Se tem uma coisa que ouço muito de meus clientes é:

 

“Mas Silvana, só tem hotel rococó, em Veneza? Não quero ficar em um quarto forrado de veludo vermelho com um  lustre de cristal do tamanho de uma piscina sobre o dossel da cama…”

 

Tá, meu exemplo foi exagerado, mas realmente sempre sou questionada sobre a falta de hotéis clean na maravilhosa Veneza. Pois Bem. Não é que a rede JW Marriott vai resolver essa questão?

 

Em Maio de 2015 será inaugurado o JW Marriott Venice Resort & Spa – a primeira propriedade deles na Itália – e, apesar de termos ainda apenas as imagens dos croquis, o hotel promete!

 

Rooftop Pool. Amei! reprodução internet

Rooftop Pool. Amei!
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Family Pool reprodução internet

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Situado na pacata e exclusiva Isola delle Rose, uma ilha particular que está a apenas 15 minutos da Piazza San Marco via serviço de táxi aquático gratuito 24h, o hotel trará inovação e luxo para os hóspedes mais exigentes por preços muito mais simpáticos dos que aqueles oferecidos pelos excelentes hotéis da região, com diárias a partir de EUR 385. Uau.

 

Venoce Pool Suite reprodução internet

Venice Pool Suite
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Uliveto Suite reprodução internet

Uliveto Suite
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A sala da Suite La Maisonette reprodução internet

A sala da Suite La Maisonette
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Junior Suite reprodução internet

Junior Suite
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Este é o banheiro da Junior Suite reprodução internet

Este é o banheiro da Junior Suite
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A Isola delle Rose é um retiro super sereno que permite aos hóspedes desfrutar de um hotel amplo e com exuberantes áreas verdes e, ao mesmo tempo, curtir Veneza intensamente. Bela combinação. 

 

O dock de entrada reprodução internet

O dock de entrada
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O JW Marriott vem com estilo contemporâneo, 226 quartos e suítes super acolhedoras/luxuosas/modernas, excelentes restaurantes, duas piscinas bárbaras e o maior Spa de Veneza. Perfeito. 

 

O Spa reprodução internet

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Yoga Garden - Spa reprodução internet

Yoga Garden – Spa
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A recepção do Spa.  reprodução internet

A recepção do Spa.
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A piscina indoor do Spa reprodução internet

A piscina indoor do Spa
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Bom, resta-nos aguardar a inauguração, que virá momentos antes do tão esperado verão europeu, para ver de perto essa nova opção. Está planejando ir à Veneza? Aconselho fazer reservas já! Quanto a mim, prometo conferir e contar tudinho para vocês!

 

Viva Veneza!

 

The Rose Bar reprodução internet

The Rose Bar
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Restaurante La Sagra

Restaurante La Sagra

 

Restaurante Dopolavoro reprodução internet

Restaurante Dopolavoro
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Restaurante Cucina Daily reprodução internet

Restaurante Cucina Daily
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Postado por às 16:43

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Impossível ir à Paris e não dar pelo menos um pulinho na Maison Georges Larnicol. Numa cidade como essa, repleta de excelentes pâtisseries, chocolateries e boulangeries, fica difícil escolher a melhor entre as melhores, mas a questão é que esta loja de doces e chocolates na Rue de Rivoli é realmente um espetáculo.

 

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E olha: nem precisa ser chocólatra ou louco por doces para se maravilhar com as criações de Monsieur Larnicol. Ele é super famoso por suas esculturas de chocolate que são verdadeias obras de arte e seu trabalho é tão reconhecido que ele foi nomeado um Meilleur Ouvrier de France pelo governo francês. Este é um prêmio de enorme prestígio e é dedicado àqueles que executam com louvor trabalhos artesanais. 

 

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E basta entrar na loja para já sentir o impacto das vitrines com suas impressionantes criações: são stilettos, instrumentos musicais, bichinhos e até relógios equipados com relógios reais! Claro que eu achei meu globo terrestre com o aviãozinho porque viagem para mim é coisa séria, kkk.

 

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Fora as esculturas, que não são apenas bonitas de se ver, vale a pena provar os macarons, os biscoitos, os marshmallows cobertos de chocolate e os maravilhosos rochers, que são amêndoas e casca de laranja envoltos em dark chocolate. Ui.

 

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Outra especialidade da Maison são os Kouignettes, pequenos docinhos de massa folhada banhados em caldas de diferentes sabores como limão, amêndoa, caramelo salgado, pistache, chocolate e muito mais. Irresistíveis. 100 gramas custam os 6 euros mais bem investidos do seu dia, vai por mim. 

 

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Não deixem de visitar essa chocolaterie, gente. O endereço é 14, rue de Rivoli. Depois é só sair correndo pelo Jardin du Luxembourg que fica tudo certo. 

 

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Postado por às 11:27

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Por mais que a gente conheça uma cidade, sempre há algo incrível a se descobrir, né? Na minha última ida à Paris não foi diferente e tive o prazer de ser apresentada ao super bacana restaurante Le Dôme du Marais, onde almocei deliciosamente. Segui a dica da minha amiga Suzana Gullo, amei, e agora repasso para vocês.

 

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Localizado no coração do Marais, o Dôme funciona numa antiga loja de penhores do século 18. O lugar foi totalmente renovado e hoje abriga este restaurante de atmosfera única, cujo jardim de inverno sob a claraboia neoclássica é perfeito para se saborear uma excelente comida e esquecer da vida. Apesar de ser fiel à arquitetura dos anos 1700, o lugar tem uma aura super hype.  

 

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O chef Pierre Lecoutre apresenta uma cozinha super moderna e inventiva e seu menu é recheado de pratos bem atraentes, inspirados na tradicional culinária francesa. Ele trabalha exclusivamente com produtos frescos e do comércio local, com pescados do Atlântico e carnes orgânicas, que compõem um menu gourmet de alta qualidade. 

 

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O serviço é super atento e a seleção de vinhos, bem vasta. Agora, o mais legal no Dôme du Marais é o esquema de almoço, com menu bárbaro a preço fixo, que acontece de segunda a sábado. Vale muito a pena! Você escolhe entre 3 entradas, 3 pratos principais e 3 sobremesas, come maravilhosamente bem sem gastar horrores.

 

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O brunch de Domingo é simplesmente maravilhoso e super farto, e tudo nesse restaurante de ambiente acolhedor e comida deliciosa vale a visita!

