartel general do xoguns. Para quem gosta de cultura popular, é importante saber que lá acontecem 3 edições de Matsuris, um festival super animado, coloridíssimo, talvez uma versão japonesa do carnaval.

 

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Não deixe de visitar os templos Kinkaku-ji, um dos símbolos de Kyoto, onde eu aposto que você vai tirar uma foto com o Pavilhão Dourado, Kiyomizudera e Ginkaku-ji, patrimônios mundiais pela UNESCO.

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Rodeada por montanhas, Takayama fica na região conhecida como Centro de Honshu, que engloba as áreas entre Tokyo e Kyoto. Seus altos picos fizeram com que se mantivesse isolada, então suas ruas são super conservadas, com pequenas lojas, museus e restaurantes. A cidade é conhecida pelo super famoso Festival Takayama Matsuri, que acontece duas vezes por ano, na primavera (Sanno Matsuri/pedidos para um bom ano de plantações) e no outono (Hachiman Matsuri/agradecimento pelas colheitas), com procissões e desfiles de carros alegóricos. É considerado um dos 3 mais bonitos do Japão e acontece desde o século 16. Super típico.

 

As alegorias do Takayama Matsuri

As alegorias do Takayama Matsuri

 

Nara está a 1 hora de trem partindo de Tokyo. Foi a capital do Japão durante 74 anos a partir de 710. Daí a cidade cresceu e se tornou um centro Budista no país, por isso que guarda templos importantíssimos e antiquíssimos. O destaque principal é o gigantesco templo budista Todaiji, o maior edifício de madeira do mundo, que abriga o elegante Daibutsu, o Grande Buda de bronze. Em volta do Parque Nara você encontrará outros grandes tesouros, como o pagode de Yakushiji e outro belo templo, o Horyuji. Preparem-se para o excesso de fofurice dos cervos andando pelas ruas e jardins da cidade. O bichinho é sagrado e convive com as pessoas numa boa.

 

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Kamakura, a 50 km de Tokyo, é sagrada para os japoneses e preserva muitas marcas da história. Seus templos, santuários e monumentos à beira do mar, cercados de florestas, fazem da pequena cidade um lugar ímpar. O ponto mais visitado é o magnífico Grande Buda, uma estátua de bronze de 13,5 metros, erguida em 1252. Tufões, terremotos e tsunamis destruíram os templos que guardaram o buda, mas a estátua resistiu. 

 

O grande Buda de Kamakura

O grande Buda de Kamakura

 

A cidade tem 3 templos que valem a pena ser visitados: o templo de Hasedera fica no alto de um morro, de onde se tem uma vista linda para a cidade, e é famoso por seus jardins; o templo Hokokuji fica no meio de uma floresta de bambus e tem uma casa de chá aberta ao público que serve o matcha, bebida utilizada na tradicional cerimônia do chá; o Zeniarai Benten fica em meio às trilhas que ligam alguns dos principais pontos turísticos de Kamakura e é super procurado por causa da lenda que diz que quem lava o dinheiro na fonte da sua gruta, recebe a mesma quantia em dobro. Ui. 

 

Templo de Hasedera

Templo de Hasedera

 

Japão

Os bambus do templo de Hokokuji

A lenda do dinheiro lavado em Zeniarai Benten

A lenda do dinheiro lavado em Zeniarai Benten

 

 

Naoshima, onde se chega de ferry boat, é um pequena ilha japonesa localizada localizada no mar de Seto, sul do país, que tem apenas três mil habitantes e hoje abriga uma das mais criativas galerias de arte contemporânea a céu aberto do mundo, além de museus com acervos da mais alta qualidade projetados pelo ultrapremiado Tadao Ando, o mais famoso arquiteto japonês. Lá a gente vê Hiroshi Sugimoto, Yukinori Yanagi, Yayoi Kusama, Andy Warhol e até Monet. Até 25 anos atrás, Naoshima era uma área semiabandonada, poluída, basicamente um ponto ignorado no Japão, mas esse quadro começou a mudar a partir de 1992, quando um dos homens mais ricos do país e colecionador de arte Soichiro Fukutake, propôs que Ando construísse museus na ilha para expor seu grande acervo. Hoje, é um e exemplo mundial do poder transformador da arte, recebendo cerca de 400 mil visitantes anualmente em busca de suas mostras e exposições em meio ao cenário rural japonês.

 

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O museu Benesse House é o principal de Naoshima e tem quatro edifícios projetados por Ando Tadao, todos eles com galerias de arte e quartos de hóspedes. O Benesse House Oval, também projetado por Ando, é o mais luxuoso hotel da ilha, com apenas seis quartos, repletos de obras de arte. Suas curvas de concreto e jardins suspensos dialogam com a paisagem natural da ilha.

 

Oval

Oval

Museum

Museum

Suite do Park

Suite do Park

 

Hóspedes dos edifícios “Museum” e “Oval” têm acesso 24h às obras de arte dos museus onde dormem. Aqui, nada a ver com o Inhotim. Apesar da arte a céu aberto, é tudo muito mais distante, maior, diferente mesmo. Me hospedei no edifício Park da Benesse House. Incrível. 

 

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A escultura Yellow Pumpkin, de Yayoi Kusama, é o cartão postal da ilha e foi projetada especificamente para o local onde está.

 

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As ilhas vizinhas de Naoshima, Teshima e Inujima, também foram revitalizadas com projetos artísticos. Hoje, o circuito das 3 ilhas abriga 13 museus, sete casas tradicionais que foram ocupadas por artistas e cerca de 20 instalações e esculturas a céu aberto.

 

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Teshima é encantadora, tem apenas 20 km de diâmetro e uma montanha bem no centro. Tem uma natureza linda, super rica, e muita arte também. O Museu de Arte de Teshima tem forma de gota d’água e se mistura perfeitamente ao ambiente que o circunda.

