Hoje vou falar sobre um casamento incrível cujo relato me foi passado pelas experts no assunto, Nanna Martinez e Lívia Colucci, da Whitehall, boutique referência em se tratando de vestidos de noiva e festa. Eu adoro essa minha parceria com elas pois, na Whitehall, as duas, que são irmãs e sócias, não criam e vendem as roupas, apenas. Elas vivem a história de cada casamento, se envolvem com a noiva, com as madrinhas, com as convidadas e, no fim, sempre têm em mãos uma linda história para contar. Porque afinal de contas, um casamento não é feito apenas de vestidos, certo? A gente adora festas, roupas, decorações e buffets maravilhosos mas, aqui neste blog, o Destination Wedding – local escolhido para se casar fora da própria cidade – é sempre a estrela principal, claro.

 

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E este foi simplesmente bárbaro. A noiva Natalia Billa escolheu a Escócia para o dia do sim, principalmente porque o casal não se identificava muito com uma festa enorme. Isso fez com que surgisse a ideia de se optar por um lugar inusitado e lá fazer um casamento que durasse mais de um dia, um evento que fosse uma experiência, que daria a cada convidado a chance de compartilhar com os noivos este momento tão especial, além de – claro – fazer uma viagem interessante e conhecer lugares inesquecíveis. Portanto, um Wedding Weekend era a perfeito. Eles pesquisaram muitos locais antes de encontrarem, nas palavras da noiva, “o ‘nosso’ Eilean Donan Castle, encantador, em um local muitíssimo bem decorado por Deus”. 

 

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Bom, só digo que com esta frase ela sintetizou muito bem a impressão sobre o Castelo, pois o Eilean Donan é um lugar fantástico, reconhecido no mundo inteiro como uma das mais emblemáticas imagens da Escócia. Ele fica na pequenina ilha Eilean Donan (Ilha de Donan) localizada bem no ponto onde os três grandes lagos marinhos, Loch Duich, Loch Long e Loch Alsh, se encontram e é totalmente rodeado por cenários majestosos. Trata-se de uma das atrações mais visitadas e importantes das montanhas escocesas, então imaginem a beleza do lugar, né?

 

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Só para falar um pouquinho mais sobre o lugar, já que ele pode ser visitado por todos que estiverem pela Escócia, oferece uma viagem através da história da região e tem uma estrutura bem bacana para visitantes: embora a ilha Eilean Donan já fosse habitada lá pelos idos do século 6, o primeiro castelo fortificado surgiu ali apenas em meados do século 13 e foi construído para guardar as terras de Kintail, região da qual estamos falando, que é cheia de montanhas e fica a noroeste das highlands. Desde então, pelo menos quatro versões diferentes do castelo foram construídas, destruídas e reconstruídas de acordo com o desenrolar da história feudal da Escócia ao longo dos séculos.

 

Visão geral de Eilean Donan

Visão geral de Eilean Donan

 

A última grande destruição do nosso castelinho aconteceu em 1719, durante a revolução jacobina, e esta jóia ficou em ruínas por quase 200 anos quando, finalmente, o tenente-coronel John MacRae-Gilstrap comprou a ilha em 1911 e deu início à restauração completa do castelo. Ele foi reaberto com todas as glórias em 1932, após 20 anos de labuta. Mandou muito bem o Gilstrap, hein? Se não fosse ele, a Natalia ia ter muito mais trabalho para escolher onde casar, imaginem!

 

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Mas vamos voltar então aos detalhes do casamento dela. 

 

Desnecessário dizer que a experiência foi maravilhosa, certo? A Natalia contratou uma cerimonialista chamada Cheryl que a ajudou com todos os detalhes, especialmente com a parte de “não enlouquecer”. Olha, só quem já se casou sabe a loucura que é! Ela indicou o bolo, as flores e coordenou todo o serviço. Isso sem falar na ajuda da mãe da noiva, que trabalha no Brasil com casamentos, e foi fundamental.   

 

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Como fora do Brasil as pessoas não estão acostumadas com o estilo de casamento que temos, a noiva se planejou e levou os itens que não encontraria com facilidade lá. Ela comprou coisas extras de decoração em sites como o Ebay e IKEA e mandou entregar no escritório da assessora.

 

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Para os noivos o fotógrafo era uma das coisas mais importantes. Claro, né? Imaginem só o casamento dos sonhos neste lugar incrível sem fotos maravilhosas para recordação? Sou suspeita, sou louca por fotos, mas acho que todos concordamos que, neste caso, a importância de um bom profissional elevou-se à quinta potência, certo? Para terem total segurança em relação à qualidade do resultado, optaram por levar alguém do Brasil, com quem se identificassem e cujo trabalho amassem. O escolhido foi Diego Migotto, e as fotos deste post são todas dele, exceto a que mostra o castelo por fora, esta de autoria do fotógrafo alemão Stefan Krause.

 

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O vestido, maravilhoso, foi feito pela Nanna Martinez e a empatia entre as duas foi instantânea. Nanna me disse que a Natalia foi uma noiva muito especial e que desenvolver o vestido dela, que tinha tons de chá em degradeé na barra, foi algo que a fascinou. Ela realizou o sonho da Natalia sem poupar esforços e isso fez com que a noiva ficasse estonteante. 

 

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A cerimônia leve e romântica foi conduzida pelo Reverendo Allan McArthur e um dos pontos altos do casório ficou por conta da banda típica local Ceilidh, que garantiu a animação da festa do início ao fim.

 

Uma curiosidade: é costume local o cardápio do jantar do casamento ser enviado com os convites. Assim os convidados já escolhem os pratos que irão degustar no dia com suas opções favoritas! O jantar é servido a francesa com três courses. Bem diferente do que costumamos ter por aqui, não acham?

 

Pelas fotos a gente vê bem como foi o clima do casamento. Eu achei incrível e não vejo a hora de poder organizar um destes por lá!

 

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Postado por às 16:46

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Aqui no Brasil a gente não tem à disposição ferrovias que nos atendam em deslocamentos turísticos, digamos assim; por isso é que a maioria de nós, normalmente, é apresentado à esta experiência durante viagens pela Europa, por exemplo, onde uma imensidão de trechos curtos ou bem longos podem ser cumpridos a bordo dos trens que cortam o continente. Nesses casos é bastante comum ser mais barato viajar por terra do que voando e isso, aliado à curiosidade em relação ao meio de transporte, contribui muito para que a gente escolha fazer deslocamentos internos desta maneira.

 

Ok.

 

Mas vocês já pensaram em fazer alguma viagem super diferente inteirinha a bordo de um trem de luxo, onde os vagões não são coadjuvantes mas sim um dos atrativos principais do roteiro?

 

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Pois bem. A Golden Eagle Luxury Trains é uma companhia que oferece as mais exclusivas e pioneiras viagens de trem possíveis pela Rússia, Europa Central, Europa Oriental, Ásia Central, Mongólia, China e Irã. Imaginem escolher um destino fabuloso, porém super remoto como um desses, e conhecê-lo a bordo de um trem que vai te dar toda a estrutura, segurança e conforto necessários para que sua viagem dos sonhos se realize sem preocupações? Tudo de bom. Além de viajar em altíssimo estilo, todos os tours ‘off-train’ e até hospedagens em hotéis 5 estrelas durante o percurso são organizados por eles. Atendimento VIP completíssimo. 

 

Vagão Restaurante do Golden Eagle Express

Vagão Restaurante do Golden Eagle Express

 

Pensem que numa viagem de longa distância em um trem de luxo você vai ter a chance de visitar os lugares mais belos, acomodado em uma cabine top com vistas que mudam constantemente! Você não tem um quarto com vista, mas sim um quarto com dezenas de vistas. É o que eles chamam de ‘Rail Cruises’, ou seja, Cruzeiros de Trem. Demais. Isso sem falar nos serviços a bordo, no ambiente super elegante e nos restaurantes deusos que há nos trens. E não importa para onde você vai. Você conhecerá os lugares mais pitorescos a bordo de um 5 estrelas. Não é bárbaro? 

 

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Sabem aquele stress envolvido no árduo processo de se conhecer diversos lugares em uma só viagem, que consiste em “carrega mala/faz check-in no hotel/desfaz mala/faz mala/faz check-out no hotel/carrega mala/vai para o aeroporto/espera o voo/carrega mala/faz check-in no próximo hotel/etc etc etc” ? Simplesmente não existe. Você entra no trem, desfaz suas malas e só pensa nisso novamente na hora em que a viagem terminar. Adoro. 

