Fazer a mala ideal implica não só em escolher corretamente o que levar de acordo com seu destino, mas COMO levar. Escolher a mala certa para cada tipo de viagem é meio caminho andado para o sucesso absoluto é há que se levar em conta tamanho, modelo, se a mala é expansível – isso é ideal para encaixar compritchas, hehe – objetivo da viagem e o peso da mala em si. Esses detalhes, quando em acordo, garantem que você tenha tudo o que precisa, organizado da forma correta e sem correr o risco de sair de casa já com o peso no limite e um bando de coisas que nem vai usar.  Não adianta querer levar sua jumbo rígida para uma temporada de safáris na África, por exemplo. Você terá problemas de peso e/ou tamanho da bagagem nos voos internos, que são feitos em aviõezinhos para apenas 6 pessoas e sem bagageiro, entre um lodge e outro. Do mesmo jeito que não é indicado escolher uma mala ou mochila soft se você está levando ternos ou vestidos de noite na bagagem. Imagina o estadinho que suas coisas vão chegar no destino. Para uma viagem mais longa, com muito check-ins e check-outs, nada melhor que encher as malas de organizadores, que facilitam pra caramba o processo de abrir e fechar a bagagem a cada parada, já que suas coisas não ficarão soltas pela mala. 

 

Ou seja: tão importante como medir e escolher bem o conteúdo da bagagem – quando deve-se levar em consideração o clima do lugar, seus compromissos por lá, os costumes locais, a duração da viagem, se você poderá lavar roupas nos hotéis, etc – , saber qual a melhor mala a ser usada é algo que facilita muito a organização e acomodação das suas coisas de forma prática e segura. Levem em conta também, lá no topo das prioridades, a qualidade do produto, pois é notória a falta de carinho com a qual nossas queridas malas são tratadas nos aeroportos, né? Posso garantir que compensa investir um pouco mais e ter uma mala de alta qualidade, feita com um material super resistente que aguentará o tranco. 

 

Eu sempre penso em tudo isso antes de escolher qual mala irá passear comigo. Na minha última viagem longa, por exemplo, quando fui para a Índia fazer a Expedição Fotográfica, minha bagagem consistia em roupas confortáveis, tipo jeans leggings, camisetas, xales, além de, claro, o equipamento para fotografia. Como eu viajo muito, já experimentei quase todas as malas do mundo e hoje em dia já tenho meus modelos e marcas preferidos. Nessa viagem optei por 2 modelos da Tumi (www.tumibrasil.com), de quem sou fã há tempos pois as malas são realmente deusas, nunca me deixam na mão, confio muito. Essa marca é líder mundial de acessórios premium para viagem e não é à toa: as malas da Tumi têm design top, funcionalidade nota 10 e sempre contam com inovações tecnológicas que nos surpreendem, além da altíssima qualidade de materiais e acabamentos. Adoro. Toda vez que vou na loja dou de cara com uma novidade bacanésima. Então decidi carregar as roupas numa mala rígida com 4 rodas e a bagagem de mão, com a câmera e acessórios numa mochila top, super resistente e com divisórias próprias para o equipamento. 

 

Olha que graça estes modelos da linha Vapor, da marca Tumi

Olha que graça estes modelos da linha Vapor, da marca Tumi. Além de lindas, são fáceis de identificar na esteira.

 

A mala escolhida foi uma da coleção Tumi Vapor que, além de linda e super moderna, feita em policarbonato e com pintura metálica, tem para-choques que a protegem de batidas 360°, quatro rodas, o que torna o transporte mega fácil e é levíssima. Ideal para embarques e desembarques. A mochila que levei foi uma Tumi Alpha-Bravo Lemoore e fiquei in love por ela, a começar pelo detalhe do monograma: você pode pedir para personalizar a mochila com suas iniciais e a Tumi faz isso de graça, não é demais? Ela fica fofa e devidamente identificada. Além disso, este modelo é bem versátil também. Dá para usar a mochila tanto a bordo como durante os passeios. A minha conheceu Delhi, Agra, Jaipur e Jodhpur de cabo a rabo, tá viajada a criança, kkk. É cheia de bolsos na parte de dentro e na de fora também, dá pra organizar TUDO o que tivermos para carregar. Os bolsos internos são ótimos para miudezas e documentos e os de fora, perfeitos para tudo aquilo que será manuseado com mais frequência. Tem um compartimento específico para notebook e outro para tablet. Zona nunca mais. Também tem um bolso impermeável para colocar garrafinha de água, guarda chuva, enfim, “coisas molhadas”, sem correr o risco de fazer um estrago, principalmente com os documentos e eletrônicos. O mais legal de tudo: essa mochila tem rodinhas, então, meu queridos, vocês não precisam carregá-la nas costas o tempo todo, principalmente naquela parte do aeroporto, quando tudo fica mais cheio e mais pesado. Quando tirarem o excesso de bagagem de dentro dela, basta abaixar a alça retrátil, “vestir” a mochila e sair caminhando com as mãos livres. 

 

Eu e minha mochila Alpha-Bravo Lemoore. Mega prática com rodinhas.

Eu e minha mochila Alpha-Bravo Lemoore. Mega prática com rodinhas.

 

A atriz Débora Falabella viajou comigo e também escolheu uma mochila Tumi. Reparem no monograma dela. Fica uma graça, né?

A atriz Débora Falabella viajou comigo e também escolheu uma mochila Tumi. Reparem no monograma dela. Fica uma graça, né?

 

 

Mais uma da Alpha-Bravo

A Alpha-Bravo por dentro

 

Mandei muito bem, tanto a mala como a mochila arrasaram na Índia. Isso sem falar nos organizadores, que separam os itens por “temas” e tornam a função de abrir e fechar a mala em cada parada e, principalmente encontrar o que você procura sem ter que tirar tooodas as peças, algo absurdamente mais fácil. Se vocês não estão acostumados a usá-los, testem. Vai por mim, a vida com organizadores de bagagem é mais bonita. Os meus são da Tumi também, assim como as nécessaires, onde levo todos os itens de toalete e minha farmacinha particular. Sempre bom a gente ter à mão os remédios com os quais estamos acostumados. Imagina só precisar tomar alguma coisa fora do Brasil e descobrir que é necessário apresentar receita para comprar? Trabalheira e despesa desnecessárias, certo?

 

Os organizadores são a praticidade em forma de objetos e vêm em diferentes tamanhos. Com eles, sua mala nunca mais será a mesma, kkk.

Os organizadores são a praticidade em forma de objetos e vêm em diferentes tamanhos. Com eles, sua mala nunca mais será a mesma, kkk.

 

Os organizadores também têm estampas bem bacanas

Os organizadores também têm estampas bem bacanas

 

Bem, eu não sei se vocês adoram comprar malas como eu, mas a questão é que, se você está com a viagem marcada e não tem a mala – ou o tamanho e modelo ideal – vai ter que ir atrás disso. Então, detalhes como tamanho, material, peso da mala, se tem 4 rodinhas 360°, se é expansível e até mesmo a cor devem ser levados em conta com muita atenção. 

 

As nécessaires

As nécessaires

 

 

Vejam que lindo e útil o Travel Kit completo

Vejam que lindo e útil o Travel Kit completo

 

Também é importante optar pelos modelos que tenham cadeados TSA, para o caso das autoridades precisarem inspecionar a sua bagagem. Outros modelos de cadeados terão que ser arrombados, então, além de inutilizar o cadeado, sua mala ainda pode sair danificada. Veja AQUI a explicação completa sobre os cadeados TSA. 

 

Esses envelopes para organização de roupas também são bárbaros.

Esses envelopes para organização de roupas também são bárbaros.