 

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Osaka é agitadíssima, com excelentes restaurantes e uma vida noturna que não para. Ainda mantém seu lado antigo, evidente no belo Castelo de Osaka, mas o edifícios futuristas ganham cada vez mais espaço. Aqui, me hospedei no fantástico St. Regis. Que hotel maravilhoso.
O Castelo de Osaka

O Castelo de Osaka

 

Mais do Japão:

 

Com 3776 metros, o Monte Fuji é o pico mais alto do Japão. Inativo desde 1707, o vulcão tem mais de 8 mil anos e até um século atrás, era considerado um lugar sagrado, onde só monges e peregrinos podiam subir. Hoje não tem mais nada disso e os alpinistas são os que mais frequentam o local. No sopé do Fuji há 5 lagos que oferecem infraestrutura para lazer e prática de esportes.

 

Em Toba a grande atração fica por conta da Ilha de Pérola Mikimoto onde dá para ver de perto o trabalho das mulheres mergulhadoras no cultivo das pérolas. Incrível. Não deixem de visitar também o Santuário Ise Jingu, na cidade de Ise, dedicado à deusa do sol, Amaterasu. É um dos santuários mais importantes do Japão, com mais de 100 templos.

 

 

O trabalho das mulheres mergulhadoras no cultivo das pérolas de Mikimoto

O trabalho das mulheres mergulhadoras no cultivo das pérolas de Mikimoto

 

Shirakawa-go é uma aldeia e Patrimônio da Humanidade que fica na fronteira dos Alpes do Japão, a uma hora de Takayama. É famosa pelas suas habitações tradicionais, chamadas gasshoku, que são de madeira e com o telhado coberto por plantas de arroz, trocadas a cada cinco anos. Aqui acontece o famoso festival Doburoku Matsuri, quando as pessoas rezam para o deus da montanha pedindo segurança e uma boa colheita e oferecem o Doburoku (saquê não refinado) ao santuário para expressar sua gratidão. A produção particular de bebida alcoólica é proibida no Japão, mas o povo de Shirakawa recebem uma permissão especial para produzir Doburoku em quantidade limitada para este festival. O Doburoku parece um mingau de arroz. É grosso e ligeiramente doce. Daí o povo dança, executa Niwaka (palhaçadas improvisadas), cantam e assim por diante, a-ni-ma-dís-si-mo. Trata-se da maior entre as festividades para os moradores.

 

Vejam que coisa linda é Shirakawago

Vejam que coisa linda é Shirakawago

 

Hiroshima é a memória viva de um dos capítulos mais tristes da história da humanidade. Visitá-la gera sentimentos diferentes nos turistas, que se emocionam ao ver a cúpula da Bomba-A, única construção que se manteve em pé após a bomba atômica arrasar a cidade. A lembrança da tragédia está contada no Parque da Paz, onde uma série de monumentos relembra as milhares de vítimas. O ponto central do parque é o Museu Memorial da Paz, que tem um acervo enorme de fotos e vídeos que mostram a devastação. Chocante e muito interessante, mesmo porque, determinados fatos não devem ser esquecidos nunca.

 

Parque da Paz. Ao fundo vemos a Cúpula da Bomba A

Parque da Paz. Ao fundo vemos a Cúpula da Bomba A

 

Kanazawa é considerada pela UNESCO como a cidade do artesanato e da arte folclórica, um lugar de importantes realizações culturais. Tem muitos museus e atrativos históricos e o destaque fica com o Kenrokuen, o jardim mais bonito do Japão por muitos.

 

Jardim Kenrokuen, um dos três mais belos do Japão

Jardim Kenrokuen, um dos três mais belos do Japão

 

A pequena cidade de Nikko, nas montanhas da província de Tochigi, fica a apenas 2 horas de Tokyo e conta com muitas atrações. O lago Chuzenji, por exemplo, formado a partir da cratera inundada de um vulcão, dá origem a uma das maiores quedas d’água do Japão, a cachoeira Kegon. A vista da cachoeira a partir da sua base é espetacular. 

 

Lago Chuzenji e a cachoeira Kegon

Lago Chuzenji e a cachoeira Kegon

 

Porém, a grande estrela aqui é o santuário Toshogu, erguido em homenagem ao shogun Tokugawa Ieyasu, que unificou o Japão no século 17. O lugar é lindo e fica em meio a uma floresta de ciprestes, esculturas, edifícios decorados, portões e templos. Agora, o que fez deste um lugar famoso mundialmente, foi o pequeno entalhe conhecido como Os Três Macacos Sábios – nada ouço de ruim, nada falo de ruim, nada vejo de ruim – que faz parte da decoração da porta do Estábulo Sagrado, templo localizado no complexo do Santuário Toshogu. É bem pequeno e seria difícil de achar se não fosse a multidão de fotógrafos na frente indicando o lugar preciso. Tipo a Mona Lisa no Louvre.

 

Os 3 macacos do ensinamento budista

Os 3 macacos do ensinamento budista

 

Nagoya fica entre Tokyo e Kyoto e ali vale visitar o Castelo de Nagoya, datado de 1612, que acabou totalmente destruído após a Segunda Guerra, sobrando apenas a sua base de pedra. A partir disso, foi reconstruído em 1959 seguindo o projeto original. Os “Kin no Shachi-hoko“, as duas estátuas de ouro que ficam no telhado do castelo, são considerados o orgulho do povo de Nagoya. Na primavera muitas pessoas visitam os jardins do local para contemplar as flores de cerejeira. O Santuário xintoísta de Atsuta também fica por lá e é o segundo santuário mais venerado do Japão. Possui muitos tesouros e o mais importante é, sem dúvida, uma espada sagrada chamada kusanagi no mitsurugi (“a espada sagrada de Kusanagi”), uma das três insígnias imperiais do Japão. Muitas festas acontecem durante o ano, sempre.

 

Castelo de Nagoya e suas estátuas de ouro

Castelo de Nagoya e suas estátuas de ouro

 

Vão para o Japão, gente. É de se apaixonar. 