 

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Postado por às 9:00

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Hotel Sol & Luna

 

O Sol & Luna é um Relais & Châteaux maravilhoso localizado bem no coração do Vale Sagrado dos Incas, onde me hospedei na reta final da minha incrível jornada à Machu Picchu. Que grata surpresa! O hotel é super bem montado em meio a um jardim estupendo, cujo horizonte dá para as colinas de Urubamba, então imaginem a vista. Muito verde, muitas flores, cada nascer do sol maravilhoso, um clima super agradável…que cenário! Eu não poderia ter escolhido melhor o lugar para relaxar após 5 dias fazendo trilhas puxadíssimas. São tantas coisas boas para falar sobre o Sol & Luna que eu fico até perdida, juro. 

 

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Bom, é importante dizer que ele fica bem na metade do caminho entre Cuzco e Machu Picchu, a apenas meia horinha de Ollantaytambo. Este é um ponto super estratégico pois, como é de Ollantaytambo que saem os trens para Machu Picchu, o Sol & Luna é uma excelente opção para quem está indo ou voltando do santuário e não quer se hospedar ali por Aguas Calientes/Machu Picchu. O fácil acesso ao legado inca é realmente um ponto muito positivo. 

 

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O hotel tem uma estrutura bem sofisticada, que me agradou muito. As acomodações, divididas entre 43 casinhas de pedra espalhadas pelo lindo jardim florido, são decoradas com objetos da arte popular peruana, que acho bárbara.  As construções estão em absoluta harmonia com o ambiente e cada casinha está rodeada por um belíssimo jardim. Sei que já falei dos jardins, mas eles realmente me maravilharam, então confesso que estou obcecada pelo tema e simplesmente não consigo deixar de comentar sobre isso. :-D

 

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A tranquilidade e beleza do lugar são impressionantes, bem como os serviços prestados. Tudo de qualidade altíssima e muitos detalhes a serem enaltecidos, como a piscina, o SPA, os dois restaurantes – o hotel tem uma adega de seleção super  requintada e uma proposta gastronômica desenvolvida por Pedro Miguel Schiaffino, chefe executivo do hotel que foi nomeado um dos 100 melhores chefes do mundo na última lista de San Pellegrino – e a coleção de atividades diversas perfeitas para se vivenciar o vale, como kaiaks, bikes, caminhadas, atividades culturais, voos de parapente, e até um estábulo com 20 cavalos de passo peruanos. 

 

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Mas duas características realmente merecem aplausos efusivos: o respeito ao meio ambiente, super rigoroso, e o incrível trabalho social comandado há 5 anos pelos proprietários Franz e Petit, que mantêm a melhor escola da região para centenas de crianças pobres, dando a elas o que todo mundo precisa: oportunidades. Esse projeto é o máximo, pois todo o dinheiro que a Petit ganha com o hotel é reinvestido na escola! Na verdade, ela montou o hotel justamente para bancar a instituição, que custa  cerca de 400 mil dólares por ano. O mais legal é que, a cada ano, é implantada mais uma série e assim, a continuidade deste maravilhoso trabalho fica garantida. Não é absolutamente bárbaro, gente? 

 

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Ter o prazer de se hospedar no Sol & Luna é, para mim, a oportunidade de viver a beleza, a cultura e a história desta terra maravilhosa, com o bônus de ver de perto o trabalho e a alegria do progresso. Quer luxo maior? 

 

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AMEI! Muito obrigada por me receberem tão bem e por terem me mostrado toda a beleza em torno do trabalho duro com a paixão pela alta qualidade e ver que é sim possível fazer tudo isso respeitando a natureza em meio a uma comunidade que vive com dignidade e tem futuro!

 

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Postado por às 14:56

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Gente, vocês viram esta mala?

 

 

 

É mala de bordo, full size, armário, mesa….

 

Apesar de ser mais um protótipo supimpa, não pude deixar de comentar e engrossar a torcida para que essa ideia inteligente entre em linha de produção e chegue até nossas mãos o mais rápido possível.

 

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Basicamente a Fugu foi desenvolvida por um israelense chamado Isaac Atlas que, com a ajuda de Daniel Gindis e David Lifshitz, pensou ser possível haver uma maneira melhor de solucionar o “dilema mala”. Na sua concepção, o trio pensou em uma mala que não forçasse o viajante a tomar decisões difíceis sobre o espaço real da bagagem. Tudo começou quando Isaac descobriu, durante uma viagem de negócios, que sua mala de mão não seria suficiente para trazer de volta os presentes que ele havia comprado para seus entes queridos. Essa situação super cotidiana, pela qual todos nós já passamos, o fez observar que todas as malas de qualidade disponíveis no mercado têm, mais ou menos, as mesma características e que nenhuma delas se ajustava adequadamente para atender todas as necessidades dos viajantes, desde a capacidade de se adaptar a um novo tamanho de bagagem até o modo como os itens são armazenados em seu interior. 

 

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Pois bem. Esta falta de flexibilidade os fez perceber que tinha chegado o momento de se repensar como uma mala de viagem deve ser e funcionar.

 

Eu sou louca por malas pois este é um acessório que faz parte da minha profissão. Tenho todos os modelos, tamanhos e cores possíveis e imagináveis, mas este protótipo é realmente incrível. Adorei porque, se pensarmos bem, as malas evoluíram, mas nem tanto. Daí alguém se vale da tecnologia e do design e cria algo inovador como a Fugu, que certamente virá para facilitar e muito a vida dos viajantes, atendendo às suas necessidades através de simples ajustes! 

 

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De acordo com as informações que vi no site, suas medidas estão em conformidade com as limitações padrão das companhia aéreas e a mala foi projetada para expandir dentro destas dimensões. Elas são feitas de materiais extremamente duráveis e resistentes a choques e água. Dentro delas há prateleiras embutidas que podem ser anexadas ou recolhidas a qualquer momento. Em outras palavras, ela pode virar um “armariozinho” e quem for organizado (ui) poderá optar por nem desfazer a mala no hotel. Além disso, sua altura e largura a tornam ideal para ser usada como mesinha portátil, formato que atende uma grande variedade de fins, e faz dela não apenas um suporte de laptop. 

 

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Falando em laptop, a Fugu tem um estojo portátil removível com medidas que se adaptam e fazem dele tanto um suporte para o computador como um case de fato. Isso sem falar que o estojo pode ser usado também para seus objetos pessoais.

 

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E o mais importante: seu peso, mesmo com as paredes infláveis e uma alça extra, não é maior do que o de uma mala média padrão.  

 

Como eu disse, ela ainda é um protótipo e os meninos estão buscando apoio dos próprios consumidores potenciais para que a produção da Fugu se viabilize. Mas tudo indica que é mesmo uma ideia revolucionária, hein?