 

Vamos voltar um pouco para aquela parte em que eu falei sobre material e resistência associados à leveza da mala. Eu dou muita importância para este detalhe, por isso, quando me perguntam, sempre recomendo o modelo Tegra-Lite da Tumi, que é feita de um material revolucionário, inovador e exclusivo da marca, chamado Tegris, um composto termoplástico de polipropileno. O nome é difícil mas o resultado é bárbaro: é 20% mais leve e 8 x mais resistente que o melhor policabornato que existe. Para vocês terem uma ideia, este material é utilizado em coletes a prova de balas e também em carros de corrida Nascar, ou seja, combina proteção e leveza. Às vezes 1 mísero kilinho faz toda a diferença na pesagem e nos excessos, pensem nisso. Essas malas Tegra-Lite são super inovadoras, as mais top da Tumi, perfeitas para viajantes frequentes que botam as malas no batente. Têm 4 rodinhas, têm cadeado TSA, têm para-choques de proteção 360°, têm compartimento com zíper para separar sapatos, nécessaires ou acessórios e têm porta-ternos – que na verdade é um porta-roupas, você pode colocar ali o que quiser, como um vestido, por exemplo – removível. Você pode escolher entre a grande , a média ou a de bordo e há várias cores diferentes. A minha é vinho e média.

 

Essa é a Tegra-Lite. Aqui fechada...

Essa é a Tegra-Lite. Aqui fechada…

 

 

...e a Tegra-Lite vista por dentro, aberta.

…e a Tegra-Lite vista por dentro, aberta.

 

Em se tratando de mala de bordo, minha favorita é a Tumi Voyager Super Leger, que é compacta e ideal para viagens mais curtas, tipo um fim de semana ou feriado. Ela é feita de nylon leve e tem acabamento em couro. O legal é que se adapta facilmente ao volume necessário. Parece que não, mas cabe coisa ali dentro, kkk. Tem várias opções de cores, são super descoladas, bem sofisticadas e com detalhes inteligentes. Essa coisa de mala com cor exclusiva é ótima para a identificação na esteira, pensem nisso. 

 

A linda linha Voyager da Tumi.

A linda linha Voyager da Tumi.

 

 

O interior da Voyager

O interior da Voyager

 

Outra linha da Tumi que também gosto muito é a Alpha, que tem umas mochilas muito funcionais, como a Alpha T-Pass, que é feita de Nylon Balístico FXT patenteado pela marca, perfeita para quem sempre anda com o notebook. Além de muitos bolsos para organização em geral, tem um estojo próprio para cabos e acessórios e o mais bacana é que sua exclusiva tecnologia T-Pass permite passar a mochila no Raio-X do aeroporto sem ter que tirar o computador de dentro. Este modelo também pode ser personalizado com seu monograma. É bem parecida com a que levei para a Índia. Olha só como é bacana:

 

alpha

 

alpha1

 

alpha2

 

Então, antes de escolherem ou comprarem uma nova mala, pensem com carinho nas necessidades, tanto as suas como as da viagem em si. Eu indico as malas da Tumi pois, na minha opinião, são as mais modernas, resistentes e inteligentes, por isso são as que uso. Independente da marca, fiquem sempre atentos às recomendações dos aeroportos e companhias aéreas sobre as bagagens – tanto as que serão despachadas como as de mão. Antes de embarcar, confiram no site da companhia o que pode e o que não pode, ok? Todos têm as informações bem completas.

 

foto

 

Boa viagem! 8-)  

 

Postado por às 8:00

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A gente ouve muito falar sobre os cadeados TSA, inspeção de bagagens pelas autoridades norte americanas, malas que se estragam nesse processo, passageiros que não entendem o motivo pelo qual abriram sua bagagem fora da área da alfândega sem sua presença, etc etc etc, então fui lá no site oficial pegar umas informações para compilar e colocar aqui. Assim a gente já fica por dentro do assunto e explica o que é e por que devem ser usados os tais cadeados TSA.

 

Vamos começar pelo começo: a TSA - Transportation Security Administration – é uma agência que foi criada pelo governo dos USA logo após os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001. A agência veio com o objetivo de fortalecer a segurança no sistema de transporte aéreo, por isso eles verificam as malas. Antes de ser embarcada no avião, toda a bagagem é passada por um scanner. Se o pessoal da TSA achar algum item potencialmente suspeito/proibido em sua mala, ela será aberta. Digo “potencialmente proibido”, pois se for de fato algo proibido, sua mala nem sairá dos Estados Unidos. Nem você, risos. Se o sistema eletrônico não conseguir “ler” sua mala, ela também será aberta. Dica: tente não “tampar” a visão dos agentes. Livros, por exemplo, quando colocados enfileirados na mala, formam um bloqueio na tela, então eles não vêem o que está por baixo. Resultado: mala aberta. Se sua mala tiver algum item que não seja visível ou qualquer coisa que não seja identificada de primeira…mala aberta para averiguação. 

 

É nessa parte da “mala aberta” que o cadeado TSA entra na história.

 

Vamos supor que sua mala deva ser aberta, mas está trancada com um cadeado comum: não tem jeito, eles vão arrombar, seja o cadeado, seja a mala, para conseguirem fazer a inspeção. Isso não é bacana, isso pode estragar sua mala, concordam?

 

Agora, se o seu cadeado for um TSA, não há problema nenhum: os agentes têm uma chave mestra que abre todos os modelos desses cadeados. Sua mala sobrevive, seu cadeado também, eles verificam sua bagagem e você ficará sabendo sobre a checagem pois eles vão colocar uma notificação informativa dentro da mala. Lindo, né?

 

Tipo isso:

 

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Aí diz que, para proteger você e os passageiros a TSA inspeciona todas as bagagens, e durante esse processo, algumas malas são abertas em busca de material suspeito e se você encontrou essa cartinha na sua mala, você faz parte dessa estatística. Se o agente não conseguir abrir sua mala porque está com cadeado, ele pode usar de força bruta para abri-la, e a TSA não se responsabiliza pelo dano causado. Uma vez que completa a inspeção, o agente retorna todos os itens da sua mala para a mesma. 

 

Por isso que a gente deve dar total preferência pelos cadeados TSA.

 

Os cadeados variam de preços,  e possuem vários modelos diferentes: cadeado com chave, senha, cartão, um monte de variações. Muitas malas já vêm com este modelo como padrão, fiquem atentos. 

 

Para reconhecer um legítimo cadeado TSA é só procurar por esse símbolo (Travel Sentry) no produto:

 

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Outra marca/modelo que também é compatível com a TSA é o safe skies que você pode reconhecer pelo desenhinho da tocha: 

 
 
BoomerangIt TSA LockYellow 
 

E não deixem de fuçar no site da TSA para maiores informações, ok? o endereço é http://www.tsa.gov/traveler-information

 

;-)

Postado por às 16:22

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Nessa sexta feira que vem aí, dia 18/04, começa a temporada de 2014 da Les Caves du Roy de St. Tropez, um dos hot spots mais emblemáticos do mundo há décadas. Estive lá pela primeira vez aos 18 anos (faz teeeempo, mas abafa o caso kkk), era louca para conhecer de tanto ouvir “os adultos” falarem do lugar, repeti a experiência muitas vezes e posso dizer que é tudo o que falam e mais um pouco. A casa é uma verdadeira joia da coroa de St. Tropez, disputadíssima, badaladíssima, um grande símbolo da noite mundial e acho que a mais famosa boite da França. Definitivamente atemporal.  

 

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Fica dentro do também ultra badalado e renomadíssimo Hotel Byblos e sua entrada, anexa, tem uma door policy super severa e é cheia de seguranças imensos que garantem um ambiente livre de paparazzi. Pudera. As maiores celebs do mundo batem cartão por lá, e estamos falando aqui de gente do nipe de Mick Jagger, Naomi Campell, P. Diddy, George Clooney, David e Victoria Beckham, a galera da Formula 1, esse pessoal. Além de toda a high society habituée do verão europeu, claro.

 

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A ‘Caves’ é animadíssima, as noites por lá não têm hora para acabar e o clima é de festão mesmo, com música variada, o povo dançando sobre as mesas e muito, mas muito Champagne estourando a cada segundo. O club mantém a mesma aparência desde sua criação: colunas barrocas com brocado de ouro por sobre a área VIP que ostenta as notórias insígnias bordadas do Byblos e toques orientais. 