 

Perguntaram a uma criança de 5 anos que voltava sozinha da escola em Tokyo: Não tem ninguém cuidando de você? Ela respondeu: Todo mundo!

Postado por às 20:03

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Academia com vista para a piscina de borda infinita

Academia com vista para a piscina de borda infinita

 

Oi galera, estou de volta para contar um pouco sobre o Spa Lapinha, que fica a 95 quilômetros de Curitiba, no Paraná e foi considerado o melhor spa médico das Américas por três anos consecutivos. 

 

Detox, emagrecimento e saúde são assuntos que além de estarem na moda. interessam a quase todos e lá é um dos melhores lugares do Brasil para aprender a encorporar hábitos de vida mais saudáveis no dia a dia corrido das grandes cidades, como São Paulo. 

 

Sabe quem está estagnado, que fala que vai começar a dieta e a academia mas sempre acaba deixando para o dia seguinte, que nunca chega, lá é um lugar que te incentiva a mudar e atingir seus objetivos. Então quem está nesse momento, que quer começar a se cuidar mas não sabe como, o Lapinha é um ótimo lugar para dar esse start. 

 

Eu não estive lá, mas uma amiga esteve e me escreveu contando algumas dicas de como melhorar a nossa qualidade de vida. Achei interessante dividir essas dicas com vocês. 

 

Lugar gostoso para sentar e ler um livro

Lugar gostoso para sentar e ler um livro

 

Pôr do sol do Spa Lapinha

Pôr do sol do Spa Lapinha

 

Vamos lá. 

 

Lá no Lapinha tem horário fixo para todas as refeições. O café da manhã é servido ás 8 horas, o almoço ao meio dia, o lanche da tarde é ás 15:30 e o jantar ás 18 horas. É muito importante acostumar o corpo a comer sempre nos mesmos horários, isso ajuda no emagrecimento. Nuuunca fiquem muito tempo sem comer, tentar comer de três em três horas é o ideal, isso evita de chegarmos famintos para as refeições principais. 

 

Esse é o prato ideal segundo os nutricionista do Spa Lapinha

Esse é o prato ideal segundo os nutricionista do Spa Lapinha

 

Outra dica que achei interessante é jantar pelo menos três horas antes de se deitar e sempre algo leve. Lá eles servem uma sopa, mas pode ser um peixe grelhado com legumes, o importante é não comer nada cru a noite, isso inclui salada também (essa nem eu sabia). Alimentos crus levam mais tempo para digerir e assim nosso sistema digestivo acaba trabalhando enquanto dormimos, o que não é certo, era para ele também estar relaxando e não trabalhando.  

 

Lá eles servem o jantar as 18 horas e só servem o café da manhã as 8 da manhã, o que dá umas 14 horas de jejum. Para um detox é muito importante dar esse tempo de descanso para o sistema digestivo, mas essa dica é para quem quer desintoxicar e não só emagrecer, mas claro que ajuda em ambos os casos. 

 

Cada hóspede tem sua mesa e sua dieta personalizada

Cada hóspede tem sua mesa e sua dieta personalizada

 

Minha amiga fez uma dieta de 800 calorias por dia e por incrível que pareça ela disse que não sentiu fome. As refeições são servidas em um refeitório e cada hóspede tem sua mesa com seu nome e sua dieta personalizada conforme seus objetivos, lembrando que lá não estão pessoas só em busca do emagrecimento, muitos hóspedes procuram o lugar para desintoxicar o organismo e ficar mais saudável. 

 

As dietas variam de 600 até 1800 calorias. Todas são ovo lacto vegetarianas, lá não se usa carne animal, sal e açúcar em nenhuma dieta. 

 

Horta orgânica do Spa Lapinha, no Paraná

Horta orgânica do Spa Lapinha, no Paraná

 

Todas as verduras e frutas são frescas, colhidas de madrugada na horta orgânica que eles mantêm no spa, o que com certeza dá um gosto muito bom aos alimentos. Os ovos e os derivados do leites provem de animais que só comem ração orgânica criados lá mesmo. 

 

Feijoada vegetariana e orgânica servida em um prato de sobremesa

Feijoada vegetariana e orgânica servida em um prato de sobremesa

 

E a chef de cozinha deles capricha no menu, até feijoada vegetariana e orgânica teve, no prato de sobremesa, é claro. O segredo é comer um pratão de salada primeiro e a refeição principal depois, em um pratinho de sobremesa, ai não tem como exagerar. 

 

 

Salada servida no almoço, sempre um prato grande de salada e um pequeno com o prato principal

Salada servida no almoço, sempre um prato grande de salada e um pequeno com o prato principal

 

Agora vou falar um pouco sobre os esportes, outro pilar muito importante para se atingir o tão sonhado bem estar. Lá eles oferecem muitas modalidades, desde a caminhada ás 6 horas da manhã, parece assustador mas lá você acaba dormindo e acordando cedo, outra dica importante DORMIR 8 HORAS POR DIA. O legal dessa caminhada é que você pode ver o amanhecer e já começar o dia no pique. Antes essa caminhada era feita em jejum, mas a pedido de alguns hóspedes hoje em dia oferecem uma fruta antes de sair. 

 

O amanhecer em foto tirada durante a caminhada das 6 horas da manhã, lá essa caminhada é uma tradição

O amanhecer em foto tirada durante a caminhada das 6 horas da manhã, lá essa caminhada é uma tradição

 

Além das tradicionais caminhadas, que lá são uma delícia pois a natureza do lugar encanta, tem aqueles cogumelos vermelhos com bolinhas brancas que vemos nos desenhos animados, tem as hidroginásticas, pilates de solo, aula de dança, treinamento funcional, nordic walking (que queima 40% calorias a mais que uma caminhada normal), natação (minha amiga foi no frio, então não conseguiu usar a piscina, mas no verão os hóspedes não saem de lá, tem um pôr do sol maravilhoso), entre muitos outros. 