Postado por às 16:40

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Foto de Paula Scarcelli

 

Viajar de navio é um negócio muito bacana. Acho incrível fazer um roteiro completo a bordo, desfrutando de todo o conforto sem se preocupar com absolutamente NADA. A partir do momento em que você embarca, o relaxamento é total. Sou louca pelo fato de poder desfazer minhas malas, guardar minhas roupas e saber que não terei que empacotar tudo de novo a cada fase da viagem. Não há check ins e check outs, não há transporte de bagagens, não há logística de aeroportos. Claro que isso tudo faz parte da rotina de um viajante, que a gente adora sair pelo mundo e por isso estamos acostumados, mas não podemos negar que é desgastante, que dá trabalho. Por isso que sempre digo: nunca fez um cruzeiro? Experimente. Você realmente desliga o modo “pensante” e passa dias onde sua maior preocupação é decidir em qual espreguiçadeira irá se acomodar na piscina, qual o melhor horário para uma massagem, a que hora deverá marcar a reserva do jantar, e se é melhor malhar pela manhã ou antes da sauna. Isso sem falar que, a cada parada, podemos conhecer cidades interessantíssimas, sempre. Explorar o mundo nesse esquema é bárbaro. Sabe aquela história de “um amor a cada porto”? Pois é. Podemos aplicá-la aos destinos.

 

Foto de Paula Scarcelli

Foto de Paula Scarcelli

 

Está claro que eu adoro cruzeiros, certo? Até hoje eu tinha falado muito superficialmente sobre o assunto aqui no blog pois confesso que faz muito tempo que não entro em um navio, logo, minha referência estava meio [muito] desatualizada, digamos assim. Foi pensando nisso que recrutei a Paula, que trabalha há eras comigo e também é uma grande fã da vida a bordo, para embarcar no luxuoso navio Marina, da Oceania Cruises a fim de dar um check em todos os detalhes da embarcação sob o ponto de vista de um viajante.

 

Olha lá a Paula analisando a piscina. Foto de Renata Braghetta

Olha lá a Paula analisando a piscina. Foto de Renata Braghetta

 

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Foto de Paula Scarcelli

 

Antes de mais nada é importante contar para vocês que o Marina é um navio super novo – foi construído em 2011 – e de “alma” moderna, já que não tem a maioria das características padrão dos grandes cruzeiros que conhecemos. Um exemplo: a decoração. Tudo nele é clean, leve, chic, atual e muito sofisticado. A escadaria principal, por exemplo, é todinha ornamentada com cristais Lalique. A coleção de obras de arte a bordo é impressionante, vocês não imaginam. Além de objetos e esculturas incríveis, suas paredes são muito bem vestidas e, dentre as obras de peso, temos inclusive Mirós e Picassos, quer dizer: o navio é de luxo porque vive-se tal conceito a bordo, não apenas porque está dentro de padrões estabelecidos para a categoria pela indústria do turismo.  

 

A happy hour com um por do sol desses é bem mais happy que as nossas, hein?

A happy hour com um por do sol desses é bem mais happy que as nossas, hein? Foto de Paula Scarcelli

 

E esse nascer do sol?

E esse nascer do sol? Foto de Paula Scarcelli

 

Todo dia um espetáculo

Todo dia um espetáculo Foto de Paula Scarcelli

 

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Foto de Paula Scarcelli

 

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Foto de Paula Scarcelli

 

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Foto de Paula Scarcelli

 

O Marina é um navio de médio porte, que leva apenas 1250 passageiros. Para efeito de comparação, navios de tamanho muito aproximado a este, costumam embarcar quase 2100 passageiros. Devo confessar que essa foi uma das partes que mais gostei, pois pensem que com essa diferença no número de viajantes, detalhes como espaço físico nas cabines e áreas comuns, serviços e atendimento, só tendem a melhorar! Isso sem falar que embarcações menores aportam em lugares onde os grandalhões nem podem pensar em chegar. Fora a atmosfera, super acolhedora e intimista. 

 

Navegação com sol é MARA

Navegação com sol é MARA Foto de Renata Braghetta

 

Esportes ao ar livre

Esportes ao ar livre Foto de Paula Scarcelli

 

E o azul sem fim

E o azul sem fim Foto de Paula Scarcelli

 

Enfim. Além do ambiente, super elegante, outro detalhe que chamou muito a atenção da Paula foi a tranquilidade, a eficiência da equipe e o silêncio. Lambaeróbica na piscina? Não tem, obrigada. Durante a rota que ela fez, de Santos à Buenos Aires, passando por Porto Belo, Rio Grande, Punta Del Este e Montevidéu, o Marina estava com cerca de 90% de ocupação, ou seja: podemos dizer que ela dividiu espaço com mais 1124 pessoas e não presenciou uma falha de serviço, não passou por nenhuma espera mais longa para se sentar nos bares e restaurantes e, principalmente, não teve sua paz interrompida por um segundo sequer. Porém ela frisou que o dia a dia “calmo e silencioso” não significa pacato, absolutamente.

 

E essa piscina?

E essa piscina? Foto de Paula Scarcelli

 

Visão dos decks em torno da deliciosa piscina

Visão dos decks em torno da deliciosa piscina Foto de Paula Scarcelli

 

E aqui, uma geral da piscina vista de cima

E aqui, uma geral da piscina vista de cima Foto de Paula Scarcelli

 

Drinks tailor made no bar do Cassino. O serviço super atencioso chamou a atenção.

Drinks tailor made no bar do Cassino. O serviço super atencioso chamou a atenção. Foto de Paula Scarcelli

 

O bar do Cassino é muito estiloso e essa iluminação contrasta super bem com a sobriedade do Marina. Luxo moderno é assim.

O bar do Cassino é muito estiloso e essa iluminação contrasta super bem com a sobriedade do Marina. Luxo moderno é assim. Nas paredes do corredor, 6 Mirós. Foto de Paula Scarcelli

 

 

Há sim música ao vivo na piscina, mas pensem em uma banda de metais tocando bossa nova e hits do delicioso American Song Book. Há shows noturnos, karaokê, pista de dança com banda e DJ, um cassino bem grande, bares que servem drinks de primeira ao som do quarteto de cordas, restaurantes deslumbrantes, academia e SPA completíssimos, um centro de artes plásticas com aulas, chamado Artists Loft, espaço para esportes ao ar livre com campo de mini golf, quadra de tênis, mesa de ping-pong (onde os casais norte americanos organizavam competições animadíssimas) e pista de cooper. Entretenimento compatível a um navio deste tamanho e padrão. E eu estou listando tudo isso pois acho vital ter tais informações em mãos na hora de escolher de fato um roteiro. Mas voltemos às atrações do Marina.