 

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O povo bonito que frequenta a ‘Caves’ dança a noite toda embalado pelo super divertido som do DJ Jack-E, que é bem conhecido dos brasileiros, já que a-do-ra dar um pinta por aqui. As suas “aberturas” de pista são sempre memoráveis. Les Caves du Roy é incomparável, nenhum lugar é tão badalado durante o verão europeu. E para eles, o agito começa agora!

 

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Quem estiver com viagem marcada para St. Tropez TEM que ir conhecer!

Postado por às 14:19

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Ainda sobre a Índia, hoje vamos falar de boa comida pois não é só de monumentos espetaculares, paisagens estonteantes e hotéis de contos de fadas que o viajante vive, né? A maioria das pessoas que vai para a Índia fica meio apreensiva com essa história da comida, o tempero fortíssimo com o qual não estamos acostumados, ingredientes novos, estranhos ao nosso paladar e estômago, vamos falar o que é verdade, kkk. Todo mundo já ouviu histórias de gente que não se deu muito bem com a culinária típica e, na minha opinião, o segredo do sucesso é não se aventurar muito. Eu e minha turma optamos pelos restaurantes dos hotéis e fomos felizes para sempre. Nestes lugares, a cozinha segue um padrão internacional e tem opções para todos os gostos.

 

 

O The Rajput Room, um dos restaurantes do hotel Rambagh Palace, em Jaipur, foi um dos ótimos restôs que conhecemos. Funciona o dia todo e serve café da manhã, refeições rápidas e pratos muito bem elaborados. O menu oferece aperitivos, saladas, sopas, grelhados, risotos, massas, especialidades orientais e indianas, além das deliciosas sobremesas, sempre com opções vegetarianas em cada item. O chef Sameer Shah é super criativo, manda muito bem mesmo.

 

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O restaurante é bonito, bem decorado e super agradável, com uma vista linda para os jardins. Eles têm uma seleção bem bacana de cafés franceses e uma enorme variedade de chás, além da carta de vinhos muito bem selecionada pelo sommelier. Dá até para fazer degustações especiais. Basta combinar com ele. 

 

Nossa tchurma no Rajput Room

Nossa tchurma no Rajput Room

 

Enfim, nosso jantar no Rajput Room foi delicioso. Só não repetimos por falta de tempo. Mas recomendo muito. Bom saber que é necessário fazer reserva e que eles são meio formais em relação às roupas. Pedem “esporte fino”, ok?

 

Bhawani Singh Road
Jaipur – 302 005 

 +91 141 238 5700 

Postado por às 12:04

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Pensa num palácio lindo, rico, maravilhoso, de filme. Ok. Agora põe mais tempero e capricha na pimenta, que você tá quase perto do que é o deuso Umaid Bhawan Palace, o maravilhoso hotel onde me hospedei em Jodhpur durante  minha Expedição Fotográfica na Índia.

 

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Paf!

 

Quase impossível descrever em palavras a beleza e o luxo do lugar, a construção deslumbrante, os jardins, cheios de pavões, que parecem uma pintura e aquela qualidade de serviço nota 1000 típica dos hotéis da rede Taj. Grandioso, empoleirado sobre o deserto de Jodhpur, o último dos grandes palácios residenciais do mundo. Uma coisa.

 

Nossa turma no Palácio

Nossa turma no Palácio

 

Sua construção é lindíssima, enorme, toda em arenito dourado e em estilo art deco, com muitas influências arquitetônicas ocidentais e orientais: sua majestosa cúpula com mais de 30 metros de altura, é renascentista, enquanto suas torres são totalmente inspiradas na tradição Rajput, por exemplo.

 

Umaid Bhawan Palace

 

 

Risalaa

 

 

Palace-Garden

Estão vendo o pavão ali à direita?

 

O palácio é do comecinho dos anos 40, mas demorou 15 anos para ser erguido. Ele veio, na época, para substituir o Forte de Mehrangarh como o símbolo de uma nova Jodhpur. Uau. O resultado de tudo isso foi essa belezura de 347 cômodos, que hoje me hospeda, mas que já foi a principal residência da família real em Jodhpur. Uma parte dele ainda tem essa função, ou seja: fiquei no Palácio Real, ui! Seu nome é uma homenagem a Maharaja Umaid Singh, avô do atual marajá de Jodhpur. 

 

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Umaid Bhawan Palace Hotel

 

Por dentro há muito dourado, muitas obras de arte, um museu completo com a coleção pessoal do marajá e uns murais exóticos bárbaros do artista polonês auto-exilado Stefan Norblin. E as quadras de squash em mármore? Demais. As piscinas também merecem destaque, principalmente a indoor. O Jiva Spa é fantástico e oferece todos os tratamento imagináveis. Há studio de yoga, sala de bilhar, salão de beleza, lojas e até um astrólogo!

 

Outdoor-Pool

 

 

Zodiac-Pool

 

O Palácio oferece muito aos hóspedes no que se refere a atendimento, entretenimento e dependências. Um dos pontos altos é sem dúvida o mordomo que fica à disposição e providencia simplesmente TUDO o que for necessário – ou nem tão necessário assim. Basta dizer que tem vontade de algo e voilá: ele resolve.

 

Sunset-Pavilion

 

Dentre as tantas experiências oferecidas pelo hotel – sim, são de fato experiências, que acontecem dentro e fora da propriedade – o passeio por Jodhpur a bordo de carros antigos que termina com um jantar no deserto, tudo acompanhado pelo mordomo real, é muito bacana. 

 

Vintage-Car-Arriaval

 

 

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Os restaurantes são incríveis e também é possível pedir para que um private dining seja providenciado em qualquer dependência do hotel. Puro luxo. 

 

foto (3)

 

 

Celebration-Table

 

Nunca vi nada semelhante. Amei e recomendo muito!

 

 

foto Alex Hanazaki

 

Postado por às 15:42

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Se você pensa que Manaus é só Amazônia, Manaus não é só Amazônia não. Manaus é uma cidade grande, movimentada, moderna, muito bem estruturada, onde o patrimônio histórico, levantado principalmente durante o Ciclo da Borracha, encontra-se super bem conservado, ou seja: a capital Amazonense – mais uma das nossas cidades sede da Copa do Mundo – tem muito a oferecer aos visitantes. 

 

[O Ciclo da Borracha, relacionado com sua extração e comercialização, foi um período muito importante na história da economia e sociedade do Brasil. Centralizado na região amazônica, viveu seu auge entre 1879 e 1912, tendo depois experimentado uma sobrevida entre 1942 e 1945, durante a II Guerra Mundial (1939-1945). Proporcionou grande expansão da colonização, atraiu riqueza e causou transformações culturais e sociais, além de dar grande impulso às cidades de Manaus, Porto Velho e Belém.]

 

Manaus Skyline

Manaus Skyline

 

Eu diria que dá fácil para perder pelo menos uns 3 dias aqui. Claro que estamos falando da porta de entrada para a Floresta Amazônica, mas antes de sair explorando a região, não deixe de ter seu primeiro contato com as paisagens da capital enquanto dá uma geral nas opções culturais, gastronômicas, de diversão e compras.

 

O Teatro Amazonas

O Teatro Amazonas

 

No roteiro clássico e imperdível de Manaus não podem faltar as visitas ao maravilhoso Teatro Amazonas, ao Largo de São Sebastião, com seu entorno repleto de palacetes e bares, ao Palácio Rio Negro e ao Palacete Provincial, todas estas, construções históricas, lindas e super importantes.

 

O largo de São Sebastião, durante o dia, e à noite, super movimentado

O largo de São Sebastião, durante o dia, e à noite, super movimentado

 

Dá gosto só de olhar para cada um desses edifícios, mas seu valor histórico também é inegável e o melhor de tudo é que os guias que recebem os visitantes são mega bem preparados e nos dão informações interessantes e curiosas sobre cada ponto. Vale muito! Para mim, a parte mais bacana da história de um lugar, são justamente….as histórias. E com eles ficamos sabendo de todas!