 

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A Golden Eagle conta com 5 diferentes trens de cruzeiro:

 

 

- o Shangri-La Express, inquestionavelmente o melhor trem privado na China atualmente, cujas enormes janelas são o lugar ideal para se observar as muitas paisagens do imenso país;

 

 

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- o Danubio Express, que tem as melhores acomodações ferroviárias da Europa;

 

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- o The Prestige Continental Express, que tem todo o estilo do icônico Orient Express aliado ao luxo, conforto e segurança de um trem super moderno – destaque para o ‘Le Diamant’ seu elegante piano bar com música ao vivo durante todo o dia;

 

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- o Glacier & Bernina Pullman Express, construído em 1931 e o único trem europeu de calibre estreito original desta época;

 

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- e  o Life on Board Golden Eagle, super luxuoso, que conta com 3 categorias de cabines, incluindo as Suites Imperiais, acomodação mais espaçosa de todos os trens Golden Eagle e de todos os trens que existem em toda a Rússia. 

 

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Vagão Bar do Golden Eagle

Vagão Bar do Golden Eagle

 

E como a escolha do trem é uma consequência do itinerário desejado, já que cada um deles trafega por regiões distintas, é importante dizer que cada itinerário da Golden Eagle é elaborado especialmente para transformar expectativas em memórias inestimáveis e envolvem alguns dos mais culturalmente diversos destinos que o mundo tem para nos oferecer. Os Cruzeiros Ferroviários são uma fantástica maneira de absorver a rica cultura e paisagem cinematográfica de cada região por onde se passa. São explorações únicas, realmente inesquecíveis. Dentre os principais roteiros, temos uma opção mais incrível do que a outra, deem uma olhada: 

 

- Caspian Odissey – explora os países das margens leste e oeste do Mar Cáspio: Armênia, Geórgia, Azerbaijão, Turcomenistão, Uzbequistão e Cazaquistão. São 16 dias e 6 países. 

 

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- Silk Road – em 21 dias, refaz uma das mais importantes rotas de comércio da antiga civilização, a Rota da Seda, seguindo os passos de figuras lendárias como Alexandre, o Grande e Marco Polo. Engloba Moscou, Volgograd, Kara Kum, Khiva, Ashgabat, Merv, Bukhara, Samarkand, Tashkent, Almaty, Urumqi, Turpan, Dunhuang, Jiayuguan, Xian e Beijing. Há uma segunda opção, um pouco mais enxuta que leva 13 dias, a Taste of The Silk Road, que também faz Rússia e Ásia Central a bordo do Golden Eagle. 

 

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- Jóias da Pérsia – Viagem única por destinos raramente explorados pelos viajantes ocidentais. Das margens do Danúbio para a beira do Bósforo e antiga Pérsia, a rota passa por Budapeste, Kecskemet, Sighisoara, Brasov, VelikoTarnovo, Kazanlak, Istambul, Cappadocia, Van, Van Lake, Akdamar Island, Zanjan, Yazd, Isfahan, Shiraz, Persepolis e Teerã em 15 dias. É um roteiro muito especial.

 

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- Coração da Pérsia – 12 dias passando por Teerã, Mashhad, Kerman, Bam, Rayen, Mahan, Yazd,  Isfahan, Shiraz, Persépolis, Kashan, Shushtar, Chogha Zanbil e Susa, retornando então à Teerã. 

 

- Balkan Odyssey – Perfeito para conhecer a Europa através de uma perspectiva bem diferente. É um roteiro sofisticado que te leva para alguns dos destinos mais fascinantes do continente: Veneza, Liubliana, Zagreb, Sarajevo, Mostar, Belgrado, Sofia, Plovdiv, Kazanlak, Veliko Tarnovo, Brasov, Sighisoara, Kecskemet, Lajosmizse e Budapeste.

 

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- Balkan Explorer – este roteiro a bordo do Danubio Express te deixa cara a cara com as paisagens, a fascinante história, a cultura vibrante e as relíquias medievais da encantadora região dos Balcãs. São 12 dias e 9 países, de Istambul a Veneza, passando por Plovdiv, Sofia, Salónica, Skopje, Belgrado, Dubrovnik, Mostar, Sarajevo, Zagreb, Ljubljana e Trieste. 

 

- Clássicos da Europa Central – viagem através de encantadoras cidades e maravilhosas paisagens a bordo do Danubio Express. A rota engloba Budapeste, Keszthely, Viena, Bratislava, Cracóvia e Praga.

 

- Europa Central e Transilvânia – de Praga a Istambul através do suntuoso cenário da Europa Central e Meridional. Passa por cidades belíssimas como Praga, Cracóvia, Bratislava, Viena, Keszthely, Budapeste, Lajosmizse, Kecskemet, Sighisoara, Brasov, Veliko Tarnovo e Kazanlak, chegando à Istambul.  

 

- Transilvânia – Viagem medieval pelo coração da Transilvânia com muita cultura, arquitetura antiga, montanhas e floretas desta bela região. Sai de Istambul e chega em Budapeste, passando por Kazanlak, Veliko Tarnovo, Brasov, Sighisoara e Kecskemet. 

 

- Tesouros da Europa Oriental – 12 dias e 7 países a bordo do Danubio Express com todas a relíquias preciosas que remontam o passado triste de algumas das cidades mais importantes da Europa. Acesso aos tesouros arquitetônicos de Praga e Budapeste, à rica cultura do legado musical de Viena e à história pungente das cidades mais influentes da Segunda Guerra Mundial. Praga, Zittau, Berlim, Gdynia, Gdansk, Kaliningrad, Malbork, Cracóvia, Bratislava, Viena, Keszthely e Budapeste.

 

 - Swiss Rail Espetacular – 10 dias a bordo do Prestige Continental Express através da beleza incomparável das montanhas suíças. Ah, os alpes….Bom, aqui a gente sai de Zurich e segue por Basel, St. Moritz, Rheinschlucht Gorge, Gotthard Fortress, Furkapass, Gornergrat, The Matterhorn, Interlaken, Jungfrau, Brienz, Brienzer-Rothorn, Lago Lucerna e Mount Rigi, retornando para Zurich.

 

- Expresso Transiberiano – De Moscou a Vladivostok, corta a Rússia través dos Montes Urais, passando pelas magníficas e intermináveis estepes e ao longo da margem do maior lago de água doce do mundo. É uma das viagens de trem mais tops que existem. São 15 dias saindo de Moscou, passando por Kazan, Ecaterimburgo, Novosibirsk, Irkutsk, Lago Baikal, Ulan Ude, Ulaanbaatar e chegando à Vladivostok. Ah! Existe também o roteiro especial de inverno para a viagem do Transiberiano. Essa deve ser demais. 

 

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- Expresso TansMongoliano – Dá uma visão super completa da Mongólia e passa, inclusive, pelo Festival Nacional do país, chamado Naadam e conhecido como a segunda Olimpíada mais antiga do mundo. Ai gente, participar de um festival mongol deve ser muito, mas muito diferente mesmo. Adorei. São 13 dias de Moscou a Ulaan Baatar. 

 

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- Arctic Explorer – Imagine celebrar o Natal e o Ano Novo passando pela Moscou e São Petersburgo todinhas decoradas antes de chegar, finalmente, ao Círculo Polar Ártico russo e norueguês buscando a Aurora Boreal? Incrível. 

 

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Olha, eu digo para vocês que fui atrás dessas informações fuçando muito na internet, mas já estou louca de vontade de escolher um destes roteiros bacanérrimos e fazer a viagem de trem mais interessante da minha vida! 

Postado por às 15:32

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Fui para o Tivoli Ecoresort da Praia do Forte e adorei. O hotel é bárbaro, bem grande, mas muito aconchegante e bem estruturado. Tinha muita curiosidade em conhecer o Tivoli pois sempre ouvi falar muito bem do resort e realmente os elogios têm fundamento. Meu final de semana por lá foi incrível, tanto pela estadia como pela linda Bahia, que está sempre dentro do contexto, né gente? Eu costumo dizer que é quase medicinal, kkk.