 

Lá é a terra dos cogumelos

Lá é a terra dos cogumelos

 

Para encerrar vamos falar do incrível spa de massagens e tratamentos estéticos que o Lapinha oferece. São muitas opções. O que mais agradou minha amiga foi a massagem oriental da Aquico Takahashi, uma japonesa que sabe de tudo, além de te virar do avesso, usa técnicas como ventosa e acupuntura, revigorante. As massagens tailandesas também são muto bem faladas. Mas o leque é extenso. Não tem nada melhor que terminar um dia cheio de atividades com uma boa massagem e cama né. 

 

Vista da varanda do quarto, o spa é todo cercado por natureza. O contato com a natureza faz parte do tratamento

Vista da varanda do quarto, o spa é todo cercado por natureza. O contato com a natureza faz parte do tratamento

 

Fim do dia e a lua, muito bonito

Fim do dia e a lua 

 

 

Espero ter incentivado vocês com esse post. E lembrando, não apliquem nada do que estou falando aqui sem consultar um médico ou uma nutricionista antes. São só dicas para quem se interessa pelo assunto ou para quem precisa se animar para começar a levar um estilo de vida mais saudável. 

Beijos Silvana. 

 

 

 

Postado por às 19:42

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Inspirados nos clássicos drive-ins, Facundo Guerra e André Sturm remodelaram uma das salas do Cine Caixa Belas Artes neste estilo e colocaram uma cozinha estilizada com receitas do Riviera Bar. Agora menor, a nova sala acomoda até 83 pessoas em clima intimista, decorada com bancos de carros clássicos como Dodge, Impala e Cadillac.

 

A estreia para o público acontece hoje, com a exibição da comédia romântica “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain”.

 

A sala não terá garçons, basta fazer o pedido na cozinha, que fica nos fundos do cinema e buscar quando o pager anunciar. O cardápio, criado pelo Riviera e pela chef Mari Gilbertoni, traz sugestões divididas em “Melhor que Pipoca” (como chumbinho de porco, dadinhos de tapioca e bolinhos de arroz), “Palitinhos” (polenta com alecrim, batata frita, biscoito de polvilho), “Sanduíches” (ciabata, pesto de rúcula e queijo ou burger de fraldinha no pão de brioche), além de “Pratos” (salada, macarrão ou rosbife)  e ainda “Sobremesas” (Milkshakes, Churros ou Cookies).

 

Os ingressos custam R$30 (R$15 – meia) e, no primeiro mês de funcionamento, saem a R$20 (R$10 – meia).

 

Postado por às 18:33

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mala de viagem

Oi galera, ontem fui convidada pela Ornare para dar uma palestra na Casa Cor. Entre os temas abordados falei sobre como fazer uma mala prática. Como esse assunto sempre vem à tona na hora de viajar, achei legal compartilhar aqui também minhas dicas de como deixar a mala funcional anddd leve – leia-se: com no máximo 20 quilos.

 

Muitas pessoas saem do Brasil com 32 quilos e esquecem que voos internos nos destinos como Europa, por exemplo, são de 23 quilos e acabam pagando sobrepeso. A melhor dica que posso dar é sair do Brasil com quilos a menos, a viagem fica muito mais tranquila.  

 

 Como viajo muito e muitas vezes ao ano por causa da minha profissão, tive que aprender na marra, depois de muitos perrengues, como simplificar minha bagagem e torná-la eficiente com poucas, mas indispensáveis peças.

 

Para isso criei o “Manuel da mala prática” rsrs, juro que dá certo!

Criei listas para explicar melhor como isso funciona.

 

Também fiz uma lista para o nécessaire básico, os itens que realmente são ‘necessários’ e dicas para economizar espaço. 

 

E clarooo que não deixei de fora a nossa tão amada e indispensável mala de mão.

 

Espero ter ajudado nessa hora tão difícil, lembrando que cada um sabe de suas necessidades.

Enjoy!

 

MANUAL DA MALA PRÁTICA por SILVANA BERTOLUCCI

DICAS

Dou preferência para as cores neutras, principalmente as de tom mais escuro, porque às claras

sujam com mais facilidade.

Também não levo muitas variações da mesma peça porque sempre mando lavar ou eu mesma

lavo, no caso de camisetas e calcinhas.

Antes de começar a colocar as roupas dentro da mala coloco tudo em cima da cama e avalio o

que realmente vale a pena levar.

O vapor do chuveiro é ótimo para desamassar as roupas. Mas sempre dou preferência por

tecidos difíceis de amassar. Uma dica boa para os homens é colocar as camisas entre papéis de

seda brancos, isso evita que as peças amassem.

 

MALA BÁSICA PARA MULHER — ITENS INDISPENSÁVEIS (FRIO OU CALOR)

1 par de tênis confortável, de preferência não muito baixo para bater perna

1 conjunto de moletom

1 calça jeans

1 vestido preto básico

1 saia preta básica

Camisetas básicas (preta, branca e cinza)

Maio

1 par de havaianas

Roupas de ginástica

1 pashmina (no inverno ou no verão é sempre útil)

1 sapato de salto confortável e já bem gasto para sair à noite e não doer o pé

1 bolsa preta pequena e prática para usar dia e noite. Para a bolsa maior sempre opto por uma

mais prática de carregar, que transpasse o corpo

Sempre levo um relógio porque em viagem tem horário para tudo

5 calcinhas (para quem preferir existem calcinhas descartáveis, usa e joga no lixo, mas não são

nada bonitinhas)

2 sutiãs básicos (branco e preto)

1 camisola

 

MALA BÁSICA PARA HOMEM — ITENS INDISPENSÁVEIS (FRIO OU CALOR)

1 blazer

1 par de sapatos sociais (muitos restaurantes pedem)

1 ou 2 camisas sociais (cada um sabe de seus compromissos)

1 par de tênis confortável para bater perna

1 par de havaianas

1 calça jeans básica

2 bermudas

1 boné

1 conjunto de moletom

1 sunga

1 pijama

 

VERÃO

Além de todos os itens da lista acima acrescento mais esses itens, pelas roupas de verão serem

mais leves abuso um pouco mais da mala.