 

Palacete Provincial

Palacete Provincial

 

 

Palácio Rio Negro

Palácio Rio Negro

 

Os museus de Manaus, como o Centro Cultural dos Povos da Amazônia, o Museu do Índio e o Museu do Seringal, que retratam a história indígena, dos caboclos e dos seringueiros que povoaram a região, também são muito bacanas e têm guias excelentes. O Museu do Seringal é demais: fica na beira do Rio Negro, a apenas 25 minutos de barco de Manaus, e reproduz, através das visitas guiadas, um seringal exatamente como era na época áurea da economia amazonense. Interessantíssimo. 

 

Museu do Seringal

Museu do Seringal

 

Falando em Rio Negro, taí um dos pontos que está sempre presente na programação de Manaus. Ele contorna a cidade e é tão grande que parece mar, gente. Essa água toda que vocês vêem nas primeiras fotos do post é ele.

 

Encontro das Águas - Negro X Solimões - Espetacular

Encontro das Águas – Negro X Solimões – Espetacular

 

 

Mais um pouco do incrível Encontro das Águas

Mais um pouco do incrível Encontro das Águas

 

A beira do rio tem praia e restaurantes flutuantes, comunidades ribeirinhas e indígenas. Ali no Rio Negro está a Marina do Davi, de onde saem os principais passeios fluviais pela cidade, como o clássico Encontro das Águas entre os rios Negro e Solimões, por exemplo. A praia de Ponta Negra fica mais afastada do centro, mas é bárbara e pode ser aproveitada durante todo o dia, da manhã até a noite. Tem calçadão, ciclovia, jardins e quadras de esporte, além de bares, restaurantes e baladinhas na Avenida do Turismo. Boa demais.

 

Praia

Praia de Ponta Negra

 

Também na beira do Rio Negro, está o Mercado Municipal Adolpho Lisboa, que foi reaberto em 2013 depois de 7 anos de restauração e reforma. O Mercadão é um dos principais patrimônios históricos de Manaus, segundo símbolo da cidade, logo atrás do Teatro Amazonas, além de ser uma verdadeira preciosidade do estilo art noveau. Suas estruturas que contam a história da cidade nos áureos tempos do Ciclo da Borracha foram todas preservadas durante a restauração. Assim que a gente gosta, né? O Mercadão tem duas praças de alimentação: A “leste”, que fica entre o Pavilhão do Peixe e o Pavilhão Central, e a “oeste”, entre o Pavilhão da Carne e o Central.

 

O Mercado Municipal Adolpho Lisboa

O Mercado Municipal Adolpho Lisboa

 

Mas vamos falar de gastronomia, que é sempre um programa muito bom para se fazer em cidades que estamos conhecendo. Para mim, a comida local fala muito sobre o dia a dia, tradições, cultura e costumes do lugar, além do que, uma mesa é sempre agregadora, né? Pois bem: com esse rio todo em volta da cidade, desnecessário dizer que Manaus tem os peixes como principais destaques de seus menus. Tucunaré, pirarucu e o tambaqui (hummm, costela de tambaqui…) são as grandes estrelas, e ficam especialmente deliciosos quando servidos com derivados da mandioca,  uma super herança indígena. Todo mundo usa, todo mundo serve, seja o restaurante ultra de raiz, seja ele o mais sofisticado. 

 

Hummm Costela de Tambaqui

Hummm Costela de Tambaqui

 

Claro que o melhor lugar para saborear um belo de um peixe típico é, sem dúvida, à beira do rio, né? Os restaurantes flutuantes do igarapé Tarumã, um braço do Rio Negro, são muito bem recomendados. Dá para chegar a quase todos eles de carro, mas os mais famosos, que são o Doró e o Peixe-Boi, só tem acesso pela água. Pega o barco e vai. Confia em mim, vale a pena. 

 

Os restaurantes flutuantes são assim

Os restaurantes flutuantes são assim

 

As peixarias tradicionais, bem simples, porém sempre lotadas (o melhor termômetro de todos é este), servem peixes na brasa tirados do rio, e não criados em viveiro. Isso é um belo diferencial. Canto da peixada, Bom Gosto e Panela Cheia – esta funciona na casa do dono – são bem conhecidas. Os manauaras adooooram. Eu, que não sou tonta nem nada, vou colar na deles, pois os locais sempre sabem o que vale a pena. Ainda sobre os derivados da mandioca: a farinha de uarini é amarela, cheia de grãos e parece ovas. Diz que “coisas” empanadas nela ficam deliciosas. Anotado. 

 

Essa é a farinha de uarini

Essa é a farinha de uarini

 

Uma vez em Manaus, é quase que uma obrigação do turista provar o hiper tradicional pato no tucupi com folha de jambu. O tucupi é um caldo super hot extraído da mandioca brava e o jambu é aquela erva indígena que amortece a boca, sabem? O famoso tacacá, que também deve ser provado, é justamente um ensopado de camarões e jambu. Bora lá, vocês só saberão se gostam ou não depois de experimentar. No norte todo mundo come, até pizza de jambu tem, gente. Então deve ser bom. Fácil encontrar por lá carne de tartaruga e jacaré também. 

 

Ai gente, olha que lindeza o Pato no Tucupi. Esses verdinhos são as folhas de jambu

Ai gente, olha que lindeza o Pato no Tucupi. Esses verdinhos são as folhas de jambu

 

 

Demais de bom o Tacaca também.

Demais de bom o Tacaca também.

 

Para um primeiro contato com a fauna da região, os visitantes podem ir até o Bosque da Ciência e ao Zoológico do Cigs, que tem um viveiro de onças muito bacana. Bem legal para as crianças.  

 

Zoo do Cigs

Zoo do Cigs

 

Depois disso, claro que super indico entrar no modo “festa na floresta” e conhecer os hotéis de selva, localizados nos igarapés do Rio Negro, fazer cruzeiros pelos rios Negro e Amazonas, enfim, explorar o maior bioma do Brasil. 

 

O hotel Ariaú Towers, super tradicional, na selva.

O hotel de selva Ariaú Towers, super tradicional, super conhecido.

 

Perguntas interessantes e respostas importantes:

- Onde devo me hospedar em Manaus? 

Centro e Adrianópolis são os bairros com maior concentração de hotéis. As duas regiões ficam próximas da Arena Amazônia e do Aeroporto Internacional de Manaus. O Centro tem acesso bem rápido à região histórica da cidade, onde ficam o Teatro Amazonas e o Mercado Municipal. Adrianópolis é uma região mais moderna, onde ficam os espigões e o coração financeiro da cidade. Aqui o turista estará instalado próximo de shoppings, comércio e serviços e de um circuito gastronômico sofisticado.

A região da praia de Ponta Negra é a área mais turística e tem opções de hospedagem luxuosas, como o tradicional Hotel Tropical. Fica a 10 km da Arena e bem próxima à Avenida do Turismo, corredor gastronômico e com vida noturna agitada. 

Os hotéis de selva, nos igarapés do Rio Negro, são indicados para quem quer se isolar da cidade. O acesso à esta área é feito por barcos, a partir da Marina do Davi. O Ariaú Towers é um dos mais antigos da região. 

- Quando é melhor ir?

Faz calor o ano todo na região. No primeiro semestre sempre chove mais e as praias ficam melhores na seca, de julho em diante. 

- Preciso tomar alguma vacina?

Sim! A da Febre Amarela.

Postado por às 14:03

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O The Plaza Food Hall fica no subsolo do The Plaza Hotel, em NYC, e é  o que os americanos chamam de um European Food Hall. Foi inaugurado em 2010 pensando em atender os hóspedes do hotel, turistas e new yorkers em geral. É uma espécie de “praça de alimentação” bacanuda, bem sofisticada e muito aconchegante que reúne vários tipos de comidinhas delícia e lojinhas gourmet. Tem padarias, sandubas, sushis, lagostas e pâtisseries, tudo junto no mesmo andar. Você entra no Plaza pela 59th St., desce a escada rolante e, bem ao lado dela, verá esta plaquinha:

 

food hall

foto: Marcela Pagano Herz

 

Entre e seja feliz.