 

Música ao vivo na piscina

Música ao vivo na piscina Foto de Paula Scarcelli

 

 

GASTRONOMIA

 

Sabiam que o Marina foi especialmente concebido para os amantes da boa mesa? Pois é. A Oceania é conhecida como “a cozinha mais refinada em alto mar” e, no Marina, são diversas as opções de restaurantes a bordo, incluindo os salões “comuns”, os gourmets, o Baristas Coffee Bar, que serve cafés e petiscos pra lá de especiais, e ainda o Bon Appétit Culinary Center, única escola de cozinha prática em alto-mar. Demais. 

 

Dentre os restaurantes “comuns” – que de comuns não têm nada, basta dar uma rápida olhada nos menus e provar do excelente atendimento para se constatar isso em 2 segundos – temos:

 

O Grand Dining Room, que serve café da manhã, almoço e jantar em prataria impecável, porcelana europeia e cristais Riedel e oferece uma cozinha internacional num menu muito interessante que, diariamente, conta com duas opções especiais além das listadas: uma degustação típica inspirada em algum país e a refeição criada pelo SPA Canyon Ranch, equilibrada, light e super saudável. Eu, CERTAMENTE, seria adepta. A Paula me disse que no room service também é possível pedir o menu do SPA. Perfeito.

 

O delicioso salão do Grand Dining

O delicioso salão do Grand Dining

 

e os detalhes de seu incrível menu

e os detalhes de seu incrível menu Foto de Paula Scarcelli

 

O Terrace Café e seus incríveis buffets que proporcionam refeições inesquecíveis tanto no salão interno como ao ar livre – excelente opção para café da manhã e almoço;

 

Terrace Café

Terrace Café

 

 

E o super casual Waves Grill, que fica na piscina, serve saladas, hambúrgueres e sorvetes MARA, e é perfeito para quem está curtindo o sol. Gente, a Paula me disse que eles preparam milk shakes batidos à mão a qualquer hora do dia. Yummy. Entenderam porque eu ia focar no menu do SPA? Valha-me Deus. 

 

Só com estas opções já seria possível ter refeições memoráveis a bordo do Marina. Mas a questão é que o desfile gourmet não para por aqui e  os restaurantes de especialidades são de babar. Mesmo. 

 

No francês Jacques, do Master Chef Jacques Pépin, diretor executivo de culinária da companhia, a Paula provou o melhor escargot da sua vida, disparado. Ela amou a ambientação e disse que o jantar aconteceu com todas as cores do por do sol nas enormes janelas. Isso, mais o atendimento super carinhoso do Maître e da sommelier da casa, uma croata bem humoradíssima, certamente deram ao evento um tom especial. 

 

Couvert com pãezinhos personalizados, escargots, pato com laranja e crêpe suzette.

Couvert com pãezinhos personalizados, escargots, pato com laranja e crêpe suzette. Foto de Paula Scarcelli

 

O Red Ginger é um asiático contemporâneo de temperos marcantes, decoração envolvente e entradinhas fantásticas. Ela jantou neste restaurante duas vezes durante o cruzeiro, provou quase 10 itens do menu e  ficou maravilhada com todos. Destaque para o carré de cordeiro com especiarias asiáticas e Kohl Robi, creme de espinafre e azeite de trufas, e para o crème brûlée de chocolate com limão. Ui. Tudo delicioso e lindo de se ver.

 

Um dos jantares da Paula no Red Ginger

Um dos jantares da Paula no Red Ginger Foto de Paula Scarcelli

 

No Polo Grill, cuja decoração toda em madeira, couro e tecidos nobres é ultra acolhedora, a grande estrela é sua especialidade Surf &Turf que traz uma cauda de lagosta da Flórida e filé mignon grelhados. Bem como a lagosta do Maine, inteira e gratinada. E o bisque de lagosta recoberto com pedaços de lagosta corada. E a costela Bone-in King’s Cut Primeé, a seleção de mini hamburgueres, o magnífico coquetel de camarão e a sopa de cebola….

 

Mini burgers gourmet no Polo Grill

Mini burgers gourmet no Polo Grill Foto de Paula Scarcelli

 

O super típico Toscana é requintadíssimo e ao mesmo tempo, italianíssimo! Seu menu de azeites é bem bacana e a louça personalizada, toda Versace. Chic. O menu foi super elogiado pela Paula, que morreu de amores pelos azeites e pelo pot-pourri de sobremesas italianas “de largar a família”. 

 

Louça Versace

Louça Versace Foto de Paula Scarcelli

 

Agora, para uma experiência absolutamente bárbara, ela recomenda um jantar no Privée, espaço que pode ser reservado para até 10 pessoas, em caráter privativo, como o próprio nome diz. Seu ambiente é primoroso, com detalhes que enchem os olhos, como os entalhes barrocos, as paredes revestidas de ônix e o incrível  lustre de cristal branco Venini. Fazer uma degustação de vinhos no La Reserve by Wine Spectator também deve entrar na lista de compromissos a bordo. 

 

Olha que bárbaro o Privée

Olha que bárbaro o Privée

 

E aqui, o La Reserve.

E aqui, o La Reserve.

 

AS ACOMODAÇÕES

 

Além das cabines padrão, que em sua esmagadora maioria são externas e dispõe de agradáveis varandas (a Paula ficou em uma dessas e simplesmente amou. A varanda é perfeita para contemplar o nascer do sol e tomar café da manhã tendo o oceano como pano de fundo), o Marina ainda tem mais 4 tipos de suítes especias, que vão desde as Penthouses, com 39m², e as Suites Oceania, com 93m², localizadas na proa, popa e cento do navio, até as impressionantes Suites Vista, com 111m², que ficam na proa e têm interiores assinados pelo super Dakota Jackson, e as ultra master Suites Owner. Estas estão na popa, tem incríveis 185m² de área e são todinhas decoradas pela Ralph Lauren Home Collection. Dá para passar a vida viajando no Marina dentro de uma suite dessas, hein? Para completar, todas estas opções oferecem serviço de mordomo 24 horas, além de uma série infinita de vantagens e mimos. 

 

Aqui a cabine que recebeu a Paula.

Aqui a cabine que recebeu a Paula. Foto de Paula Scarcelli

 

Seu primeiro nascer do sol a bordo foi assim.

Seu primeiro nascer do sol a bordo foi assim. Foto de Paula Scarcelli

 

Café da manhã na cabine no porto de Rio Grande

Café da manhã na cabine no porto de Rio Grande Foto de Paula Scarcelli

 

Suíte Penthouse

Suíte Penthouse

 

A Suíte Oceania

A Suíte Oceania

 

Plantinha da Suite Vista

Plantinha da Suite Vista

 

A Suíte Owner. Notaram o tamanho da varanda e a jacuzzi particular ali à direita?

A Suíte Owner. Notaram o tamanho da varanda e a jacuzzi particular ali à direita?