4 ou 5 biquínis

2 rasteirinhas básicas (bege e preta)

2 pares de havaianas

2 saídas de praia (branca e preta)

1 shorts jeans legal e um shorts jeans preto

1 canga

3 vestidos (um preto, um branco e um estampado)

1 chapéu com proteção solar

 

INVERNO

Mesma coisa que a do verão, além dos itens básicos acrescento:

1 gorro

1 cachecol

1 par de luvas

Roupas impermeáveis

1 fliss para cortar o vento

Alguns pares de meia

1 bota Ugg

Para esportes no gelo sempre levo uma bota de hiking com cadarço, mas para trilhas prefiro

tênis

 

O NÉCESSAIRE

Primeira dica, tirar o shampoo, creme, máscara e creme de corpo das embalagens originais e

despejar naqueles vidrinhos menores, tipo os que tem nos hotéis, isso ajuda a criar mais espaço e é

a quantidade perfeita para a viagem. Com o perfume prefiro levar o vidro menor, ideal para viagens. 

Caso queira levar as embalagens originais, passe um papel magipack em volta para evitar que o

conteúdo derrame e suje todo o nécessaire, ninguém merece.  

Também levo a pasta de dente pequena.  

Protetor solar é o item mais essencial da lista, está comigo no frio ou no calor

O demaquilante uso os de lenço, mais práticos quando chego cansada no hotel. 

Sempre viajo com meus remédios caso algo aconteça. 

Vitamina C sempre me acompanha para evitar resfriados durante a viagem

1 lixa de unha 

1 acetona versão pequena

1 pinça

1 pente de madeira ou uma boa escova

Secador uso o do hotel mesmo

 

MALA DE MÃO

A querida mala de mão entra como um item indispensável quando o assunto é viagem. Não vou

para o aeroporto sem a minha. 

Nela sempre levo uma troca de roupa, caso minha mala seja extraviada tenho como me virar até

resolver o problema. 

Todos os meus remédios levo na mala de mão. 

Minhas maquiagens também. Meu kit básico de maquiagem é 1 base com proteção solar, 1 rímel, 1

batom mais escuro e um nude, 1 blush e 1 sombra, O básico mesmo, que no final é o que acaba

usando. 

Meias compressoras para usar no avião. Essenciais quando se viaja de classe econômica. 

Meu fone de ouvido específico para aviões, tira aquele ruído da turbina e consigo dormir e assistir

filmes com mais tranquilidade, 

Um tapa olho.

Um carregador universal e um adaptador, muito úteis em qualquer circunstância. 

Meu livro e palavras cruzadas, ajuda a passar o tempo no avião. 

Óculos escuros para disfarçar a cara de avião. 

Barrinhas e snacks saudáveis. 

Evito levar joias em viagens, já tive problemas com isso e o hotel nunca se responsabiliza, então

para evitar estresse viajo com meu brinco e anel do dia a dia.

Sempre levo uma cópia autenticada do meu RG, porque deixo meu passaporte no cofre do hotel. 

Dinheiro também separo o valor que vou usar no dia e o restante fica no cofre, nunca andem com

todo o seu dinheiro, se acontece alguma coisa pode acabar com a viagem. 

 

Espero ter ajudado com minhas dicas.

Beijos, 

Silvana Bertolucci

 

Postado por às 17:23

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milwaukee boa

 

Oi galera, estou de volta para contar sobre um destino um tanto quanto ‘fora da curva’, mas que vai agradar e muito os amantes de cerveja e motos. A cidade de Milwaukee, no estado de Wisconsin, nos Estados Unidos, que fica bem perto do Canadá. É lá que nasceu a cervejaria Miller e a famosa marca de motos Harley-Davidson. Por isso digo que vai agradar quem se interessa por esses dois universos. Também não posso deixar de falar do incriiiiiiivél museu da cidade (fotos), projetado pelo premiado arquiteto espanhol Santiago Calatrava, o mesmo que concebeu o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. O museu é realmente surpreendente, não só por sua arquitetura, mas o acervo não deixa nada a desejar, vai de Andy Warhol a Picasso.  

 

Fachada do Milwaukee Art Museum, projetado por Santiago Calatrava

Fachada do Milwaukee Art Museum, projetado por Santiago Calatrava

 

Dentro do Milwaukee Art Museum

Dentro do Milwaukee Art Museum

 

O acervo do museu é bem variado. Vai de Andy Warhol a Picasso

O acervo do museu é bem variado. Vai de Andy Warhol a Picasso

 

Um baquete de vidro, acervo do Milwaukee Art Museum

Um baquete de vidro, acervo do Milwaukee Art Museum

 

Um passeio que vale muito a pena é visitar a fábrica da Miller, onde são fabricadas 1400 Long Necks por minuto e viver um pouco a atmosfera dos anos 1903, data que o alemão Frederick Miller criou a famosa cervejaria e sua primeira fábrica no mundo. Hoje já existem muitas outras, inclusive em Petrópolis, onde é fabricada a Miller no Brasil. Existe uma cave na cidade, que data do mesmo ano de nascimento da cerveja, onde grupos convidados podem usar o local para jantares, uma experiência super interessante. Lá era onde eles mantinham as cervejas geladas naquela época. Um charme de lugar. 