 

Shops at Plaza Hotel by Jeffrey Beers

 

Daí, que entre as tantas iguarias disponíveis ali no Food Hall, existe uma tal de Signature Mille Crepes, que é simplesmente um escândalo. Vocês têm que provar este mil folhas feito com crepes finíssimos entremeados por camadas do chantilly da casa que é um desbunde. A fatia que eles te servem vai causar espanto, pois a “olho nu”, o troço é enorme. Mas basta dar a primeira garfada para você constatar a leveza do doce, uma coisa divina. Coma tudinho e , para voltar à realidade antes de sair para mais um passeio, só mesmo tomando um expresso no quiosque ao lado.

 

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Foto: Marcela Pagano Herz

 

O Food Hall é um lugar perfeito para dar um break entre as caminhadas e compritchas que adoramos fazer pela 5th Avenue, Central Park e redondezas. Se estiver frio como o que eu peguei então, melhor ainda. Sem falar que visitar o Plaza é sempre um prazer, né?

 

Shops at Plaza Hotel by Jeffrey Beers

 

Agora saibam da melhor: é possível pedir para levar seu quitute e saboreá-lo no Central Park ou no ponto de sua preferência ali ao redor! Não é demais? Vale muito a pena conhecer!

 

Shops at Plaza Hotel by Jeffrey Beers

 

O The Plaza Food Hall funciona de segunda a sábado, das 8h às 21h30 e aos Domingos, de 11h às 18h. O endereço é 1 W 59th Street, no The Plaza, bem em frente ao parque. 

 

*** dica da querida Marcela Pagano, companheira desta última viagem e andarilha profissional de NYC! Tks Marcela!

 

Postado por às 13:22

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Este foi um dos TOP hotéis em que me hospedei na Índia. A galera lá arrasa quando o assunto é hotelaria de luxo e tive a imensa sorte de conhecer não um, mas dois hotéis deslumbrantes, de sonho mesmo, e vou dar todos os detalhes para vocês, começando hoje pelo The Oberoi Amarvilas de Agra, este lindo.

 

foto 5

 

Classificado entre os principais resorts do mundo, o Oberoi Amarvilas tem uma característica imbatível: imagina ir pra terra do Taj Mahal e ter o monumento ali, no seu quintal. Pois é, gente, taí o grande destaque do hotel. Tem ponto alto mais alto do que esse? TODOS os maravilhosos quartos, até os sem varanda, têm vista panorâmica para o Taj. Basicamente é tudo o que queremos por lá, certo? Além dos quartos, hall de entrada, bar e lounge também oferecem vistas deslumbrantes para o monumento, que está plantado a apenas 600 metros de distância do hotel. Os jantares românticos nas varandas das suítes, emoldurados pelos jardins da propriedade e o grande símbolo do amor ao fundo, é um campeão  de audiência no Amarvilas.  

 

Tipo: essa é a vista padrão de todos os quartos. Ui.

Tipo: essa é a vista padrão de todos os quartos. Ui.

 

 

e que tal um banho aqui?

e que tal um banho aqui?

 

 

Fim de tarde? Abre um champagne e vai ver o Taj, oras.

Fim de tarde? Abre um champagne e vai ver o Taj, oras.

 

Mas estamos falando aqui de um Oberoi, nome que nos garante a certeza de um serviço de primeira linha em todos os sentidos. Pedigree incontestável, tudo no hotel é maravilhoso, a começar pela sua construção, linda, com estilo inspirado nas arquiteturas moura e Mughal, com interiores ricamente detalhados e área externa que oferece uma esplêndida exibição de gramados terraços, fontes, piscinas e pavilhões de reflexão de cair o queixo. É uma verdadeira viagem de volta à era de Príncipes e Imperadores. 

 

Tea Lounge

Tea Lounge

 

 

A linda área externa

A linda área externa

 

 

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Tudo isso é perfeitamente complementado pela alta gastronomia, que mescla as cozinhas indiana e internacional em seus dois restaurantes, o Esphahan e o Bellevue. O Oberoi-Spa oferece tratamentos holísticos personalizados baseados na medicina ayurvédica e administrados por terapeutas competentíssimas. O menu é super extenso, tem de um tudo! A academia é super completa e é possível agendar sessões de yoga.

 

foto 2

 

A piscina é fantástica: fica bem na parte onde o escandaloso jardim tem um terraço, então dá para optar entre ficar na sombra ou á céu aberto. Vejam que demais: 

 

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olha que bárbara fica a piscina iluminada

olha que bárbara fica a piscina iluminada

 

O hotel dá aos hóspedes o direito de contemplar o Taj Mahal a qualquer momento do dia ou da noite, sem ter que respeitar os horários de visita, ali de dentro da propriedade. Sem comentários. E para a visita em si, oferece carrinhos de golf que nos levam até o monumento. Melhor impossível.

 

Este é o lobby. vejam só quem está lá no fundo. Notaram que, sempre que há uma janela temos o Taj em cena?

Este é o lobby. Vejam só quem está lá no fundo. Notaram que, sempre que há uma janela temos o Taj em cena?

 

O Oberoi também mordomo particular 24 horas, além de todas as facilidades que encontramos em hotéis deste nível. Adorei, tudo perfeito, serviço real, exclusivo, inesquecível. 

 

taj mahal sunset

Postado por às 15:18

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No final de fevereiro/começo de março, mais precisamente no Carnaval, parti com um grupo super bacana rumo à Índia, dando o start no delicioso projeto idealizado pela Adriana Cravo e colocado em prática por mim e pelo top fotógrafo Christian Cravo que envolve uma série de expedições fotográficas ao redor do mundo. Em suma, são viagens com numero limitadíssimo de participantes e destinos escolhido a dedo pelo Christian, que leva em consideração quais as possibilidades fotográficas de cada local, pontuadas por workshops diários ministrados pelo fotógrafo. Como um curso prático in loco. E nosso “primeiro capítulo” não poderia ter sido melhor.

 

IMG_0355 delhi

 

Foi minha primeira vez na Índia e realmente fiquei maravilhada com a beleza, as cores, o povo, a cultura, o bom gosto. O jeito como conduzem sua fé – a maioria da população é hindu – me deixou de boca aberta, me fez compreender como eles levam a vida. A pobreza assusta sim, mas o jeito como eles encaram essa história de karma foi um aprendizado. Nosso itinerário dentro da Índia foi todo feito por terra. Fizemos desta maneira pois, como se tratava de uma viagem fotográfica, estávamos em busca de todas as oportunidades possíveis: retratos, paisagens, monumentos….tudo nos interessava ver, compreender e fotografar. 

 

Delhi page

 

Nossa Experiência começou em Delhi, onde passamos 2 dias, o que foi excelente para o grupo se ambientar, ter contato e entender o mood caótico da Índia. Gente, vocês não imaginam o que é o trânsito de Delhi, kkk. Todo mundo já ouviu falar, mas ver de perto a confusão criada nas ruas por pessoas, animais, carros e tuk-tuks trafegando juntos e sem nenhuma ordem…é uma loucura! E olha: não só em Delhi, tá? Em todas as cidades vi isso. E o buzinaço, minha gente? Esses caras são completamente viciados em buzina, vocês não têm noção do barulho, da poluição sonora. Uma maluquice.

 

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Eita

Tipo isso. Afe.

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Tipo isso, sabe?

 

 

Enfim. Lá em Delhi há pontos interessantíssimos para serem visitados, como a Tumba de Humayun e Red Fort, ambos Patrimônio da Humanidade, mas a principal atração da cidade é sem dúvida a Mesquita de Jama Masjid, a maior da Índia e segunda maior do mundo. Em Delhi dá para comprar tapetes e as famosas malhas da Caxemira. 

  

 

Tumba de Humayun

Tumba de Humayun

 

 

Red Fort

Red Fort

 

Jama Masjid

Jama Masjid

 

 

Em seguida, partimos para Agra, que fica a apenas 200 km de Delhi, onde também ficamos por 2 dias. Agra é a casa do fabuloso Taj Mahal, ou seja: tá explicada nossa ida até lá, né? Logo na chegada, já fizemos nossa primeira visita ao Taj, no sunset, foi incrível. No dia seguinte, saímos do hotel (um maravilhoso Oberoi, vou falar dele num próximo post) às 5 da manhã – ui – com um motivo muito nobre: voltar aoTaj Mahal, desta vez no sunrise. Que visual, que simetria, quantos detalhes, que luz! E o Christian lá, nos guiando, nos ensinando, dando uma super aula de fotografia, cara a cara com uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno.  