 

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A Praia do Forte, vila onde está localizado o hotel, fica ao norte de Salvador e é um lugar perfeito para quem curte a natureza, ecoturismo, beleza e luxo. O que me chamou bastante a atenção neste 5 estrelas foi a infra e o cuidado que eles têm com as crianças. A estrutura para kids é excelente e isso faz do Tivoli um destino top para férias em família. São muitas atividades para os pequenos como jogos, teatro, esportes, atividades na praia e piscina, aulas de culinária, leitura de histórias, ações de integração com a natureza e passeios bem legais. As excursões ao projetos Tamar são muito bacanas – importantes também, né? – e na volta para o hotel há uma parada em uma sorveteria onde podemos saborear sorvetes de frutas típicas. Se os adultos adoram, imaginem a s crianças! E, além desta, o hotel ainda organiza mais um monte de visitas bárbaras, como à que vai às ruínas do Castelo Garcia D’Ávila e ensina um pouco da história colonial portuguesa, à Reserva Ecológica da Sapiranga, ao manguezal do rio Timeantube…isso sem falar nas Oficinas Ambientais, nos esportes e em todas as facilidades que oferecem. É realmente bem completo.

 

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Mas então o hotel é indicado apenas para famílias? Não! De jeito nenhum. Indico para todo mundo que queira uma beira de mar baiana com estrutura nota dez. Os serviços para kids são um plus e é importante falar que os do Tivoli são excelentes pois perco a conta de quantos clientes ligam na minha agência pedindo uma indicação como essa ;-)

 

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Adorei a academia ao ar livre – vocês sabem que eu sou a #LoucaDaAcademia , certo? – e no quesito “entretenimento/esportes” o hotel oferece muitas opções. Também gostei muito do Thalasso Spa que oferece tratamentos em dois ambientes diferentes, além da área de Beach Spa, com massagens nos jardins. Bacanérrimo. Fiz uma drenagem que poderia ter sido mais “forte”, mas, no todo, achei bem legal. Minha sugestão para o Tivoli é disponibilizar bikes para os hóspedes, já que o hotel é enorme e alguns pontos ficam realmente bem distantes uns dos outros. É prático, é saudável, é sustentável…será que eles topam? Tomara.

 

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Os restaurantes e bares são todos super bons, com buffets super bem servidos. São 3 restaurantes – Goa, Tabaréu, que serve almoço à beira mar, e o delicioso À Sombra do Coqueiral, com vista para a imensa piscina – e 2 bares – Dendê, na piscina e Ice, na praia. 

 

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Os quartos são inspiradores, super confortáveis, com design moderno e decoração simples, em tons naturais. Um contraste interessante e bastante adequado. O melhor de tudo é que tem acomodação para todos os gostos. São 5 categorias diferentes, incluindo uma Suite Presidencial e apartamentos conjugados para que está com a família. Só digo que passei o fim de semana in love com a minha varanda. 

 

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Daí, quando eu achei que já tinha visto tudo o que o Tivoli tem de bom, emendei uma conversa com a Maria Helena, que trabalha lá há 27 anos, e ela me contou que ali, dentro do resort, há uma escola que foi construída por Klauss Peters, o antigo dono do lugar, para alfabetizar tanto os funcionários como os habitantes da praia do forte. Achei demais.

 

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Aliás, a vila da Praia do Forte é um charme à noite, cheia de restaurantes gostosos e barzinhos com musica ao vivo, uma delícia.

 

 

Bom demais esse Tivoli!  

 

Postado por às 17:47

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Firenze é o berço do renascimento italiano e uma das cidades mais atraentes do país. Belíssima. Fundada por Júlio César em 59 a.C., a cidade é a capital da Toscana, região vinícola mais famosa da Itália, que se estende da parte central da bota até a costa noroeste do Mar Tirreno. Firenze encontra-se na bacia do rio Arno e está rodeada por uma paisagem espetacular: os Apeninos ao Norte e Leste, as colinas cobertas por videiras, oliveiras e ciprestes da região de Chianti ao sul, e a região vinícola de Carmignano e a planície Valdarno a oeste. Está bem de vizinhança nossa Firenze, hein? 

 

A Região da Toscana no mapa da Itália

A Região da Toscana no mapa da Itália

 

 

e aqui o mapinha da Toscana, assim a gente se localiza perfeitamente, né? [adoro mapas]

e aqui o mapinha da Toscana, assim a gente se localiza perfeitamente, né? [adoro mapas]

 

É uma das mais significativas cidades históricas da Itália e lar de quase metade de todo o patrimônio artístico do país. Brunelleschi, Botticelli, Maquiavel, Leonardo da Vinci, Michelangelo…todos fizeram a sua estreia em Firenze, cujo Centro Storico tem mais tesouros artísticos por metro quadrado do que qualquer outra cidade do mundo!

 

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Centro Storico e o Duomo, sempre!

 

Seu pequeno centro, datado do final da Idade Média, exala um sentido clássico de estilo e criatividade, e isso é endossado pela abundância de museus de categoria internacional, galerias, estúdios de arte e artesanato, boutiques e casas de moda. As curvas de suas ruazinhas de paralelepípedos são repletas de botteghe (ateliês abertos ao público onde é possível assistir a pintores e artesãos no trabalho) voltados para as piazzas cheias de estátuas e ladeadas por cafés e trattorias. Mesas ao ar livre adicionam uma atmosfera vibrante às ruas e oferecem aos visitantes o ponto de vista perfeito para que participem de um dos mais tradicionais passatempos florentinos: observar as pessoas. 

 

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Apesar da grandiosidade de sua herança histórica e artística, Firenze mantém um atraente charme descontraído, com a consciência social que data dos ideais humanistas do Renascimento. A “agradabilidade” notável da cidade se deve muito à gentileza dos seus moradores, à grande comunidade internacional que lá existe, ao clima temperado mediterrânico – delicioso –  e à sua área central, que, sem tráfego de veículos, nos convida a caminhar e conhecer cada detalhezinho na maior tranquilidade. Sair a pé por Firenze é uma delícia e todas as tantas atrações imperdíveis da cidade ficam concentradas lá, ou seja: dá para ver tudo mesmo se você tiver pouco tempo. Vale a pena dar uma geral, nada ali dá para ser dispensado. 

 

Ruazinha na região de Oltrarno, que significa "do outro lado do Arno", o rio que corta Firenze

Ruazinha na região de Oltrarno, que significa “do outro lado do Arno”, o rio que corta Firenze

 

Dentre as muitas “coisas-que-devem-ser-vistas” em Firenze, temos:

 

- O David de Michelangelo, que fica na Galleria dell’Accademia (Galeria da Academia de Belas Artes de Firenze), museu importantíssimo que foi fundado em 1784 pelo então Grão Duque da Toscana, Pedro Leopoldo, juntamente com a Academia de Belas Artes, para proporcionar aos estudantes acesso a um grupo seleto de obras que serviriam como estímulo e exemplo para estudo e desenvolvimento dos futuros artistas. Bacana, né? 

 

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- O Duomo – Catedral de Santa Maria del Fiore – a fachada da Catedral é incrível, toda em mármores de várias cores, e trata-se de uma construção antiquíssima, datada de 1296! No seu interior encontramos pinturas e afrescos super importantes, como a Divina Comédia de Dante, de Domenico di Michelino, e vitrais feitos por artistas italianos famosíssimos, como Donatello. O Duomo da Catedral simplesmente domina a paisagem da cidade. É impressionante, pois podemos vê-lo de praticamente qualquer ponto de Firenze. O bacana é que dá para subir ali e ficar cara a cara com seus afrescos espetaculares, que foram pintados há mais de 500 anos. Na parte externa da cúpula há um terraço de onde temos vistas indescritíveis não só de Firenze, mas também da região da Toscana. Muito verde, muitas colinas e tons de céu incríveis podem ser observados de lá. Aproveite para visitar a Campanile, torre que abriga o enorme sino da Catedral e o Battistero, ambos ali em frente. 

 

Santa Maria del Fiore

Santa Maria del Fiore

 

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O onipresente Duomo

 

Os afrescos

Os afrescos

 

Campanile di Giotto

Campanile di Giotto

 

Il Battistero

Il Battistero

 

- A Piazza della Signoria – é a mais famosa e bela praça de Firenze, além de ser o coração cultural da cidade. É aqui que fica o Palazzo Vecchio e a Loggia dei Lanzi, galeria que tem esculturas de mármore mega importantes como o “Rapto das Sabinas”, de Giambologna e “Perseu com a cabeça da Medusa”, de Cellini. Vá para a Pizza, sente em um dos cafés e observe as pessoas. Não falei que esta é uma atividade típica? Pois então. Aproveite para babar na arquitetura do lugar e não deixe de ver a Fonte de Netuno, que tem uma estátua MARA do deus grego dos mares.