 

Fachada da primeira fábrica da Miller, que foi criada em 1903

Fachada da primeira fábrica da Miller, que foi criada em 1903

 

 

 

Porta de entrada da primeira fábrica da cervejaria Miller

Porta de entrada da primeira fábrica da cervejaria Miller

 

Barril de cobre dentro da fábrica da Miller

Barril de cobre dentro da fábrica da Miller

 

Mural explicativo das fases que a cerveja passa até chegar ao consumidor final

Mural explicativo das fases que a cerveja passa até chegar ao consumidor final

 

Jantar harmonizado com cervejas na cave da Miller, que data do ano de 1903

Jantar harmonizado com cervejas na cave da Miller, que data do ano de 1903

 

Entrada da cave, com Gambrinus, o 'rei da cerveja', recepcionando os convidados.

Entrada da cave, com Gambrinus, o ‘rei da cerveja’, recepcionando os convidados

 

 

Mas como falei antes, não é só de cerveja que vive essa charmosa cidade. As motos também fazem a cabeça de quem mora por lá. Outro lugar super interessante para se conhecer é o Museu da Harley-Davidson. Lá existem todos os modelos que a marca produziu desde 1903, inclusive a primeira Harley da história (foto), que mais parecia com uma bicicleta motorizada. Parecia não, era isso (risos).

 

A primeira Harley-Davidson da história, fabricada em 1903 por William S. Harley e Arthur Davidson

A primeira Harley-Davidson da história, fabricada em 1903 por William S. Harley e Arthur Davidson

 

A Harley-Davidson que pertenceu a Elvis Presley também está exposta no museu

A Harley-Davidson que pertenceu a Elvis Presley também está exposta no museu

 

Essa Harley-Davidson foi fabricada para o exército americano durante a Segunda Guerra Mundial

Essa Harley-Davidson foi fabricada para o exército americano durante a Segunda Guerra Mundial

 

Mais um modelo exposto no museu da Harley-Davidson

Mais um modelo exposto no museu da Harley-Davidson

 

Espero que tenham curtido este post sobre um lugar fora do circuito, mas que tem muito a oferecer. Para quem for a Chicago, vale dar uma passada em Milwaukee, que fica há mais ou menos uma hora de distância de carro. Amanhã volto com mais dicas, agora sobre Chicago. Beijos Silvana.

 

Obs: Esqueci de contar um detalhe muito ‘fofo’, existem coelhos espalhados pelas ruas da cidade, coisa mais charmosa.

 

coelho

 

 

 

 

 

 

 

 

Postado por às 18:55

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unique fachada 2

 

 

Helloooo!!! Estou de volta e muuuito revigorada depois do fim de semana maravilhoso que passei no Hotel Unique, em São Paulo. Com o formato de um grande barco, o hotel é um dos edifícios mais famosos da cidade. O projeto arquitetônico é de Ruy Ohtake e foi inaugurado em 2003. Além de seu formato inusitado, o Unique tem uma das vistas mais bonitas da cidade. Do alto do bar Skye, onde fica a piscina externa, pode-se ver todas os prédios da Avenida Paulista, além de saborear as deliciosas receitas do chef Emmanuel Bassoleil.  É ótimo também para tomar bons drinks. 

 

unique pscina

 

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Uma coisa que me chamou bastante atenção foi a delicadeza de como tratam os hóspedes na hora do check in. Os funcionários, muito bem treinados, te levam até o quarto, onde você se depara com uma deliciosa taça de Champagne e um dadinho de paçoca, um mimo a parte. 

 

unique janela

 

unique banheiro

 

unique champa

 

suite

 

O hotel oferece oitenta e cinco quartos e dez suítes. Achei a experiência de passar um fim de semana no hotel tão revigorante quanto sair de São Paulo, é uma ótima alternativa para quem não gosta de pegar estrada ou quer dar uma quebrada na rotina. A parte que mais gostei, difícil eleger uma já que o hotel inteiro é como um playground para adultos, foi a piscina interna, aquecida e com um tobogã que me fez voltar a ser criança. Um diferencial é que todas as piscinas, tanto a externa quanto a interna, são feitas com azulejos coloridos. Uma é vermelha e a outra amarela, trazendo ainda mais charme ao local. 

 

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unique toboga 2

 

unique toboga

 

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pscina amarela

 

 Acho que vocês conseguiram entender a delícia que é essa piscina com essas fotos. Outra parte que gostei muito foi a academia, super equipada. Então depois de se deliciar no restaurante, não precisa ficar culpada, é só ir para a academia e queimar tudo. 

 

unique academia

 

risoto pf

Esse é o deliciooooso risoto PF, um clássico do menu do restaurante Skye. 

abobora

Outro clássico, o mini camarão na moranga, huuuuuummm!!!!

unique japones

Para os amantes da culinária japonesa, o hotel oferece um delicioso menu com muitas opções de peixes e frutos do mar. 

unique bar

Esse bar hiper charmoso fica na recepção do hotel. 

unique hall

Esse é o Hall de entrada do hotel. Tudo pensado com muito design e bom gosto. Não é a toa que é um dos hotéis de luxo brasileiros mais conhecidos fora do País. 

biblioteca

A biblioteca charmosérrima também fica na recepção do hotel.

Espero que tenham curtido um  pouco deste fim de semana maravilhoso que passei no Unique. Super recomendo quebrar a rotina no hotel. Não precisa ir muito longe para se sentir fora de SP. As fotos maravilhosas foram feitas pelo Lucas Vieira, fotógrafo que sempre me acompanha nas aventuras por aí. 

 

unique fachada

 

Até a próxima!!! Beijos!!!

 

 

 

 

 

 

Postado por às 19:12

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Uma das suítes do hotel Areias do Seixo

Uma das suítes do hotel Areias do Seixo

 

Hello, como comentado no post sobre Cascais, na #Destinos, fui para Portugal ver os preparativos de um casamento que estou organizando para acontecer por lá em maio. A cerimônia e a festa serão no incríveeel cinco estrelas Areias do Seixo Charm Hotel, que como o nome já diz, é um charme. Situado há uma hora de Lisboa, próximo de Santa Cruz, Torres Vedras, foi construído de forma sustentável, gerando o menor impacto ambiental possível na linda paisagem que o cerca. Os donos,  Marta e Gonçalo Alves, utilizam energias renováveis, recursos naturais e eficiência energética, tudo no maior conforto possível. 