 

Um show. A experiência foi super positiva e, para quem quiser provar deste navio delícia é bom saber que, além de passar pelo Brasil, com embarques no Rio de Janeiro e em Santos, o Marina ainda dá uma geralzinha na América do Sul, com Uruguay, Argentina e Chile, e segue por uma rota bárbara, que engloba Mediterrâneo, Ilhas Gregas, norte da Europa e Escandinávia, Pacífico Sul, Austrália e Nova Zelândia, Canadá, Nova Inglaterra (ponta nordeste dos USA), África, Caribe e Canal do Panamá.

 

Partindo de Punta Del Este

Partindo de Punta Del Este Foto de Paula Scarcelli

 

 

Demais. Roteiro top em um 5 estrelas flutuante onde todos os ambientes são”frente mar”? Tô dentro!

 

Cenas de Punta Del Este

Cenas de Punta Del Este Foto de Paula Scarcelli

 

Sobre Montevidéu

Sobre Montevidéu Foto de Paula Scarcelli

Postado por às 15:15

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Deu no UOL:

 

“Aperto da classe econômica pode estar com os dias contados”

 

Sério????

 

Antes de a gente sair dançando pela rua em comemoração à manchete, preciso dizer que, pelo menos por enquanto, essa maravilhosa notícia faz referência a um projeto que ainda é apenas um conceito envolvendo poltronas conversíveis concebido por um chinês joinha chamado James Lee. Ele é chefe da Paperclip Design, uma empresa de Hong Kong especializada em design de interiores para a indústria de aviação, e sua ideia genial traz uma solução para agradar os passageiros e ampliar a oportunidade de lucro de empresas aéreas ao mesmo tempo.

 

Não disse que ele era joinha?

 

Olha, se o que ele sugere sair mesmo do papel e for colocado em prática, uma nova era nas longas viagens em classe econômica se iniciará, e desta vez, sem a tortura gerada pelo aperto das cabines. Isso tudo apenas com a mudança de design das poltronas. Não é bárbaro?

 

Tipo isso

Tipo isso

 

O assento que ele projetou se chama Butterfly e seu modelo permite que as companhias aéreas modifiquem a configuração das cabines dos aviões de acordo com a demanda de cada voo. O resultado disso, segundo ele, é mais espaço para os passageiros de todas as classes, já que fica super fácil adaptar a cabine com uma disposição de 2-4-2 assentos para uma de 1-2-1. O Butterfly foi pensado especificamente em acomodar passageiros viajando em econômica premium ou executiva mas, diante disso que nos é apresentado, fica claro que não seria impossível aproveitar a solução para toda a classe econômica, ou até mesmo para a first!

 

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Cada Butterfly é composto, na realidade, por duas poltronas conjugadas, com o assento do corredor posicionado de forma desnivelada, para trás do assento da janela ou do meio. Olhando as imagens (que também tirei lá do UOL), fica bem mais fácil de entender as explicações da coisa toda, juro.

 

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Enfim. Quando as duas poltronas dos quatro conjuntos de assentos da fileira são utilizadas, temos a classe econômica. Nessa disposição, mesmo com oito passageiros sentados lado a lado, há um super espaço lateral para todos, graças ao esquema de desnivelamento. :-D . Isso significa que, mesmo na econômica, o passageiro vai contar com uma mesa larga, nichos para acomodar pequenos objetos e um apoio de pés ajustável em forma de pufe. Para vocês terem uma ideia, em uma aeronave como o 777, são até 53 cm de espaço entre os apoios de braço para cada passageiro. Isso, meus queridos, é o tamanho que encontramos em algumas cabines executivas, sabiam? :-D :-D

 

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E tem mais: o encosto dos assentos do meio ou da janela podem ser rebatidos, transformando a dupla de poltronas em uma mini-suíte com um sofá lateral na configuração de classe executiva. Este sofá, além de ampliar o espaço disponível para o passageiro, pode acomodar um segundo viajante para as refeições ou permitir que crianças durmam ao lado de seus pais durante o voo. :-D :-D :-D

 

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Para completar, o assento do corredor pode ser rebatido, e isso forma uma cama diagonal junto ao sofá com dimensões respeitáveis (196 cm de comprimento por 110 cm de largura) que faz dele uma das maiores camas disponível nos ares. É espaço suficiente para o passageiro dormir em qualquer posição. 

 

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Resumindo, além de permitir modificações rápidas nas combinações de assentos disponíveis em cada voo, o Butterfly simplificaria para as companhias aéreas a questão em torno de oferecer upgrades aos clientes. Como a demanda não é constante, previsível tampouco, essa flexibilidade toda ajudaria as empresas a combater incertezas, segundo Lee. 

 

Eu espero mesmo é que essa excelente ideia ajude a nós, passageiros que pagamos tanto para voar na econômica e mais ainda por uma poltrona business. Haja milhas. E dinheiro!

 

Mas é aquilo, né: todo mundo achou o MÁXIMO  o tal do Butterfly, mas o projeto – que já recebeu 2 prêmios super importantes da aviação – ainda depende de parcerias para ser executado. A Paperclip andou dizendo que, com otimismo, poderíamos pensar nisso para, talvez, depois de 2017.

 

Para mim, o que interessa é o fato de alguém competente ter apresentado algo que pode vir a ser uma solução. Algo que pode trazer benefícios para os viajantes. Estamos juntos nessa torcida, certo? Qualquer novidade eu conto para vocês! ;-)

 

Postado por às 14:31

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O Casa Chic é um hotel de campo delicioso localizado em Carmelo, cidadezinha super pacata e cheia de vinícolas que fica na beira do Rio de la Plata, a 3 horinhas de carro de Montevidéu, no Uruguay.  Por entre as silenciosas ruas de paralelepípedos de seu centrinho, todos, inclusive os turistas, trafegam montados em suas bicis. As casas são uma graça e a combinação parrilla-café-loja de vinhos é um sucesso. Muito, mas muito bacana, como tudo o que se refere ao Uruguay, né? Adoro a vibe do país, com aqueles campos todos, clima de fazenda, cidades simpáticas e praias badaladas. Sou fã. 

 

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Mas voltemos ao Casa Chic que, como eu estava dizendo, é um hotel e clube de campo super gostoso que fica a penas 1 km do Rio de la Plata e tem vistas lindíssimas sobre as florestas nativas e lagos naturais da região. O lugar foi idealizado justamente para que seus hóspedes relaxem e desfrutem de tudo o que a Riviera Uruguaia oferece com muito charme e, principalmente, conforto.  A paixão pelo design, gastronomia e estilo de vida moderno e descontraído de seus criadores garantem que nós, os hóspedes, experimentemos seu serviço personalizado em uma atmosfera de relaxamento e bem-estar que faz de qualquer estadia uma experiência bárbara.