 

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- O Palazzo Vecchio – edifício medieval que se destaca na Piazza della Signoria e abriga um museu e a prefeitura de Firenze. O museu do Palazzo é bárbaro e conta com muitos salões repletos de obras de arte como esculturas de Michelangelo e Donatello e pinturas de Da Vinci. Destaque para o Salone dei Cinquecento, o maior e mais importante salão do Palazzo em termos de valor artístico e histórico, que abriga várias obras-primas do período maneirista e tem suas paredes decoradas com seis cenas de batalhas pintadas por Giorgio Vasari. 

 

O Palazzo Vecchio

O Palazzo Vecchio

 

Salone dei Cinquecento

Salone dei Cinquecento

 

-A Galleria Uffizi – fica colada ao Palazzo Vecchio e é um dos museus mais importantes da Europa. É imensa – são umas 50 salas – , possui muitas coleções e seu acervo inclui obras como “O Nascimento de Vênus” de Botticelli, e “A Sagrada Família”‘ de Michelângelo. [hashtag achochic]. Daí você acha que apenas a parte de dentro do lugar merece atenção e se surpreende com sua área externa, cheia de estátuas dos maiores artistas italianos, e que ainda conta com um grande pórtico que leva até o rio Arno.

 

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- A Ponte Vecchio - foi a primeira ponte medieval a atravessar o rio Arno, e é a única deste período que permaneceu. A ponte tem em sua estrutura, apartamentos, lojinhas de souvenir e muitas joalherias. Olha que interessante: durante a Segunda Guerra Mundial, todas as pontes de Florença foram destruídas pelos alemães, menos a Ponte Vecchio. Sabe quem mandou preservá-la? O próprio Hitler! Sua beleza pode ser apreciada de diversas partes da cidade, e eu tive a sorte de me hospedar no Portrait, hotel delicioso que me presenteou com a seguinte vista:

 

Não é incrível ter a Ponte Vecchio na janela? Eu amei.

Não é incrível ter a Ponte Vecchio na janela? Eu amei.

 

Ponte Vecchio

 

As lojinhas da Ponte Vecchio

As lojinhas da Ponte Vecchio

 

Mas é bem interessante também contemplá-la a partir de um dos barchettos que navegam o Rio Arno ou, ainda, a partir da Piazzale Michelangelo. 

 

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- A Piazzale Michelangelo – fica nas colinas da região de Oltrarno (“do outro lado do Arno”)  e é um lugar muito especial, com uma vista espetacular lá do topo: a cidade todinha, o Duomo em destaque e o rio Arno complementando a paisagem. Demais. A subida a pé é meio pesada, mas o panorama que temos já durante o trajeto, faz todo o esforço valer a pena. 

 

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- O Jardim de Boboli – fica bem no meio de Firenze, próximo à Ponte Vecchio, e faz parte do Palazzo Pitti, lugar que foi residência da família Medici, clã responsável por transformar a cidade em uma das mais importantes do mundo. Lá, inclusive, há um museu com objetos pessoais e jóias da família, além dos apartamentos privados que eram ocupados por eles. O Jardim foi criado para Eleonora di Toledo, esposa do Duque da Toscana, e é repleto de fontes e estátuas. 

 

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Giardino di Boboli

 

Palazzo Pitti

Palazzo Pitti

 

O interior do Palazzo Pitti

O interior do Palazzo Pitti

 

- Basilica di San Lorenzo – foi a Catedral de Firenze por mais de 300 anos e lá estão enterrados os 50 principais membros da dinastia Médici. Além disso, seu interior é riquíssimo, cheio de estátuas de mármore, afrescos, pinturas e o maravilhoso teto que é suportado por colunas romanescas que formam arcos por toda a extensão da nave.

 

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Agora o que eu acho bárbaro mesmo em Firenze, é justamente o grande número de oficinas/ateliês/lojas de venda de artigos feitos à mão de primeira linha, jóias, artigos de decoração, artigos de papelaria deluxe e comida gourmet que encontramos pela cidade. A moda é uma atração à parte, mas ali o tempo corre mais lento e a sistemática produção em série ainda não substituiu as mãos hábeis de inteiras gerações de artesãos. Em Firenze, o acesso à griffes como Gucci e Ferragamo – até o hotel onde me hospedei, o Portrait, é um Ferragamo, vejam só – nos chamam a atenção, mas, não deixem de lado as lojas e marcas independentes.  Vários estilistas e designers podem ser encontrados no bairro de Santo Spirito, que fica na região de Oltrarno, uma área residencial de ruas estreitas e tranquilas, super “off centro”. A maioria das boutiques ficam em lindos edifícios renascentistas e se destacam simplesmente por preservarem a tradição cada vez mais rara do trabalho artesanal.

 

Feira no bairro de Santo Spirito

Feira no bairro de Santo Spirito

 

Endereços que valem a pena ser conferidos:

 
- Lorenzo Villoresi: mestre perfumeiro de renome internacional que produz fragrâncias sofisticadas em sua oficina na Via de Bardi, com uma deslumbrante vista para a Catedral e Galeria Uffizi.

 

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- Pagliai: oficina e loja do ourives Paolo Pagliai que fica em Oltrarno, numa torre medieval do século 14, na Borgo San Jacopo. É uma empresa familiar genuinamente florentina que, desde 1930, produz e comercializa prataria, além dos itens Sheffield. Pagliai é também um restaurador especializado de talheres antigos. Na loja é possível encontrar muita prataria vintage.  

 

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- Moleria Locchi: é uma excelente oficina de restauração e design de peças de cristal, além de ser um dos poucos lugares no mundo que restaura peças antigas danificadas.

 

Restaurador top em ação

Restaurador top em ação

 

- Giovanni Melli: loja familiar, única, especializada desde o século 19 em jóias antigas, artigos de prata, camafeus e micromosaicos. Fica na Ponte Vecchio, 48. 

 

- Pampaloni: prataria eclética, desenhada e fabricada desde 1902 pela família Pampaloni. As peças são inspiradas tanto em padrões históricos, como pelo estilo contemporâneo, incluindo a famosa coleção “Bichierografia”, composta por cerca de 140 copos de prata desenhado pelo pintor romano Giovanni Maggi em 1604, e a exclusiva coleção de objetos projetados pelo arquiteto Giò Ponti em 1920.

 

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- Guido Bartolozzi: uma das lojas de antiguidades mais refinadas da Itália, está desde 1887 na Via Maggio.

 

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L’Ippogrifo: nesta loja/estúdio, o artista gráfico Gianni Rafaelli usa uma técnica de 500 anos de impressão em placas de cobre para criar gravuras exclusivas que retratam a vida florentina durante a Renascença, e também imagens contemporâneas de carros, personagens de desenhos e outros objetos do dia a dia. Fica Na Via Santo Spirito, 5. 

 

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- Lapiccirella: fundada no final dos anos 40 por Leonardo Lapiccirella, logo se tornou um dos melhores endereços para colecionadores italianos e estrangeiros; em 1985, Damiano, filho do fundador, abre sua própria galeria. Hoje, a galeria está localizada nas suas instalações históricas em Borgognissanti, depois de ser literalmente varrida pela inundação 1966. A galeria lida principalmente com pinturas dos séculos 16 ao 18. 

 

- Mannina: Bolsas, malas e sapatos feitos sob medida neste pequeno, mágico ateliê que fica na Via de Barbadori, pertinho da Ponte Vecchio. A flagship store fica na Via Guicciardini.

 

- Stefano Bemer: este jovem e hábil sapateiro e designer fabrica lindos sapatos masculinos feitos a mão usando uma mistura inteligente de técnicas tradicionais e couro refinado. Entre seus clientes mais famosos está o vencedor do Oscar Daniel Day-Lewis, que foi até aprendiz sapateiro neste ateliê durante um tempo!

 

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- Roberto Ugolini: Quarta geração de uma família de sapateiros, Roberto Ugolini vende só modelos masculinos feitos sob medida em sua loja/ateliê minúsculos. Seus calçados são criados a partir de vários materiais, incluindo couro, pelica e pele de tubarão. Fica na Via Michelozzi, 17. 