 

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Depois que recolhemos nossos queixos do chão, pegamos a estrada novamente, desta vez em direção a Jaipur. No caminho, fizemos uma “en-route visit” à cidade fantasma de Fatehpur Sikri, a 40 km de Agra. Essa cidadela é um lugar muito interessante e misterioso, onde tudo se encontra nos mais perfeito estado, sem nunca ninguém ter vivido lá! Parece a maquete de uma cidade em tamanho real. É toda em arenito vermelho e sua arquitetura mistura as culturas hindu e persa. Sua construção data de 1569 e diz que a intenção era que sediasse a capital do império, mas foi abandonada por causa da escassez de água. Parece que isso é meio que lenda, mas como eu adoooro uma história bem contada, mesmo que seja da Carochinha, repasso para vocês. 

 

Fatehpur Sikri

Fatehpur Sikri

 

Uma coisa muito bacana foi que, durante o trajeto Agra/Jaipur, o Christian super incentivou o grupo a fazer paradas para fotografia, fosse de uma paisagem, fosse de um grupo de pessoas ou de um vilarejo. É o que ele diz: ” a foto não marca encontro. Ela simplesmente aparece, e saber como identificar este momento faz parte do aprendizado”. Sabe tudo esse Christian, viu? Tivemos resultados bárbaros. Várias fotos deste post são minhas. Tô me achando.

 

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Foram 3 dias em Jaipur, capital do Rajastão e uma das “cidades coloridas” da Índia, a “cidade rosa”. A outra colorida é Jodhpur, mas calma que já já chegamos lá. A porção histórica de Jaipur fica na dentro dos portões da cidade e é pontuada pela área do Palácio Real, onde ainda hoje vivem os marajás. Logo a seu lado está o Jantar Mantar, um observatório cheio de instrumentos astronômicos feitos de mármore. Outro ícone de Jaipur que também visitamos é o Hawa Mahal, o Palácio dos Ventos, com sua fachada de argila lotada de janelas. É por elas que o vento circula e era através delas que as concubinas acompanhavam a movimentação do mundo exterior sem serem vistas.

 

 

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Hawa Mahal

 

 

Visitamos o Amber Fort, que foi erguido em 1592 sobre as ruínas de outra fortaleza e cujo percurso até a entrada exige a subida de muitas ladeiras. Muitas vezes o povo escolhe os elefantes como meio de transporte até lá em cima. Durante o caminho temos o Ganesh Pol, um portal de 3 andares dedicado ao deus Ganesha, e o Sheesh Mahal (Palácio dos Espelhos), todo decorado com caquinhos de espelhos (claro, hehehe) que refletia a luz das velas e iluminava todo o local. O Amber Fort está super bem conservado. Suas muralhas, as incríveis vistas, palácios e jardins o tornam uma parada obrigatória. Imagina a gente fotografando por lá? Um sonho. 

 

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Olha nossa turma subindo de elefante.

 

 

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Amber Fort / Ganesh Pol / Sheesh Mahal

 

Nosso segundo dia em Jaipur foi dedicado a um city tour completo e um longo passeio pelo Bazaar local. O Christian programou isso justamente para que cada um de nós pudesse observar e encontrar seu próprio modelo fotográfico. as fotos ficaram demais. Ah! Em Jaipur há joalherias de altíssima qualidade e preços ex-ce-len-tes! Mesmo. Vale a pena conferir. 

 

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E então seguimos com destino a Jodhpur (3 dias), a “cidade azul”, a mais antiga do Rajastão. Daí, eu cheguei lá e pensei “mas cadê esse azul do qual tanto falam?” Pois bem. Subimos até o Forte de Mehrangarh, considerado o guardião da cultura do estado do Rajastão e maior atração da cidade. As construções – palácios, pátios, os detalhes – são absurdamente fantásticas, mas o melhor de tudo, na minha opinião, está do lado de fora. De lá, meus amigos, vocês não imaginam a magnitude da vista. Espetacular. É assim que a gente vê de fato a “cidade azul”. Impressionante mesmo. Bobinha eu, né? Sem entender o lance da “cidade azul”…afff. Olhando lá de cima, o efeito é de uma infinita profundidade, transmitindo uma sensação de tranquilidade e uma beleza impossível de descrever.  Diz a lenda (mais uma lenda) que a cor azul foi escolhida porque espantava os mosquitos !!! Tudo é azul, nas suas mais diferentes tonalidades: cobalto, azul celeste, azul rei, marinho ou escuro, turquesa, safira…uma coisa de louco. A descida do forte pelas vielas da cidade também é um programa imperdível. Fotos, fotos e mais fotos. Esta viagem não poderia ter um encerramento melhor!

 

Jodhpur vista do Forte-crop

 

 

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Concluindo, a grande Índia encheu meus olhos e meu coração. Aprender a fotografar com o Christian Cravo foi um privilégio. O olhar dele faz você buscar um grande sentimento dentro de sua alma. E não acabou por aqui não! Novas expedições fotográficas virão!

 

 

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Informações importantes para quem vai à Índia:

 

- é necessário portar o Certificado Internacional de Vacinação contra a febre amarela. Este documento deve ser emitido até no máximo 10 dias antes da data de embarque. Cliquem AQUI para as informações completas sobre a vacinação e emissão.

- os passaportes devem ter validade maior que 6 meses a partir da data de retorno ao Brasil.

- tripés para fotografia e filmagem não são permitidos nos monumentos. É uma complicação, eles pedem uma autorização especial.

- ombros e joelhos à mostra não são permitidos no Taj Mahal.

 

Postado por às 15:57

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Seguindo a lista das cidades sede da Copa, hoje o assunto é Brasília. Basta uma primeira olhada para constatar que a nossa bela capital é, no todo, um verdadeiro monumento, repleta de memoriais, edifícios e museus super importantes sob diversos pontos de vista. Impossível falar de Brasília sem lembrar imediatamente do presidente Juscelino Kubitschek, que fundou a cidade em 1960, de Lucio Costa, responsável pelo projeto do Plano Piloto, eixo urbanístico da cidade em forma de avião, e do grande Oscar Niemeyer, que assinou os cartões-postais mais famosos de lá, como o Congresso Nacional, a Praça dos Três Poderes e e o Conjunto Cultural da República.  Aliás, os mais importantes pontos turísticos do Distrito Federal são justamente suas tantas obras presentes nesta cidade que já nasceu à frente de seu tempo. Com apenas 50 anos de vida, Brasília é Patrimônio Cultural da Humanidade. Mas as coisas por lá não se restringem ao rico conjunto arquitetônico e ao fato de ser a sede administrativa do Brasil. A vida noturna e cultural é intensa, as riquezas naturais, como cachoeiras, grutas e lagoas, são abundantes e sua diversidade mística é bem conhecida. 

 

Brasilia vista de cima. Olha o desenho do Eixo Urbanístico em forma de avião.

Brasilia vista de cima. Olha o desenho do Eixo Urbanístico em forma de avião.

 

Numa primeira visita à Brasília, endereços como Eixo Monumental, Super Quadras Sul e Norte, Setor de Mansões Isoladas Norte, Setor de Habitações Individuais Sul, Setor Hoteleiro Norte chamam a atenção. Desenho único, endereços únicos, simples assim. 

 

Sobre a construção da cidade a partir dos anos 50 e a fundação em 1960, há uma história bem interessante. Em 1883, um sonho de Dom Bosco previu o surgimento de uma civilização muito próspera, com um grande lago entre os paralelos 15º e 20º Sul, local onde hoje – tcharã! – está Brasília. A profecia se tornou realidade em 21 de abril de 1960, data em que JK inaugurou esta cidade de formas inovadoras, com um conjunto urbanístico distinto de tudo o que havia no Brasil. Se Brasília é toda diferentona até mesmo atualmente, imaginem naquela época.