 

Ambiente do restaurante do hotel Areias do Seixo

Mais uma suíte do hotel

 

 Pensado para ser como uma casa aconchegante de frente ao mar, onde se recebe amigos queridos, as 14 suítes foram decoradas com muita sofisticação e conforto, uma diferente da outra. Quem quiser celebrar uma data importante no local, tem que fechar o hotel inteiro, o que vai deixar seus convidados ainda mais a vontade. 

 

O restaurante do hotel

O restaurante do hotel

 

O restaurante do hotel, o Food By Heart, é um show a parte. O chef Tiago Santos realmente cozinha com o coração. No menu, uma verdadeira viagem pela cozinha Portuguesa. Lá só são utilizados produtos de fornecedores locais, tanto o peixe, como a carne e os legumes são da região. Também são usadas ervas e flores que crescem no jardim, um sonho! Na horta, outro show, nascem todos os dias frutas, legumes e ervas aromáticas, limpos, sem agrotóxicos, dando um sabor único e saudável aos pratos criados no restaurante. Eles também convidam os hóspedes para atividades que vão desde a terra ao prato!  Uma experiência única. 

 

Detalhes do restaurante do hotel

Detalhes do restaurante do hotel

 

Detalhes do hotel

Detalhes do hotel

 

Moi!

Moi!

 

Escadaria do hotel

Escadaria do hotel

 

Piscina do hotel

Piscina do hotel

 

Não é porque estou organizando um casamento nesse hotel, mas o lugar é um sonho para qualquer um que pensa em se casar ao ar livre, em contato com a natureza, em um ambiente moderno e aconchegante ao mesmo tempo. Vale a pena conhecer e não vejo a hora de voltar em maio para o tão esperado casamento.  

Até a próxima. Beijos Silvana. 

 

Postado por às 18:50

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Vista de Cascais, em Portugal

Vista de Cascais, em Portugal

 

Oie, estou de volta!! Agora vou falar sobre Cascais, um balneário português perto de Lisboa, com uma paisagem maraaavilhosa! Fui para lá organizar um casamento para um casal de canadenses, que vai acontecer em maio, no hotel Areias do Seixo. A cerimonia será pequena, para 60 pessoas, mas, com certeza, muito cool. Os Destination Weddings estão super em alta, mas na hora de escolher o destino quase ninguém lembra de Portugal, sempre vem Itália ou alguma praia do Caribe na cabeça, vale ficar de olho em Cascais, um local ultra charmoso, beira mar e com um custo benefício maravilhoso. 

 

Orla de Cascais

Orla de Cascais

 

Praia de Cascais

Praia de Cascais

 

Além do hotel mega charmoso Areias do Seixo, que falarei mais na #Hotéis, também visitei alguns outros que valem a pena. São esses: O Hotel The Oitavos, que achei muito grande e frio, sem requinte algum, mas para quem curte jogar golf é maravilhoso. O Hotel Villa Italia, o melhor de Cascais, o Farol Design também é muito bom e por último, o Hotel Miragem. 

 

Hotel The Oitavos, em Cascais

Hotel The Oitavos, em Cascais

 

Academia do hotel The Oitavos

Academia do hotel The Oitavos

 

Spa hotel The Oitavos

Spa hotel The Oitavos

 

Bar hotel The Oitavos

Bar hotel The Oitavos

 

Hotel Villa Italia, Cascais

Hotel Villa Italia, Cascais

 

Hotel Farol Design, Cascais

Hotel Farol Design, Cascais

 

Piscina hotel Farol Design, Cascais

Piscina hotel Farol Design, Cascais

 

Vista do quarto do hotel Farol Design, Cascais

Vista do quarto do hotel Farol Design, Cascais

 

E agora vamos falar de comida! Os restaurantes que mais gostei em Cascais foram: o Confraria Sushi, Montemar, Visconde da Luz, Mar do Inferno – considerado o mais ‘in’ de Cascais, Porto de Santa Maria – o mais chique da cidade e o  Mercado de Cascais, que é bem legal também. 

 

Ambiente restaurante Mar do Inferno, o mais in de Cascias

Ambiente restaurante Mar do Inferno, o mais in de Cascais

 

As incríveis lagostas do restaurante Mar do Inferno, em Cascais

As incríveis lagostas do restaurante Mar do Inferno, em Cascais

 

Os frutos do mar do restaurante Porto de Santa Maria, o mais chique de Cascais

Os frutos do mar do restaurante Porto de Santa Maria, o mais chique de Cascais

 

Ambiente do restaurante Porto de Santa Maria, em Cascais

Ambiente do restaurante Porto de Santa Maria, em Cascais

 

Até a próxima, beijos Silvana. 

Postado por às 17:00

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Torre de Belém

Torre de Belém

 

Castelo de São Jorge

Castelo de São Jorge

 

Olá pessoal, não passo por aqui desde ano passado, muita correria. Mas vamos inaugurar 2016 com o pé direito, falando sobre Portugal, que visitei em minha última viagem, durante o carnaval. O País está super em alta para os brasileiros, por duas razões óbvias. É um dos destinos mais baratos da Europa e a língua, claro, facilita a estadia. Lá fui para Lisboa, que além de ser a capital é, com certeza, a cidade portuguesa mais conhecida dos brasileiros. Não fiquei muito tempo, mas deu para ir em alguns programas turísticos, como a famosa Torre de Belém e o Castelo de São Jorge.