 

- Procacci: um dos foodshops mais antigos da cidade, fica na Via Tornabuoni; é uma instituição florentina fundada por Leopoldo Procacci em 1885 e tornou-se famosa pelos seus deliciosos sanduíches de trufas, caviar, patês, chocolates e doces servidos na loja, que permanece inalterada desde a sua fundação.

 

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- Pegna: fica perto da Catedral e é um verdadeiro paraíso dos gourmets. Está há mais de 150 provendo as mais importantes famílias florentinas com boa comida, excelentes vinhos, doce ma-ra-vi-lho-sos e até produtos de banho e fragrâncias exclusivérrimas. 

 

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- ‘Ino: Loja de alimentos super inovadora e sofisticada na Via dei Georgofili, entre a Ponte Vecchio e a Galeria Uffizi. 

 

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- Scriptorium: em suas duas oficinas e lojas no centro da cidade, Yvonne Miliani Querales oferece artigos de papelaria finos,elaborados a partir de couro, madeira e papel feito à mão. A Scriptorium também trabalha com impressão e caligrafia personalizados para ocasiões especiais.

 

- Angela Caputi: a designer trabalha apenas com resina plástica e produz jóias grandes e ousadas em seu amplo ateliê que fica na Via Santo Spirito, 58

 

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- Il Santino: minúsculo wine bar e empório localizado na Via Santo Spirito, 60, absolutamente recheado de tesouros gastronômicos como 150 rótulos, a maioria produzida por vinícolas artesanais da Toscana, mais de trinta tipos de queijos produzidos nas colinas da região — incluindo um vinacce com infusão de casca de uva merlot — e dezenas de embutidos, como o salame de carne de javali e veado.

 

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Dá ou não dá para passar diiiiiaaasssss andando por Firenze? A questão é que, com seus tesouros renascentistas e palácios seculares, Firenze às vezes é tratada apenas como um museu vivo, mas trata-se, na verdade, de uma cidade vibrante, cheia de cultura contemporânea. E as evidências desta Firenze jovem e revitalizada estão por toda parte. Praças dilapidadas foram reformadas, galerias de arte contemporânea surgiram por toda parte e antigos palacetes foram transformados em elegantes restaurantes. 

 

Para completar, saibam ainda que, estando em Firenze, dá para ir até Siena – uma das mais bem preservadas cidades medievais da Itália -, Lucca – uma jóia do século 19, onde existe um dos mercados de antiguidades mais importantes do país – , e Pisa – cidade histórica super importante onde nasceu Galileu Galilei. Todas elas ficam a uns 45 minutos de Firenze, ou seja: dá para ir e voltar no mesmo dia. Isso sem falar nas vinícolas, restaurantezinhos e os fabricantes de queijo pecorino que estão espalhados pela Toscana e também devem ser visitados. 

 

Lucca

Lucca

 

Pisa

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Siena

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Firenze rocks! 

 

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Postado por às 19:04

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Imagine só ter sua viagem dos sonhos comprometida por uma doença ou mal-estar que poderia ter sido evitado. Nada pior, né? Isso nos faz pensar: será que tais situações não podem ser prevenidas? Dependendo do lugar para onde estamos indo, há sim riscos de se contrair malária, febre amarela, passar por desconfortos gastrointestinais e sofrer acidentes lesionais. Além disso, efeitos como altitude, frio ou calor extremos, baixa umidade, flora e fauna diferentes, alimentos estranhos e até mesmo aspectos sócio-culturais e fusos horários são questões que influem muito no sentido de termos uma viagem tranquila ou não, pensem nisso.

 

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Recentemente passei por uma consulta médica na clínica do Dr. David Uip e tive acesso a uma informação muito importante e super bacana que é interessante para todos nós, viajantes inveterados que adoram rodar o mundo mas se preocupam muito com fatores como segurança, planejamento e, principalmente, saúde: a Medicina do Viajante.

 

 

Para mim, foi uma grata surpresa saber que existe uma nova especialidade médica que se dedica à prevenção de doenças e situações de risco às quais todos os viajantes podem estar expostos, independente do destino escolhido. Além da prevenção, essencial, a Medicina do Viajante também dedica-se ao diagnóstico e ao tratamento das doenças que podem ser adquiridas durante as viagens.

 

Achei incrível e, como não conhecia o assunto, “aluguei” o Dr. Marcos Vinicius da Silva, que é médico da Clinica Prof. David Uip, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas e Professor Associado da Faculdade de Medicina da PUC-SP e ele me explicou tudinho, desde o conceito até o funcionamento prático da coisa. Feríssima o Dr. Marcos.

 

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Ele me contou que a Medicina do Viajante  já existe há algumas décadas na Europa, na América do Norte e Austrália, mas no Brasil está apenas a 16 anos. No início, foi tratada de uma maneira informal dentro dos serviços de Infectologia e Medicina Tropical, mas evoluiu ao longo dos anos e atualmente oferece serviços super especializados. Em São Paulo, a Medicina do Viajante existe há 14 anos e o Dr. Marcos e a equipe da Clínica David Uip atuam nela desde então. 

 

A questão é que, com o aumento do deslocamento de pessoas nos últimos tempos, maior contato com áreas cujos níveis de infra-estrutura sanitária são bem baixos e com o incremento do ecoturismo, os viajantes acabam se deparando com situações novas e maiores riscos de alguma situação inesperada relacionada à saúde. Em outras palavras, o turismo cresceu muito, os destinos se multiplicaram, e hoje vamos até lugares que não eram explorados antigamente. Com isso, as chances de sermos afetados pelo ambiente subiram bastante, estejamos nas áreas de risco ou não. Vai saber se no aeroporto de NYC não há um foco de contaminação. 

 

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 Mas como é que funciona isso tudo na prática?

 

Mais simples do que a gente imagina: São feitas duas consultas, uma pré e outra pós-viagem, seja para quem está viajando sozinho ou em grupo, a turismo ou a trabalho. Pensem só que, se é importante para quem viaja de férias, imaginem para empresas que deslocam funcionários!

 

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Enfim. Na consulta pré-viagem é avaliado o perfil da Viagem – em que época do ano será realizada, duração, finalidade, meios de transporte que serão utilizados, tipo de hospedagem, alimentação, atividades pretendidas, roteiro, condições atuais de saúde física e psíquica do viajante, idade, doenças pregressas, tratamentos, uso de medicamentos, alergias, imunodepressão, gestação ou intenção, situação vacinal, necessidades especiais. Ufa. Ainda é feita uma análise dos locais visitados, se são áreas seguras, áreas com risco de doenças emergentes ou áreas com risco de doenças re-emergentes – como por exemplo o Ebola – com a finalidade de avaliar os riscos e realizar as orientações necessárias que vão desde as roupas adequadas, alimentação, protetores solares, repelentes, atualização vacinal, profilaxia de doenças não preveníveis com vacinas como a malária, que pode ser fatal, até a orientação sobre seguro de saúde. Afinal de contas, todo mundo sabe que a melhor forma de se prevenir doenças infecciosas é a vacinação, não é mesmo? Então, gente, vamos tomá-las com acompanhamento médico, certo?

 

Dentre os benefícios, ainda é elaborado um kit de viagem com medicamentos essenciais e produtos específicos acompanhado da orientação para a utilização em casos de emergência. Isso sem falar que toda essa estrutura acelera o diagnóstico e o tratamento, se for o caso, após a viagem. 

 

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Mais completo do que isso é impossível, minha gente. 

 

Dr. Marcos explicou que, preferencialmente, a consulta na Medicina do Viajante deverá ser realizada no mínimo com 45 dias de antecedência pois muitas vezes há necessidade de exames ou de vacinas que necessitam mais de uma dose com intervalo de tempo pré-estabelecido. E que, para cada nova viagem, há necessidade de nova avaliação pois os roteiros são distintos assim como os riscos, mesmo em se tratando do mesmo local.

 

A Clínica David Uip tem tradição na Medicina do Viajante e também disponibiliza as vacinas necessárias para proteção dos viajantes, inclusive Vacina para Febre Amarela seguida pelo fornecimento do Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP), autorizada pela ANVISA. O CIVP é exigência Internacional para a entrada do viajante (turismo, trabalho, estudo, missão humanitária, etc) em muitos países. Já falei sobre esse assunto aqui no blog.

 

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Então, amores, considerem esta prevenção antes de suas viagens. falem com seus médicos e vão tranquilos. Eu vou, sempre!