 

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Agora, se você acha que toda a tranquilidade característica de Carmelo sobre a qual já comentei, vai fazer de sua estada no Casa Chic uma morgação sem fim, apenas digo que você está enganado. As atividades oferecidas pelo hotel são muitas e incluem coisas bacanas como golf, kayaks, tênis, cavalos, bikes e paddles. Gosto muito deste mix relax+atividades ao ar livre.

 

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E gosto mais ainda de vinhos, por isso amei saber que sua adega Buena Vista é super bem decorada e muito bem equipada, mesclando tecnologia e tradição na dose certa. Especialistas no assunto falam muitos bem sobre suas instalações e os vinhos produzidos na região de Punta Gorda e eu estou mesmo é ficando com vontade de ir ver tudo isso de perto. 

 

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Quem topa?

 

 

 

Postado por às 14:41

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O fim de novembro foi intenso. Emendei duas viagens – Machu Picchu e Paris – e ainda coloquei 2 pessoas da minha equipe na estrada também: a Paula embarcou no novíssimo navio Marina, da Oceania Cruises, sobre o qual vou falar logo logo, já que ela simplesmente amou e voltou cheinha de detalhes para contar, e a Mafê se mandou para Botswana, onde fez sua estreia no mundo dos safáris e conheceu, além da vida selvagem, lodges bárbaros e serviços de primeira linha.

 

 

Que lugar incrível essa tal de Botswana, gente! Viagens de safári são sempre memoráveis. No ano passado a Paula foi para a Tanzânia e quando voltou me disse que se precisasse resumir a experiência em uma palavra, diria “grandiosa”. Daí a Mafê voltou da África e confirmou a definição. Ambas afirmam que seus primeiros safáris foram, até agora, a grande viagem de suas vidas.  

 

Não dá pra discutir, né? 

 

Dentre todo o material que começamos a decupar hoje para a produção dos posts, há um vídeo MARA que foi feito pelo super querido Bruno Feder, um dos companheiros de safári da Mafê. Então, aí vai uma palhinha do que se passou em Botswana. Assistam com amor pois está demais e ilustra perfeitamente o conceito “uma imagem vale mais do que mil palavras”. 

 

Aumentem o som e divirtam-se! Eu já vi umas 100 vezes [and counting] :-D!

 

 

Agradecimentos mil ao Bruno, que é talentoso por demais e editou tudinho lá mesmo, entre um safári e outro. Arrasou. 

 

Importante dizer que a Mafê viajou com toda a segurança no que diz respeito ao surto de Ebola. Gente, lembrem-se que a África é um continente, não um país, e que uma epidemia que está concentrada em determinada porção do território não atinge áreas distantes. Há controle, há distância, eles estão de olho, são os maiores interessados. Ninguém em sã consciência iria fazer safáris em locais onde houvesse riscos de contaminação. Jamais! ;-) As pessoas estão assustadas com isso mas a Mafê voltou com muita informação tirada direto da fonte para tranquilizar quem está indo para lá. Imagina só se países tão fortes no turismo colocariam em perigo justamente os viajantes. Eles tratam isso com muita responsabilidade e isso foi confirmado in loco. 

 

Muito amor pela África. Sempre um destino deuso. 

 

Postado por às 17:42

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Oie! Hoje vou contar sobre a absolutamente incrível viagem que fiz ao Peru. Quem acompanhou pelo Instagram já teve uma amostra de como estes dias foram bárbaros mas, só para explicar logo de cara quão maravilhosa foi esta minha experiência, apenas digo que fiz uma trilha, chamada Lares, que é paralela à Trilha Inca Original e à trilha Salkantay, ou seja: fui à pé para Machu Picchu numa jornada de 5 dias, em altitudes que variavam sempre entre os 2000 e 4000 metros acima do nível do mar, gente! Esta foi a primeira saída para esta trilha com seu lodges prontos, então posso dizer que eu e o grupo top que me acompanhou nessa aventura fizemos a viagem inaugural deste programa, intercalando caminhadas super extensas com hospedagens MARA, nos tais lodges novinhos em folha. Foi uma honra e um aprendizado. Inaugurar um roteiro é puro luxo, vamos combinar.  

 

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Foto de Guilherme Padilha

 

Durante a viagem, tive a oportunidade de  explorar o Vale de Urubamba, o famoso “ Vale Sagrado dos Incas”, e o espetacular sítio arqueológico de Machu Picchu. Tudo isso combinado com a caminhada na região de Lares, um dos lugares menos visitados e menos populosos ao norte de Cusco, conhecido por sua atmosfera rural, seus artesãos de tear com suas roupas coloridíssimas e seus rebanhos de alpacas e de lhamas – um pedacinho da autêntica vida peruana.

 

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Foto de Guilherme Padilha

 

 

As caminhadas diárias me levaram a lugares super remotos, onde fiquei cara a cara com cascatas, picos nevados, lagos glaciais e magníficos condores planando. Um absurdo de lindo. Estes trajetos também me deram a chance de visitar as pequenas comunidades andinas onde o estilo de vida permanece imutável há séculos.

 

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Foto de Guilherme Padilha

 

 

Conheci o trabalho impressionante dos artesãos de tear manual, os camponeses….dei um verdadeiro mergulho no passado! Isso tudo, meus amigos, com todo os conforto dos lodges que me alojaram com todo o luxo ao final de cada dia, depois de cada etapa cumprida para o merecido e necessário descanso. Imaginem como é pesado caminhar de 6 a 8 horas por dia… Importante dizer que cada aventura é programada de acordo com a capacidade individual dos viajantes, então há trilhas com diferentes níveis de dificuldade. É possível optar por fazer uma parte a pé e outra de carro, caminhadas reduzidas, enfim: são super cuidadosos com os viajantes. Todo e qualquer movimento nas trilhas é acompanhado por guias mega experientes que, além de nos orientar, compartilham todo seu vasto conhecimento sobre história natural, cultura e tradições locais. Cada dia é uma aula, gente, com infinitamente mais informações do as que poderíamos encontrar em qualquer livro de história, qualquer guia de viagem, qualquer Google. Demais.

 

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Foto de Guilherme Padilha

 

Como eu já disse, fiz o itinerário de 5 dias, que inclui os mais expressivos sítios Incas do vale sagrado e as melhores trilhas da região de Lares mas, para quem tem mais tempo e quer uma aventura mais completa, há também a opção que dura 7 dias. Tanto um como outro oferecem visitas aos incríveis sítios Inca de Pisac, com suas notáveis estruturas de pedras; de Ollantaytambo, onde o líder rebelde Inca MancoInca derrotou os espanhóis em batalha; e da incomparável Machu Picchu, glória do império Inca e maravilha arqueológica da América do Sul.