 

Ponte JK

Ponte JK

 

Passear pelas grandes avenidas da cidade faz todo mundo babar com o paisagismo de Burle Marx, a arquitetura de Athos Bulcão, os vitrais de Marianne Peretti e as esculturas de Alfredo Ceschiatti e Bruno Giorgi. Brasília é toda grandona e super plana, então já adianto que não é fácil chegar de um ponto a outro à pé. Tudo lá é uma lonjura, mas nada que um bom táxi não resolva, né? Outra coisa que chama a atenção é o fato de que a cidade é toda que meio monocromática, por causa das construções com muito concerto. E o contraste a todos esse concreto e avenidas gigantescas é a natureza que está lá, sim. Bem no meio da cidade.

 

O paisagismo de Burle Marx no Eixo Monumetal, os vitrais de

O paisagismo de Burle Marx no Eixo Monumental, os vitrais de Marianne Peretti na Catedral Metropolitana e as esculturas de Alfredo Ceschiatti, no Supremo Tribunal Federal, e de e Bruno Giorgi – Meteoro – no Itamaraty

 

O Lago Paranoá, em forma de pássaro, envolve a cidade de norte a sul. Aqui, o clima é de praia e ninguém está nem aí para o fato de ele ser artificial. Afinal de contas, alguém tinha que dar um jeito de amenizar aquela secura toda e o lago cumpre sua função com excelência. Sua orla tem clima praiano, muito agito e é deliciosa para a prática de esportes e para assistir ao por-do-sol, que é sempre um espetáculo em Brasília. Mesmo. Tenho uma amiga que morou lá por 5 anos e toda vez que ela volta à cidade, posta uma foto do por do sol seguida por algum comentário embasbacado dizendo que, daquele jeito, só em Brasília. A água está sempre cheia de lanchas, jet-skis, caiaques e SUPs. A galera curte muito bem a “praia”. Os locais adoram e os turistas se esbaldam nos barzinhos e lojas. 

 

Lago Paranoá

Lago Paranoá

 

 

O Lago de outro ângulo

O Lago de outro ângulo

 

 

E o laranja típico dos finais de dia espetaculares em Brasília.

E o laranja típico dos finais de tarde espetaculares em Brasília.

 

No Parque da Cidade Sarah Kubitschek, outra área grande cheia de verde para quebrar a rotina do concreto, o povo também pratica esportes terrestres e aquáticos. O lugar ainda conta com parque infantil, kartódromo, campo de aeromodelismo, estádio para hipismo e anfiteatro com programação variada. Uma de suas praças se chama Eduardo e Mônica ( a Legião Urbana nasceu em Brasilia, todo mundo lembra, né?). Achei fofo.

 

Parque da Cidade Sarah Kubitscheck

Parque da Cidade Sarah Kubitscheck

 

E no gigante Parque Nacional, a água mineral forma piscinas de fontes naturais e o verde se fecha em uma grande mata, dando uma amostra da riqueza natural que seus arredores guardam. A população da Capital Federal, que enfrenta temperaturas altíssimas no verão e invernos ultra secos, providencialmente o apelidou de “Água Mineral”. Aqui temos uma paisagem repleta de árvores como ipês roxos e amarelos, pequis, canelas-de-ema e veredas de buritis, frequentadas por macacos-prego e por aves desta região do cerrado. Antas, capivaras, tatus e tamanduás-bandeira, tucanos, papagaios, emas e seriemas também fazem parte da turma que mora lá. Show.

 

"Água Mineral"

“Água Mineral”

 

O Parque Ecológico Ermida Dom Bosco tem trilhas, ciclovia e pista de corrida com vegetação típica do cerrado. A capelinha de mármore foi a primeira obra de Niemeyer inaugurada por lá. Dali, a vista para o Lago Paranoá, Palácio da Alvorada e Esplanada dos Ministérios é privilegiada. 

 

Capela Ermida Dom Bosco

Capela Ermida Dom Bosco

 

 

Parque Ecológico Ermida Dom Bosco

Parque Ecológico Ermida Dom Bosco

 

Mas o que deve ser visto na cidade, em se tratando de arquitetura modernista? Putz….é tanta coisa….vamos fazer uma listinha básica englobando obras monumentais e históricas.  Se eu esquecer de citar alguma coisa importante, por favor, puxem minha orelha, tá?

 

- Congresso Nacional – um dos símbolos máximos de Brasília, suas cúpulas dão o que falar. Muita gente tem teorias sobre seu significado, mas Niemeyer sempre disse que não tinha nada disso não, que o lance ali sempre foi estético. Acredito nele, kkk. A menor, côncava, abriga o Senado Federal e a maior, convexa, a Câmara dos Deputados. Entre elas, temos as duas torres onde ficam os gabinetes dos parlamentares. O Congresso faz parte do conjunto arquitetônico da Praça dos Três Poderes e dá para visitá-lo em qualquer dia da semana. Eu acho super bacana fazer essas visitas todas guiadas, viu? Aqui, por exemplo, os guias mostram o Salão Negro, o Salão Verde, plenários da Câmara e do Senado e as galerias. 

 

Congresso Nacional

Congresso Nacional

 

- Palácio da Alvorada – é a residência oficial do presidente e fica na beirinha do Lago Paranoá. A construção é super importante e podemos dizer que Dona Dilma mora muito bem. A visitação para o público acontece às quartas-feiras. 

 

Palácio da Alvorada

Palácio da Alvorada

 

 

Vista aérea do Palácio da Alvorada. Incrível, né?

Vista aérea do Palácio da Alvorada. Incrível, né?

 

- Palácio do Planalto – todo em mármore branco, também faz parte do conjunto arquitetônico da Praça dos Três Poderes, junto ao prédio do STF e o Congresso Nacional e é, além de um lindo, a sede do Poder Executivo do Brasil. 

 

Palácio do Planalto

Palácio do Planalto

 

- Memorial JK – neste edifício, inaugurado em 1981, temos um arsenal completo que incluem desde objetos pessoais , roupas de gala, uma biblioteca completa, até os restos mortais do ex-presidente Juscelino Kubitschek. Conta uma parte super importante da história de Brasília. 

 

Memorial JK

Memorial JK

 

- Supremo Tribunal Federal – As visitas podem ser marcadas para as sextas-feiras. Este prédio completa o conjunto arquitetônico da Praça dos Três Poderes e lá podemos ver obras de arte, todas as constituições do país e a história das leis. 

 

O Supremo Tribunal Federal. Essa escultura aí na frente, do Alfredo Ceschiatti, é a JUSTIÇA.

O Supremo Tribunal Federal. Essa escultura aí na frente, do Alfredo Ceschiatti, é a JUSTIÇA.

 

- Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida – com vitrais de Marianne Peretti, seu formato lembra a coroa de espinhos de Jesus. Os quatro grandes sinos do campanário chamam a atenção. 

 

A Catedral e seus sinos

A Catedral e seus sinos

 

E vista por dentro, com seus fabulosos vitrais

E vista por dentro, com seus fabulosos vitrais

 

- Museu Nacional Honestino Guimarães - Parte do Conjunto Cultural da República, o museu é vizinho da Catedral Metropolitana. Conta com espaço para exposições itinerantes, realização de palestras, mostra de filmes, seminários e eventos. 

 

Museu Nacional da República, o Honestino Guimarães

Museu Nacional da República, o Honestino Guimarães

 

- Teatro Nacional – é o maior conjunto arquitetônico realizado por Oscar Niemeyer em Brasília destinado exclusivamente às artes. Seus 50 mil metros quadrados abrigam três salas de espetáculos: a Sala Villa-Lobos, a Sala Martins Pena e a Sala Alberto Nepomuceno. No teatro são apresentadas peças e realizadas exposições. Na elaboração do projeto, Oscar Niemeyer teve a colaboração do pintor, cenógrafo e técnico de teatro, o italiano Aldo Calvo. Seu formato lembra uma pirâmide asteca. 

 

Teatro Nacional Claudio Santoro

Teatro Nacional Claudio Santoro

 

- Palácio do Itamaraty – seu vasto acervo de arte atrai muitos visitantes de domingo a domingo. Entre as tantas obras presentes aqui, temos a escultura O Meteoro, de Bruno Giorgi, que fica no espelho d’água ao redor do palácio e representa todos os continentes do planeta.