Postado por às 19:50

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Sabiam que o restaurante mais antigo do mundo fica em Madri? Pelo menos é isso o que o Guiness Book diz, e no Livro dos Records a gente confia, né? Sabe-se lá se algum outro restaurante abriu as portas antes do Botín, mas as condições exigidas pela turma do Guiness – mesmo nome e mesmo uso – foram cumpridas e hoje, a quarta geração de proprietários ostenta o título. 

 

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As especialidades do Restaurante Botín são os leitões e cordeiros assados lentamente no forno à lenha, que é o mesmo onde Jean Botin, o fundador do lugar, assava suas carnes no século 18. Desde então, ele é a alma da casa. O forno. Botín é o nome. Mas é uma bela combinação e é isso que importa. 

 

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Nos anos de 1700, não existiam restaurantes como conhecemos hoje, pois, os açougueiros e comerciantes de alimentos da época meio que se opunham com truculência à tal prática. Não era permitido vender comida pronta em parte alguma, porém, era permitido que as pensões oferecessem seus fornos para que os viajantes famintos assassem os pedaços de javali que traziam em suas bagagens.

 

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Então, em 1725, o cozinheiro francês Jean Botin chegou à Madri e abriu justamente uma pensão que prestava serviço de forno. Botín não queria se envolver com a hospedagem de cortesãos, então pagou uma espécie de isenção, ficou livre para se dedicar exclusivamente à gastronomia e…tcharã: assim surgiu o primeiro restaurante do mundo. Na verdade, a palavra restaurante só surgiria anos depois, na França, mas essa é outra história e o que vale é o conceito da coisa. 

 

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Desde então o Botín vem recebendo muita gente importante em suas pequenas salas por trás da fachada old school: Marcelo Mastroiani e Catherine Deneuve estiveram lá; a mesa preferida de Hemingway, onde se passa a cena final de seu primeiro romance, O Sol Também Se Levanta“, e onde ele gostava de se sentar de costas para o salão, continua no mesmo canto; Jacqueline Kennedy, Charlton Heston, Ava Gardner, Michael Douglas, Pedro Almodóvar, os reis espanhóis e até Ricky Martin também já provaram os assados do restaurante; e houve até uma ocasião onde diplomatas americanos e soviéticos dividiram um leitão em plena Guerra Fria!

 

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Agora a melhor de todas: vocês acreditam que Francisco de Goya trabalhou no Botín lavando pratos antes de se tornar um pintor renomado? 

 

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Além dos pratos típicos da Segóvia, dos ilustres frequentadores e do título inusitado, a casa também exibe na fachada marcas da Guerra Civil, momento super importante da história da Espanha. Acho incríveis lugares tradicionais e históricos como este. Não é a toa que permanecem fazendo sucesso e atraindo mais e mais gente. Sempre digo que vale a pena conhecer!

 

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Calle Cuchilleros, 17
Madrid, Espanha

Postado por às 16:40

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Vocês sabem que passei 15 dias na Itália agora em setembro acompanhando os ‘finalmentes’ – e participando, claro – dos 2 casamentos que organizei na Toscana, né? Então. Hoje vou falar sobre eles e mostrar um pouco do resultado final desta missão que adorei cumprir. Olha, organizar 2 eventos tão importantes simultaneamente  e ficar atenta aos quase infinitos detalhes, que vão desde a escolha do lugar ideal para cada cerimônia, passando pela logística da coisa (deslocamentos e acomodações para todos), e chegando até ao transporte dos lindos vestidos das daminhas (oras, eu disse TODOS os detalhes, kkk) é algo que envolve muito trabalho e responsabilidade, mas o sorriso estampado no rosto dos noivos recompensa todo e qualquer esforço.

 

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Mas vamos começar a história do início: estes dois casais me procuraram no começo do ano e ambos queriam cerimônias na Europa, mas ainda não tinham destinos em mente. Sugeri a Toscana pois a região tem paisagens lindíssimas, que emolduram com perfeição qualquer acontecimento ao ar livre – em setembro, data dos dois casamentos, o clima por lá é muito agradável, perfeito para festas no jardim. Além disso, conheço uma concierge bárbara, brasileira que mora em Firenze e, dentre os serviços que presta com excelência, está a organização de casamentos. Ela atende os clientes da Hiptour há bastante tempo, mas estes foram os primeiros casamentos que fizemos juntas e confesso que ter aceitado as propostas foi um tanto ousado da minha parte, pois eu já havia feito casamentos grandes, mas nunca fora do Brasil, ou seja: a dedicação foi dobrada. Não via a hora de tudo acontecer conforme o planejado pois afinal eu estava ali participando do sonho deles! 

 

O primeiro casamento foi para um casal de Fortaleza e aconteceu no dia 4 de setembro. Eram 40 convidados, e escolhi a Villa di Maiano, em Fiesole, cidadezinha fantástica do século 7 A.C. que fica em uma colina com vista para o Vale do Arno, distante uns 8 km distante de Firenze.

 

Firenze vista de Fiesole

Firenze vista de Fiesole

 

A Villa di Maiano

A Villa di Maiano

 

A Villa di Maiano oferece esta bela vista e é uma casa de origem medieval que já recebeu até a Rainha Victoria em seus bailes inesquecíveis. Sempre foi e continua sendo uma fazenda familiar – a atual proprietária é a Condessa Lucrezia Miari Fulcis dei Principi Corsini – portanto, recebe eventos mas não hospeda os convidados, que foram acomodados em Firenze. 

 

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O segundo casamento aconteceu em Arezzo, no Il Borro, Relais & Châteaux, uma extraordinária fazenda toscana – propriedade da família Ferragamo, que mantém uma casa lá dentro. Foram 110 convidados e eles se hospedaram no local.

 

 

 

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Arezzo, típica cidadezinha italiana, fica a 75 km de Firenze, bem no meio do caminho que leva à Roma. Eu aconselho gastar um pouco mais de tempo e fazer este trajeto por alguma estradinha vicinal pois as oliveiras e os vinhedos compõem uma paisagem magnífica! A cidade é um emaranhado de ruelas e ladeiras repletas de cafés, lojas de antiguidades, de roupas e empórios que vendem massas e vinhos. Seu centro histórico é super rico: as muralhas, as ruínas do anfiteatro romano, as igrejas revestidas de pedra…um dos principais afrescos da pintura italiana, a “Lenda da Cruz Verdadeira”, fica na despojada igreja de San Francesco (Piazza de San Francesco, 1, Via Cavour). Outro afresco que deve ser visto é “Madalena”, que fica no Duomo da cidade. E temos ainda a Pieve di Santa Maria, uma das mais belas igrejas romanescas da Itália.

 

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A Piazza Grande, que tem forma de trapézio e fica em um plano inclinado cercado por predinhos medievais, é o coração do Centro Histórico. Aqui, todo primeiro domingo do mês acontece, há 40 anos, a tradicionalíssima Feira de Antiguidades, uma das mais importantes da Europa. 

 

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Não se localizou? Tente se lembrar do cenário do filme A Vida é Bela, de Roberto Beningni. Sabe quando ele grita “buongiorno pincipessa” enquanto pedala sua bicicleta? Arezzo!

 

Adorei fazer estes casamentos. Que venham muitos mais!

Postado por às 17:30

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Quase caí de costas quando cheguei no Four Seasons em Firenze. Em uma palavra, o hotel é estonteante. Além de toda a riqueza histórica e arquitetônica que está por toda parte em seus deslumbrantes ambientes e imensos jardins, recheados com obras de arte e objetos de decoração de valor inomináveis – o que faz dele um museu vivo da história da arte – este hotel é, acima de tudo um local interessante, cheio de histórias, é um desbunde. Nunca vi algo semelhante e demorei um pouco para me acostumar com tanta beleza, com tanta perfeição. Ok, ok, MUITOS hotéis ao redor do mundo são deslumbrantes neste nível, mas é que realmente fiquei impressionada. Adoro quando isso acontece assim, logo de cara. 

 

Almoço delicioso em um dos lindos terraços

Almoço delicioso em um dos lindos terraços

 

Começa que o Four Seasons está plantado bem no meio do maior jardim privado de Firenze, o Giardino della Gherardesca (nome de uma das famílias que foi dona do local, de 1607 a 1859), que é a mais bela área verde da margem direita do Rio Arno.