 

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Foto de Guilherme Padilha

 

 

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Foto de Guilherme Padilha

 

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Foto de Guilherme Padilha

 

Bem, tudo começou em Cusco, onde cheguei e fiquei por 2 dias para me adaptar à altitude. Essa parte não é nada fácil, viu? Confesso que sofri bastante mas mastigar folhas de coca, tomar seu chá, muita água e uma alimentação leve ajudam bastante. O grupo que foi comigo era de 19 pessoas no total e maior parte dele era formada por operadores e agências de turismo. A tchurma dos “desbravadores peruanos” ainda contou com a presença da Gabriela Pugliesi, Didi Wagner e seu marido, Fred. Time nota mil, a integração entre todos foi ótima!

  

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Foto de Guilherme Padilha

 

Em Cusco fiquei no hotel El Mercado, que tem ótima localização e um custo beneficio top. O dono deste hotel, Henrique, é também proprietário dos lodges onde nos hospedamos durante a trilha e adorei conhecê-lo pois me encantou ver seu comprometimento e envolvimento com as comunidades locais. Visitamos alguns sítios arqueológicos em Cusco e demos uma volta na praça. Já nestes primeiros dias fiz minha primeira constatação: como a natureza é generosa com o Peru! Se nos primeiros dias eu já estava de queixo caído, imaginem só como fiquei ansiosa pelo resto da viagem! Eu sabia o que me aguardava.

 

 

 

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Foto de Guilherme Padilha

 

 

 

A partir dai foi que a trilha começou de fato. Neste primeiro dia ‘hardcore’ saímos cedinho de Cusco num carro em direção ao Vale Urubamba, o “Vale Sagrado dos Incas”. Passamos por Pisac e pelo vilarejo de Qoya, que já está a 2900 m de altitude. Depois deste trajeto motorizado, que durou mais ou menos 1 hora e meia, chegamos à comunidade de AyarCancha, onde começamos a caminhada numa altura de 3800 metros! Subimos montanha por duas horas até chegarmos ao desfiladeiro de Challwacassa, a 4250 metros de altitude. Juro, achei que fosse morrer, kkkk, mas o cansaço logo deu lugar ao encantamento que senti observando as lindas vistas dos picos das cordilheiras de Vilcanota e Vilcabamba e, mais ao longe, dos gigantes picos nevados de Ausangate e Salcantay. Que visual!

 

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Foto de Guilherme Padilha

 

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Foto de Guilherme Padilha

 

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Foto de Guilherme Padilha

 

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Foto de Guilherme Padilha

 

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Foto de Guilherme Padilha

 

 

 

Como tudo o que sobe, desce, seguimos então montanha abaixo até a comunidade de Viacha, a 3900 metros, onde paramos para um almoço gourmet. Depois de um merecido descanso, pegamos uma trilha Inca restaurada, que leva até o impressionante sítio arqueológico de Pisac, a 3200 metros, que domina todo o vale. As encostas mais baixas das montanhas exibem terraços para plantio e sistemas de irrigação impressionantes, que datam dos tempos Inca.

 

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Foto de Guilherme Padilha

 

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Foto de Guilherme Padilha

 

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Foto de Guilherme Padilha

 

 

Depois de um passeio de exploração nas ruínas, continuamos descendo por uma hora, até a pitoresca aldeia de Pisac, a 2972 metros, lugar super conhecido por seu colorido mercado de produtos artesanais. Dali, seguimos de carro até a cidade de Lamay (2941 metros), onde passamos a noite num lodge bem confortável, que ainda estava meio em obras mas assim mesmo era maravilhoso. O legal é que membros da comunidade trabalham lá. É o tal envolvimento do Henrique e seu irmão com as comunidades locais. Bem bacana. Neste primeiro dia foram 6 horas de caminhada (ui), mas é aquilo que já falei: há diferentes níveis de dificuldade e se alguém preferir algo mais leve há a possibilidade de adaptar a divisão carro/trilha em cada etapa. Andei 6 horas porque tenho um super condicionamento e sou metida, kkk. 

 

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Foto de Guilherme Padilha

 

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No segundo dia fizemos a caminhada de Quiswarani até Huacawasi, uma das mais belas trilhas da região de Cusco! Saímos de Lamay bem cedo, e fomos de carro numa viagem de belas paisagens por 2 horas até Lares, região norte do Vale Sagrado. Ao deixarmos a estrada principal, logo chegamos à singular aldeia de Quiswarani, que fica a singelos 3.829 metros, onde começamos a andar. A trilha seguiu vale acima, onde logo demos de cara com lagos e rebanhos de alpacas pastando. Seguimos caminhando e subindo por umas 3 horas até o desfiladeiro de AbraHuchuyccasa, a 4.414 metros de altitude.

 

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Foto de Guilherme Padilha

 

Duro, viu? Mas lá do alto…vocês não imaginam como são incríveis as paisagens das cordilheiras de montanhas ao longe e os maravilhosos lagos azuis turquesa. Em Cuncani passamos por muitos campos e casinhas de camponeses descendentes do Incas que mantém seu tradicional estilo de vida e seguem cultivando uma grande variedade de batatas que produzem durante o ano inteiro, além de ainda usarem as lhamas para transporte, e as alpacas, para alimentação e vestimenta. Fofíssimos. 

 

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Foto de Guilherme Padilha

 

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Daí é aquela história, né? Subiu, tem que descer, não há outro jeito! Então, a partir dos 4387 metros do desfiladeiro de Phoñaccasa, seguimos até o lago de Qeywagocha para um almoço tranquilo. Terminamos a caminhada na aldeia de Qelgena (3.647 m), onde nosso carro nos resgatou após 8 horas de caminhada e nos levou até a aldeia de Huacawasi (3.800 m), onde tivemos um encontro cultural único com as pessoas da comunidade local. Passamos a noite no lodge de Huacawasi, que já está bem completo. A-do-rei a estadia lá e gostei mais ainda de saber que a comunidade participa como sócia em 25% do lodge. Top. 

 

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Foto de Guilherme Padilha

 

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Huacawasi é uma famosa aldeia de artesãos de tear, onde os homens ainda vestem os tradicionais ponchos coloridos, e as mulheres usam saias feitas à mão e chapéus decorados. Nosso terceiro dia de trilhas partiu de lá e, ao passar pela aldeia, mergulhamos na vida cotidiana da comunidade, observamos as mulheres trabalhando nos teares, e vimos cenas impagáveis, como as crianças indo para a escola.

 

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Foto de Guilherme Padilha

 

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Sorria! Foto de Guilherme Padilha

 

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Foto de Guilherme Padilha

 

Engatamos uma caminhada de 2 horas e meia montanha acima até o topo do desfiladeiro de Ipsaycocha (4.442 m), de onde o visual é magnífico. Durante o trajeto encontramos os habitantes locais se deslocando de aldeia em aldeia, levando suas mercadorias e rebanhos de animais. Esse tipo de integração é sempre muito interessante.