 

Uma dica inusitada é o Zoológico da cidade. Não tive oportunidade de ir, mas minha filha, Giulia Bertolucci e meu genro, Guilherme Drumond, levaram meu neto Stefano, ainda na barriga, para conhecer. O diferencial desse Zoo é que pode-se fazer um tuor por cima de todo o espaço em um teleférico.  Além de abrigar diversas espécies de animais, como pinguins, cangurus, koalas, tigres brancos, urso pardo, entre outros. Ele também oferece espetáculos diários com golfinhos e leões marinhos. Programa certo para quem viaja com crianças. (fotos)

 

Giulia e Guilherme

Giulia e Guilherme

Giulia

Giulia

 

Não posso deixar de falar da famosa gastronomia portuguesa. Entre os melhores restaurantes de Lisboa, estão: Cantinho do Avillez, que tem uma ótima carne de cordeiro; Peixaria Moderna; Densolito; Sem Manheiras; Duplex; Solar dos Presuntos; Mercado da Ribeira, que passou por uma reforma e recebe vários chefs renomados para cozinharem por lá; a LX Factory, uma antiga fábrica que abriga vários restaurantes; o Petit Palais, bom para tomar um ótimo drink. 

 

Fachada da LX Factory, que abriga de lojinhas a restaurantes

Fachada da LX Factory, que abriga de lojinhas a restaurantes

 

Biblioteca dentro da LX Factory, em Lisboa

Biblioteca dentro da LX Factory, em Lisboa

 

Mercado da Ribeira, Portugal

Mercado da Ribeira, Portugal

 

Petit Palais by Olivier, restaurante da moda em Lisboa, construído em um antigo palacete que pertenceu ao mecenas português Antônio Medeiros de Almeida

Petit Palais by Olivier, restaurante da moda em Lisboa, construído em um antigo palacete que pertenceu ao mecenas português Antônio Medeiros de Almeida

 

 Para os notívagos, as baladas que estão pegando em Lisboa são: a Lux, considerada a 8º da Europa, toca música eletrônica; a Pensão Amor, minha preferida, lota todos os dias e tem música ao vivo; Jamaica, para quem curte um reggae, a Place Eh, a discoteca do momento dos portugueses e a Cohiba, um bar no Bairro Alto para dançar. 

 

Ambiente da Lux, considerada a 8º melhor balada de música eletrônica da Europa

Ambiente da Lux, considerada a 8º melhor balada de música eletrônica da Europa

 

Mais da Lux

Mais da Lux

 

Ambiente da Pensão do Amor, lugar gostoso para ouvir uma boa música ao vivo em Lisboa

Ambiente da Pensão do Amor, lugar gostoso para ouvir uma boa música ao vivo em Lisboa

 

E para encerrar o post, não posso deixar de falar da loja A vida Portuguesa, quem for para Lisboa não pode deixar de conhecer, tem todos os produtos autênticos de Portugal, uma loucura!

Ambiente da loja A Vida Portuguesa, imperdível

Ambiente da loja A Vida Portuguesa, imperdível

 

Daqui a pouco volto com um post sobre Cascais, espero que gostem. Beijos Silvana

 

 

Postado por às 14:05

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Já fazia tempo que eu estava louca para conhecer o Botanique, hotel spa incrível, que fica a apenas 12 km de Campos do Jordão, estância de inverno super conhecida e badalada bem próxima a SP. Tive que desmarcar a viagem algumas vezes e tudo o que tenho a dizer é que cada minuto de espera valeu muito a pena. Pensem em um hotel onde o atendimento, comida e o bom gosto são de impressionar, verdadeiramente.

 

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Duvido que alguém seja blasé o suficiente para fazer cara de paisagem diante da imponência peculiar do Botanique. Os pequenos detalhes como sala de cinema particular para o casal, o capricho do café da manhã – que é escolhido pelos hóspedes na noite anterior e servidos no quarto – , meias com antiderrapante e o brigadeiro de colher deixado em seu quarto à noite, mostram o cuidado especial com quem está hospedado lá. Detalhes podem parecer apenas detalhes, mas para mim, é o que realmente faz a diferença. Mostram carinho, dedicação e excelência. 

 

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O Botanique fica no meio das montanhas da Serra da Mantiqueira, entre Campos do Jordão, Santo Antônio do Pinhal e São Bento do Sapucaí, o novo Triângulo das Serras. Lá eles falam muito sobre o conceito de pós luxo, que prega a exclusividade através da simplicidade à qual não temos mais acesso atualmente. Silêncio absoluto, integrado com a natureza e privacidade máxima: este é o luxo máximo do Botanique. Mas claro que sua arquitetura, que mistura pedras naturais imensas com muito vidro, aço e vigas de madeira recuperadas de 120 anos de idade, sua gastronomia – irretocável – e seu serviço impecável complementam o padrão daquilo que definimos como incrível. Isso sem dizer que a construção de design matador está fincada em meio à sua própria horta. Apenas bárbaro. 

 

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Para vocês terem uma ideia, o Botanique tem mais de 7.000 m2 de área comum para apenas dezessete apartamentos – 6 na casa principal e 11 vilas – e a propriedade tem 80 mil m2 exclusivos em quatro milhões de metros de mata atlântica. Sem mais, exclusividade é isso aí, gente. Os jardins privativos são impactantes. A gastronomia é um ESPETÁCULO, com menu contemporâneo brasileiros e vinhos de pequenas vinícolas do sul do país. O spa, além de completíssimo, tem vistas absurdas. 

 

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 Bem, tudo lá é emoldurado pela beleza e a brisa das montanhas e os quartos não deixam por menos. Impressionante o contraste entre a paisagem e o design. 

 

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Bacanérrimo saber que o Botanique convida constantemente experts nos mais variados temas para participar de semanas temáticas no hotel. Um bom exemplo atual é o evento com o chef Rodrigo Oliveira, do Mocotó.  Outro evento bem interessante são os programas detox que eles promovem entre segundas e sextas sempre por no mínimo 3 dias. Detox na montanha com tratamentos exclusivos, menus elaborados, cavalgadas e trilhas: topo.

 

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Botanique: virei fã.

 

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Postado por às 23:12

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