 

O GIARDINO

 

Ter um jardim botânico cheio de espécies raras – muitas foram plantadas originalmente – como quintal não é brinquedo não, hein gente. Um dos destaques é uma centenária árvore Thuja, conífera aromática, também conhecida como “árvore da vida” por suas por suas propriedades hoemopáticas. Há também sequóias imensas (esta espécie tem as árvores mais altas do mundo), muitas plantas antiquérrimas e verdadeiras explosões de cores oferecidas pelas flores silvestres e pelas lindas azaleas.

 

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O Giardino della Gherardesca, inicialmente conhecido como Giardino Pinti, foi originalmente concebido entre 1472 e 1480 após a compra do Palazzo por Bartolomeo Scala. A área diretamente atrás do Palazzo foi arrumada como um tradicional jardim italiano e o resto dos 4,5 hectares viraram hortas e pomares. Foi só em 1820 que o conde Guido Alberto Gherardesca redesenhou o jardim para criar um espaço uniforme que refletia o estilo romântico da época. Até tangerineiras importadas de Nápoles cresciam ali e foi a partir desta fase que o lugar cimentou sua reputação como um paraíso para os espécimes botânicos raros e exóticos. Em 1870 o Conde Ugolino della Gherardesca deu mais uma repaginada no Giardino e aproveitou para mandar construir a colina que dá num retiro arborizado onde, hoje em dia, os hóspedes podem desfrutar de refeições privadas ao ar livre com vista para o Duomo. Espetáculo. 

 

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Após a destruição causada pela Segunda Guerra Mundial, o jardim passou por uma restauração completa, comandada por Pietro Porcinai, o mais distinto paisagista italiano do século 20.

 

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Vocês não imaginam o que é abrir a janela do quarto pela manhã e dar de cara com o Giardino. Afff. Melhor ainda é caminhar por ele, em meio a todo aquele verde e esculturas bárbaras. Passada a recuperação do pós guerra, o Giardino foi, mais uma vez, totalmente restaurado de acordo com as diretrizes da Superintendência Italiana que controla o Patrimônio Histórico e Artístico. Isso garantiu que fossem preservados todos os aspectos românticos originais do século 19, como os caminhos, os gramados, os bosques pontuados por morros, lagos e piscinas, as estátuas, as fontes, os pequenos templos jônico e dóricos, a limonaria e a pequena “Kaffeehaus” que há ali.  É de largar a família.

 

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Imagina um casamento no Giardino? Pois é. No dia em que eu cheguei no Four Seasons, havia uma equipe imensa justamente fazendo a montagem de uma cerimônia e festa. Como eu estava na Itália por causa dos 2 casamentos que minha agência organizou por lá, claro que fui conferir os detalhes de perto. Babei. Já entrou para minha lista de recomendações “onde casar”. Espiem:

 

 

O HOTEL – PALAZZO E CONVENTINO

 

O Conventino

O Conventino

 

Bem, o hotel em si é composto por dois palácios renascentistas tombados: o Palazzo della Gherardesca e o Conventino – um anexo que foi, de fato, um convento no século 16 e fica bem lá no fundo do Giardino.

 

Conventino

Conventino

 

 

Em 1473, o chanceler da República Florentina, Bartolomeo Scala, comprou um terreno enorme que fazia limite com a Via Capponi e Borgo Pinti e achou uma ótima ideia construir ali um Palazzo lindo, riquíssimo. Um sábio esse Bartolomeo. Se não fosse ele, hoje não teríamos essa maravilha à nossa disposição, vamos aplaudi-lo. Alguns anos depois foi construído o edifício do Conventino e de lá para cá, muito aconteceu na propriedade, que mudou de mãos diversas vezes antes do Four Seasons transformá-la num dos melhores hotéis do mundo.

 

Entrada do Conventino

Entrada do Conventino

 

giardino com entrada do Conventino ao fundo

 

 

Para vocês terem uma ideia, a lista dos antigos moradores do Palazzo inclui um Papa, uma ordem de freiras, a primeira empresa ferroviária da Itália, cinco séculos de nobreza florentina e um vice-rei do Egito, que comprou a propriedade e logo a vendeu, pois imaginem que seu harém não foi autorizado a se mudar e viver ali. Babado.

 

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Circulando pelo hotel, podemos observar nitidamente a importante história do lugar através de seus interiores ricamente pintados e trabalhados, que voltaram a ostentar a absurda beleza original após sete anos de restauração meticulosa. Este trabalho, a exemplo do que ocorreu com o Giardino, também foi rigorosamente supervisionado pela Superintendência de Florença para Patrimônio Artístico Histórico, pelo Ministério da Belas Artes e Cultura e pelo Departamento de Belas Artes. Uma das funções destes órgãos governamentais foi determinar a quais períodos artísticos cada artefato cultural deveria ser remetido na restauração.

 

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Assim, as obras de arte presentes no Hotel são o fiel testemunho das muitos movimentos artísticos  que passaram pela longa história do Palazzo e ConventinoPor detrás da fachada clássica, porém despretensiosa, nos deparamos com a oportunidade rara de ver obras de arte dos séculos 15 ao 19 em seu contexto original. Obras de arte originais e detalhamento arquitetônico (afrescos, baixos-relevos, estuques, papéis de parede de seda, etc) podem ser encontrados tanto nas áreas comuns como nos quartos. Por exemplo:

 

- O imponente lobby do século 15 é um dos lugares que nos fazem ficar de queixo caído por sua beleza. Ali, observamos intrincados baixos-relevos e estuques, detalhes renascentistas que ilustram demonstrações públicas de riqueza da época; 

 

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- Durante o século 18, os Della Gherardesca encomendaram uma série de pinturas sobre sua própria história familiar, outra tendência popular da época. Estes afrescos, que podem ser vistos no Della Gherardesca Ballroom, foram pintados pelos artistas barrocos ​​Vincenzo Meucci e Giovanni Domenico Ferretti; 

 

- A arte do século 19 é representada pelos papéis de parede chineses, maravilhosamente restaurados e  encontrados na Volterrano Suite, uma das 6 suítes históricas do Hotel, que antigamente era o ‘Chinese Room’ do Palazzo. Seu desenho retrata uma cena de busca de flores e pássaros exóticos. Este exemplo delicado e raro da arte decorativa chinesa foi restaurado alcançando a beleza vibrante de seu design original e ilustra o fascínio histórico da nobreza do século XIX por tudo o que era Oriental.

 

Suite Volterrano

 

- Em toda a propriedade, os brasões das famílias Scala, Medici e Della Gherardesca, antigas proprietárias do Palazzo, aparecem em pinturas, estuques, vitrais e servem como boas lembranças do passado ilustre do edifício.

 

E por aí vai. Estes são apenas alguns exemplos que dei para mostrar a vocês que nadica de nada se perdeu nas restaurações e para reiterar que é absolutamente fantástico ter um museu como esse à disposição.

 

AS ACOMODAÇÕES

 

Bem, é claro que as acomodações do hotel, 116 quartos e suítes divididos entre o Palazzo e o Conventino, também mantêm a integridade do layout original, né? O interessante é que não há nenhum quarto igual ao outro. Cada um tem dimensões e tamanhos de janelas diferentes, além de características como afrescos, frisos e baixos-relevos, clarabóias e arte teto, escadas, lareiras e fogões distintos. Para completar, apenas digo que os quartos foram todos concebidos pelo super designer Pierre Yves Rochon em dois esquemas de cores, amarelo e verde, e ele obviamente levou muito a sério a identidade de cada uma das suítes especiais – já vou falar delas – respeitando todos os seus detalhes históricos e artísticos.

 

Foi nesta suite que fiquei

Foi nesta suite que fiquei

 

Os quartos do Conventino têm recepção, restaurante, sala de eventos e concierge próprios. São bárbaros, super isolados e tranquilos e têm até entrada independente pela rua. Um sonho. As amenities são ‘tailor-made’ e foram elaboradas pelo top perfumista italiano Lorenzo Villoresi.

 

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São diversas as categorias de acomodações, mas vamos falar das suítes especiais:

 

Noble Suites, Gallery Suites e Renaissance Suites – são 11 acomodações especiais com muita arte, história e características distintas. Destaque para a Suite Volterrano e suas paredes cobertas de papéis de seda chineses, sobre a qual já falei no começo do post, Suite Stephenson, que homenageia George Stephensos, o inventor do trem, e a Suite Scala, que tem afrescos MARA.