 

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Foto de Guilherme Padilha

 

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Foto de Guilherme Padilha

 

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Foto de Guilherme Padilha

 

Adivinhem o que fizemos chegando lá em cima? Sim, descemos até os 4292 metros de altitude do lago Ipsaycocha, onde nos maravilhamos com os condores circulando livremente no céu enquanto aproveitamos o almoço. Continuamos numa descida até a aldeia de Patacancha (3.848 m), onde embarcamos no carro que nos levou até a cidade Inca de Ollantaytambo, a 2.792 m, no Vale Sagrado. Nesse dia participamos de um batizado de uma criancinha Inca e isso foi muito especial. Após mais de 6 horas de caminhada eu simplesmente capotei no hotel. 

 

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Foto de Guilherme Padilha

 

 

Depois de todos esses dias andando como loucos, fizemos um programa um pouco mais light. Visitamos Ollantaytambo, que ostenta um sítio arqueológico impressionante e a bem preservada estrutura desta cidade, que já foi uma capital Inca. O local era propriedade do imperador Pachacutec, conquistador da região, que construiu a cidade e o centro de cerimônias. Ollantaytambo data do século 15 e apresenta algumas das moradas de ocupação contínua mais antigas da América do Sul. As ruínas são impressionantes!

 

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Depois do almoço, chegou a hora mais esperada por mim: pegamos nosso trem até Aguas Calientes, ou seja, estávamos indo para [tcharããã] Machu Picchu! Ficamos hospedados no maravilhoso Inkaterra Pueblo Hotel. 

 

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Foto de Guilherme Padilha

 

O quinto dia de exploração foi bárbaro. Saímos cedíssimo do hotel e pegamos o ônibus que leva ao santuário de Machu Picchu. A viagem é super tranquila, leva apenas meia horinha e, chegando lá, tudo o que eu consegui dizer e pensar foi “UAUUUU!” 

 

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Foto de Guilherme Padilha

 

É difícil verbalizar o impacto que Machu Picchu causou em mim, sério. Durante a visita às ruínas senti de verdade a curiosidade despertada naturalmente em torno da clássica pergunta “como essas construções chegaram até o topo da montanha”? Pois é. Resumindo, digo que ver de perto os mistérios do lugar e fazer descobertas sobre o povo Inca e sua cultura fizeram desta viagem uma experiência pra lá de engrandecedora. A imensa capacidade daquela sociedade é facilmente notada através da impressionante a disposição dos prédios e dos inúmeros terraços para agricultura. Depois de explorar a ruínas, subimos a ultra master íngreme escada Inca de Huayana Picchu. A caminhada dura umas 2 horas e é absurdamente desafiadora. Imagina um caminho VERTICAL. Pois é. Mas, lá de cima, a vista de Machu Picchu e das cordilheiras faz valer cada passo. No meio das montanhas, os templos, casas e cemitérios estão distribuídos de maneira organizada, abrindo ruas e aproveitando o espaço com escadarias. Segundo a história inca, tudo isso foi super planejado justamente para a passagem do Deus Sol. Demais gente. Ver isso de perto foi algo incrível. Bem, e se a subida de Huayana Picchu pode ser classificada como loucura, a descida é praticamente um suicídio, kkkk. Trancos e barrancos literalmente. Quem foi que disse que “para baixo todo santo ajuda”, hein? Esse cara certamente não desceu Huayana Picchu, certeza!

 

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Foto de Guilherme Padilha

 

Vocês acreditam que perdi 3 kg em 5 dias? Juro.

 

Depois deste gran finale com emoção, retornamos à Cusco e passamos a última noite no deslumbrante hotel Sol y Luna. Gostei tanto que vou escrever um post inteirinho só para ele. Fechou com chave de ouro nossa inesquecível aventura. 

 

Finalizando, só sei que absolutamente tudo acrescentou. O contato com o povo, as caminhadas com subidas e descidas por horas a fio, a consciência de saber que para fazer uma trilha dura como as que encaramos, basta querer. A natureza esplendorosa do Peru, tudo o que aprendi sobre turismo de aventura com os top agentes e operadores que viajaram comigo e, como disse uma das minhas companheiras, o “consumo de cultura” que vivemos. 

 

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Foto de Guilherme Padilha

 

 

Foi, sem dúvida, uma das melhores viagem da minha vida!


 

Importante saber:

1 – Você sabia que a maioria das voos internacionais chega em Lima ou tarde da noite (23 hs) ou bem cedo de manhã (5 hs), e que os voos de conexão a Cusco saem a partir das 6 hs? Passar uma noite num hotel em Lima, mesmo que por poucas horas, pode ser uma excelente idéia para descansar um pouco e iniciar a viagem tinindo. 

 

2 – É sempre recomendável passar pelo menos 2 noites em Cusco para se adaptar às altitudes antes de começar as trilhas. Se seu plano de viagem permitir este período, não pense duas vezes! Mesmo porque explorar Cusco é bem bacana.  

 

3 – Para quem quer conhecer outros lugares no Peru, a hora é essa! As programações extra são bem variadas e incluem opções bárbaras como visitar as coloridas comunidades que vivem em volta do Lago Titicaca (o mais alto lago navegável do mundo), se aventurar na exuberante selva amazônica peruana, ou visitar o cânion de Colca, com suas incríveis alturas, terraços Inca e condores.

 

4 – Vale muito a pena se preparar fisicamente antes de ir. Eu fiz isso e afirmo que me ajudou bastante. Foquem nos exercícios cardio-vasculares e controlem a dieta. Esteira, parque, piscina, bike…escolham como pretendem preparar o corpitcho para as caminhadas! E continuem aplicados depois da viagem, né? Boa alimentação, exercícios moderados e canja de galinha não fazem mal a ninguém ;-)

 

5 – O que levar? Pouca bagagem, mas itens “certos”:

Mochila esportiva, Botas de caminhada em trilha já usadas por você (tênis não são apropriados e é super indicado já ter botas “amaciadas”), casaco e calça impermeáveis, capa impermeável, luvas, roupas lever para as caminhadas, camisetas de dryfit, jaqueta de frio, chinelos (tem que descansar os pés, né!), o combo master chapéu/boné/óculos escuros/protetor/repelente, binóculos, luz de cabeça, muitas meias confortáveis, garrafinha para água, bastão para caminhadas, roupas confortáveis para usar à noite, maiô/biquini (há piscinas!), e o mais importante: câmeras com muito espaço livre e carregadores!

 

 

 

Postado por às 14:39

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