 

O lindíssimo Itamaraty, com seu "Meteoro"

O lindíssimo Itamaraty, com seu “Meteoro”

 

 

E gente....o que é o Itamaraty por dentro, hein? Afff.

E gente….o que é o Itamaraty por dentro, hein? Afff.

 

- Torre de TV Digital – é a mais recente atração do Distrito Federal e última obra monumental que Niemeyer deixou. Apelidada de Flor do Cerrado, foi inaugurada em 2012 e possui duas cúpulas de vidro de onde se pode ver Brasília. Foi projetada para ser uma torre de transmissão televisiva do sistema de TV Digital para todo Distrito Federal e algumas cidades do Entorno. Está aberta para visitação nos fins de semana e possui uma galeria com exposição de fotos. Fica em Sobradinho, num dos pontos mais altos do Distrito Federal.

 

A Flor do Cerrado e seus detalhes

A Flor do Cerrado e seus detalhes

 

- Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima – Niemeyer projetou o primeiro templo de alvenaria de Brasília atendendo a um pedido da primeira-dama Sarah Kubitschek, que queria pagar uma promessa feita pela saúde de sua filha. A capela lembra o chapéu das freiras, foi erguida em apenas 100 dias e sua fachada tem azulejos azulados de Athos Bulcão. 

 

A Igrejinha

A Igrejinha

 

 

 

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E o detalhe dos azulejos lindos de Athos Bulcão

 

 

- Catetinho – foi a primeira residência oficial de JK, erguido em apenas 10 dias! Seu nome é uma referência ao Palácio do Catete, no Rio de Janeiro. Hoje o Catetinho é um museu que exibe mobílias e objetos pessoais de JK.

 

O simplérrimo, mas importantíssimo Catetinho, conhecido como o Palácio das Tábuas

O simplérrimo, mas importantíssimo Catetinho, conhecido como o Palácio das Tábuas

 

 

Detalhes do interior do Catetinho

Detalhes do interior do Catetinho

 

- Brasília Palace – primeiro hotel da Capital Federal e um dos clássicos de Niemeyer. Passou por um incêndio em 1978, ficou abandonado por mais de 20 anos e, finalmente, a obra do grande arquiteto foi reconstruída, ufa. Com suas características originais super preservadas, voltou a ser um dos hotéis mais luxuosos de Brasília. É aqui que funciona o super renomado restaurante Oscar. 

 

O super luxuoso Brasília Palace, primeiro hotel da capital

O super luxuoso Brasília Palace, primeiro hotel da capital

 

 

Ambiente do sofisticado Oscar

Ambiente do sofisticado Oscar

 

Falando em restaurantes, opções de culinárias regionais brasileiras, bem como da cozinha internacional, não faltam em Brasília. O mix vem da presença massiva de brasileiros dos mais diversos cantos que povoaram a jovem cidade e dos imigrantes de todo o mundo, o povo das embaixadas. Tem de um tudo e de muito boa qualidade. Fato interessante – e prático: por causa do planejamento urbano, temos na quadra comercias 405, na Asa Sul, conhecida como ” a rua dos restaurantes”, um verdadeiro point gastronômico. Aqui, encontramos cozinha alemã, francesa, italiana, asiática e, claro, brasileira. Vale conferir o que tem de bom também nas quadras 201 e 202, na Asa Sul, e 213 e 214, na Asa Norte. 

 

ó que coisa linda, o Pontão do Lago Sul

ó que coisa linda, o Pontão do Lago Sul

 

Outra opção bem legal, com visual bacanudo, são os barzinhos e restaurantes do Pontão do Lago Sul, na beira do Paranoá, e da orla da Ponte JK, onde fica o nordestino Mangai, super recomendado. Coco Bambu, no Brasília Shopping e o bar Mormaii, no Lago Paranoá, também valem a visita. 

 

Mangai

Mangai

 

O super delícia bar da Mormaii

O super delícia bar da Mormaii

 

Sabia que dá para almoçar nos ministérios? Pois é. Os restaurantes da Esplanada são bem populares, não têm nada de mais, mas vale pela curiosidade, né? Não dá para não citar essa opção. Temos restaurantes nos ministérios da Saúde, Agricultura, Transportes/Comunicações, Planejamento, Esportes e no Palácio do Itamaraty. Dizem que o do Ministério dos Esportes é o mais gostoso. 

 

Coco Bambu

Coco Bambu

 

Os hotéis ficam exatamente nos….SETORES HOTELEIROS Norte e Sul, ué! Cidade planejada é assim, gente, kkk. Pertinho da Arena Nacional, viu? Já o Setor de Hotéis e Turismo Norte, mais distante, abriga as opções mais sofisticadas, com vista para o Lago Paranoá.

 

Setor Hoteleiro Norte

Setor Hoteleiro Norte

 

Bom saber que de junho a agosto o clima por lá é SUPER seco, ou seja: quem vai assistir às partidas no Mané Garrincha deve se preparar!

 

O Mané Garrincha tinindo para a Copa

O Mané Garrincha tinindo para a Copa

 

 

Sobre a Copa: Brasília terá posição de destaque no calendário do Mundial. A capital será anfitriã da Seleção Brasileira no jogo decisivo da fase de grupos, em 23 de junho de 2014. Além disso, sediará um confronto das oitavas de final (em 28 de junho) e um das quartas de final (5 de julho). A partida que decidirá o terceiro e o quarto lugar também ocorre no Estádio Nacional. Além do Brasil, os torcedores que estiverem em Brasília acompanharão, na primeira fase, outras duas seleções cabeças de chave. Em 15 de junho, entra em campo a principal equipe do Grupo E. Em 19 de junho, o confronto terá a seleção mais forte do grupo C. 

 

;-) Boa viagem!

 

Following the list of the Brazilian cities that will host the World Cup 2014, today we will be talking about Brasília. It just need a glance to realize that our beautiful capital is a real monument,full of memorials,buildings and museuns ,all of them very important. It is quite impossible to talk about Brasília without mentioning the former president Juscelino Kubitschek ,who founded the city in 1960 and Lúcio Costa,project manager of the pilot plan ,urban axial of the city in the shape of an airplane and Oscar Niemeyer who signed the most famous postcards like the National Congress,the Three Powers Square and the Republic Cultural Place. Actually, the most important touristic attractions of the Federal District are his constructions born ahead of its time. With just 50 years old ,Brasília is a World Heritage Site. But things over there are not just a rich architecture site. The cultural and intense nightlife , the natural beauty like waterfalls,caves and its mysticism are well known too. 

 

On your first visit to Brasília,addresses like: monumental axial,super block south and north,isolated mansions area,north hotel area call your attention. Unique addresses to an unique design. 

 

About the construction of the city in the 50′s and its foudantion in the 60′s ,there is a pretty interesting history. In 1883, a Dom Bosco dream predicted the beggining of a prosperous civilization with a great lake between the parallels15 and 20 south- the exact place where Brasília is today. The prophecy became reality on 21 April 1960,the date JK founded this innovative urbun conglomerade very different from anything ever seen before in Brazil. If Brasília is unusual today,can you imagine during that time. 

To go on a ride along the avenues of this town makes everyone astonished by the Burle Max landescaping,the architecture of Athos Bulcão,the stainned glasses of Marianne Peretti and the sculptures of Alfredo Peretti and Bruno Giorgi. Brasília is very flat and wide,so it is quite difficult for walking around,but there are plenty of taxis. Also the town is monochrome due to the amount of concrete used in the buildings. The contrast is made by the environment right in the middle of town.  

 

The Paranoá lake,in the shape of a bird,goes from north to south. Here the beach climate dominates even though this is an artificial lake. Besides,someone had to do something about the dryness of the place and the lake does that. Its coastline is beachlike,a lot of fun and nautical sports and a perfect place to enjoy the sunset. I have a friend who lived there for 5 years and each time she comes back to town she posts a picture of it and a comment saying that only in Brasília you can get this. Its waters are always full of motor boats and the tourists enjoy the bar by its coast. 

Postado por às 16:56

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