 

Noble Suite

Noble Suite

 

Suite Volterrano

Suite Volterrano

 

 

La Villa – é uma suite isolada no Giardino, perfeita para quem procura privacidade. É o máximo, fica na antiga estufa de limoeiros do Conventino. Tem terraço e janelões do chão ao teto. Imaginem a vista. 

 

 

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Della Gherardesca Royal Suite – é inacreditável. Fica no antigo andar nobre do Palazzo e é imensa, parece uma casa. Janelas enormes, afrescos do século 18, pisos maravilhosos, tanto os de cerâmica como os parquets.  O banheiro de mármore é todo adornado com baixos relevos com temas der engrenagens, martelos e bigornas. Motivo: este ambiente foi o gabinete do presidente da Strade Ferrate Meridionale, no início dos anos 1900. Viram? A gente encontra história em tudo. 

 

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Agora vejam a Suite presidencial do Conventino:

 

terraço conventino

 

suite presidencial

 

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OS RESTAURANTES

 

Il Palagio – é o restaurante principal do hotel e serve culinária tradicional italiana baseada em ingredientes sazonais e super frescos. Há um salão interno e uma esplanada externa, deliciosa para refeições ao ar livre. Fica no piso térreo do Palazzo della Gherardesca, no lugar que, originalmente, abrigava o estábulo. Os menus degustação criados pelo chef Vito Mollica são fantásticos, bem como os doces criados pelo chef pâtissier Domenico Di Clemente.

 

Área externa do Il Palagio

Área externa do Il Palagio

 

E o Il Palagio por dentro

E o Il Palagio por dentro

 

Al Fresco – é todinho ao ar livre e ideal para os meses de verão. Uma trattoria de atmosfera típica toscana onde as refeições são saboreadas à sombra das árvores centenárias do jardim. 

 

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Winery – Bar de vinhos super intimista, que acomoda apenas 28 pessoas. Homenageia os mais célebres produtos dos campos italianos servindo mais de 50 tipos de vinhos, incluindo especialidades toscanas como Sassicaia e Ornellaia, das vinhas costeiras de Bolgheri e Suvereto. A adega ocupa um espaço autônomo espaço na autônoma dentro do Il Palagio e vale muito a pena experimentar as assaggini – porções de degustação compostas por ingredientes locais. Aqui é possível fazer uma noite de degustação de vinhos especiais com private dinning. 

 

La Magnolia – fica no térreo do Conventino e serve um café da manhã íntimo e elegante, cheio de pães caseiros e bolo assados na hora. 

 

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Atrium Bar – ocupa um espaço iluminado por luz natural e serve refeições rápidas, chá da tarde, sobremesas, cafés e cocktails num ambiente lindamente decorado.  À noite rola um pianinho delicioso ali.

 

 

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Amo os detalhes da decoração.

 

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Agora o que me deixou de boca aberta foi o ambiente ao ar livre que recebe os jantares românticos particulares. Imagina jantar ‘dentro’ de uma árvore completamente iluminada por velas! Não dá para verbalizar isso muito bem, por favor, vejam que coisa mais linda:

 

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Aliás, em se tratando de espaços para eventos especiais, o Four Seasons é campeão e oferece opções super interessantes. Se salão de banquetes principal ocupa a antiga igreja da Conventino, então pensem quão bárbaro é usar este ambiente para um casamento, por exemplo. Além deste ainda temos o Ballroom Della Gherardesca, que fica no primeiro andar do Palazzo, é todinho decorado com afrescos renascentistas e foi o salão de festas usado durante 300 anos pela família Della Gherardesca. Isso tudo sem falar nos jardins do Four Seasons, né? Perfeitos para qualquer tipo de comemoração durante os meses de calor. 

 

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Gherardesca Ballroom

 

O SPA, A PISCINA E A ACADEMIA

 

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O Spa do Four Seasons fica ao lado da piscina, tem uma decoração super suave e trabalha em conjunto com a Officina Profuma-Farmaceutica di Santa Maria Novella, uma das mais antigas farmácias, fábrica de fragrâncias e ervanário do mundo. Gente, quem conhece os produtos da Santa Maria Novella sabe bem do que eu estou falando. É pura riqueza ter um Spa provido pela marca. É tudo natural, tudo cheirosíssimo, tudo de altíssima qualidade e imaginem que a sua origem vem láaaa do século 13. Tradição é tudo na vida, mesmo. 

 

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A piscina é uma coisa linda, um dos lugares mais agradáveis para se passar o dia, almoçar e mesclar um mergulho com uma ida ao Spa ou um banho de sol com um pouco de malhação, já que a excelente academia fica bem ali ao lado.

 

5 estrelas de primeira linha. Inesquecível.

Postado por às 16:53

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Essa é para quem, assim como eu, é louco por praia e adora detalhes exóticos.

 

Já ouviram falar de Papakolea Beach, no Hawaii? Bem, essa praia fica na região de South Point e também é conhecida como Mahana Beach e Green Sand Beach. Imaginem vocês que sua areia é totalmente verde, já viram isso? Eu achei o máximo. A incrível coloração é natural e o visual é impressionante. 

 

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As areias das praias variam muito de cor e textura de acordo com os elementos que as compõe. Desde as mais finas e branquíssimas, como vi recentemente nas Maldivas, até as praias onde temos pedras ao invés de areia na beira do mar, como muitas na Côte D’Azur e Costa Amalfitana, são muitas as cores e formas que as caracterizam. As mais comuns são bege clarinhas, em alguns casos são acinzentadas, até mesmo pretas, mas VERDES eu nunca tinha visto. É curioso, é raro (além de Papakolea, existem outras apenas na Noruega e nas Ilhas Galápagos) e é, principalmente, lindo. Imaginem só que maravilha deve ser este contraste de cores com o céu e o mar in loco. 

 

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Essa tonalidade verde oliva se dá por causa de uma pedra esverdeada e semi preciosa chamada Olivina, extraída do vulcão de 49 mil anos de idade Pu’u Mahana, em uma região próxima ao local. A força erosiva do oceano na base do vulcão acabou transferindo as pedras para a praia, trazendo a cor peculiar para a areia ao longo do tempo.

 

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Importante saber que, para visitar Papakolea, é necessária uma autorização do Departamento de Terras Natais havaianas (DHHL). Com o documento em mãos, basta alugar um 4X4 de algum morador local, já que as locadoras proíbem condução off road, e encarar a estradinha cheia de obstáculos. Chegando na beira do penhasco, é só descer a encosta – a pé, claro – e finalmente se maravilhar com a linda praia. 

 

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Eu, que sou uma super fã do Hawaii e não vejo a hora de voltar para lá, agora tenho mais um motivo para agilizar essa minha visita à ilha. Vale a pena ver de perto!

 

 

 

 

Postado por às 14:37

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Aproveitando que estive na Itália organizando 2 casamentos maravilhosos em autênticas Villas toscanas, ambos em meio a campos gigantes, muito verde, muitas flores, muitos pássaros, enfim, com locações e decoração totalmente integradas à natureza, hoje o post das queridas e ultra experts em casamentos, Nanna Martinez e Lívia Colucci, da Whitehall, fala justamente sobre essa tendência significativa e super en vogue: o desejo da aproximação com a natureza. Vejam que bacana:

 

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Elas me contaram que os desfiles internacionais de alta costura como Dior e Valentino, por exemplo,  exibiram flores e verde em abundância. De acordo com esse espírito a WhiteHall, atelier das meninas, lançou mão de um desfile com a mesma energia, inspirado nos Jardins Secretos Ingleses. O arco de flores criado pelo florista André Pedrotti lembrava a entrada da noiva em direção ao altar. Uma atmosfera lúdica e romântica.

 

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Muito bacana perceber que essa tendência invadiu o mundo dos casamentos fazendo com que as decorações e as locações tragam, cada vez mais, a sensação de uma digna floresta encantada! E quem nunca sonhou viver em um conto de fadas, não é? Para as amantes dessa ideia, fica a dica do livro “Wedding Paradise” que tem imagens que podem servir de inspiração. A que mais amamos é a da foto, com um arco em tom de lavanda. Lindo e fresh! O melhor é que o livro ainda nos transporta para St. Barths, já que as imagens e festas são fotografadas em suas praias.  Ideal para quem busca um destination wedding… quantas ideias!

 

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Aguardem pois, logo logo vou contar tudinho sobre os dois casamentos na Itália. E as meninas voltarão em breve com novidades sobre o assunto! 

 

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Postado por às 15:21

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